quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Terceira Posição - um futuro além da esquerda e direita


A todos os camaradas, um feliz natal. O Sentinela entrará num resseso de 7 dias, pois seus moderadores estarão em Valhala, bebendo Hidromel e lutando com espadas. Até lá, que a força de Wotan/Kristus esteja convosco. Sieg/Salve camaradas! Estaremos de volta em 2016 pois a luta no front continua sempre.

"Uma única coisa deve importar ao Homem: permanecer de pé entre as ruínas" - Julius Evola

As origens do Natal e seu significado

Festa de natal com membros do alto comando Munique, 1941. (Hugo Jaeger/Time & Life Pictures/Getty Images).

Origem histórica na Era Cristã

A palavra natal do português já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De nātālis do latim, evoluíram também natale do italiano, noël do francês, nadal do catalão, natal do castelhano, sendo que a palavra natal do castelhano foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.

Já a palavra Christmas, do inglês, evoluiu de Christes maesse ('Christ's mass') que quer dizer missa de Cristo.

Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus Cristo e assim é o seu significado nas línguas neolatinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 d.C, no entanto parece que os primeiros registros da celebração do Natal têm origem anterior, na Turquia, a 25 de Dezembro, já em meados do séc II.

Os primeiros indícios da comemoração de uma festa cristã litúrgica do nascimento de Jesus em 25 de dezembro é a partir do Cronógrafo de 354. Essa comemoração começou em Roma, enquanto no cristianismo oriental o nascimento de Jesus já era celebrado em conexão com a Epifania, em 6 de janeiro. A comemoração em 25 de dezembro foi importada para o oriente mais tarde: em Antioquia por João Crisóstomo, no final do século IV, provavelmente, em 388, e em Alexandria somente no século seguinte. Mesmo no ocidente, a celebração da natividade de Jesus em 6 de janeiro parece ter continuado até depois de 380.

No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional.

Dies Natalis Solis Invicti

- "dia de nascimento do Sol Invicto"

O festival foi colocado sobre a data do solstício, porque foi neste dia que o Sol voltou atrás em sua partida em direção ao o sul e provou ser "invencível".

Deus Sol Invicto romano, séc III d.C.(museu britânico).
Também conhecido pelo nome completo, Deus Sol Invicto, era um título religioso que foi aplicado a três divindades distintas durante o Império Romano tardio. Ao contrário de outros, como o culto agrário do Sol Indiges ("Sol na Terra"), o título Deus Sol Invicto foi formado por analogia ao título imperial pius felix invictus ("pio, feliz, invicto").

O título foi introduzido pelo imperador romano Heliogábalo, durante a sua tentativa abortada de impor o deus Elagabalo Sol Invicto, o deus-sol da sua cidade natal Emesa na Síria. Com a morte do imperador em 222 d.C., contudo, o seu culto esvaneceu-se. Em segundo instante, o título invicto foi aplicado a Mitra em inscrições de devotos. Também, aparece aplicado a Marte.

Finalmente, o imperador Aureliano introduziu um culto oficial do Sol Invicto em 270 d.C., fazendo do Deus Sol a primeira divindade do império. Contudo, não oficialmente identificado com Mitra, o Sol de Aureliano tem muitas características próprias do mitraísmo, incluindo a representação iconográfica do jovem deus imberbe. O culto do Sol Invicto continuou a ser base do paganismo oficial até a adesão do império ao cristianismo — antes da sua conversão, até o jovem imperador Constantino tinha o Sol Invicto como a sua cunhagem oficial. E depois, com o Édito de Milão, que concedia liberdade religiosa, houve o uso do símbolo do Chi Ro.

Os festivais de inverno eram os festivais mais populares do ano em muitas culturas. Entre as razões para isso, incluí-se o fato de que menos trabalho agrícola precisava ser feito durante o inverno, devido a expectativa de melhores condições meteorológicas com a primavera que se aproximava (vê-se em Roma por exemplo, se comemorava em Dezembro a Larentália "23/12";  Divália "21/12";  Opália "19/12"; Epona "18/12" e etc;). As tradições de Natal modernas incluem: troca de presentes e folia do festival romano da Saturnália (17/12); verde, luzes e caridade do Ano Novo Romano; o Yule e diversos alimentos de festas germânicas.

