E-BOOK: O Estado Corporativo, de Benito Mussolini


“O mundo para o Fascismo não é esse mundo material, como aparenta superficialmente, onde o homem é um indivíduo separado dos outros, condenado à solidão... O Fascismo reafirma o Estado como a verdadeira realidade do indivíduo.”

Esse coletivismo é compreendido na palavra fascismo, que deriva do latim fasces, nome dado a um feixe de varas ligadas em torno de um machado. Nas ciências econômicas, o fascismo foi visto como um terceiro caminho entre o capitalismo e o comunismo. O pensamento fascista reconhecia as funções da propriedade privada e do estímulo ao lucro como legítimos incentivos à produtividade – desde que não entrassem em conflito com os interesses do Estado.

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Uma brasileira no Movimento Nacional Alemão


Capixaba defender a cultura alemã e, ao lado da família, frequenta protestos do Pegida, movimento "anti-islamização". "Qualquer um consegue asilo na Alemanha"

"Nossa liberdade e identidade nacional estão ameaçadas. É uma ameaça interna e externa, que se chama islã." A afirmação de uma das lideranças do movimento Pegida (sigla em alemão para "Europeus patriotas contra a islamização do Ocidente") eleva os aplausos entre os cerca de 5 mil manifestantes em frente à igreja Frauenkirche, na praça principal do centro histórico de Dresden.

A brasileira R. Mildner (*), de 59 anos, grita em coro com a multidão: "Wir sind das Volk" – "Nós somos o povo". Ela saiu das montanhas de Altenberg, nos arredores de Dresden, com o marido e o filho para participar da manifestação. "Por três motivos principais: contra a corrupção internacional, pela preservação da cultura alemã e, principalmente, contra o extremismo religioso", argumenta a advogada.

Os olhares são curiosos e cerceadores. O termo Lügenpresse ("imprensa da mentira") utilizados pelos Nacionais-Socialistas para criticar a mídia, também ecoa nos protestos do Pegida. No fim da tarde, a polícia já chega para cercar a área. Todas as segundas-feiras, às 18h, a praça da cidade do leste alemão é tomada pelas cores da bandeira nacional. A família Mildner carrega uma bandeira antiga do estado da Saxônia.

"Estou emocionada, porque me lembro de quando era jovem e liderava o movimento estudantil na Universidade Federal do Espírito Santo. Hoje o Brasil passa por uma situação política difícil. Meu coração está aqui, mas queria estar lá lutando pelo povo brasileiro", diz Mildner, natural de Vila Velha (ES).

Entre cartazes que dizem "Não dê chance ao islã", aparecem outros pedidos: "Amizade com os russos em vez dos vassalos da América" e "Fora, refugiados".

Os Mildner estão incomodados com os frequentadores de um abrigo para refugiados, que fica próximo à casa da família. "Eles estão roubando, mijando no ônibus. Não se trata de refugiados. São pessoas da Tunísia, do Marrocos, do Kosovo", afirma o alemão J. Mildner, marido da brasileira. "Eu penso que essas pessoas não podem vir para cá. Acho um perigo extremo. Há radicais entre os refugiados, são criminosos. Por isso, estamos aqui."

"Durante a ditadura militar, professores, engenheiros, jornalistas e sociólogos tiveram uma dificuldade enorme para conseguir asilo político", pontua a brasileira. "Hoje, qualquer um consegue refúgio aqui na Alemanha. Essa política precisa ser reformada."

Segundo A. Mildner, filho do casal, o movimento Pegida não tem natureza racista. "As pessoas tomam partido porque nunca vieram conversar com os manifestantes e saber exatamente o que eles estão fazendo aqui", afirma o estudante de 25 anos, que tem nacionalidade alemã e brasileira. "Dizem que temos preconceito contra todo mundo e, como vocês podem ver, somos uma família que poderia ser tratada como estrangeira. Jamais sofri discriminação."

A mãe diz que, desde que se casou, nunca teve problemas. "Sempre me adaptei e me integrei à sociedade alemã. Sou bem aceita, até já trouxe uma bandeira do Brasil aqui para o protesto", conta.

O marido destaca que o Pegida é um movimento internacional. "Aqui tem muitos espanhóis, holandeses, portugueses, poloneses, tchecos, russos. Tudo depende de como você fala, vive e se articula com as pessoas. Assim você é aceito", diz, ressaltando que o Brasil precisa ter uma versão do Pegida. "Queremos um 'Pegida Brasil' contra a corrupção, principalmente, e para preservar os valores culturais, educativos e cristãos."


O discurso acaba e, em meio a mais aplausos, começa a marcha nos arredores da praça. J. Mildner levanta a bandeira da Saxônia, e a família sai em passeata. Um dos manifestantes vem em direção à equipe da DW Brasil e tenta tapar a lente da câmera com a mão.

A 500 metros do protesto do Pegida, na praça Postplatz, aproximadamente 200 pessoas estão reunidas. Nos cartazes, uma mensagem diferente: "Refugiados, sejam bem-vindos." A única bandeira empunhada é formada por retalhos coloridos, representando a diversidade de culturas.

