sexta-feira, 31 de julho de 2015

Jack Donovan: Anarco-Fascismo, os fascios de ontem e hoje


"Em uma sociedade que aboliu todo tipo de aventura, a única aventura da esquerda é abolir a sociedade." - Graffito Situacionista, maio 1968

Por: Jack Donovan

Como uma ideologia política, o fascismo era um grupo heterogêneo de idéias do século XX. Sua presença Atlética adornada com concretos esquemas políticos, como o sufrágio universal, o fascismo do século passado foi definido por suas respostas a outros movimentos políticos da época - como o marxismo e o capitalismo liberal.

Mas, além dos detalhes históricos do fascismo, há algo eterno. O escritor italiano Umberto Eco chamou de "Ur-Fascismo", que significa "primitivo" ou "original". Infelizmente, seus irregulares "Quatorze Pontos" eram excessivamente preocupados com o totalitarismo de cima para baixo dos ditadores fascistas notáveis ​​e seus "meninos do partido!. Seu "ur-fascismo" não foi suficiente "primitivo". Não era em absoluto "eterno".

A palavra "fascismo" tornou-se uma escrita desleixada para qualquer estado policial violento e intrusivo. Para a maioria das pessoas, o fascismo forçado evoca uma férrea linha com um todo-poderoso governo. O fascismo político do século XX tinha muitas outras características, e foram instituídas de formas diferentes em diferentes nações. Governos fugazes opressores não são exclusivos do fascismo do século XX. O Islã, o catolicismo e o marxismo foram estados policiais cruéis com punho de ferro. Se você tem medo de seu próprio governo mais do que seus inimigos externos, então isso é um indicador de uma tirania totalitária; até mesmo p estado de vigilância "progressista" dos EUA funciona assim. O fascismo e o totalitarismo podem ser confusos na imaginação popular, mas eles não são a mesma coisa.

O fascio era um símbolo poderoso antes do nascimento de Mussolini, por isso é possível separar o símbolo do seu regime e vê-lo em seu próprio mérito. Eu não me importo muito com o uso de fasces magistrais como um símbolo de poder na República de Roma. Estou mais interessado no fenômeno que este símbolo pré-romano parece representar. O fascismo foi descrito como uma "fantasia masculina" e concorda que o fascio simboliza uma cosmovisão distintamente masculina. Qual é o fascio que captura a imaginação masculina?

A maioria das pessoas associam os "males" do fascismo com uma instituição burocrática "de cima para baixo", mas para mim o fascio parece simbolizar uma ideia "de baixo para cima".

As hastes do fascio representam a força e a autoridade de um grupo de homens unidos. Essa é a sua característica "primitiva". Uma unidade tribal verdadeira não pode ser imposta de cima. É um fenômeno orgânico. A unidade profunda vem de homens atados por uma fita vermelha de sangue. O sangue de necessidade catastrófica se junta ao grupo de irmãos e se transforma no sangue do legado do dever e se junta à família, a tribo, a nação. O fascio captura a imaginação masculina que parece simbolizar a vontade unificada dos homens. Homens preferem acreditar que oferecem sua lealdade por escolha, e ai você faz ou não realmente. A livre associação -ou a sua mera aparência-é a diferença entre homens livres e escravos. Se você não pode sair, você é um prisioneiro. Se você decidir ficar, se você alinhar o seu destino com o destino do grupo e apresentar à autoridade coletiva do grupo do qual você é membro e não um escravo. Como membro, você deve fornecer o peso de sua masculinidade para uma confederação unificada dos homens.

O fascio tornou-se um motivo decorativo popular para os edifícios do governo americano no século XIX e início do século XX, e seu simbolismo é consistente com um lema em latim acima adotado pela União: "E Pluribus Unum", que significa " De muitos, um."

O mesmo fascismo político do século XX foi precedido pelo fascio italiano - "você faz voluntária" ou o ligamento de homens juntos para fazer valer os seus interesses coletivos.

Mussolini era um membro de um fascio antes de ser um "fascista". Essa ideia de homens que decidem se unir e aumentar a sua força foi mais eloquente explicado pelo macaco "César" em "Planeta dos Macacos" (2011). Quebrando um ramo e, em seguida, coletando uma grande quantidade, César mostra a seus companheiros presos que "macaco, macacos só ... fraco ... unido ... forte."