Yule 

A Escandinávia pagã comemorava um festival de inverno chamado Yule, realizado do final de dezembro ao período de início do janeiro. Como o Norte da Europa foi a última parte do continente a ser cristianizada, suas tradições pagãs tinham uma grande influência sobre o Natal. Os escandinavos continuam a chamar o Natal de Jul.

Yule é uma celebração do Norte da Europa pré-Cristã. Os pagãos Germânicos celebravam o Yule desde os finais de Dezembro até aos primeiros dias de Janeiro, abrangendo o Solstício de Inverno. Foi a primeira festa sazonal comemorada pelas tribos neolíticas do norte da Europa, e é até hoje considerado o inicio da roda do ano por muitas tradições Pagãs.

Desse festival também derivam figuras míticas pagãs que deram origem ao Papai Noel (ou Pai Natal, em português europeu).

A busca das origens da época especial

Enquanto a religião cristã permaneceria inabalável na Alemanha Nacional-Socialista com a política de não favoritismo a nenhuma religião oficial, disseminar traços da cultura pagã nórdica no dia-a-dia da população foi algo comum naqueles dias. Era a festividade mais popular do ano, cheia de adornos, canções e tradições. Assim, a propaganda oficial tratou de introduzir, desde trechos de músicas até os adornos presentes nas árvores. A suástica tomava o lugar da Estrela de Davi, e as referências ao paganismo e o sincretismo romano ganhavam destaque e nunca foram tão exaltadas desde seus primeiros dias.

Também foi feito o redirecionamento para o verdadeiro significado do foco na família e a identificação com esses valores e símbolos. Figuras modelo de uma tradicional família alemã, com bebês angelicais e vestimentas típicas, sempre realizavam a leitura de cenas do Natal cristão.  

>>>(Clique nas imagens abaixo para ampliar)<<<

(Von wegen Heilige Nacht)










A própria estratégia da propaganda do Reich daquela época deixava bem clara a exaltação da sua simbologia ancestral, a mentalidade do corpo coletivo do cidadão comum, do jovem que seria um cidadão um dia, o orgulho ao seu dever e de nunca esquecer aqueles que lutam para manter a paz interna. Elevou-se a cultura, o dever e o trabalho.

Homenagem a nossos ancestrais

De 21/22 de dezembro até 1/2 de janeiro temos novamente as doze noites sagradas. Nesta época, a Terra e os seres humanos estão com seus espíritos mais atentos. Durante as doze noites sagradas, poderemos ter uma prévia do decorrer do próximo ano, onde é percorrido o horóscopo de Peixes até Áries. Também é dito que os sonhos neste período possuem um significado especial. Sentimos que aqui o tempo tem uma espiritualidade especial e se nós registrarmos as idéias e pensamentos destes dias sagrados poderemos aproveitá-los enormemente no próximo ano.

As doze noites sagradas

Einmal im Jahr

Einmal im Jahr, in der heiligen Nacht,
Verlassen die toten Soldaten die Wacht,
Die sie für Deutschlands Zukunft stehn,
Und kommen nach Haus, nach Art und Ordnung zu sehn.

Schweigend treten sie ein in den festlichen Raum –
Den Tritt der genagelten Stiefel – man hört ihn kaum –
Sie stellen sich still zu Vater und Mutter und Kind;
Aber sie spüren, daß sie erwartete Gäste sind:
Es steht für sie ein Stuhl am gedeckten Tisch,
Es glüht für sie im Glase dunkel der Wein,
Und in die Weihnachtslieder, gläubig und frisch
Stimmen sie fröhlichen Herzens mit ein.