Em frente ao prédio do teatro, do século 19, um telão reproduz o apelo: "Por uma Dresden aberta ao mundo". "Não é apenas uma contramanifestação, mas um protesto a favor da convivência, da democracia e da tolerância", diz Eric Hattke, do Movimento Dresden para Todos, grupo foi criado em resposta aos protestos do Pegida.

Jovens brasileiros já tocaram samba nas contramanifestações. "É apenas uma minoria que apoia ideias xenófobas. Dresden tem um histórico de racismo, então é importante participar desses eventos", diz o percussionista Eduardo Mota, de Salvador, que vive há cinco anos na Alemanha.

Às segundas-feiras, grupos se mobilizam para visitar casas e abrigos de refugiados. Eles oferecem amparo num dia que, para alguns estrangeiros, se tornou sinônimo de apreensão em Dresden.

(*) Os entrevistados quiseram omitir o primeiro nome.

Fonte: Carta Capital

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Aqueles que defendem a si e os seus sempre serão chamados "racistas" e "nazistas"?


Por Horst Mahler

Poderia ser que vocês ainda deixem o inimigo utilizar estes porretes, pois isso permite a vocês utilizarem uma desculpa para não oferecer resistência? Sendo assim vocês seriam atingidos por cada um daqueles jargões do politicamente correto, os quais vocês querem evitar a qualquer custo. E daí? Se a defesa do lar e do rebanho for racismo, então nós estamos orgulhosos de ser “racistas” e “nazistas”. Aqueles que nos denominam desta forma são os traidores e a elite exploratória – resumindo: o inimigo.

Como estes pequenos incômodos já são um estorvo para vocês, vocês não levarão para o túmulo nem glória nem honra. A posteridade irá desprezá-los completamente e renegar post mortem o título honroso de “alemão”, pois suas respectivas almas escravas são indignas.

Vocês já perceberam que em seus textos sempre “os outros” são “os tolos”, “os fracassados” que “não pescaram nada”, que “irritam ao extremo” o povo alemão? Vocês reivindicam ser os despertados, os espertos, “os que conseguem ver atrás dos bastidores”. Seriam muitos – pelo menos dez mil. Suficiente para colocar de ponta cabeça a situação em nosso país. Todavia, são justamente vocês que ainda não compreenderam o engodo democrático. Vocês querem sempre fundar novos partidos e ganhar “votos”, tantos quanto forem necessários para que os “dominadores” não consigam mais ignorá-los, vocês assim pensam. Vocês querem “a verdadeira democracia” e não querem reconhecer que o princípio da democracia é permitir que ignorantes e diletantes entrem no parlamento, que nada vão decidir de facto, mas sim incorporam uma cultura de conversa fiada. Custou duas guerras mundiais para transformar os povos da Europa Ocidental, principalmente o povo alemão, em uma “massa democrática” onde todos falam mal de todos, onde uma florescente Comunidade do Povo de outrora foi transformada em pó.

Cada cidadão do Reich alemão tem o direito de ser ignorante nas questões do Estado, sem ser estampado como “a massa ignorante”. Mas os diletantes devem ser caçados. Análogo a Judas e suas 30 moedas, eles são figurantes em um jogo hipócrita.

As condições sociais e políticas na Europa não se tornaram apenas agora “fora de controle” e muito menos sob o governo de Angela Merkel. Isso aconteceu a partir do 8 de maio de 1945, no dia da capitulação do Reich alemão, e levado intencionalmente a uma destruição controlada que – como desejado – não é percebida como tal, até a entrada nos dias de hoje da fase final deste plano diabólico. As badaladas do sino da morte ainda devem ser levadas a sério.

Conversando estes dias com camaradas alemães sobre isso, eu reconheço minha culpa ao ouvir sem retrucar que agora até os mais tolos acordaram. Nosso povo, que na história da humanidade já realizou enormes feitos, é ofendido desta forma.

Agora tudo depende, através da milícia civil em trabalho conjunto e camarada com unidades armadas do exército, despertar a capacidade de defesa do povo alemão na República Federal da Alemanha. Simultaneamente, devemos retirar o véu de inocência de nosso principal inimigo através de intensa demonstração de sua existência satânica. Esta campanha compreende tanto o pronunciamento corajoso de cada indivíduo como também a tratativa coordenada de uma vontade organizada de libertação do povo alemão – em pequenos grupos segundo o exemplo da guerrilha de entretenimento; mas também em grandes associações – que através das mídias sociais da internet – pratiquem o princípio da guerrilha “hit and run” em situações justificáveis. Violência só pode ser empregada pelos insurgentes apenas em casos extremos de legítima defesa e nunca como vingança e nunca como meio para aterrorizar ou intimidar. Ações violentas, excetuando as situações restritas de legítima defesa, fazem o jogo do inimigo (provocação) e, justamente por isso, devem ser combatidas como ato de traição.

Neste sentido: “Povo: às armas!”

Horst Mahler

Morbus ignorantia, 24/02/2016.

