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Mostrando postagens de Setembro, 2015

Debate sobre 100 anos de Hitler (Rede Bandeirantes, 1989)

Na ocasião da comemoração dos 100 anos de Adolf Hitler, a Rede Bandeirantes promoveu um debate sob a regência de Sílvia Popovicc  (?).
Presentes estavam de um lado os srs. Anésio Lara (Presidente da Ação Integralista Brasileira), Armando Zanine Jr. (Partido Nacional-Socialista Brasileiro) e Sérvulo Moreira Costa (Carecas), do outro lado os Srs. Rodolfo Konder (Anistia Internacional), Benno Milnitzki (Presidente do Congresso Judaico América-Latina), Arnaldo Contier (Historiador comunista da USP) e Ben Abraham ("sobrevivente").
Alguns comentários são feitos por Siegfried Ellwanger (S.E. Castan), proprietário da perseguida editora Revisão, do Rio Grande do Sul.
Áudio/Legendas: Português (Brasil) 
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Veja Também: 
A primeira entrevista de S. E. Castan
Documentário: David Cole, um revisionista judeu em Auschwitz

A primeira entrevista de S. E. Castan

Siegfried Ellwanger Castan (Candelária, 30 de setembro de 1928 - 11 de setembro de 2010)
O Jornal de Santa Catarina publicou no Caderno C, a 29 de maio de 1988, a primeira entrevista do autor gaúcho Siegfried Ellwanger Castan ou S. E. Castan, autor do Best-seller “Holocausto Judeu ou Alemão – Nos bastidores da mentira do século”.

Segundo o jornal catarinense, Castan acreditava que até o fim do século “serão revelados cada vez mais fatos que derrubarão para sempre as barbaridades atribuídas ao Führer”, fazendo com que Hitler seja reconhecido “como o grande estadista que foi”. Parabéns, conseguiste o que neguei durante mais de um ano aos jornais, rádios e TVs”, observou Castan na devolução do questionário respondido, com exceção de três perguntas. Segundo observação da redação do jornal, “algumas das respostas foram compactadas e outras, por exigência do trabalho de edição, suprimidas. O conteúdo não perdeu nada. NT - Na falta do inteiro teor da entrevista, reproduzimo-la da forma como foi …

Ilya Ehrenburg, o judeu que ordenava o extermino dos alemães

Ilya Ehrenburg Grigoryewitch (em russo: Илья Григорьевич Эренбург, nascido em 15 de Janeiro de 1891 em Kiev, Império Russo, morto 31 de Agosto de, 1967, Moscou) foi um judeu propagandista na URSS, que pregava o genocídio aos alemães. Ehrenburg, juntamente com Lazar Kaganovich e Grigory Zinoviev, foi uma das personalidades criminais judaicas mais notáveis ​por ter usado abertamente o bolchevismo como um meio para exterminar gentios para o benefício da raça judaica. No rescaldo da II Guerra Mundial, por meio do Comitê Antifascista Judaico, Ehrenburg foi um dos mentirosos judeus no Império Soviético que estiveram envolvidos na formulação do quadro "Holocausto" como um libelo de sangue contra os alemães.
Ehrenburg nasceu em uma rica família judia em Kiev (capital da Ucrânia), que era então na época parte do império czarista. Sua mãe, Chana, fez com que ele conhecesse todas as regras e rituais da religião judaica. Quando jovem adulto, ele começou a pensar em si mesmo mais como &q…

Festas juninas - raízes antigas de nossas tradições

Festa de Santo Antônio, de Nerival Rodrigues
No mês de Junho ocorre uma das maiores festividades do calendário, as Festas Juninas. Aulas são interrompidas para o ensaio da quadrilha e os professores são convocados para as festas juninas. Para muitos alunos, a proximidade das férias torna o evento ainda mais excitante.
E nós, professores de História, o que fazemos neste clima de festas juninas e de pouca concentração nos estudos? Propomos inserir essa manifestação da cultura popular no conteúdo escolar para compreendê-la como um objeto de estudo, isto é, analisá-la sob uma perspectiva histórica buscando seu significado mais profundo das festas juninas.
Festas Juninas: Dia de São João
24 de junho, dia de São João Batista, o mais festejado santo católico entre nós, faz parte das chamadas festas juninas que, por homenagearem o santo eram chamadas, inicialmente, de festas joaninas.
As origens das festas juninas remontam a um tempo longínquo, muito anterior ao cristianismo, quando se celebrava o…

Do 11 de Setembro a irreversível auto-destruição da Europa

Europa fecha fronteiras para travar refugiados
Por: Eduard Limonov

O processo já começou, o processo de auto-destruição do Ocidente...O escritor e político Eduard Limonov fala sobre o porquê da migração atual para a Europa em suas consequências pode ser comparados ao 11/09
Após o 11 de setembro de 2001, o mundo mudou para pior. Claramente, vimos que ele mudou nos aeroportos. O rastreio dos passageiros tornou-se uma rotina. Vocês todos já passaram por isso sozinho. Portanto, eu não vou tentar descrever pois é o óbvio.
A grosso modo, o mundo tornou-se menos democrático. Em resposta à tragédia de 11/09 há muito mais policiais e elementos do totalitarismo. Em todos os lugares: nos Estados Unidos, e nos velhos continentes, menos na descuidada Europa.
EUA, a fim de punir alguém pelo crime de 11/09, invadiu o Afeganistão, que aninhado pacificamente em sua versão particularmente belicosa da Idade Média, sob o pretexto de que o Afeganistão estava abrigando Bin Laden, e que esse "encrenqueiro d…