Quando o fascio é reverenciado, eles simbolizam o "poder de nós todos". Quando o fascio é denegrido, ele é desprezado, porque se tornou um símbolo do "poder deles".

Os homens viris não se juntam para tornar-se sacos de areia. O fascio simboliza a união de homens juntos com um machado, prontos para a ação ao lançamento de uma ameaça de violência - ou "mais" (destino).

O fascio é um aviso, uma promessa de vingança, uma pá na parede para traidores, preguiçosos e violadores da lei.

Em The Way of Men, eu escrevi que "The Way of Men é o Caminho do grupo". A masculinidade primal está enraizada na praticidade, no ethos tático de um grupo de homens que lutam para sobreviver e triunfar sobre as forças externas.


A partir desta perspectiva, vejo o fascio como um "sinal universal do grupo." Ele simboliza melhor do que qualquer outro símbolo a lembrança do tempo em que os homens uniam seus destinos e estavam alinhados com as forças da natureza, contra outros homens, contra ... o mundo. O fascio representa a gênese do "nós" de "nossa equipe", da "nossa cultura" de "nossa honra" - a formação de uma identidade coletiva. Simbolizava, então, o momento em que a guerra de todos contra todos torna-se uma guerra de homens contra homens, de "nós" versus "eles". O fascio simboliza o momento em que os homens criam a ordem a partir do caos.

Este masculinidade primordial e pura, só pode desenvolver-se sob o stress. Isso só pode surgir a partir do caos, em resposta a forças externas. A partir daí amadurecer, formando com tempo, uma cultura de honra, e uma combinação de cultura história coletiva e costumes que caracterizam a identidade de um povo vindo da tradição. Tudo que eu reconheço como bom e digno de resgate de homens e masculinidade prospera neste ponto de virada cultural entre a pureza do grupo de guerreiros e a arruinada e manipulada depravação de culturas complexas baseadas em mercantilismo.

Não há mais fronteiras para explorar e economizar espaço - o que só pode ser permitido, mesmo em fantasia, como um projeto burocrático castrado - Estados modernos, efeminados e burgueses de "Primeiro Mundo" já não podem produzir novas culturas de honra. Novos e puros bandos de guerreiros só podem emergir em oposição às instituições anárquicas, feminista, anti-tribais, degradadas e corruptas estabelecendo a ordem. A hombridade só pode ser reiniciada diante a destruição do futuro destas, e a criação de novos futuros para as tribos e homens renascidos. É tarde demais para o conservadorismo. Para a maioria dos homens, eles ainda são só estruturas e gestos vazios.

O caminho dos homens só pode ser redescoberto na noite e no caos. O Ur-Fascismo é a fonte da cultura da honra e da verdadeira tradição patriarcal. O Ur-Fascismo é uma resposta à anarquia. A posição política do Caminho dos Homens é o "anarco-fascismo". Este anarco-fascismo não é um fim; É o anseio por um novo começo.

COMEÇA O MUNDO!

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Os segredos do antigo abismo, um escuro 
oceano sem limites, sem fronteiras, 
sem dimensão, onde a extensão, profundidade 
e tempo e espaço são perdidos; onde a noite 
e o caos primordial, antepassados ​​da Natureza, mantenha 
anarquia Eterna, entre o rugido
de guerras eternas, e mantida pela confusão.

John Milton, Paradise Lost.

Fonte: Frente Identitária

Sobre o autor


Donovan, nascido em 23 de outubro de 1974, E.UA é  escritor e autor nacionalista e racialista, atualmente um contribuinte da AlternativeRight.com, Counter Currents, Radix Journal, e do blog  anti-feminista The Spearhead. Ele também falou na conferência do Instituto de Política Nacional, 2013, e na conferência American Renaissance, de 2014.

Site Oficial: jack-donovan.com

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Michael Wittmann – Herói da libertação dos povos


“Ele era uma pessoa desconfiada, um homem que exigia muito de si. Ele preparava cada ação com extremo detalhamento. Mas quando os dados eram lançados, ele agia com rapidez e como conduzido por um relógio interior.” (Um camarada na Rússia).

Apesar dos esforços de Hollywood, os atos de heroísmo durante a Segunda Guerra Mundial eram invariavelmente realizados pelos soldados alemães. Durante o período logo após o desembarque aliado na Normandia, a atuação excepcional do comandante de tanques Michael Wittmann permanece mais viva do que nunca.