Hinter dem Bild mit dem Stahlhelm dort an der Wand
Steckt ein Tannenreisig mit silbernem Stern.
Es duftet nach Tannen und Apfel und Mandelkern
Und es ist alles wie sonst – und der Tod ist so fern –
Wenn dann die Kerzen am Lichterbaum zu Ende gebrannt,
Legt der tote Soldat die erdverkrustete Hand
Jedem der Kinder leise aufs junge Haupt:
"Wir starben für euch, weil wir an Deutschland geglaubt."
Einmal im Jahr, nach der heiligen Nacht,
Beziehen die toten Soldaten wieder die ewige Wacht.

Thilo Scheller

Uma vez por ano

E nos conta o poeta que é na noite sagrada, uma vez por ano, que aqueles soldados que tombaram em batalhas, deixam a vigília que fazem pelo destino da pátria e voltam às suas casas para saber da espécie e ordem. Que participam silentes ao lado de pai, mãe e prole do ambiente festivo, no qual eram esperados, como demonstra a cadeira vazia junto à mesa servida e a taça de vinho cintilante. Que, quando na árvore as velas se apagam, o visitante deita a mão incrustada sobre as cabeças juvenis, como que dizendo: “Morremos por vocês, porque acreditamos na Alemanha.” Uma vez por ano, depois da noite sagrada, eles voltam para a sua vigília eterna. 

Para os nacional-Socialistas de hoje, essa data, de tanto significado terá que ser lembrada como um marco para repensar em nossos atos e nos perguntar se estamos honrando nossos ancestrais, se o que temos feito tem valido a pena, o que é e o que significa sagrado para nós? O que defender nesse mundo em ruínas. Então pergunte-se, oque/quem você mais ama? Até onde estará disposto a ir? A questão não oque homem deve fazer para manter viva a ideologia, as leis e o segmento de vida que ele jura defender, mas oque um homem livre faria para mantê-las vivas? 







Fonte de pesquisas: História IlustradaWikipédia

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A falsa dicotomia: Esquerda e Direita



Por Marcos Lima Cerqueira (FNSB)

A falsa dicotomia: Esquerda X Direita:

Somos bombardeados constante por noções midiáticas que insistem em dizer sobre a Esquerda e a Direita, mas afinal, o que é realmente a Esquerda e a Direita?

Estes termos começaram a ser usados no início da Revolução Francesa, em meados de 1789, para diferenciar os Revolucionários dos Conservadores.

Como explica o Barão de Gauville: “Começamos a reconhecer uns aos outros: aqueles que eram leais ao Cristianismo e ao rei assumiam posições à direita da cadeira, a fim de evitar os gritos, os palavrões e as indecências que reinavam livres na facção à esquerda”.

Assim no senso comum ficou conhecido que a Direita é leal ao sistema vigente, a religião, e a ordem. A esquerda ficou como revolucionária, justa, populista e ideóloga.

Mas será que estas denominações refletem a realidade política brasileira e também mundial? Temos visto que não. A Direita vêm assumindo posições revolucionárias e a esquerda tenta manejar a ordem.

Vejamos alguns exemplos: A Venezuela vem a muito sob o regime do "Chavismo", acusados de serem de esquerda ou até mesmo comunistas por revolucionários opositores do governo que não exitam e pegar em armas para atacá-los. Essa mesma oposição autodenominá-se como Direita. Contraditório, não?

A mesma coisa vem acontecendo em muitos lugares diferentes, Direita e Esquerda mudam-se e juntam-se como estações do ano. Ninguém fora do círculo político consegue mais diferenciá-la, mas se essa confusão política é tão notável porquê ainda insistem com ela? Muito Simples! O domínio sobre o Status Quo.

O domínio sobre a dicotomia ou o maniqueismo é essencial para o controle do manejamento do poder. Assim os Detentores do Poder dividem a sociedade politicamente entre classe econômica (renda), gênero, condição social, raça e cultura. É uma espécie de etnocentrismo, só que no seio da sociedade, ao invés de ser entre sociedades diferentes, que cria barreiras políticas. Assim as pessoas lutam pela ideologia que fingem representá-la. Como por exemplo, o Feminismo, que deturpa a feminilidade e o conceito de família e é repudiado por grande parte do público feminino. Assim formam-se "ideologias" como o "Capitalismo" que tem por objetivo proteger a elite econômica, o Comunismo que serve ao interesse "proletário" e assim por diante. Assim sendo, o poder dominante consegue facilmente manipular toda a sociedade como bem entender. Criando conceitos e movimentos que a dividem com o propósito de enfraquecê-la.

