quarta-feira, 20 de julho de 2016

Felipe Moyano: o Império da Honra e o Imperialismo Sinárquico

As duas forças mais poderosas da China eram os "nacionalistas" de Chiang-Kai Shek e os comunistas de Mao Tse-Tung. Antes de 1937, os dois exércitos lutavam violentamente, mas agora enfrentavam juntos o inimigo japonês. Como é natural, para qualquer um que entenda a estrutura política da Sinarquia (1), os comunistas eram abastecidos pela União Soviética e os "nacionalistas" eram socorridos pela Inglaterra e pelos EUA, quer dizer, o imperialismo anglo-saxão. E fraternalmente unida, como estavam na sinarquia seus sócios estrangeiros, à direita e a esquerda se aliavam contra o "fascismo" japonês: em escala reduzida, estava ocorrendo na guerra Chinesa o que sucederia quatro anos depois na Segunda Guerra Mundial.

Havia apenas uma diferença, que para o caso não tinha importância, pois o homem desperto se guia por fatos e não nomes: era o adjetivo de "nacionalistas" que adotavam para definir a si mesmos os membros do partido de Chiang Kai-Shek. Curiosamente, aqueles "nacionalistas" não estavam apoiados por nós, os nacional-socialistas, mas pelo liberalismo extremo dos anglo-saxões. E isto se explicará facilmente porque isto é oque eram Chiang e seus partidários: expoentes da mais reacionária direita liberal da China, quer dizer, mais um cipaio(2) no sentido de ser partidário das potências colonialistas em prejuízo de seu próprio povo, devendo-se admitir que Chiang Kai-Shek foi quase tão grandioso quanto Mahatma Ghandi, agente do serviço secreto inglês que entregou a Índia à exploração dos amos do commonwealth (3) impedindo que ali se desenvolvesse uma verdadeira revolução nacionalista, ou seja, nacional-socialista.

Por isso, chamar Chiang de "nacionalista", seria apenas uma piada de mal gosto, se não fosse pelo o papel que o fizeram representar os seus chefes da Sinarquia marxista-leninista. Não; Chiang não era um nacionalista, mas simplesmente um cipaio. E oque duvide disso observe oque ele fez com Formosa, moderna Taiwan, onde não existem as corporações populares características do nacionalismo, mas a ação perniciosa das companhias multinacionais e do Banco Mundial, a ilimitada exploração do povo chinês, completamente à margem do destino de sua "nação", posto que este já fora desenhado pela sinarquia.

Se um povo deseja ser imperialista, a história fornece dois modelos clássicos, que não pela falta de compreensão são menos utilizados em todos os tempos. Um é o modelo greco-romano, herdado do antiquíssimo conceito de "Império Universal" dos indo-arianos: este modelo, e Roma nos deu um de seus últimos exemplos, só exige que o restante dos povos sejam submetidos militarmente, não culturalmente; assim, os povos de costumes diferentes podiam ser integrados no Império Romano conservando sua língua, cultural, costumes e, se eram suficientemente fortes para resistir com orgulho à pax romana, podiam obter concessões extraordinárias, como a cidadania dos gauleses e ibéricos, o controle do exército e do Império todo, conseguindo pelos germanos; isso foi possível porque nesse modelo de império, o valor se assentava paradoxalmente no valor real dos povos: era mais valioso o mais valente; este princípio tinha caráter indubitável e ninguém temia a ascensão imperial de um povo valente, pois era óbvio que tal povo era valioso para o Império.

Quer dizer, nesse primeiro momento não seria necessário praticar a doutrinação cultural dos vencidos, lavar seus cérebros, destruí-los moralmente, corrompê-los, mantê-los na barbárie ou de volta à selvageria: isso não convinha a ninguém, ia contra a essência jurídica do Império Universal Ariano, quer dizer, ia contra a honra. E aqui está o cerne da questão: o suporte ético do princípio anterior e de quantos constituem o Império Universal, o princípio dos princípios. O princípio supremo que é a pedra fundamental da estrutura jurídico social do Estado nacional: o princípio da honra. A justiça com que o império tratará um povo conquistado ou aliado, da que dependerá sua existência e desenvolvimento, só requererá a garantia da honra. Por exemplo, Alexandre, imperialista com honra, não precisou desmembrar o Egito, nem impor a língua grega aos egípcios, nem aniquilá-los, nem destruir suas pirâmides, para aceitá-los sem preconceitos como federados do Império macedônico. E os romanos, salvo a distância, quando ao fim submeteram os gauleses, que resistiram sangrentamente por séculos, procederam de forma igualmente honorável: e extremo lhes abriram as portas do Império que em pouco tempo já não se falava mais em gauleses, mas de galo-romanos. 