Um exemplo a ser seguido no cumprimento do dever

Michael Wittmann nasceu em 22/04/1914 em Vogelthal, Oberpfalz, Reich alemão, e se formou como técnico agrícola após o ensino médio. Em 1937, apresentou-se como voluntário no Leibstandarte der Waffen-SS (LAH). Participou das campanhas da Polônia e da frente ocidental como soldado da infantaria. Na campanha da Grécia, foi comandante de uma das seis tropas de assalto da LAH. De 1941 até 1944, comandante de tropa de assalto na Rússia. Condecorado com a Cruz de Cavaleiro após 66 tanques inimigos abatidos, com folhas de carvalho após 88, com folhas de carvalho e espadas após a atuação em Villers-Bocage.


Wittmann, Um herói da vida real.“Ele não gostava de ambientes barulhentos. Como homem de tanque ele era um talento natural, dotado de um instinto para situações especiais.” (Um oficial da guarnição Tigre 501)

A 6 de junho de 1944, dia da Invasão da Normandia, o 2º Regimento de tanques de Wittmann, o 501 da 1. SS-Panzer-Korp, subordinado às ordens de Heinz von Westernhagen, estava estacionado na região de Beauvais, na região central da França. O alarme foi dado já durante o desembarque aliado pela manhã, e o deslocamento aconteceu ao entardecer sobre a Champs Elysées, em Paris. O regimento de tanques recebe o apelido de “Regimento tapete de bombas”, pois durante a longa marcha até a Normandia, sobre o trecho denominado “Jabo-Rennstrecke”, ele foi alvo do bombardeamento ininterrupto pela aviação aliada. Chegada em Villers-Bocage somente a 11 de junho de 1944. A formação permaneceu na mesma área da Divisão Panzer Lehr sob Fritz Bayerlein. Ali eles eram alvos frequentes da artilharia dos navios aliados.

Wittmann recebe as Espadas para sua Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro de Adolf Hitler.

O segundo Regimento de Wittmann defendia a rodovia nacional 175 para Caen, ao nordeste de Villers-Bocage (diagonal vermelha no mapa), e mantinha posição ao sul da rodovia, ao oeste de Partouru, ao longo da linha ferroviária. A 13 de junho pela manhã, por volta das 7 horas, Wittmann é acordado com a notícia de que tanques inimigos foram vistos na rodovia. Como atirador em um Tiger I, ele alcança a rodovia na altura 213 (mapa abaixo). Lá se dirigiam com bastante segurança os tanques inimigos a partir do sudoeste de Villers-Bocage, que foi tomada sem combate.

Wittmann decidiu pelo ataque ao 22º Regimento inglês de tanques e a primeira brigada “Ratos do Deserto” equipados com seus tanques Sherman e Churchill, Bren-Carriern, Fireflies e M2. Já na Rússia, ele tinha atacado regimentos de tanques superiores e confiava na alta velocidade e no fator surpresa. Assim, ele manobrou do sul em direção à rodovia. Cada projétil 8,8cm de seu canhão atingiu à curta distância de 10-50 m. Dentro de poucos minutos, 36 veículos inimigos foram destruídos. Somente em Villers-Bocage seu Tiger foi atingido na lagarta. Wittmann e seus dois camaradas se juntam novamente à sua unidade ao final do dia.

Michael Wittman fotografado um mês antes da Operação Overlord

Através deste feito de Wittmann, o ataque britânico a Caen sob o comando de Montgomery foi rechaçado e parado, assim como foi evitado o cerco à Divisão Panzer-Lehr. Como o mapa mostra, a região em torno de Villers-Bocage foi tomado pelos aliados somente 5 semanas mais tarde. Wittmann foi levado ainda na noite de seu ataque suicida para o quartel-general Wolfschanze, na Prússia Oriental, onde ele recebeu a condecoração da Cruz de Cavaleiro, como primeiro soldado da frente da invasão. Dias ainda depois deste episódio, a aparição dos tanques Tigres causava pânico nas tropas inglesas. Durante as próximas lutas, o lado alemão ouvia frequentemente emissões via rádio com o conteúdo: “Help, help, tiger-Tank!”.

