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Mais que além da colina

Representação do "mito da caverna" de Platão. 


Desde meados da virada desse século, a expressão conclamada, "terrorismo" passou a ser "um dogma em nossas bocas e nossas mentes" assombrosamente crescentes e entraram para o quadro de questões que regem nossa forma de viver politicamente e mundialmente falando. Sendo assim, não é difícil para qualquer mente que enxergue "um pouco além da colina" o quão é estranho e peculiar tais expressões  e definições como essa causarem, unissonante, tamanho efeito, levando-o a questionar-se sobre o proposito de tal implementação de forma de pensar, alimentado por opiniões já "mastigadas" que chegam até nossas mentes prontas para serem "engolidas". Questionasse daí o modelo midiático da informação no mundo contemporâneo, as questões geopolíticas (étnicas, econômicas, geográficas), modos filosóficos de organização e pensamento...porém, se pararmos para pensar que após a colina, onde o sol se põe ou nasce, existe uma continuação, outras paisagens, outras estradas, outros caminhos e que aquela colina não representa nem de perto os limites fronteiriços do mundo, podemos nos perguntar pela primeira vez se todas as questões objetivas e imediatas das quais conscientemente levantamos frente a tais modos impostos e uníssonos como a opinião de tais mantras mundiais midiáticos, governamentais e corporativos como "terrorismo", "holocausto", "democracia", "deus", etc, não são nem de longe oque realmente deveriam ser os questionamentos levantados pela nossa consciência? Mas sim, algo mais profundo, enraizado nas sombras dos tempos e que, como a maior das árvores, hoje sua magnitude é tão complexa e grandiosa que não sabemos se já chegara ao fim de seu crescimento ou se procura sua consolidação retilínea?

Porque desde cedo fomos domesticados a tratar tudo que se traduza numa ideia de fuga total da nossa ideia unilateral de harmonia é não só naturalmente rejeitado pelo nosso cérebro, ao biologicamente trabalhar mais rápido para encontrar soluções as questões desconhecidas, mas a de anti-mão estabelecer uma única "verdade", a que tudo isso é... "teoria da conspiração!". 

Sim, "claro que é...relaxe... nada disso deve ser questionado", até porque...não há justificativas, certo? O homem pós-moderno, afinal, é o único em toda história de sua espécie que está totalmente seguro de quem ele é e qual seu "propósito de existência" mesmo sendo o que menos tem certeza ou conhecimento de nada além do que está a um palmo do seu nariz ou tão "profundo e rico em complexidade" com seus "valores civilizados" quanto uma possa d´água

Não existe glória nem eternidade na zona de conforto e no ego. 

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Comentários


  1. "Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos. Mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe. Deve-se temê-lo mais que a um assassino." Marco Túlio Cícero 03 janeiro 106 A.C. ~ 07 dezembro 43 A.C. - jurista, político, filósofo, escritor e orador romano https://i2.wp.com/trutzgauer-bote.info/wp-content/uploads/2015/08/Z_N.jpg

    https://archive.org/details/BrasilColC3B4niadeBanqueirosGustavoBarroso5B15D ¿Coincidências? https://www.youtube.com/watch?v=1hhRRhP79Kk

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