Feminismo X Masculinismo;
Capitalismo X Comunismo;
Esquerda X Direita;

Nenhum, absolutamente nenhum desses tipos de movimentos divisórios tem o objetivo de servir ao povo. Apenas de manipular a determinada a classe que fingem proteger. Nos Estados Unidos temos o Presidente Barack Obama. Ele é de Esquerda ou Direita? Bem, vejamos! Seu governo tem sido marcado pela constante interferência econômica servindo a interesses alheios, política externa ordenada e relativamente pacífica, ampliação de "liberdades" civis e fortalecimento da Nova Ordem Mundial. Em comparação ao presidente anterior, George W. Bush, que impôs gastos armamentistas inúteis, abaixou os impostos quando o mesmo era desaconselhável, foi responsável por uma das maiores crises da história...Foi um completo Caus. Obama, que considera a si mesmo um legítimo esquerdista, possuí um governo muito mais direitista que o direitista Bush, cujo governo foi marcado por inúmeras reformas.


Barack Obama e George W. Bush, em cerimônia de retrato oficial na Casa Branca. 31 de Maio de 2012 (AP PHOTO/Charles Dharapak)

Outro grande exemplo para provar os equívocos da denominação Esquerda/Direita é o brasileiro. O governo de Fernando Henrique Cardoso foi marcado por privatizações mal-sucedidas, assistencialismo, reformas econômicas, incluindo uma mudança de moeda e expansões sociais desenfreadas. O seu sucessor, Luís Inácio (conhecido pela alcunha de "Lula" - NR), teve políticas semelhantes com mesmos fins. Falir a indústria nacional. A grande diferença entre os dois governos é a pausa de tempo entre as privatizações e o número de políticas assistencialistas. Mas se são assim tão iguais porquê são grandes adversários políticos e seus eleitores defendem pontos de vistas totalmente diferentes? Isso mesmo. Graças ao conceito Esquerda e direita. Os direitistas eleitores do FHC defendem um Estado mínimo e privatizações ao mesmo tempo em que querem uma abertura maior ao mercado externo, sendo que parte das privatizações foram voltadas para empreendedores nacionais e foram criadas leis reguladoras. Os esquerdistas eleitores do Lula defendem um Estado totalmente assistencialista, medidas protecionistas e taxação sobre grandes fortunas, sendo que são completamente incompatíveis. Protecionismo misturado com taxação de fortunas geraria uma falência econômica sem precedentes enquanto que Estado mínimo e abertura econômica arruinaria o empreendedorismo nacional. Outro adendo, o governo FHC foi marcado por muitas reformas econômicas e sociais, enquanto o atual mantem-se focado no falso combate a inflação e no assistencialismo. Mas claro, um é direitista e o outro é esquerdista...


Luis Inácio "Lula" da Silva e Fernando Henrique Cardoso (FHC). Conhecido amigos e adversários políticos desde agremiações partidárias de longa data

Ou seja, os dois tipos de governos são completamente iguais mas escondem-se sobre a falsa dicotomia para poder separar a população ideologicamente criando um status de tensão política enfraquecendo a unidade civilizacional abrindo margens para o 'etnocentrismo social'.

Agora que ficou mais claro a verdade por detrás dessa dicotomia política, falaremos quem os controla e para quê.

Existem dois tipos de poderes. Poderes reais: O poder monetário, representado pelo dinheiro e o número de riquezas em determinado época e lugar; e o poder estatal, representado pela legitimidade do Estado. Aquele que possuí um dos dois controlará tudo em determinado lugar. Agora, quem você acha que controla a América? A Europa? O mundo?