Com a cifra de 138 tanques abatidos e 250 entre tanques leves, canhões de defesa e transportes, 132 armas anti-tanque, juntamente com um número desconhecido de outros veículos blindados, fazendo dele um dos maiores ases panzer da Alemanha, juntamente com Johannes Bölter, Ernst Barkmann, Otto Carius e Kurt Knispel, Wittmann foi o mais eficiente comandante de tanques da Segunda Guerra Mundial.

Destroços da coluna de transporte britânicos, e uma arma anti-tanque, que Wittmann enfrentou

Ele caiu a 8 de agosto de 1944 em um Tiger I, durante a batalha de tanques de Falise. Provavelmente através da artilharia de caças aéreos. Ele foi enterrado juntamente com seus dois camaradas no cemitério alemão de De la Cambe, na Normandia.

Fonte: Inacreditavel

Naquela época foi Alfred Rosenberg. Hoje é Horst Mahler


O antigo ministro do Reich, Alfred Rosenberg, foi morto cruelmente pelo tribunal dos vencedores em Nuremberg, juntamente com outros 10 alemães. O carrasco judeu “Woods” ajustou o laço da forca de forma calculada com um comprimento mais curto, para que a morte acontecesse apenas dentro de 40 a 45 minutos. Após a queda através do alçapão abaixo da forca, os delinquentes foram libertos da corda e colocados um ao lado do outro no chão do recinto reservado ao carrasco.

Alfred Rosenberg e Julius Streicher foram mortos desta forma em 16 de outubro de 1946, apenas devido ao seu trabalho literário durante o Terceiro Reich. Eles morreram por que fizeram uso de seu direito à liberdade de expressão, que ainda era possível durante o Terceiro Reich. “O veredicto contra Rosenberg se baseou na conspiração em torno de sua função como ‘reconhecido filósofo do partido’.” [1]

Alfred Rosenberg foi um humanista, como comprovam sem dúvida alguma suas obras e suas ações. Diante do tribunal dos vencedores em Nuremberg, os alemães não podiam se defender com provas. O promotor judeu Robert Kempner até conseguiu enviar os diários de Rosenberg para os EUA, e com isso evitar qualquer confrontação com informações favoráveis à sua defesa. [2]


Hoje podemos considerar Horst Mahler como um dos mais reconhecidos humanistas do mundo. Mahler é um idealista nato e por isso, assim como Alfred Rosenberg, um grande filósofo do Iluminismo. Alfred Rosenberg morreu através da crueldade dos vencedores em Nuremberg. Horst Mahler foi deixado apodrecendo na prisão da RFA (República Sionista de Berlim), até que teve uma perna amputada, não restando agora qualquer chance de sobrevivência. Ele está morrendo. Após o jornal suíço Weltwoche ter noticiado esta crueldade como único jornal do sistema, este parece querer agora deixar Mahler morrer em sua casa. Mas apenas – se for o caso – quando o homem foi irremediavelmente executado nas masmorras.

A 12 de julho de 2015, o irmão de Mahler, Peter, declarou publicamente:

“Eu visitei hoje meu irmão na Klinikum de Brandenburg. Ele é mantido na UTI e o quarto é vigiado dia e noite por um policial, o que para ele é uma grande carga emocional. Meu irmão deve ser operado na próxima segunda-feira. Segundo informação do médico, seu estado de saúde é crítico. Os médicos da Klinikum lutam pela sua vida. Eles fazem o que podem, todavia os médicos da penitenciária ‘não veem no momento qualquer motivo para sua saída da prisão’ citação da circular expedida pela penitenciária em 7/7/2015.”

Possivelmente o mais antigo prisioneiro da Alemanha, ele sofre, segundo os médicos, de uma grave diabete, fibrilação ventricular e uma crônica insuficiência renal (grau 3). Além disso ele tem uma perna gangrenada, o que é característico para diabéticos, limitada movimentação e precário tratamento médico.

A esposa de Mahler, Elzbieta, seu irmão Peter e seus filhos Wiebke e Axel, fizeram no início de julho um dramático apelo público : “Meu marido de 70 anos se encontra em um estado crítico de saúde”, escreveu Elzbieta aos antigos amigos de Mahler como Otto Schiller (ex-ministro do interior 1998-2005, SPD) e ao “caro Hans-Christian Ströbele” (desde 1998 deputado federal pelo partido verde). Para o ex-chanceler Gerhard Schröder, no passado amigo íntimo de Mahler, Elzbieta nem quis escrever. “Por surdos se fazem também as mídias alemãs, como se Mahler nunca tivesse existido. O idoso de 70 anos apodrece literalmente na prisão”, foi como a corajosa revista suíça Die Weltwoche acusou a RFA.

