sábado, 23 de julho de 2016

O Lobby judaico-sionista e os conflitos atuais - O que o relatório Chilcot não ousa dizer

A nova primeira-ministra britânica, Theresa May: “Eu sou judia”
A nova primeira-ministra britânica é Theresa May, mais uma fantoche dos sionistas. Fervorosa defensora da imunidade dos israelitas, ela não mede esforços para proteger Israel e seus criminosos. Ela substitui o genocida Tony Blair, que juntamente com George W. Bush, leva a culpa no lugar de seus manipuladores do lobby, pela morte de milhões de seres humanos.

Desde o início da onda de mentiras, em 2002, para justificar a guerra de agressão contra o Iraque, que iniciou a 19 de março de 2003, eu não cansei de afirmar que George W. Bush e Tony Blair são criminosos de guerra. Eles são responsáveis diretos pela morte de milhares de seus próprios soldados e mais de 1,4 milhões de iraquianos. A condução de uma guerra de agressão é um crime segundo o Direito Internacional, onde o Tribunal Internacional é, em princípio, a instância competente. O interessante é que, embora esta tipificação criminal de crime contra a humanidade tenha sido usada há 70 anos pelos aliados, em Nuremberg, para uma acusação e condenação contra a liderança nacional-socialista, esta relevante cláusula do Direito Internacional ainda não está em vigor, pois 30 países a ratificaram até o presente. Quer dizer, o ocidente, sob o comando de Washington, impede deliberadamente que a condução de uma guerra de agressão seja criminalizada. pois ele próprio está com frequência a lançar ataques, bombardeamentos, destruição contra outros países, além também de ocupá-los. A guerra contra o Afeganistão é exatamente um caso destes e já dura 15 anos.

Todas as guerras que o Ocidente deflagrou e deflagra baseiam-se em mentiras, pois nem a Sérvia, o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, nem a Síria, ameaçaram ou atacaram o Ocidente de qualquer forma que seja. A ameaça foi inventada com provas falsificadas e falsas acusações, e os países foram simplesmente atacados pela OTAN & Cia. Nisso o Ocidente é especialista, como nós podemos vivenciar atualmente através das novas afirmações mentirosas, o Irã, a Rússia e a China seriam uma grande ameaça. A função da mídia é vender está ameaça ao público, fomentar o medo, para que medidas armamentistas e a própria guerra possam ser justificadas. Aqui os consumidores midiáticos deveriam ter se tornados tão céticos e escaldados, que a cada afirmação sobre uma ameaça, ela deveria ser reconhecida imediatamente como mentira e ignorada. Todo político, militar, especialista e jornalista, que nos alerta sobre um iminente perigo vindo do Oriente, deve ouvir imediatamente o aviso: “cala teu bico mentiroso imundo, incitador de guerra!!!”.

Isso eu já fiz em 2002 e 2003, contra Angela Merkel, quando ela foi na época a favor da guerra contra o Iraque e a achava necessária. Ela ainda não era chanceler, mas sim chefe do partido CDU e publicou um op-ed no Washington Post, onde ela elogiava a posição de Bush e Blair em atacar o Iraque. O título de seu artigo era “Schröder não fala por todos os alemães” e ali a chefe do CDU difamava o próprio governo alemão e se curvava ante o regime norte-americano. O perigo proveniente do Iraque é real, não seria uma ficção, escreveu Merkel. A Europa deveria mostrar sua responsabilidade na forma de apoio aos EUA. Qual era o perigo concreto para os EUA, e principalmente para a Alemanha, ela não revelou. Eu escrevi a ela uma carta onde criticava duramente sua atitude, exigir uma guerra de agressão contra o Iraque? Especialmente quando os inspetores de armas da ONU não haviam encontrado nem armas químicas nem nucleares. Ela me respondeu através de uma carta, sim sim, a guerra é necessária, Saddam Hussein deveria ser removido por causa de suas armas de destruição em massa.