Este texto de Horst Mahler é mais uma chamada ao povo para resistir ao seu extermínio. A maioria das pessoas é alheia a esta guerra silenciosa, travada nos bastidores. Uma vez que só orbitam nas notícias da mídia globalista, estes tatos não conseguem assimilar os efeitos destas ações virulentas. Só irão perceber quando for tarde demais. Mas isso nunca foi diferente durante a jornada humana neste mundo. Sempre foi reservada a uma elite promover as mudanças necessárias para preservação da espécie e da raça.

E Horst Mahler faz parte desta elite. Sua visão abrangente sobre a questão judaica e sobre o vingativo plano de extermínio contra o povo alemão e europeu está além de seu tempo, embora este conhecimento não seja novo; apenas encoberto pelos “dissimuladores eleitos”. E como sempre aconteceu, o inimigo fará de tudo para silenciar as vozes dissidentes. Nosso site está novamente na mira das forças repressoras da livre opinião, “mas enquanto respirarmos, eles terão que nos engolir!” - NR


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Terceira Posição: sintese Histórica e Ideologica


tradução: Gabriel Pimentel

Recentemente tem havido algumas discussões no que diz respeito ao que constitui ao terceiro posicionamento politico. Eu decidi tomar ele próprio como tema, e iniciar uma discussão sobre a história da terceira posição, suas variantes, e algumas dessas variantes como princípios ideológicos.

Eu não quero que este tema para se degrade em um debate sobre se ou não conceitos tais como o nacional-anarquismo são compatíveis com o nacionalismo "terceirista", esta discussão é principalmente sobre a história e a ideologia dos movimentos de terceira posição, por isso peço a todos centrem esta conversa em torno destes temas exclusivamente.

Definição:

O conceito de terceira posição é algo muito básico. É uma vértice que se dissipa entre o capitalismo e o socialismo, algo como uma "terceira opinião".

Os historiadores e teóricos políticos normalmente usam o termo para descrever várias correntes ideológicas nacionalistas que se originaram no início do século 20 e que continuam a ser promovidas por vários partidos e movimentos políticos de todo o mundo nos dias atuais.

A crítica

-Crítica contra o Comunismo-

Uma crítica comum da terceira posição -de todos os níveis variáveis - contra o comunismo é que seu cosmopolitismo utópico é inerente à natureza global. Teóricos de terceira posição, sendo nacionalistas, sentem que o internacionalismo entra em fundamental desacordo com o etnocentrismo inato da humanidade, que é um aspecto significativo da natureza humana. "Terceiristas" também sentem que é indesejável para a humanidade abraçar o internacionalismo, pois acaba por destruir a diversidade cultural e racial.

O paraíso anárquico que Marx previu após o resultado final do comunismo (após a fase de transição socialista) é visto pelos adeptos da terceira posição como sendo basicamente inatingível, por isso também contraria a aspectos da natureza humana, particularmente após a idade industrial.

-Contra o Capitalismo-

Gregor Strasser
O capitalismo é visto pelos adeptos da terceira posição como explorador, injusto, anti-social, e ao contrário as noções de solidariedade nacional e racial. O Teórico nacional-revolucionário Gregor Strasser descreveu a crítica do capitalismo de terceira posição da seguinte maneira:

"Nós somos socialistas. Nós somos inimigos mortais do sistema econômico capitalista de hoje com a sua exploração dos economicamente fracos, seu sistema de salário injusto, sua maneira imoral de julgar o valor dos seres humanos em termos de sua riqueza, seu dinheiro em vez de a sua responsabilidade e seu desempenho, e estamos determinados a destruir este sistema aconteça o que acontecer!"

Variantes

Uma vez que a terceira posição é um termo vago, um número de diferentes ideologias abrangem a sua classificação; a única coisa que todos eles concordam, é a sua posição comum contra o capitalismo e o comunismo.

NACIONAL-SOCIALISMO

(Também referente a "Social-nacionalismo", "socialismo nacional", etc...)

Como o termo "terceira posição", o nacional-socialismo é um termo amplo que abrange uma ampla gama de diferentes interpretações e manifestações. Ao contrário da crença popular, NSDAP de Adolf Hitler (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães) não foi a primeira ou única vertente do socialismo nacional que existiu.

O termo originou-se quase simultaneamente na França, na Checoslováquia e na Áustria no final de 1800, embora conceitos socialistas nacionalistas existiam bem antes do termo em si.

Maurice Barres, 1916
O romancista francês, Dreyfus, e um político socialista, Maurice Barrès, o primeiro a evocar a frase "nacionalismo socialista" em sua campanha eleitoral 1898. Como a maioria de suas campanhas, Barrès correu em uma plataforma de "nacionalismo, protecionismo, e socialismo".

Além de ser um dos primeiros notáveis políticos socialistas nacionais, Barrès também foi um dos primeiros teóricos políticos franceses a desenvolver um conceito de nacionalismo étnico. As teorias de Maurice Barres passou a influenciar, posteriormente, várias manifestações do nacional-socialismo e do fascismo na Europa -em particular o primeiro movimento de massa socialista nacional, 300.000 membro do sindicato Socialista Amarelo de Pierre Biétry.