Qual foi o crime de Mahler para que ele venha a morrer dessa forma? Mahler esclareceu a enorme influência do lobby mundial judaico, sobre o programa mundial dos judeus poderosos para consolidação e ampliação de sua atuação sobre o globo, assim como da mentira contra o povo alemão.


O trabalho de esclarecimento do então famoso advogado Mahler não se resumiu apenas no excelente trabalho jurídico, mas se ampliou para um magnífico pensamento filosófico. E justamente isso fez de Mahler um “perigo” para o sistema, assim como no passado a força espiritual de Rosenberg tornou-se um perigo para o sistema mundial.

Um camarada de Mahler dentro do espírito filosófico, o artista, autor e pensador israelita exilado em Londres, Gilad Atzmon encontrou as seguintes palavras para acusar o regime totalitário da RFA diante do destino de Mahler:
“A 18 de novembro de 2014, eu tinha uma visita agendada para visitar Horst Mahler na prisão, e discutir os temas históricos e filosóficos citados acima. A visita foi aprovada inicialmente pelas autoridades alemãs. Mas poucos dias antes do planejado encontro, eu fui avisado que a direção da prisão mudou de ideia. Chegaram à conclusão que minha visita ‘ameaça o objetivo principal do encarceramento de Horst Mahler’. Pelo menos isso foi dito ao sr. Mahler pela direção do presídio como justificativa. 
Eu presumo que o ‘objetivo principal’ em manter Mahler como um prisioneiro de pensamento atrás das grades, consiste em manter o estado de opressão e esconder a vergonha. Mas em que consiste esta vergonha, que faz com que o governo alemão se silencie por quase sete décadas? Eu tenho uma resposta simples. Os alemães temem a grandeza ou devemos citar as grandezas alemãs: as grandes sinfonias, a excelente filosofia. Parece que isso cabe aos alemães, uma simples e normal inerência; o ‘ser eleito’ eles deixam aos judeus… 
Mas aqui reside a raiz do problema, cujo significado vai além das fronteiras da nação alemã – há mais de sete amorfas décadas falta a participação alemã para a cultura mundial. Nenhuma única grande sinfonia ou apenas a sombra de um relevante texto filosófico apareceu neste período. Eu imploro ao governo alemão, em nome do espírito humano, da beleza, humanidade e ademais: soltem as amarras, avancem. A humanidade precisa de um homem como Horst Mahler, ela não pode abrir mão do ‘espírito alemão’. Sociedades saudáveis e vivazes tendem a considerar com receio e agradecimento os revolucionários, controversos anarquistas e aqueles que procuram a verdade. A Alemanha decidiu, porém, colocar sob quarentena este ‘perigo’, mantendo Horst Mahler atrás das grandes”.
O produtor cinematográfico Gerard Menuhin (filho do famoso violinista judeu Yehudi Menuhin) escreveu à direção da prisão a 20 de fevereiro de 2015:
“É sempre constrangedor, ter que explicar coisas claras a pessoas supostamente bastante esclarecidas. O advogado Horst Mahler não é um ladrão de carteiras ou um criminoso, onde o cumprimento da pena resultaria numa reforma de sua pessoa. Não se trata para Mahler de um ato cometido, mas de uma dinâmica intelectual. A maioria esmagadora dos cidadãos comuns da Europa, mesmo se não compartilham da mesma opinião de Mahler, não são favoráveis a prender uma pessoa devido à expressão de seus pensamentos. Como pessoa civilizada, você certamente não acredita, prezada diretora, que um ‘crime de opinião’ seja um delito.”