Não passou nem seis meses, quando a guerra de agressão e a invasão do Iraque culminaram em sua ocupação, os norte-americanos e britânicos não encontraram qualquer arma de destruição em massa, apesar de intensiva busca. Por que eles não encontraram nenhuma? Porque não havia nenhuma, o que já havia sido determinado anteriormente pelos inspetores da ONU e qualquer pessoa informada sabia. Quer dizer, Bush, Blair e também Merkel enganaram deliberadamente o mundo todo. Eles são criminosos de guerra e deveriam cumprir prisão perpétua na cadeia. A comissão de inquérito que culminou no Relatório Chilcot precisou de sete anos para afirmar hoje que já estava claro em novembro de 2003 para qualquer pessoa que pensasse um pouco. A guerra foi ilegal. O Relatório Chilcot acaba com a decisão do então premier britânico pela guerra e serve de condena seu governo quanto ao profissionalismo e na tomada de decisões. Mas o relatório termina onde ele deveria ser na realidade um grande incômodo para Blair, Bush e Merkel: ficou sem resposta a pergunta, quem levou-os a tomar a decisão pela guerra?

Onde o Relatório Chilcot falhou completamente, foi em desvendar quem são aqueles que manipulam os fantoches e são os reais promovedores das guerras, que queriam incondicionalmente a guerra contra o Iraque, a saber, o Lobby judaico sionista na Grã-Bretanha, EUA, assim como em Israel. ELES queriam tirar Saddam Hussein e utilizaram os britânicos e norte-americanos, assim como os alemães, para realizar o serviço sujo. Fazer aquilo que sempre fizeram, movimentar os fios nos bastidores e deixar que outros morram em seu lugar. Quer dizer, os jovens britânicos e norte-americanos se sacrificaram por Israel e não por seus respectivos países, contra um inimigo fictício. Eles foram enviados para a guerra com falso patriotismo e mentiras na mochila, para morrer pela grande Israel!!

Nós sabemos através do documento PNAC (The Project for the New American Century), que os fundadores e membros desta fábrica de ideias tentaram, a partir de 1997, a controlar a política externa norte-americana em interesse de Israel, para que acontecesse uma guerra contra o Iraque e contra todos os rotulados de inimigo na região – Líbia, Irã, Síria etc. Dos 25 assinantes do documento de fundação do PNAC e respectiva carta de intenções, sobre qual país deveria ser atacado, a maioria era sionista e dez serviam no governo de George W. Bush, incluindo Dick Cheney, Donald Rumsfeld e Paul Wolfowitz. Eles foram os principais responsáveis na fabricação das provas, embora o dossiê original sobre a não existência das armas do Iraque veio de Israel.

Tony Blair e Benj. Netanyahu (chefe do governo israelense) em 11/7/16. Mãos dadas com as forças Sionistas internacionais

O mesmo aconteceu em Londres. Na época, quando o governo britânico se preparava para a guerra contra o Iraque, os principais contribuintes de Tony Blair eram Lord “cashpoint” Levy e os membros do LFI – Labour Friends of Israel. Os principais advogados dentro da imprensa britânica em prol da criminosa guerra de agressão eram os escribas da Jewish Cronicle, David Aaronovitch e Nick Cohen. O ministro da justiça, que deu a luz verde no âmbito jurídico, foi Lord Goldsmith, todos fervorosos sionistas.

Em 2008, o britânico The Guardian publicou o fato, que o “Foreign and Commonwealth Office” (FCO) podia ter mantido em segredo e com sucesso, toda menção a Israel no controverso dossiê sobre as armas iraquianas. Ali foram descritas as mentiras e as falsas provas sobre as armas de destruição em massa de Saddam, que serviram para levar os governos britânico e norte-americano a atacar o Iraque. E nesse contexto existia apenas uma coisa no Oriente Médio que trabalhava realmente no desenvolvimento de armas de destruição em massa, a saber, Israel, com seu programa de bomba atômica.

Já passa a ser lendário como Israel consegue através de seu lobby e obedientes lacaios, desviar a atenção de si próprio – de seu existente programa de bomba atômica – e poder acusar incessantemente seus vizinhos de estarem, eles sim, construindo um arsenal nuclear. Não apenas o Iraque foi acusado de trabalhar em um programa nuclear, que foi usado como desculpa para a guerra, mas o Irã vem sendo acusado por mais de 20 anos em trabalhar em uma bomba atômica. Sempre podemos ouvir os berros do regime sionista, em um ano o Irã terá a bomba atômica e com isso vai varrer Israel do mapa. O ano acaba e nada acontece. Então aparece novamente a acusação, no próximo ano o Irã terá a bomba, e assim a mentira é repetida à exaustão....