Os judeus, total detentores do poder econômico e estatal. Os judeus controlam o mundo em todos os aspectos, muitos deles sob o Sionismo. Ideologia religiosa judaica que afirma o Judaísmo prega o retorno do povo judeu ao monte de Sião, montanha simbólica que representa Jerusalém, a Terra Prometida.

Os judeus dominantes do poder monetário são um conjunto de famílias tradicionais judaicas, em destaque os Rothschild e Rockefeller.


Os judeus dominantes de poder estatal não são muitos, pois não lhes é muito necessário. Assumem a face de políticos e chefes de Estado para promover as suas vontades, são exemplos como Angela Merkel, Chanceler da Alemanha e Dilma Russeff, presidente do Brasil. Com isso eles comandam a Nova Ordem Mundial, com o propósito de estabelecer um Uni-polarismo onde todo o poder fique concentrado em si, a oposição eliminada e o sonho judaico de escravização mundial do não-judeu seja comprido. Mas nem tudo é assim tão fácil...! Muitos países vêm repudiando essa proposta e fazendo resistência a isso, e por conta disso são atacados de todas as formas. Países como a Síria e o Irã, que não querem que seu país seja subserviente aos outros e sua cultura extinta são constantemente ameaçados e atacados pelos aliados da NOM (Nova Ordem Mundial - NT)

Dilma Rousseff e Angela Merkel em conferencia comercial em 2012

E nós. brasileiros, não estamos isentos disso. Nosso país, outrora uma nação soberana, católica, visionária, passa pela sua maior crise moral e cultural da sua história. Você não acha estranho que até poucas décadas atrás toda essa subcultura não existia e agora é sinônimo nacional?

Essa destruição seletiva é esmagadora pois destrói todo o sentimento de civilidade e patriotismo do cidadão, pois este deixa de se identificar como brasileiro?

Esse projeto maquiavélico de destruição quer acabar com você, sua família e seu país! E você deixará que seja feito de acordo com o plano e assistirá como o gado caminhando para o abate ou se levantará e lutará por aqueles que ama? A escolha é sua.

O processo da destruição

Há anos as ideologias que resistem vem perdendo a sua ortodoxia, com a chegada do pós-modernismo junto a globalização as verdadeiras informações que são necessários para seguir corretamente uma ideologia foram corrompidas. 

Hoje, todas as direções políticas que se mantêm desde o passado estão sob suspeita, como os movimentos nacionalistas como o Nacional-Socialismo, Fascismo, dentre outros, que tem como objetivo proteger sua nação, e assim criar uma nação erguida com suas culturas e tradições, mas hoje, tais movimentos estão "convertidos", corruptos travestidos de nacionalistas aceitam dinheiro do estrangeiros para "revolucionar" o Estado atual, com uma visão bruta, a palavra "revolução" pode ser sim a solução, porém a finalidade dessas lutas atualmente são erradas e impuras, bons exemplos como a revolução da Líbia, da Síria, da Ucrânia dentre outros países, são a figura perfeita para alertar que nem sempre uma mudança estatal tem como finalidade uma melhoria. 

O processo para derrubar legítimos governos (principalmente aqueles que se opõem a nova ordem) foi e continua sendo o mesmo, grupos "nacionalistas" dizem querer armas para uma suposta melhoria nacional, a imprensa internacional cria propaganda contra o Estado operante, esses grupos aceitam dinheiro do Ocidente, inicia-se uma guerra, vários inocentes morrem, e se tal grupo conseguir derrubar o legítimo governo, a partir dali, a nação é explorada por tal prestamista, a sociedade começa a seguir sem rumo, com a economia quebrada, e desde então, qualquer outro grupo que queira resgatar a identidade nacional é alvo de ataques da imprensa e dos grupos revolucionários. 

Antes de tudo, a estratégia utilizada para criar esse conflito, população versus Estado, começa pela maior arma da "democracia", a já citada, imprensa, começam a acusar o Estado de ter feito coisas X e coisas Y, automaticamente a população começa a se posicionar, a imprensa dá ao insinuar que o Estado é de "Esquerda" ou de "Direita", como consequência, aqueles que são contra o governo, se posicionam no lado oposto, sem estudos ou fundamentos, os civis começam a repugnar qualquer país que seja igual/parecido a ideologia que o governa. 