O outro modelo de império é o cartaginês, tipicamente não-ário, herdado pelos fenícios de seus antepassados semitas da Assíria, Babilônia e Suméria. Convém compreender es conceito porque ao modelo cartaginês aderiram os ingleses e norte-americanos, povos completamente judaizados pelo sistemática e trabalho incansável da Fraternidade Branca. 

Dos cartagineses [...] povo de mercadores sem ética, hábeis somente para o comércio e a pirataria, famosos pelos sacrifícios humanos que ofereciam a seu ídolo de ferro incandescente. Cartagineses, ingleses, ianques: como seus predecessores do Império assírio-babilônico, pensam que o resto dos povos da Terra são um artigo de consumo para seus apetites se fim! Eis aqui o princípio equivalente ao do valor para os povos do modelo greco-romano: para os cartagineses, ingleses e ianques os povos não têm valor em si, mas na medida em que sejam úteis ao Império. Assim, o povo conquistado ou dominado fica escravizado, humilhado, desumanizado, esvaziado de significado, transformado em ferramenta, em utensílio: vale enquanto serve. Princípio judaico do valor que não é incomum achar na cúspide do imperialismo anglo-saxão. Se um povo "colonial" serve, deve ser explorado sem limite; se pode servir, deve ser doutrinado para que brinde utilidade, oque representa uma inversão que terá de proteger e cobrar com juros. Se algo se opõe à exploração, dever ser neutralizado: se não se procede assim, se justificarão hipocritamente, não se estaria "ajudando" tal povo a recobrar seu valor, sua utilidade. O homem tem um preço como as mercadorias: vale o que faz e pode valer mais pelo que é capaz de fazer. O Império cartaginês-anglo-saxão se comprometerá a extrair o máximo valor utilitário dos povos, conduzindo-lhes à possibilidade de valer muito produzindo muito. O que se oponha a esta magnânima concessão dos que detém o Poder do Mundo será destruído: pelo bem dos que estão submissos, mas podem mostrar valor; na defesa da possibilidade de ser útil aos imperialistas, possibilidade que denominam seriamente, "liberdade democrática". E oque é que se opõe a esse povo que nada vale, se valorize sendo útil ao império, servindo, produzindo, permitindo que o Império se aproprie de suas riquezas, se as tem, ou impedindo de gastá-las em proveito próprio caso o Império a necessite agora ou amanhã?
Moloch - William Blake - The Great Red Dragon

Sua cultura própria é obstáculo? Pois será "reculturaizado" por todos os meios possíveis. É a consciência nacional o inimigo? Pois se atacará a essência do Ser nacional: se começará por por desprestigiar o bem próprio e se exaltará o bem alheio; contrariamente, se diminuirá o mal alheio e se exaltará até o exagero o mal próprio; assim entrará em colapso a confiança no destino nacional próprio e a força e a grandeza alheias é insuportável. O segundo passo consistirá em atacar especificamente os suportes do ser nacional: a territorialidade, os símbolos pátrios, as tradições etc. Se deslocarão ou ameaçarão as fronteiras para criar a sensação de que a Nação "não está terminada", que há algo a construir, que não existe; serão criticados os pais da nação, que bem ou mal contribuíram para sua existência, para que o povo sinta vergonha de seu passado; em comparação se apresentarão os contemporâneos imperialistas daqueles, para que o povo repudie seus próprios e admire os gringos e se lamente o que não fizemos, enquanto eles construíam seus poderosos impérios. 

A unidade racial é o impedimento? Se tornará bastardo o povo favorecendo a imigração de raças inferiores. É a unidade nacional? Está será desintegrada subornando ou comprando dirigentes, enfrentando uns aos outros, criando o caos, a evidência de que se trata de um povo no qual seus membros "não conseguem ser em acordo entre si".