Alguém dos políticos ou das mídias do Ocidente já se virou para Tel Aviv e disse, “agora chega de suas repetidas incitações e mentiras e feche finalmente seu focinho difamador!” ? Os cagões, o que vai lhes acontecer? Levar uma na cabeça com o porrete do antissemitismo e exílio à não-existência. Vejam o que aconteceu com Günter Grass em abril de 2012, quando ele ousou escrever um poema sobre o programa atômico de Israel. Sim, “aquilo que deve ser dito”, não temos permissão para dizer, pois caso contrário iremos perceber o peso do verdadeiro poder – até mesmo um detentor do prêmio Nobel da literatura é banido de cena. “Nenhuma crítica contra Israel, é a pior coisa que se pode fazer contra Israel”, disse Grass e acrescentou: “Israel não é apenas uma potência nuclear, mas se desenvolveu para uma potência de ocupação.”

Bush "filho" e os "amigos mais íntimos"
Com estas constantes mentiras que se avolumam e se espalham, quiseram forçar os EUA a atacar o Irã. Isso quase aconteceu no último ano do mandato de Bush, uma guerra contra o Irã, caso não tivesse existido um motim entre os militares norte-americanos. A força aérea recusou-se a executar a ordem de Rumsfeld, em atacar o Irã com armas atômicas. Depois disso o governo de Obama teve outras prioridades e pode se opor ao lobby dos incitadores de guerra, fechando um acordo pacífico com o Irã em 2015, sobre seu programa atômico para fins civis.

São de Obama as afirmações de que "Se o Irã violar o acordo, podemos voltar ao que tínhamos antes", alertando que as negociações do acordo nuclear em 2015; "pode ser importante para a segurança dos EUA, de nossos aliados e do Irã". Ele também prometeu "verificações sem precedentes" de instalações nucleares no Irã. "Nós estaremos vigiando", afirmou.(fonte-link) - NT

Barack Obama, atual chefe de estado estadunidense

Mas atualmente, a principal incitadora bélica e puxa-saco de Israel é a candidata Hillary Clinton, pois sua campanha é paga pelo lobby. Justamente há um ano, a 3 de julho de 2015, ela fez um discurso no Darthmouth College. Ela nominou o Irã como “uma ameaça existencial para Israel”. Neste contexto, a única coisa que realmente ameaça Israel são os sionistas com sua política racial de Apartheid, a discriminação e opressão dos palestinos e o constante roubo e desapropriação das terras palestinas.

Na primeira campanha para presidência em 2008, Hillary disse: “Eu gostaria que os iranianos soubessem, se eu for eleita presidente, nós atacaremos o Irã. Nos próximos 10 anos, enquanto eles começarem a pensar em atacar Israel, nós estaremos na condição de exterminá-los completamente”. Esta opinião permanece intacta até os dias de hoje, por isso se preparem se ela alcançar a Casa Branca. O Lobby de Israel não desistiu, mas apenas aguarda até que sua fantoche conquiste o poder e conduza – para eles – os Estados Unidos a uma guerra contra o Irã.
Hillary Clinton

Eles encontraram um motivo e disseminaram-na através de sua mídia controlada, da mesma forma como fizeram com o Iraque. Eles nunca são punidos por suas mentiras, como podemos observar agora com a divulgação do Relatório Chilcot. Uma palmadinha na mão de Tony Blair por causa de uma guerra de agressão com mais de 1 milhão de mortes e vários milhões de refugiados, nada mais. Blair comentou até que faria tudo novamente; ele não se arrepende de nada.

Desde a guerra do Iraque, o mesmo lobby sionista exerce uma enorme pressão contra os governo ocidentais para conduzir as guerras contra a Líbia e Síria, apenas no interesse de Israel. Da mesma forma que Saddam Hussein deveria ser eliminado, Muammar al-Gaddafi deveria ser retirado, assim como Bashar al-Assad. Por quê? Apenas porque Israel assim o quer. Não existiu um único interesse na questão de segurança dos EUA ou da Europa, que levasse estes a uma guerra contra o Iraque, Líbia e Síria.

Este fracasso investigativo da comissão Chilcot em revelar os verdadeiros manipuladores destas guerras no Oriente Médio e norte da África, já era esperado. Em 2010, o respeitado diplomata britânico, Oliver Miles, disse sobre a formação judaica da Comissão Chilcot: “dois dos cinco membros da comissão são judeus, que apoiaram Blair e eram favoráveis à guerra”.

