terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Björn Höcke chama Memorial do Holocausto de vergonha


B. Höcke - presidente do AfD Turíngia

Discurso do político do partido AfD (Alternativa para a Alemanha) provocou grande confusão ao se referir ao Memorial do Holocausto como um símbolo da vergonha. Como de costume, a choradeira veio do Comitê Central dos judeus da Alemanha e dos partidos de esquerda.

A mais recente declaração de Björn Höcke são “profundo e completamente inaceitáveis”, declarou o Comitê Central dos judeus. Höcke é presidente do partido AfD no estado da Turíngia e disse, referindo-se aos blocos de concreto em Berlim: “Nós alemães, ou seja, nosso povo, é o único no mundo que fincou um memorial da vergonha no centro de sua capital”. Segundo Josef Schuster, presidente do Comitê Central, através de sua declaração ele diminui a importância deste grave e único crime contra a humanidade.

Para Schuster, é imperativo cultuar o sentimento de culpa no povo alemão. Isso rende indenizações indefinidas e ótimos contratos como o “Estado judeu”, como a venda subsidiada de submarinos nucleares – NR;

A caça às bruxas contra Björn Höcke começou ontem, 18/01/17, um dia após seu discurso em Dresden para cerca de 500 pessoas da organização dos jovens da AfD. Aplaudido constantemente pelos presentes, o discurso foi seguido ao vivo por cerca de 3.400 pessoas através do Youtube e pode ser visto aqui:


A FakeNewsMídia não havia sido convidada e desde ontem pela manhã iniciou seu costumeiro show para instigar seus leitores contra a AfD. O jornal popular Bild escreveu sobre “um discurso nazista”.

Para o Spiegel Online, o político pisoteia a memória dos seis milhões de judeus assassinados.

O político esquerdista Diether Dehm associou o discurso de Höcke com a decisão do Supremo Tribunal alemão em não proibir o partido NPD, e protocolou denúncia contra o político.


A parte do Memorial do Holocausto no centro de Berlim. Blocos que lembram túmulos e outras paredes de concreto cinzento. Por ser visitado mundialmente, muitos turistas nem mesmo sabem do que se trata. Oque revela a insistência no "dogma mental" das autoridades judaicas da Alemanha.  

Segundo ainda o jornal Bild, cujas páginas transpira o mais puro ódio, o embaixador de Israel na Alemanha, Yakov Hadas-Handelsman, exigiu que Höcke se desculpe pelas declarações sobre o memorial do Holocausto.

O embaixador nada tem a exigir dos alemães. Ele deveria se preocupar mais com a tragédia humanitária que seu povo impetra aos palestinos – NR.

Fato é que apenas uma frase foi amplamente divulgada e não foi considerado todo o contexto do discurso. Para aqueles que se ocupam em estudar os eventos em torno do mito de um suposto “Holocausto judeu’ durante a Segunda Guerra Mundial, isso não é novidade.

O que foi atacado pela Mídia Mentirosa no discurso foram as declarações sobre política histórica. Höcke disse que “sempre falam mal e ridicularizam” a história alemã. E ainda “Essa política de enfrentamento nos paralisa. Nós precisamos de uma mudança na memória política de 180 graus”. E deste contexto, o difamador jornal Bild escreveu “Com isso, ao invés dos judeus e outros perseguidos do regime NS, no futuro apenas as vítimas alemãs da Segunda Guerra mundial serão lembradas”. E justamente isso Höcke não declarou; é apenas mais uma mentira desta Fake News!

É completamente natural que um povo lembre suas vítimas e que construam memoriais para aqueles que tombaram em prol da defesa da pátria. Na Alemanha ainda ocupada espiritualmente, é normal erigir monumentos a desertores e outros inimigos do povo. E o massacre de Dresden completou aniversário último dia 17. Onde está a mídia? – NR.

Fonte: Inacreditavel

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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