Aqueles que defendem a si e os seus sempre serão chamados "racistas" e "nazistas"?


Por Horst Mahler

Poderia ser que vocês ainda deixem o inimigo utilizar estes porretes, pois isso permite a vocês utilizarem uma desculpa para não oferecer resistência? Sendo assim vocês seriam atingidos por cada um daqueles jargões do politicamente correto, os quais vocês querem evitar a qualquer custo. E daí? Se a defesa do lar e do rebanho for racismo, então nós estamos orgulhosos de ser “racistas” e “nazistas”. Aqueles que nos denominam desta forma são os traidores e a elite exploratória – resumindo: o inimigo.

Como estes pequenos incômodos já são um estorvo para vocês, vocês não levarão para o túmulo nem glória nem honra. A posteridade irá desprezá-los completamente e renegar post mortem o título honroso de “alemão”, pois suas respectivas almas escravas são indignas.

Vocês já perceberam que em seus textos sempre “os outros” são “os tolos”, “os fracassados” que “não pescaram nada”, que “irritam ao extremo” o povo alemão? Vocês reivindicam ser os despertados, os espertos, “os que conseguem ver atrás dos bastidores”. Seriam muitos – pelo menos dez mil. Suficiente para colocar de ponta cabeça a situação em nosso país. Todavia, são justamente vocês que ainda não compreenderam o engodo democrático. Vocês querem sempre fundar novos partidos e ganhar “votos”, tantos quanto forem necessários para que os “dominadores” não consigam mais ignorá-los, vocês assim pensam. Vocês querem “a verdadeira democracia” e não querem reconhecer que o princípio da democracia é permitir que ignorantes e diletantes entrem no parlamento, que nada vão decidir de facto, mas sim incorporam uma cultura de conversa fiada. Custou duas guerras mundiais para transformar os povos da Europa Ocidental, principalmente o povo alemão, em uma “massa democrática” onde todos falam mal de todos, onde uma florescente Comunidade do Povo de outrora foi transformada em pó.

Cada cidadão do Reich alemão tem o direito de ser ignorante nas questões do Estado, sem ser estampado como “a massa ignorante”. Mas os diletantes devem ser caçados. Análogo a Judas e suas 30 moedas, eles são figurantes em um jogo hipócrita.

As condições sociais e políticas na Europa não se tornaram apenas agora “fora de controle” e muito menos sob o governo de Angela Merkel. Isso aconteceu a partir do 8 de maio de 1945, no dia da capitulação do Reich alemão, e levado intencionalmente a uma destruição controlada que – como desejado – não é percebida como tal, até a entrada nos dias de hoje da fase final deste plano diabólico. As badaladas do sino da morte ainda devem ser levadas a sério.

Conversando estes dias com camaradas alemães sobre isso, eu reconheço minha culpa ao ouvir sem retrucar que agora até os mais tolos acordaram. Nosso povo, que na história da humanidade já realizou enormes feitos, é ofendido desta forma.

Agora tudo depende, através da milícia civil em trabalho conjunto e camarada com unidades armadas do exército, despertar a capacidade de defesa do povo alemão na República Federal da Alemanha. Simultaneamente, devemos retirar o véu de inocência de nosso principal inimigo através de intensa demonstração de sua existência satânica. Esta campanha compreende tanto o pronunciamento corajoso de cada indivíduo como também a tratativa coordenada de uma vontade organizada de libertação do povo alemão – em pequenos grupos segundo o exemplo da guerrilha de entretenimento; mas também em grandes associações – que através das mídias sociais da internet – pratiquem o princípio da guerrilha “hit and run” em situações justificáveis. Violência só pode ser empregada pelos insurgentes apenas em casos extremos de legítima defesa e nunca como vingança e nunca como meio para aterrorizar ou intimidar. Ações violentas, excetuando as situações restritas de legítima defesa, fazem o jogo do inimigo (provocação) e, justamente por isso, devem ser combatidas como ato de traição.

Neste sentido: “Povo: às armas!”

Horst Mahler

Morbus ignorantia, 24/02/2016.

Este texto de Horst Mahler é mais uma chamada ao povo para resistir ao seu extermínio. A maioria das pessoas é alheia a esta guerra silenciosa, travada nos bastidores. Uma vez que só orbitam nas notícias da mídia globalista, estes tatos não conseguem assimilar os efeitos destas ações virulentas. Só irão perceber quando for tarde demais. Mas isso nunca foi diferente durante a jornada humana neste mundo. Sempre foi reservada a uma elite promover as mudanças necessárias para preservação da espécie e da raça.

E Horst Mahler faz parte desta elite. Sua visão abrangente sobre a questão judaica e sobre o vingativo plano de extermínio contra o povo alemão e europeu está além de seu tempo, embora este conhecimento não seja novo; apenas encoberto pelos “dissimuladores eleitos”. E como sempre aconteceu, o inimigo fará de tudo para silenciar as vozes dissidentes. Nosso site está novamente na mira das forças repressoras da livre opinião, “mas enquanto respirarmos, eles terão que nos engolir!” - NR


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