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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

"Não me considero culpada" - Brunhilde Pomsel, ex-secretária de Goebbels

"Não quebro o silêncio para limpar minha consciência", diz Brunhilde Pomsel, única testemunha viva entre os que trabalhavam no Ministério da Propaganda pública alemã dos anos de 1933-1945. (bbc)
Ela trabalhou na pasta por três anos, sob o comando de Joseph Goebbels, responsável pela propaganda e um dos "braço direito" do führer.



O testemunho da secretária de J. Goebbels
A ex-secretária é figura central do documentário Ein deutsches Leben ("Uma vida alemã", em tradução livre), que estreou em junho de 2016 no Festival de Cinema de Munique e exibido também no Film festival de Jerusalém e no Festival de Cinema Judeu de San Francisco.


"Conhecemos a senhora Pomsel por coincidência, enquanto pesquisávamos outra história", contaram Christian Krönes e Florian Weigensamer, dois dos quatro diretores do filme, ao canal alemão Deutsche Welle e presunçosamente continua dizendo: "Não era uma nazista ávida. Mas também não se importou (com o que o regime nazist…

Hermann Göring: Nacionalismo e Socialismo

Pouco mais de dois meses após o glorioso 30 de janeiro de 1933, marco inicial do governo nacional-socialista alemão e ocasião em que Adolf Hitler e o NSDAP ascenderam ao poder, Hermann Göring discursa para a Organização Nacional-Socialista do Trabalho, estabelecendo alguns dos fundamentos desta cosmovisão revolucionária recém-vitoriosa:
Mulheres alemãs e homens alemães! Eu tenho discursado em vários encontros, e repetido posições acerca de muitas questões. Mas hoje há algo de muito especial para mim: é especial, porque hoje estou diante de alemães que trabalham duro todos os dias ou que vivem em pobreza extrema, e que, portanto, aprenderam com as suas próprias experiências o que o nacional-socialismo é, e o que sua vitória significa para os cidadãos produtivos.
Meus queridos cidadãos! Estamos vivendo uma revolução nacional-socialista. Enfatizamos o termo “socialista” porque muitos só falam de uma revolução “nacional”. Duvidoso, mas também errado. Não foi só o nacionalismo que levou à ru…

Uma oportunidade histórica para a Europa - e provavelmente a última

Petry, Le Pen, Matteo Salvini, Geert Wilders e Harald Vilimsky no encontro em Koblenz

Nenhum nascimento vem sem as dores do parto. Antes da grande convenção de Koblenz realizada pelo Movimento pela Europa das Nações e pela Liberdade (ENF), a mídia liberal na Alemanha estava atacando a política de imprensa dos organizadores, especialmente o deputado alemão Marcus Pretzell. Como os organizadores decidiram fazer uma lista negra de jornalistas e meios de comunicação anti-direita notórios, não lhes permitindo participar da conferência, as lágrimas de crocodilo dos jornalistas excluídos inundaram a mídia alemã durante muitos dias - mas o partido AfD não mudou sua postura e Manteve a lista negra, apesar das duras críticas.
A ENF é o grupo pan-europeu mais influente e poderoso de patriotas e soberanistas. O holofote em Koblenz esteve em Marcus Pretzell (AfD, Alemanha), Frauke Petry (AfD), Marine Le Pen (Frente Nacional, França), Matteo Salvini (Lega Nord, Itália), Geert Wilders (PVV, Holanda) e…

Björn Höcke chama Memorial do Holocausto de vergonha

B. Höcke - presidente do AfD Turíngia
Discurso do político do partido AfD (Alternativa para a Alemanha) provocou grande confusão ao se referir ao Memorial do Holocausto como um símbolo da vergonha. Como de costume, a choradeira veio do Comitê Central dos judeus da Alemanha e dos partidos de esquerda.
A mais recente declaração de Björn Höcke são “profundo e completamente inaceitáveis”, declarou o Comitê Central dos judeus. Höcke é presidente do partido AfD no estado da Turíngia e disse, referindo-se aos blocos de concreto em Berlim: “Nós alemães, ou seja, nosso povo, é o único no mundo que fincou um memorial da vergonha no centro de sua capital”. Segundo Josef Schuster, presidente do Comitê Central, através de sua declaração ele diminui a importância deste grave e único crime contra a humanidade.
Para Schuster, é imperativo cultuar o sentimento de culpa no povo alemão. Isso rende indenizações indefinidas e ótimos contratos como o “Estado judeu”, como a venda subsidiada de submarinos nucle…

Donald Trump, novo presidente de USrael?

Nunca na história dos EUA viu-se uma desproporção tão gritante da participação judaica junto a um presidente eleito. Comparado com o número de judeus na população norte-americana (aprox. 2%), o número de eleitos que orbitam o novo astro da Casa Branca é gritante.
“Um verdadeiro amigo de Israel”
No vídeo, Pence, vice-presidente de Trump fala sobre o apoio as relações do novo governo a Israel. 


Em seu discurso para os convidados da AIPAC em março de 2016, Trump iniciou seu discurso afirmando ser um “verdadeiro amigo de Israel”. E qual o problema em tal posição? Simples: como ser um amigo incondicional da “única democracia do Oriente Médio” (sic), quando está pisoteia com tamanha propriedade a honra, a dignidade e os direitos civis mais básicos dos palestinos. Os idiotas úteis de plantão se esquecem que os judeus fundaram um Estado baseado em crença religiosa (mas nós temos que ser laicos – NR) e na expulsão violenta de famílias palestinas que habitavam a região a séculos! Como esperar que …
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