Com esse processo, o sionismo vem destruindo não só as nações, mas também o pensamento unitário. O mais "interessante" nisso tudo, é que tais revoluções, tais planos, são feitos e botados em praticas muitas vezes em prol da "igualdade", mas acabam gerando mais ódio e desigualdade entre classes e etnias, grupos que repugnam a intolerância se tornam mais intolerantes do que aqueles que eles acusam de serem intolerantes, também pode acontecer que os civis se posicionam em um lado aonde nem sabem qual finalidade e objetivo aquele lado tem, alguns grupos de "direita" se posicionam automaticamente em prol de Israel, para fazer oposição a "esquerda", que se posiciona em prol da Palestina, o problema é que essa direita pós-moderna não sabe que tal lado que eles apoiam (Israel) luta e repugna as ações da "direita" do passado, e isso se torna uma grande hipocrisia. 

Dmitry Yarosh, um dos diligente da força armada e política Pravy Sektor (Setor Direito). Um dos principais corpos agentes das operações "false flag" ditas nacionalistas na Ucrânia e causadora da guerra civil. Os ditos nacionalistas apoiam Israel, USA e a UE, assim como seus interesses em solo ucraniano

Então, isso tudo se torna um jogo de xadrez que acabou com um jogador dominando tudo completamente, a solução para tudo isto é, se opor a nova ordem, não se encaixar em nenhuma dessas posições, repugnar os movimentos que apoiam qualquer definição pós-moderna, não apoiar a infiltração cultural do estrangeiro na nação, e etc...esses são os primeiros passos a serem dados para uma libertação e identidade nacional.

Assim como também, caso não veja o Brasil como uma unidade política-racial ou étnica, alcançar valores tradicionais buscados e defendidos pelos verdadeiros posicionamentos anti-nova ordem mundial, anti-sionista, que são contra o inimigo comum dos povos. A Plutocracia internacional - NT.

Artigo disponível na sessão: Cultura & Sociedade

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Gerard Menuhin: “O Holocausto é a maior mentira da História!”

Gerard Menuhin e seu novo livro: “Diga a verdade e envergonhe o diabo”.
O livro existe momentaneamente apenas em inglês e pode ser encomendado pela Amazon.

O filho do grande violinista Yehudi Menuhin causa um terremoto-monstro na maior mentira da história da humanidade. “O Holocausto é a maior mentira da História. A Alemanha não tem culpa pela Segunda Guerra Mundial e Adolf Hitler foi o único homem de Estado do mundo que quis salvar o planeta do perigo da plutocracia judaica, libertando assim novamente um mundo subjugado."

Um judeu famoso deu agora o pontapé inicial, ele não podia mais suportar a grande mentira e decidiu encarar as consequências por revelar “a grande mentira da História” e o mais violento estelionato da humanidade. Em seu livro que foi editado inicialmente em inglês – “Tell the Truth & Shame the Devil” (peça aqui!), ele atravessa todos os tabus puníveis pela lei. Ele escreve: “O Holocausto é a maior mentira da História. A Alemanha não tem culpa pela Segunda Guerra Mundial e Adolf Hitler foi o único homem de Estado do mundo que quis salvar o planeta do perigo da plutocracia judaica, libertando assim novamente um mundo subjugado.”

O autor, Gerard Menuhin, conhecido cineasta e autor, filho do mundialmente famoso violinista Yehudi Menuhin, descreve agora a Holocaust-Story – que nos é imposta – como a maior mentira da História. Ele apresenta publicamente esta revelação, justamente porque seu pai faz parte da geração que vivenciou esta época e conhece a verdade. E tem ainda muito mais do que apenas expor a holo-mentira. O que até agora era inimaginável, foi dito publicamente por este nobre homem de origem judaica – e seguirá um terremoto. Imaginem um judeu famoso declarando que é justa a esperança da humanidade em ver em Adolf Hitler, o homem que queria libertar o mundo do domínio monetário judaico. Menuhin enfatiza em seu livro que foi necessária a mais cruel e terrível guerra de todos os tempos para evitar que a humanidade fosse salva do domínio monetário judaico. Os fatos são bem conhecidos pelos esclarecidos, mas que um judeu famoso, uma pessoa de tal nobre caráter, faça isso publicamente, isso ninguém esperava.

