sábado, 16 de janeiro de 2016

“Nenhuma pessoa é ilegal!”


Na virada do Ano Novo em Colônia (Köln) em torno de mil jovens imigrantes se reuniram na estação central e molestaram sexualmente dezenas de mulheres alemãs. Elas foram prensadas, cercadas pelos jovens rapazes, algumas tiveram partes de suas roupas arrancadas, partes íntimas penetradas com os dedos, algumas tentavam fugir e foram perseguidas como bichos. Tudo indica que a ação desses caras foi previamente planejada.

O episódio representa um marco na Alemanha, dado a magnitude do incidente e pelo fato do último episódio desse tipo ter ocorrido durante a ocupação de Colônia pelas tropas aliadas, em 45, há 70 anos.

Segundo a mídia alemã: “A Alemanha estava em choque”. Mas a “surpresa” pode ser explicada e ela têm raízes ideológicas.


Entre muitos jovens universitários está na moda a frase “Kein Mensch ist Illegal”, “Nenhum ser humano é Ilegal”. Uma máxima pós-moderna. Nenhum ser humano pode ser considerado ilegal em parte alguma. Fronteiras, limites, divisas são um crime. Um crime contra a humanidade segundo eles.

Aí a gente reflete e se pergunta: Pra que servem fronteiras e limites afinal? Precisamos delas?

Será que aqueles jovens entusiasmados com uma ideia, que exige eliminar toda e qualquer fronteira, realmente refletem sobre a magnitude da proposta?

E me pergunto: essa ideia é apenas válida para as fronteiras nacionais? Ou também para os limites dos nossos estados, das nossas cidades, do nosso bairro ou da nossa casa?

Você já se perguntou porque a sua casa, seu condomínio tem muro, têm grade? Porque a sua casa tem porta? Porque seu condomínio têm um porteiro que controla quem entra e quem sai?

E no limite, o seu corpo, sua noção de indivíduo com personalidade e valores próprios, a sua “bolha pessoal” não são um limite?

Porque ao entrar num ônibus lotado você procura escapar pro primeiro cantinho vazio que você acha?

Somos cercados e vivemos em fronteiras, visíveis ou invisíveis.

Fronteiras são uma questão de Identidade. Seja ela coletiva ou individual, seja de um povo e a sua cultura, ou da sua própria casa, com sua família, costumes e regras de convivência. Elas nos permitem o desenvolvimento de nossos dons, aptidões e capacidades. Elas permitem que um povo viva a desenvolva a sua cultura.

E última medida, no plano individual, o limite representa ter ou não ter dignidade.

Um governo que não defende suas fronteiras, não respeita nem a integridade do seu povo nem o da sua cultura e muito menos a sua história.

Eu me pergunto o que deve passar na cabeça de um jovem que vem de um contexto cultural completamente diferente, muitas vezes opostos aos nossos valores ocidentais?

Quais as chances dessa passividade nacional de um povo ser interpretada como um convite geral a violar qualquer fronteira? Inclusive o da dignidade de uma mulher?

A violação do corpo de uma mulher é última fronteira a ser violada. Uma violação dessas seguramente comprometeu a identidade das vítimas. 
Fronteiras não são descartáveis, são uma questão de identidade.

Fonte: Sudbrasilien 

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Um comentário:

  1. OE EUROPEUS ESTÃO TOTALMENTE PODRES E VÃO SER DESTRUÍDOS PELOS INVASORES AFRICANOS!OS AFRICANOS INVADEM EUROPA, E OS EUROPEUS FAZEM PARADAS GAYS DE PEDERASTAS VEADOS!!!

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