[...] o modelo imperialista cartaginês demonstra todo um modus operandi na ação dos imperialistas. Enquanto no modelo greco-romano "o mais valioso era o mais valente" e os povos valorosos podiam crescer e se desenvolver sem problemas, segundo suas próprias pautas culturais, no modelo cartaginês-anglo-saxão deve-se permanentemente o modelo o princípio "vale enquanto serve", o que obriga a submissão dos povos vencidos mediante as práticas mais vis. E aqui chegamos também ao cerne da questão: o suporte jurídico do princípio anterior e de quantos constituem o Império cartaginês-anglo-saxão, é o princípio dos princípios sinárquicos, o princípio supremo que é a Pedra Fundamental da estrutura jurídico-social do Estado sinárquico: o princípio da divisão.

Divisão do quê? De tudo, porque o princípio da divisão outorga ao imperador ou rei, cartaginês, inglês ou ianque, o direito a dividir a estrutura dos povos. Deve-se comparar de imediato, para que saltem as diferenças: o princípio da honra dos imperialistas greco-romanos era essencialmente ético e criava a obrigação de buscar o bem comum, de valorizar o valor do valoroso; pelo contrário, princípio da divisão dos imperialista cartagineses-anglo-saxões era fundamentalmente jurídico e gerava o direito e dividir para assegurar o valor dos que servem, para proteger a liberdade democrática de valer sendo útil, produzindo, servindo.

Aqui estão as diferenças fundamentais de ambos os modelos: o ético contra o jurídico e amoral; a obrigação moral de buscar o bem comum, contra o direito amoral de dividir o bem comum para extrair seu valor utilitário. O imperialismo greco-romano produzia "cidadãos do império", honroso título que de nenhum modo menosprezava sua nacionalidade ou orgulho racial. O imperialismo cartaginês-anglo-saxão modela "cidadãos do mundo", ambíguo e desonroso título na maioria das vezes oculta a traição inconfessável. Aos cidadãos do Império já o conhecemos pela história. É interessante em troca saber como são os "cidadãos do mundo". título análogo a "escravo da sinarquia". Pois se tratam de seres que foram conformados ao modelo cartaginês-anglo-saxão, quer dizer, seres que padeceram todos os modos do princípio da divisão. São habitualmente internacionalistas porque sau nacionalidade foi dividida e desagregada: creem que o internacional salva a diferença entre os povos. São ditos pacifistas porque sua estrutura psíquica foi dividida freudianamente e seu instinto guerreiro qualificado de "tendências agressivas primitivas que se originam no córtex, o cérebro animal e surgem através do inconsciente": para a cultura psicanalítica, o instinto guerreiro é um impulso vergonhoso, quase animal, sumamente perigoso "porque pode encarnar-se no mito do herói" e se tornar dominante na consciência; quem está assim doutrinado, identifica guerra como selvageria e crê que a paz deve ser conseguida a qualquer custo porque nesse estado social é possível demonstrar a utilidade servindo o imperialismo pacifista, Governo Mundial, sinarquia, ou como quer que o sistema os explore.  Estes exemplares são daltônicos a nacionalidade e se lhes bloqueou o instinto guerreiro; carecem, portanto de sendo heroico, de capacidade patriótica de reação, são seres psicologicamente mutilados que creem na união de vários conceitos impossíveis de se unir sob um imperialismo cartaginês-anglo-saxão: paz, felicidade, criação, progresso, liberdade, civilização do amor, fraternidade universal, etc. Naturalmente, em nossa época, podem ser bons comunistas ou bons liberais, indistintamente.

Mais além de internacionalistas ou pacifistas podem ser colaboradores do sistema imperial cartaginês, trabalhando desde dentro de suas nações, nas quais não creem, para favorecer a contribuição do valor utilitário que os imperialistas assinalaram a seu povo e país; ou podem ser agentes internacionais do imperialismo e consagrar-se a dividir, quer dizer, aplicar o princípio da divisão ali onde exista algo unido que  se oponha ao imperialismo cartaginês-anglo-saxão: a intriga, corrupção, o maquiavelismo, suborno, a insídia, difamação, publicidade, desinformação, etc, todos os meios e crimes seriam válidos para dividir os todos e fornecer as partes que sejam úteis e sirvam ao imperialismo estrangeiro. Na formação de lacaios dessa classe, o imperialismo cartaginês-anglo-saxão sempre foi eficiente: o tipo clássico é o "cipaio". Naturalmente, não me refiro ao cipaio hindu, homem concreto que muitas vezes com incrível valor, tentou se livrar dos espoliadores ingleses, mas ao tipo de cipaio, a classe de homem "útil em serviço" que os ingleses queriam fabricar dividindo todos os seus princípios. Em Cartago existiam milhares de mercenários dessa classe. Na Ásia e na África os ingleses os fabricariam em centenas de milhares. 