Em 1898, o Partido Social Nacional Tcheco foi fundado. O partido apoiou uma fusão de nacionalismo e socialismo. O programa de 25 pontos elaborado por Adolf Hitler, Anton Drexler, e Gottfried Feder, e adotado pelo NSDAP, foi muito influenciado pela plataforma do Partido Nacional Socialista Tcheco.

A Liga Nacional dos Trabalhadores Alemães da Áustria mudou seu nome para "Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores" em 1918, em torno de um nacionalismo pan-germânico com uma plataforma socialista, que lembra as políticas abraçadas pelo NSDAP de Hitler. Em 1930, o partido estava dividido em duas facções, uma favorecendo uma estrutura democrática, e o outro favorecendo a campanha de Adolf Hitler -o partido em última análise se fundiu com o NSDAP após a anexação da Áustria ao Terceiro Reich.-

-HITLERISMO -

Adolf Hitler, na época, em 1920
Poucos negariam que o hitlerismo, isto é, a expressão única de socialismo nacional estabelecido por Adolf Hitler é a variedade mais proeminente do nacional-socialismo na história. Antes de explicar as características distintivas do nacional-socialismo hitleriano, vou descrever brevemente as origens do NSDAP e associação de Hitler com o partido.

Anton Drexler, um socialista auto-identificado, fundou o Partido dos Trabalhadores Alemães em 1919 sobre o princípio da criação de um novo partido socialista que também fosse nacionalista por natureza. Depois de alguma hesitação e sobre revisão e aprovação da brochura de Drexler, aderiu ao Partido dos Trabalhadores Alemães em setembro de 1919, tornando-se o 55º membro do partido e o sétimo membro do comitê executivo do partido.

Hitler posteriormente sugeriu a mudança do nome do partido para Partido Social-Revolucionário, mas em fevereiro de 1920, o Partido dos Trabalhadores Alemães mudou seu nome oficialmente para Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Em 1921, Adolf Hitler tornou-se, basicamente, o líder indiscutível do partido, e por volta de 1923, Drexler se demitiu do NSDAP.



Hitlerismo distingue-se por um certo número de características:

- O Führerprinzip: Basicamente, a vontade política da nação está incorporado no Führer (líder, guia, condutor - NR), abolindo a maioria das formas de democracia.

- Pangermanismo: A noção de que todas as pessoas de ascendência germânica devem ser unificadas através de um Reich ("império", mas podemos colocar no conceito romano de "imperium" no que diz respeito ao conceito de vontade, poder e ordem popular - NR) alemão.

Lebensraum: Hitler acreditava que a Alemanha não tinha o espaço vital imprescindível para a população excedente do Reich, e concebeu uma teoria expansionista em que os povos germânicos iria resolver os problemas da Europa Oriental.

- A eugenia: De acordo com as crenças racialistas, o Terceiro Reich implementaram leis eugenistas para o reforço do desenvolvimento racial. O NSDAP também aprovou uma legislação proibindo a miscigenação (Leis de Nuremberg).

- Dirigismo: Adolf Hitler preservava a propriedade privada sobre a maioria das empresas, sob a estrita condição de que o Estado regulamentaria essas empresas para se adequarem aos interesses coletivos da nação. Tais regulamentos incluindo controle de preços, controles de salários, segurança no trabalho, controles de investimento, restrições a dividendos, quotas de produção e estado direcionado comércio. O banco central da Alemanha foi nacionalizado como as empresas que não cumprissem as leis estaduais. A maior empresa estatal operada na Europa também foi estabelecida sob o Terceiro Reich, a Reichswerke Hermann Göring.

- Bem-Estar Social: Além das características socialistas óbvias encontradas dentro dirigismo do Terceiro Reich, o regime NS-Alemão também implementou várias medidas de bem-estar social. Um programa de cuidados de saúde socializado foi iniciado, ampliando a cobertura a todos os cidadãos alemães; projetos de obras públicas foram criadas para combater o desemprego; segurança social foi ampliada; casas de baixo custo foram construídas para o proletariado alemão contando com 1,458,128 unidades construídas entre 1933-1937; generosos empréstimos, benefícios fiscais e serviços de bem-estar foram dadas a famílias alemãs; férias pagas a todos os trabalhadores alemães, bem como eventos culturais gratuitos para assistir, etc.

- STRASSERISMO -

Gregor Strasser se juntou ao NSDAP em 1921, e seu irmão mais novo, Otto, juntou-se em 1925. Ambos os irmãos, juntamente com camaradas do partido, como Joseph Goebbels, conceberam uma corrente ideológica dentro do NSDAP que se diferenciava das políticas mais moderadas favorecidas por Hitler, e as teorias monetaristas promovidas por Gottfried Feder.