Gerard Menuhin escreve ainda em seu livro: “Apenas o fato de que o ‘holocausto’ judeu não pode ser questionado e que a pressão judaica forçou as sociedades democráticas a aprovar leis que evitam perguntas indesejadas – enquanto este suposto inquestionável “holocausto’ é sempre requentado através da propaganda e a crença nele é consolidada por doutrinação – isso já revela tudo. Isso prova que ele deve ser uma mentira. Por que não seria permitido duvidar de sua historiografia? Porque isso poderia ofender os sobreviventes? Porque ofende a memória das vítimas? Não são argumentos suficientes para evitar uma discussão! Não, tais leis foram aprovadas porque a revelação da maior de todas as mentiras iria expor tantas outras mentiras, que poderia provocar o desabamento de todo o parco edifício.”

Este livro apresenta talvez uma contribuição decisiva: arrebentar definitivamente “a maior mentira da História”. Menuhin poderia se tornar a inspiração para outras personalidades, para finalmente dizer a verdade e contribuir para o início da libertação de toda a humanidade.

Menuhin continua: “Enquanto os povos do mundo continuam a se envolver em guerras intermináveis, os Bankster se enriquecem cada vez mais com este dinheiro de sangue. As pessoas deste mundo foram completamente impedidas de participar destes importantes processos decisórios. Não importa de forma alguma em qual sistema as pessoas vivam, seja em uma democracia, república, teocracia ou ditadura. Sempre a elite dominante torna-se mais rica e forte, enquanto as pessoas responsáveis pela criação das riquezas mal podem sobreviver. Atrás dos bastidores, manipuladores étnicos controlam suas marionetes que foram colocadas em posições chaves de nosso sistema. Como o mundo pode afundar neste pântano? Quem poderia ter evitado este nosso destino e o que podemos fazer hoje para nos salvar?”

Estas são as perguntas colocadas por Menuhin.

O livro divide-se em três partes. A primeira parte trata da mentira do holocausto e do suposto criminoso Adolf Hitler. A segunda parte do livro desvenda as atividades dos verdadeiros criminosos e oferece uma visão histórica sobre o desenrolar de seus crimes, como eles operam. Principalmente como eles usam seu poder financeiro e mediático em seus crimes. A terceira parte trata de ambas as guerras mundiais, das atuais leis contra a liberdade de opinião e do surgimento de um Estado global orwelliano.

Como dito, não se trata de um autor qualquer, mas sim do filho de um famoso violinista nascido nos EUA, Yehudi Menuhin. Embora ele provenha de uma antiga linha rabínica, ele condena com toda severidade os crimes do Estado judeu de Israel, em relação ao roubo de terras palestinas.

Para acreditar nisso, é preciso ler este livro!

O livro de Menuhin já causou o primeiro terremoto na Suíça. Sob a alcunha de Carlo I e nome de guerra “a raposa”, o ativista suíço e holo-combatente Marcel Sauder iniciou novamente sua luta em prol do esclarecimento público através de um programa de rádio que atinge um raio de 500 km. Com uma voz calma ele fala ao microfone: “O holocausto nunca aconteceu. Ele é a maior mentira do século XX. No máximo morreram algumas dezenas de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial e todos eram traidores e sabotadores, que tinham merecido morrer.”

Todos os judeus eram traidores? Aquele que pratica tal erro primário, generalizando atos de traição para todos os judeus que morreram nos campos de concentração – principalmente vítimas do tifo – arriscam a credibilidade de todo seu ativismo, além de fornecer ao inimigo a necessária munição para retaliação – NR.