A "sociedade zumbi" na qual vivemos no dia-dia 

E chegamos assim em Chiang Kai-Shek, que era o clássico tipo de cipaio a serviço da potência colonial cartaginesa-anglo-saxã e comprovamos que ao definir corretamente os termos tal personagem nada pode ter de "nacionalista" e sim muito de agente imperialista. Ele, como Ghandi na Índia, Marcos nas Filipinas, F. Duvalier no Haiti, Reza Pahlevi no Irã, Tito na Iugoslávia, Fidel Castro em Cuba e, tantos incontáveis "tiraninhos" da Ásia, África e América Latina, foram grandes cipaios que sistematicamente dividiram os verdadeiros movimentos nacionalistas de seus países e logo os esmagaram parte por parte; entenda-se: o nacionalismo é o pior inimigo do imperialismo cartaginês-anglo-saxão.

Esses como exemplos modernos que conhecemos através da história oficial na época em que o autor escreveu a obra referente até hoje em dia, não só no Brasil mais ainda em cada país do planeta a eterna e falsa dicotomia dilacerante do "dividir para conquistar". Líderes sufocando verdadeiras expressões de auto-determinação para aliar seu liberalismo/socialismo disfarçado para depois alinhar o povo e os poderes da nação aos desmandos das sinarquias mundiais vigentes. - NT

[...] demonstrarei que o princípio supremo do imperialismo cartaginês-anglo-saxão é o principio da divisão e o opus ao princípio da honra, que fundamenta o império universal ária. Pois bem: cabe agregar que tal "princípio da divisão" é essencialmente não-ária.

Mas não se trata somente de uma presunção, do fato de que tanto cartagineses como fenícios, egípcios, assírios babilônios, etc, o tenham empregado profundamente, porque nos reinos ários onde a hipocrisia sacerdotal tenha predominado durante algum período o princípio da divisão também foi usado, dado que as cartas sacerdotais e a sinarquia registram ambas interesses comuns. A prova de sua origem não-ária está, como não podia ser de outro modo, em sua procedência, bíblica. Vale dizer, o princípio, que dá o direito de dividir, ainda que antigo e não-ária, acha sua formulação jurídica no povo que adora um Deus de justiça, um que põe as Tábuas da Lei; e esse povo é Israel, o Povo Eleito de Jeová-Satanás. 

Para apresentar o princípio da divisão os doutores da lei o expressam mediante uma metáfora, o Livro I dos Reis. A partir dessa figura se extrairá o princípio que será regulamentado legalmente, se o converterá em direito divino de reis e imperadores; e, modernamente, no direito não-declarado próprio dos hierarcas do imperialismo cartaginês-anglo-saxão.

Logicamente, por tratar-se de um direito, sua sanção deve realizar-se no percurso de um julgamento. E um julgamento no qual o juiz seja inapelável, de maneira tal que o veredicto exercido se converta em princípio supremo, na lei primeira. Um juiz assim só pode ser o "homem mais sábio da Terra e da história"; e também deve ser rei, porque o princípio da divisão outorgará o deito somente a soberanos do modelo cartaginês. 

O homem que reunia essas condições, por suposto, é Salomão:
"Teu servo Salomão está no meio do Povo Eleito, que é tão numeroso que não se pode contar sua multidão. Concede, pois, a teu servo um coração prudente, para que saiba julgar e discernir entre o bom e o mau. Pois quem é capaz de julgar a este povo teu tão considerável? 
Agradou a Jeová que Salomão fizesse este pedido pelo que disse: ...Vou conceder o que pedes: darei-te um coração tão sábio e inteligente, como não houve antes de ti nem haverá depois de ti". (I Reis, 3,7) 