O nacional-socialismo dos irmãos Strasser contém as seguintes características:

- Colaboração Europeia: O Strasserianismo acreditava que; - NR ... em contraste com o "imperialismo pan-germânico" e com o "nordicismo" endossado por Hitler, o strasserismo defende e promove o pan-europeísmo. Este pan-europeísmo implicaria uma cooperação econômica entre todos os parceiros europeus, de modo a evitar os aspectos contraproducentes de competição econômica entre os estados europeus. Otto Strasser acreditava que todos os europeus eram de ascendência racial semelhante e, portanto, rejeitava fundamentalmente qualquer teoria de superioridade entre nacionalidades ou sub-raças europeias. No entanto, Strasser também acreditava na preservação das culturas originais e etnias.

Otto Strasser
- O federalismo: Otto Strasser defendeu a descentralização da Alemanha, que transformaria o país em várias regiões culturais distintas que seriam comunidades autônomas de auto-governo, porém todas as regiões praticariam o mesmo modelo econômico socialista nacional.

- Socialização: Os irmãos Strasser (e muitos outros membros do NSDAP) defendiam a coletivização imediata dos meios de produção. Conselhos operários iriam coordenar seus locais de trabalho, com a supervisão do Estado para garantir que essas empresas estavam agindo de acordo com os interesses nacionalistas. A burguesia seria abolida e assimilada ao novo modo de produção socialista. O capital financeiro também viria a ser nacionalizado pelo Estado.

Otto Ernest Remer (1912 - 1997)
* Reforma Agrária: A facção de Strasser do NSDAP defendia a desapropriação do latifúndio na Alemanha, com a terra a ser redistribuída para as famílias camponesas. Todas as terras seriam de propriedade do Estado, mas agricultores familiares possuiriam título hereditário dos terrenos. As fazendas permaneceriam na posse de cada família até que a família já não tenha nenhum descendente disposto a cultivar a terra.

Depois da queda do Terceiro Reich, vários partidos socialistas nacionais surgiram na Alemanha, e em todo o mundo, o Partido Socialista do Reich de Ernst Remer e o partido União Social de Otto Strasser foram os mais notáveis.

O Partido Socialista do Reich, financiado em parte pelo governo soviético para desestabilizar o governo ocidental, logo atraiu um apoio significativo entre a população da Alemanha Ocidental, mas foi proibida sob as leis de "desnazificação" estabelecidas pelo novo governo alemão.

Otto Strasser, que foi finalmente autorizado a regressar à Alemanha em meados de 1950, foi preso devido a declarações anti-semitas que fez em público, enquanto promovendo seu novo partido político. O Partido União Social em última análise, atraiu poucos seguidores.

NACIONAL SINDICALISMO

O sindicalismo revolucionário tornou-se uma corrente muito popular na Europa no início do século XX, especialmente na França, Itália e Espanha. No entanto, até o início da Primeira Guerra Mundial, uma divisão histórica surgiu dentro dos movimentos sindicalistas e socialistas entre indivíduos e organizações que apoiaram a participação na guerra contra aqueles que defendiam a neutralidade.

Na sequência da cisão dentro do movimento sindicalista, a facção pró-guerra começou a se tornar mais franca sobre seus pontos de vista nacionalistas. Enquanto o movimento sindicalista revolucionário não admitia nada além do internacionalismo proletário, estes sindicalistas nacionalistas rejeitavam o internacionalismo marxista e afirmavam a legitimidade do Estado-nação.

Os sindicalistas revolucionários teorizaram um modo de produção socialista onde os trabalhadores seriam os proprietários dos meios de produção e conselhos de trabalhadores, estes também iriam gerir as suas empresas no âmbito de uma sociedade sem estado.

George Valois (1878 - 1945)
O Movimento Nacional-Sindicalista também se demonstrou favorável a propriedade do trabalhador e a gestão de meios de produção, mas no âmbito de um Estado-nação, com o governo como co-proprietário, e as empresas co-gestionadas pelos conselhos operários.

"Cercle Proudhon", de Georges Valois, fundado em 1911, foi uma das primeiras organizações envolvidas no cultivo de teoria Nacional Sindicalista.

O movimento fascista de Mussolini foi inicialmente associado com o Movimento Nacional Sindicalista, embora ao longo do tempo o partido fascista tenha vindo a adotar a sua própria forma de ideologia; o corporativismo.

Ramiro Ramos e Primo de Rivera
Antes da Guerra Civil Espanhola, Ramiro Ledesma Ramos estabeleceu o seu próprio Partido Nacional Sindicalista (a JONS) na Espanha. O JONS obteve progressos significativos entre os círculos socialistas e anarquistas na Espanha, mesmo com o seu programa político sendo revisto pelo comitê central CNT-FAI. Eventualmente, Ramos fundiu seu partido com a Falange de José Antonio Primo de Rivera. No entanto, Ramo se desiludiu com as teorias corporativistas mais leves de José Antonio, e, eventualmente, demitiu-se do FE-JONS.