Miles escreveu o seguinte no Independent:
“Pouca atenção foi dispensada na curiosa nominação de dois historiadores (que parece ser muito diante de cinco membros), ambos grandes apoiadores de Tony Blair e/ou da Guerra do Iraque. Em dezembro de 2004, Sir Martin Gilbert, enquanto salientava que a ‘Guerra contra o terror’ não é uma 3ª Guerra Mundial, ele escreveu que Bush e Blair galgariam a mesma posição de Roosevelt e Churchill, quando um longo período tivesse passado e os arquivos fossem abertos – uma excêntrica opinião, desnecessária para um membro do comitê. 
Sir Lawrence Freedman é o suposto arquiteto na ‘Doutrina Blair’, da intervenção humanitária, clamada nas campanhas do Kosovo e Afeganistão, assim como no Iraque. 
Ambos, Gilbert e Freedman são judeus, e pelo menos Gilbert tem uma condecoração no apoio ativo ao sionismo. Tais fatos não são divulgados nas mídias britânica e norte-americana, mas o The Jewish Chronicle e as mídias israelitas não tiveram tal receio, e as mídias árabes em Londres e região também não.”
As observações de Oliver Miles são justas e comprovadamente corretas. A comissão de investigação Chilcot não foi apenas desde seu início condenada ao fracasso, mas ela foi criada justamente para evitar e suprimir qualquer investigação sobre o papel de Israel e seu belicoso lobby.

O Relatório Chilcot deu à opinião pública britânica aquilo que queriam: jogar a culpa em Tony BLair. Mas somente nele e como motivo principal para a guerra, o fracasso dos serviços secretos ocidentais ao fornecer informações falsas a Bush e Blair, que Saddam tinha armas de destruição em massa. O que o relatório omite, ambos sabiam exatamente que as falsas informações provinham de Israel e que o lobby israelita disseminou-as, para que sua guerra fosse iniciada.

Agora que David Cameron declarou sua renúncia imediata, os britânicos recebem sua nova primeira-ministra, Theresa May. Ela não foi eleita, mas foi simplesmente escolhida. Para permanecer no assunto, qual é sua posição em relação a Israel e aos crimes contra os palestinos? Até então ministra do interior, ela assumirá o governo a partir de 13 de julho. Ela é conhecida pela defesa da impunidade de Israel. Ela é uma escrava sionista, justamente como o agente israelita Cameron ao qual substituiu.

Muito estranho para um ministro do interior, que é responsável pela justiça, pela manutenção da lei e combate ao crime, May disse em abril de 2015, que ela está muito orgulhosa em alterar a lei que torne impossível punir na Grã-Bretanha os criminosos de guerra israelitas. Isso quer dizer que, genocidas como Tzipi Livni ou Benjamin Netanjahu ou oficiais israelitas, que praticaram os piores crimes contra os civis palestinos, podem se locomover livremente na ilha britânica e não serão extraditados para Den Haag.

Para os sionistas britânicos, a escolha de May como primeira-ministra não é surpresa alguma e as mídias israelitas descrevem-na como “a verdadeira amiga de Israel!”. Espera aí, não era a Angela Merkel?


Onde encontrar esse artigo no site?

3 comentários:

  1. Die Alternative zu einer neuen internationalen Ordnung ist Chaos. O caos é alternativa para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial. http://www.goldseiten.de/artikel/9503--Henry-Kissinger~-Chance-fuer-eine-neue-Weltordnung.html No início de Janeiro 2009, https://www.youtube.com/watch?v=mbyEW_Jdj-U o globalista Henry Kissinger expressava, em mais do que uma ocasião, a sua esperança de que Obama ajude a introduzir a “Nova Ordem Mundial http://www.fatima.org/port/crusader/cr93/cr93pg37.pdf

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  2. “a classe política sempre aparece como a espuma na superfície de águas obscuras"



    https://www.youtube.com/watch?v=z6VNtbSwPoA BILDERBERGS SÃO SOCIALISTAS FABIANOS EM 12:07 A GRANDE JOGADA, RARAMENTE COMENTADA - a fórmula Eurasiana - o EURASIANISMO é uma nova estratégia independente, que reúne todas tendências ideológicas que tenham algo a dizer contra os EUA, MAIS HOSTIL A TODO OCIDENTE DO QUE todo o COMUNISMO jamais foi.

    No mesmo enredo - excetuando os clichês e a desinformação sobre Hitler há muita coerência nas ponderações de Olavo de Olavo de Carvalho intituladas: QUEM MANDA NO MUNDO https://www.youtube.com/watch?v=CmtWfmqXEk0

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  3. Eu não creio que o Holocausto, tenha ocorrido da maneira ou da forma, que dizem. Eu não estava lá. Sou revisionista, creio que ás pessoas tiveram lavagem cerebral.

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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