Já está apresentada a personagem: sábio por disposição de Deus, seu juízo é inapelável; e é rei. Deve, a seguir, exercer o direito a dividir, para que se converta em princípio supremo, em lei primeira. A oportunidade será dada por duas prostitutas judias que disputam a maternidade de uma criança: uma delas trocou seu filho morto pelo da outra.
"Disse então o rei: esta diz: meu filho é o vivo e teu filho está morto. Enquanto aquela replica: não é verdade; teu filho é o morto e o meu é o vivo. E acrescentou o rei: traz-me uma espada e ordenou: parta em dois o menino vivo e dê uma metade a uma e a outra metade para outra."  (I Reis, 3,23) 

Este é o famoso "juízo salomônico", que legaliza o direito do rei a dividir se isso é útil, neste caso a utilidade está em conhecer a verdade, que valorizará a mãe com sua criança restabelecendo sua tutela. Deve-se advertir  que se deixou bem claro o caráter sacerdotal da investidura: o rei não porta a espada; a solicita; é um sacerdote. Recordemos que a bíblia é um livro sagrado e até sua última vírgula tem significado (Passagens tais as que foram citadas pelo autor provenientes do "Velho Testamento", derivadas diretamente da Torá judaica" -NT). Escutamos diariamente os pregadores evangélicos qualificar a bíblia "palavra de Deus". Mas há quem acredite cegamente que isto é o certo: são os rabinos cabalistas, os mesmos que justamente manejam secretamente a maçonaria e dezenas de sociedades secretas (...ou "discretas", no caso da maçonaria e outras ordens conhecidas do público em geral - NT) da sinarquia, organizações nas que, casualmente, "militam os homens de Estado" que dirigem o imperialismo cartaginês-anglo-saxão.


Portanto escuso é o princípio que se desprende da metáfora bíblica. Que significam, em termos rabínicos, aquelas imagens? Que o sacerdote-rei tem o direito de solicitar a espada e dividir: e que este direito é justo. Não só justo, mas fonte da verdade mãe: a justiça se fez presente depois que o sacerdote-rei exerceu o direito de dividir. Em resumo: O sacerdote-rei toma a espada, "o poder do Estado" e exerce o direito de dividir o corpo de um menino, "um povo pequeno" e isso é justo, produz a justiça, o próprio fundamento do sacerdote-rei.  Conclusão: o direito do rei a dividir suas bases justifica a ruptura e fortalece o trono.

Com seu costumeiro realismo, os doutores rabinos interpretam desta forma o juízo salomônico e sintetizaram no Talmud, de onde certamente Maquiavel aprendeu: "o rei deve dividir para reinar."

Este princípio não-ário, judaico e amoral, se constituído no axioma versor dos imperialistas cartagineses-anglo-saxões. Eles dividem tudo, como demonstrei antes e ainda no momento de se retirar, de uma colônia por exemplo, a deixam dividida em todas as ordens possíveis, desde a territorial até a política e econômica, contando para essa tarefa, desde cedo, com sua corte de cipaios.

[...] a celebre "Divisão Internacional do Trabalho" é um conceito do liberalismo inglês do século XIX. Agora podeis ver que se inspira nos princípios talmúdicos: "o rei, se é sábio, deve dividir suas bases para reinar"; O rei é o único todo, ao que podem alcançar nenhuma de suas partes"; "as partes do reino valem enquanto servem". Naturalmente, este reino é Malkhut, o décimo sephiroth. 

MOYANO, Felipe (Nimrod de Rosário). "O Mistério de Belicena Villca", titulo original, "El Misterio del Belicena Villca", capítulo XXXV, págs 615 - 620, versão em português (brasileiro) com autoria de OCTIRODAE.



NOTAS:

(1) - Sinarquia é um vocábulo composto por duas palavras gregas. A primeira ("sun") remete para união ou conjunção, acordo, concomitância, combinação, enfim, para o que é comum. A segunda ("arké") para princípio, fundamento, autoridade, império, com relação semântica e lexical com o verbo "arko", de que aproveita uma significação mais abrangente: guia, ir à frente e tomar a iniciativa, ser o fundamento que prevalece (ex.: mon-arquia, ou seja, e invertendo a ordem - o governo pelo mando de um). fonte: pt.wikipedia/Sinarquia

(2) - Cipaio era o nome dado a soldados. Vem do híndi: Shipahi, significando soldado. Designava os soldados indianos que serviam no exército sob as ordens de oficiais britânicos (época colonial). Em africa: soldado ou oficial de um corpo de cavalaria e constituído por recrutamento de nativos.