Ambos, Ramos e José Antonio, foram assassinados por forças republicanas durante a Guerra Civil Espanhola, permitindo a oportunidade ao general reacionário, Francisco Franco, de cooptar o movimento. Posteriormente Francisco Franco acabara por trair os princípios sindicalistas do partido e permitindo a filiação de setores mais tradicionalistas (monarquistas e teocratas) oque alteraria os princípios do partido.

NACIONAL-BOLCHEVISMO 

Nacional-bolchevismo é muitas vezes incompreendido devido ao seu nome provocativo e paradoxal. No entanto, a ideologia representa uma vertente significativa da terceira posição, em que rejeita tanto o capitalismo como o marxismo.

Basicamente, existem duas vertentes do nacional-bolchevismo, ambas surgidas no início do século XX: a do professor russo, Nikolay Ustryalov; e a do ativista político e professor alemão, Ernst Niekisch.

Nikolay Gerasimovich Ustryalov
Nikolay Ustryalov, inicialmente um "russo branco" (contra-revolucionário) inimigo do bolchevismo, eventualmente passa a ver a revolução bolchevique como uma continuação do nacionalismo russo, especialmente considerando as reformas nacionalistas decretadas por Joseph Stalin após a morte de Lenin. Neste ponto, Ustryalov começou teorizar as possibilidades deste novo bolchevismo, que cunhou o nome de "nacional-bolchevismo". No entanto, Ustryalov foi assassinado em 1937 no infame "Grande Expurgo" de Stalin de 1937, sobre acusações de "espionagem, atividade contra-revolucionária e agitação anti-soviética".

Ernst Niekisch era originalmente um membro do Partido Social-Democrata alemão, mas como Otto Strasser, foi expulso por "Promoção de ultra-nacionalismo e anti-semitismo". Como todos os de terceira posição, Niekisch rejeitou o cosmopolitismo do socialismo marxista e afirmou a validade e a necessidade do Estado-nação. Seguindo sua expulsão do SPD, Niekisch assumiu o controle do Partido Socialista da Saxônia e estabeleceu um jornal político, Widerstand, que promoveu sua dissidência nacionalista do socialismo.

Ernst Niekisch (1889 - 1967)
Niekisch sentia que as políticas socialistas promovidas por Hitler eram muito moderadas, e olhou ao stalinismo como um modelo para a sua campanha Nacional-Bolchevique, em oposição ao hitlerismo.

Em 1932, Niekisch publicou um livro crítico do hitlerismo, intitulado "Hitler: Ein Deutsches Verhängnis". O NSDAP estava ciente do lançamento do livro de Niekisch e ordenaram sua prisão assim que chegaram ao poder em 1933. Eventualmente, Niekisch manteve as atividades de sua organização política "por baixo dos panos", mas foi capturado e enviado para um campo de concentração em 1937. Durante seu tempo em cativeiro, Niekisch ficou cego. Niekisch, após o fim da Segunda Guerra Mundial, como resultado de seu tratamento pelo NSDAP terminou sua carreira política como um marxista ortodoxo, rejeitando o nacionalismo que ele defendia com tanta convicção onze anos atrás.

FASCISMO

Como mencionado acima, o Nacional Sindicalismo representou um tipo de proto-fascismo na Europa. No entanto, como o Partido Fascista de Mussolini cresceu e atraiu uma sociedade mais diversificada, políticos e filósofos, como Giovanni Gentile, aderiram ao movimento e forjaram uma nova ideologia para o partido a abraçar. Esta ideologia viria a ser conhecida como o corporativismo.

Comumente ao contrário do que é considerado "corporativismo", ele foi desenvolvido pelo movimento fascista italiano não significando a fusão de Estado e do poder corporativo privado.

A estrutura do corporativismo é essencialmente uma forma de sindicalismo. A Câmara Corporativa é uma junção vertical, com três corpos principais sendo representados: o trabalho, o Estado, e os empresários/gestão -com figuras periféricas, como especialistas em economia e da indústria também incluídos no processo de negociação-. Assim, enquanto os meios de produção estão tecnicamente ainda em mãos privadas, o modo de produção capitalista é abolido, com este modelo de cooperativa o substituindo. Proprietários de trabalho e de negócios coletivamente determinam os salários, a estrutura de gestão, investimentos, etc. Com o Estado atuando como um árbitro entre as duas facções.

marcha fascista sobre Roma, 1922

camisas negras italianos

O modelo corporativista nunca veio para representar o modo de produção para a maioria das empresas na Itália fascista; Em vez disso, a Itália praticava uma forma mais branda de dirigismo do que a que foi praticada pelo Terceiro Reich. Foram promulgadas as políticas de assistência social, que incluiu obras públicas para os desempregados, a política de socialização de cuidados de saúde, habitação a preços acessíveis e atividades de lazer, organizado pela Opera Nazionale Dopolavoro. Sem o conhecimento de muitos, tradicionais cooperativas de trabalhadores sindicalistas também foram reconhecidas oficialmente pelo Estado e autorizados a permanecer em existência na Itália fascista, florescendo em toda a história do regime com as empresas sindicalistas em expansão de 7.131 em 1927 para 14.576 em 1937.