Der Fuchs” (a raposa) Marcel Sauder, começou novamente
sua luta pelo esclarecimento sobre o suposto holocausto!

E o que até então era inimaginável, aconteceu de fato. Embora a Federação Israelita Suíça (SIG) tenha abordado a promotoria pública de Thurgau com todo seu ímpeto, forçando-a a agir com todo o rigor contra o ativista da verdade, pois “a negação pública do holocausto é uma clara violação da lei de racismo”, como resmungou o secretário geral da SIG, Jonathan Kreutner (37), nada aconteceu. “Desta vez tem que acontecer algo mais severo”. Kreutner refere-se à denúncia feita a alguns anos contra Carlo I pela SIG e Ministério das Comunicações (Bakom), porque ele já revelara através do rádio, naquela época, a holo-mentira. A promotoria pública de Thurgau condenou o ativista a uma multa de 1.000 francos suíços.

Sempre a mesma indignação! Pouco importa se pessoas são presas por expressar suas opiniões; pouco importa se famílias são destruídas. Esses miseráveis apóstolos da mentira não cansam de cuspir sua hipocrisia sobre o mundo. Corrompem os governos e zombam do povo. Um dia a paciência das pessoas irá acabar e a justiça restabelecer-se-á. Então julgará o povo e que Deus tenha piedade – NR.

Após sua condenação há quatro anos, Carlo I. silenciou-se. Porém agora, depois do aparecimento do livro de Menuhin, “a raposa está novamente no ar e alcança um público maior do que nunca. Ele utiliza agora estações de transmissão na Alemanha, no Zugspitze ou em Feldberg. Com isso ele alcança ouvintes em um raio de 500 km. Da República Tcheca até a Itália pode-se ouvir suas notícias”, anuncia uma surpreendida mídia a serviço das organizações judaicas. E o líder dos judeus na Suíça, o infame Johathan Kreutner, ameaça a justiça: “Até quando ainda? A discriminação racial é um delito oficial. Nós esperamos que a promotoria pública de Thurgau atue contra o radialista.”

Mas estranhamente isso não é o caso. A promotoria pública de Thurgau tergiversa: “Para que possamos atuar contra tal ato, nós precisamos de uma denúncia concreta, que seja fundamentada em respectiva documentação”, disse Hans-Ruedi Graf (61), chefe da promotoria pública de Thurgau. “Não basta, se alguém não nos fornece uma determinada prova audível”. E o que soa ainda mais estranho é a declaração oficial do Ministério das Comunicações (Bakom). A porta-voz Silvia Canova (29) disse: “nós sabemos que a ‘raposa’ está ativa novamente. Um processo está pendente no momento. O Ministério pode agir contra o radialista no que concerne à lei de transmissão radiofônica – mas não por causa de suas declarações racistas.”

“A raposa” não deve ser molestada por causa de sua conhecida “negação do holocausto”, embora ele tenha exposto em seu programa de rádio o holocausto como “a maior mentira da História”? Isso nunca aconteceu. Carlo I. nada declarou publicamente até agora. Há três dias, quando estavam investigando-o, ele disse: “Eu sou um patriota. As autoridades querem acabar comigo.”

Para a justiça suíça, o caso é picante. Gerard Menuhin é cidadão suíço. Como judeu famoso, ele deveria, portanto, ser levado aos tribunais por causa de seu livro. Mas aparentemente a justiça suíça não quer fazer isso, e assim ela procura uma saída. Pois qual motivo deveria ter um judeu para não apenas descrever Adolf Hitler como o redentor da humanidade diante do domínio monetário judaico, mas também inocentá-lo com fatos irrefutáveis das repugnantes holo-acusações? Menuhin é um judeu e não um “nazista”, seja qual for aqui seu entendimento quando alguém diz a verdade sobre Hitler.

E se Menuhin não for levado aos tribunais, onde ele foi muito mais além com suas declarações do que Carlo I,, então aí é que “a raposa” não poderá ser executada judicialmente. Um dilema para os mentirosos mundiais. Um terremoto se inicia, a liberdade da humanidade tornou-se novamente possível.


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