Fonte: Significado de Cipaio Por Dicionário inFormal (SP) em 14-06-2011

(3) - A Commonwealth of Nations (em português: Comunidade das Nações), normalmente referida como Commonwealth e anteriormente conhecida como a Commonwealth britânica, é uma organização intergovernamental composta por 53 países membros independentes. Todas as nações membros da organização, com exceção de Moçambique (antiga colônia do Império Português) e Ruanda (antiga colônia do Império Belga), faziam parte do Império Britânico, do qual se desenvolveram.

Bandeira oficial da Commonwealth of Nations

Os Estados-membros cooperam num quadro de valores e objetivos comuns, conforme descrito na Declaração de Singapura. Estes incluem a promoção da democracia, direitos humanos, boa governança, Estado de Direito, liberdade individual, igualitarismo, livre comércio, multilateralismo e a paz mundial. A Commonwealth não é uma união política, mas uma organização intergovernamental através da qual os países com diversas origens sociais, políticas e econômicas são considerados como iguais em status.

Os primeiros-ministros de cinco membros da Commonwealth de 1944 em uma Conferência da Commonwealth. Ao centro, sentado, está Winston Churchill.

As atividades da Commonwealth são realizadas através do permanente Secretariado da Commonwealth, chefiado pelo Secretário-Geral, e por reuniões bienais entre os Chefes de Governo da Commonwealth. O símbolo da sua associação livre é o chefe da Commonwealth, que é uma posição cerimonial atualmente ocupada pela rainha Isabel II. Isabel II é também a monarca, separada e independentemente, de 16 membros da Commonwealth, que são conhecidos como os "reinos da Commonwealth".

Países membros da Commonwealth. Confira a lista atualizada: (pt.wikipedia.Lista_de_membros_da_Commonwealth)

A Commonwealth é um fórum para uma série de organizações não-governamentais, conhecidas coletivamente como a "família da Commonwealth", que são promovidas através da intergovernamental Fundação Commonwealth. Os Jogos da Commonwealth, a atividade mais visível da organização, são um produto de uma dessas entidades. Estas organizações fortalecem a cultura compartilhada da Commonwealth, que se estende através do esporte comum, patrimônio literário e práticas políticas e jurídicas. Devido a isso, os países da Commonwealth não são considerados "estrangeiros" uns aos outros. Refletindo esta missão, missões diplomáticas entre os países da Commonwealth são designadas como Altas Comissões, em vez de embaixadas. Fonte: Wikipédia e o site oficial: thecommonwealth.org
Sobre o autor

Luis Felipe Moyano (Nimrod de Rosário)
Luis Felipe Cires Moyano Roca (1946 - 1996), cuja pseudônimo é Nimrod de Rosário, era um escritor argentino fundador da Ordem dos Cavaleiros Tirodal da Argentina (OCTRA). Entre suas obras escritas, as mais importantes são "O Mistério da Belicena Villca" e "Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea".

O trabalho de Nimrod mostra uma influência importante do Gnosticismo. Ele compartilhou correspondência temporal com Miguel Serrano. Eles, apesar de não serem amigos, compartilharam algumas ideias, embora suas obras divergissem em alguns aspectos, por exemplo, em relação às mulheres "Kaly" ou "Lilith", devido a escolha do parceiro tântrico. Serrano foi em favor do Caminho da mão direita, enquanto Moyano, o caminho da mão esquerda. Ambos viajaram para a Antártida com o objectivo de investigar e integrar experiências, Serrano em 1948, enquanto Moyano em 1973 na ARA quebra-gelo General San Martin, para Belgrano, a base mais meridional do continente antártico, com a intenção de buscar vestígios e provas relacionadas com o Terceiro Reich.

Sua própria sociedade chamada a Ordem dos Cavaleiros Tirodal da Argentina (OCTRA), ou simplesmente "Ordem Tirodal", embora dissolvida, inspirou diferentes grupos de América Latina com base em suas obras a terem proclamados como seus sucessores, como a "Octirodae" , de Gustavo Brondino, no Brasil e o "Veganismo" de Pablo Santa Cruz.

Onde posso encontrar esse artigo no site?

Início > Personalidades > Autores e personalidades brasileiras e Sul-americanos

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