Mussolini não liquidou a família real, a burguesia, ou a posição da Igreja Católica na Itália, mas, eventualmente cabe reconhecer o erro de não fazê-lo quando a família real o traiu e se juntou às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial.

Após o NSDAP ter resgatado Mussolini do cativeiro, eles lhe permitiram estabelecer uma nova república em Salo, Itália, conhecida como a "República Social Italiana". Mussolini, um ex-Nacional-sindicalista que era, decidiu abandonar o corporativismo em nome de uma forma tradicional de socialismo nacionalista. Tendo chamado seu amigo de longa data e ex-membro do Partido Socialista italiano, Nicolai Bombacci, para redigir a legislação para a nova república socialista nacional no Congresso de Verona em 1943. Mussolini conseguiu nacionalizar as principais empresas no Norte da Itália e além disso estabeleceu leis para a nacionalização de todas as empresas com mais de 100 funcionários.

Nicolai (ou Nicolò) Bombacci (1879 - 1945)

Nicolai Bombacci foi assassinado por guerrilheiros comunistas junto com Mussolini em 1945. Suas últimas palavras foram: "Longa vida à Mussolini! Longa vida ao socialismo!".

Político britânico, Oswald Mosley, originalmente houvera adotado o modelo econômico corporativista promovendo-o dentre as fileiras da União Britânica de Fascistas,

Sir Oswald Ernald Mosley, 6º Baronete (1896 - 1980) - em revista a frente de seus camisas negras ingleses

mas eventualmente passou a reconhecer as falhas da teoria, adotando assim uma forma de "sindicalismo nacional strasserista" no fim de sua carreira política.

DISTRIBUTISMO

Embora muitas vezes seja menos nacionalista, socialista, e racialista que outras variantes da terceira posição, o distributismo no entanto, é fundamentalmente anti-capitalista e anti-comunista e fora adotado por certos círculos nacionalistas terceiristas da história contemporânea. Portanto, a maioria concorda que distributismo tem um lugar dentro da terceira posição.

A teoria baseia-se nos ensinamentos católicos do Papa Leão XIII, que foram expostos por GK Chesterton e Hilaire Belloc no início do século XX.

A esquerda: Joseph Hilaire Pierre René Belloc, escritor britânico (1870 - 1953) e a direita: Gilbert Keith Chesterton, conhecido como G. K. Chesterton (1874 - 1936), escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo, desenhista e conferencista britânico. Igualmente trilhou pelo campo da economia.

Distributistas advogam pela descentralização do capital via reforma agrária, e um retorno para o modo artesanal de produção. Distributistas se opõem a todas as formas de usura e favorecerem o que é referido como o "just price theory", que rejeita o sistema de capitalismo de oferta e demanda em uma base moral.

Algumas visões sobre o distributismo o descrevem como sendo impraticável na era pós-industrial, argumentando que a menos que uma reestruturação primitivista da sociedade fosse realizada, o distributismo não poderia ser esperado funcionar bem na idade contemporânea. 

NACIONAL-ANARQUISMO

Na década de 1920 , ao expressar seus pontos de vista de uma sociedade socialista alemã nacionalista descentralizada, Helmut Franke utilizou o termo " anarquismo nacional" para descrever sua teoria. O termo não foi expressado novamente até a década de 1980, quando certos anarquistas europeus começaram a teorizar um anarquismo que também fosse nacionalista em caráter. Esses anarquistas olharam para os sentimentos nacionalistas e racialistas manifestados por Mikhail Bakunin e Pierre-Joseph Proudhon para a inspiração no desenvolvimento de sua ideologia.

Try Southgate natural de Londres, Inglaterra
Troy Southgate, ex-membro da International Third Position, é um dos principais teóricos nacional-anarquistas contemporâneos.

(NOTA: Atualmente, Southgate e outros associados da FNR têm desde então surgido envolvidos no Cercle de la Rose Noire (Círculo da Rosa Negra) e na sua revista Synthesis (Síntese) e fez também parte da equipa editorial da revista Alternative Green (Alternativa Verde) durante três números. Também demonstrou nesta época que havia se convertido ao Wotanismo e lançou um novo veículo, a New Right no centro de Londres. A Nova Direita descreve-se como sendo "um grupo estritamente metapolítico que procura unir as várias ramificações da Direita britânica de modo a que os esforços rumem todos na mesma direcção". Publica um boletim, New Imperium (Novo Império). - NR)

Nacional-anarquistas advogam pela abolição total dos Estados-nações, que seriam substituídos substituído por comunidades tribais voluntárias , com base na identidade cultural e étnica. Economicamente, nacional-anarquistas favorecerem tudo de relacionado ao mutualismo para o agregamento primitivista.

OUTROS USOS

O termo " terceira posição" obviamente, não é exclusivamente utilizado para descrever os vários movimentos nacionalistas anti-capitalistas e anti-comunistas do início do século XX. O termo também tem sido utilizado em uma variedade de formas que não têm nada a ver com as ideologias políticas acima mencionadas.

-NO MARXISMO-

O filósofo marxista de origem judaica, Max Adler, usou o termo "terceira posição " para denotar uma teoria sociológica que ele estabeleceu sobre uma terceira posição na teoria de Marx do materialismo dialético, que rejeita tanto a visão marxista ortodoxa estreita que todos os eventos históricos podem ser entendidos e explicados unicamente por considerar o modo de produção de uma sociedade, e a visão de que a história deve ser vista através das lentes das ações individuais de pessoas em uma dada sociedade -Adler também defendeu uma "terceira posição", na qual o "materialismo dialético compromete o universo inteiro", englobando "todos os setores constituintes da realidade que entram na experiência humana: da natureza, da sociedade e do pensamento"

-NO CAPITALISMO-

Capitalistas também invocaram o termo "terceira posição" para descrever várias correntes ideológicas dentro da teoria de mercado.

A "terceira posição" (às vezes chamada de "terceira via") do capitalismo refere-se a um conceito originalmente teorizado por social-democratas europeus. O ex-presidente americano Bill Clinton abraçara essa ideologia através do apoio a certas políticas de bem-estar que em vez de ter o estado fornecendo os serviços, o Estado iria contratar empresas privadas para faze-las. Tony Blair também abraçou algumas dessas políticas centristas, incorporando-as em uma plataforma do "Novo Trabalhismo" .

Certos partidos políticos capitalistas surgiram usando o termo " terceira posição ", bem como, tais como "American Third Position Party" -que é um partido nacionalista favorecendo uma "terceira posição" entre democratas liberais e republicanos conservadores na sociedade americana.

-TERCEIRA POSIÇÃO CONTEMPORÂNEA-

O regime de Juan Perón na Argentina é frequentemente citado como uma expressão da Terceira Posição. Perón estabeleceu um coporativismo vertical como o modo de produção dominante, iniciou programas de bem-estar social, e criou indústrias nacionalizadas para competir com o setor privado para manter os preços baixos. Isto se seguiu até o ano de 1955 quando o modelo peronista começou a ser abandonado, em favor de reformas neoliberais desastrosas.

Juan Domingo Perón (1895 - 1974).  Militar e político argentino. Presidente da Argentina de 1946 a 1955 e de 1973 a 1974

A terceira posição em suas várias formas continua a existir em todo o mundo, com sinais de crescimento na França, Hungria, Grécia e Síria. O que se segue é uma pequena lista de grupos nacionalistas terceiristas ativos:

Organizações social-nacionalistas:

*National Resistance Movement (Alemanha).
*Patriotic Socialist Movement (Espanha).
*Golden Dawn (Grécia)
*Russian National Unity (Rússia)
*National Democratic Party of Germany (Alemanha)

Organizações nacionalistas:

*ATAKA (Bulgária)
*Party of the Swedes (Suécia)
*Jobbik (Hungria)
*National Front (França)

Organizações nacional-sindicalistas:

*CasaPound (Italia).
*Authentic Falange (Espanha).

Organizações nacional-bolcheviques:

*National Bolshevik Front (Rússia e Espanha).
*National Communist Party (Suécia).
*European National Communitarian Party (Bélgica).

Organizações nacional-anarquistas:

*Bay Area National Anarchists (Estados Unidos da América)
*National Anarchists of AUS/NZ (Australia e Nova Zelândia).

Assim, podemos resumir a Terceira Via ou Terceira Posição como uma ramificação ideológica que tenta realçar a sua oposição tanto ao Comunismo como ao Capitalismo. Este nome “Terceira Via” deriva da escola de pensamento que se considera como sendo “nem de Esquerda nem de Direita”, estando “além do capitalismo e do comunismo”.

A designação Terceira Via tem sido utilizado ao longo dos tempos por muitos movimentos políticos que pouco ou nada têm a ver uns com os outros e essa lista representa poucos exemplos do que temos hoje. -NR

FONTES

*Degrelle, Léon. The First Years of the Third Reich.
*Strasser, Otto. Germany Tomorrow.
*Speer, Albert. Inside the Third Reich.
*Gregor, Anthony J. Mussolini's Intellectuals: Fascist Social and Political Thought.
*Payne, Stanley G. Fascism: Comparison and Definition.
*Payne, Stanley G. Falange: A History of Spanish Fascism.
*Stuart, Robert. Marxism and National Identity: Socialism, Nationalism, and National Socialism During the French Fin de Siecle.
*Overy, Richard J. War and Economy in the Third Reich.
*Domarus, Max. The Complete Hitler.
*Irving, David. Goebbels: Mastermind of the Third Reich.
*Stoddard, Lothrop. Into The Darkness.
*Aly, Götz. Hitler's Beneficiaries.
*Temin, Peter. Soviet and Nazi Economic Planning in the 1930s.
*Schoenbaum, David. Hitler's Social Revolution.
*Pedley and Collier. Germany 1919-45."



- Edição de imagem, comentário (NR) e adaptação: O Sentinela

- Veja Também: 

Capitalismo não significa direitos de propriedade (escrito por Hilaire Belloc)




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