A genialidade de Horst Mahler consiste em levar ao absurdo as mentiras do holocausto tanto por meio de incontestáveis provas jurídicas, assim como esclarecendo através de uma concepção filosófica o programa de estelionato global do lobby judaico.
“Nos anos 1990, Horst Mahler atuou novamente como advogado. Em uma entrevista para o jornal ‘Jungen Freiheit’, ele passou a régua radicalmente no comportamento ‘antidemocrático’ da geração 68, a qual teria ‘esbravejado com pessoas com outra opinião’. Ele lutou insistentemente para o livre debate de ideias: ‘Nenhuma posição deve ser discriminada antecipadamente; devemos estar mútua e democraticamente consolidados para encontrar a confiança para um debate’. […] Mahler tentou explicar que seu ataque verbal contra a judiaria não era contra o judeu como pessoa ou raça, mas sim contra uma religião. […] Ele recomendava aos judeus uma superação espontânea e pacífica de sua religião, que para ele continua sendo uma obra do diabo.” [3]

Podemos pensar no gênio mundial Richard Wagner, quando Mahler escreve:
“A ideia atual que começa a permear entre os povos, que os judeus como associação cultural são a incorporação do mau e a ruína dos povos na irmandade com Mammon, irá retirar do judaísmo o poder opressor que ele possui hoje. Esta linha sagrada de desenvolvimento histórico – sobre isso não se deve ter nenhuma ilusão – irá ser escrita na história mundial somente através de uma árdua luta, que também pode acontecer se forma sangrenta. Finalmente, os judeus irão morrer de dor no coração. Sua morte como judeu, todavia, será sua ressurreição como ser humano.”
Hermann Levi, o então dirigente judeu da corte, foi a escolha natural de Wagner para dirigir Parsifal. Sobre este episódio, a esposa de Wagner, Cosina, anotou em seu diário o seguinte diálogo de seu marido com Levi: “Muito agitado, ele disse em uma conversa com Levi, que como um judeu ele deveria aprender apenas como morrer, mas que Levi entendeu bem.” O também historiador judeu Paul Lawrence Rose esclareceu as palavras de Wagner: “Quando Wagner disse a Levi que ‘como um judeu ele deveria aprender apenas como morrer’, então ele fez isso como metáfora. Você deve destruir o judeu dentro de si. […] Se ele queria que Levi morresse de fato? Claro que não. Eu não acredito que Wagner quisesse matar alguém.” [4]

Apoio público em 25/7/2015

Da mesma forma como Wagner não queria matar os judeus, tão pouco Mahler que matar os judeus, da mesma forma Alfred Rosenberg não queria matar os judeus. Rosenberg queria, como Hitler, que os judeus se libertassem de suas “leis” e se estabelecessem como família humana em seu próprio território. Ainda na prisão Rosenberg escreveu:
“O Nacional-Socialismo foi uma resposta europeia à questão de um século. Foi a mais nobre ideia, para a qual um alemão podia aplicar sua energia.”
E Horst Mahler escreveu em 2005:
“O povo alemão irá se libertar deste domínio estrangeiro e criará na Europa as pré-condições para uma reconciliação entre as nações e os povos europeus e estes irão se orientar no Reich, pois eles também deverão se defender do domínio global da Plutocracia, caso queriam sobreviver, e juntos irão vencer este inimigo.”
E todos os verdadeiros humanistas, livres pensadores e filósofos, artistas e autores de fato exigem a superação da “lei judaica”, a “superação da religião de Jeová”, assim como Mahler transmitiu brilhantemente, através da redenção dos judeus de sua religião, eles vivenciarão “sua ressuscitação como seres humanos”.
“Há quase vinte anos, Elzbieta Mahler se preocupa com o bem estar de seu marido, que sem ela estaria perdido. E o que ela pensa sobre suas teorias? Bem, ela diz, como polonesa ela tem uma sensação estranha na barriga, quando ela defende Horst Mahler. […] Porém, os ideólogos vêm e vão, Elzbieta também aprendeu isso em sua pátria. Mas colocar uma pessoa na prisão, apenas por que ela defende uma opinião que não é permitida, que por mais torpe que seja, isso provoca ainda mais resistência.” [5]

O grande pensador e filósofo Horst Mahler definiu seu ideal em 2005, da seguinte forma:
“Uma história mais pura como levante em prol da verdade, eu não posso imaginar. E as armas que nós empregamos: é a verdade. Isso tem um significado completamente diferente do que em uma guerra material, que através de cada argumento que nós ‘disparamos’, nosso arsenal não se reduz. Se eu disparo um tiro de pistola, meu pente ficou com uma bala a menos, e em algum momento vai estar vazio. E então acabou a munição.”
Horst Mahler está morrendo, após ser levado a isso nas masmorras, com a certeza que ele mantém a razão, que lutou por uma boa causa e despertou novamente o espírito alemão, como foi até mesmo confirmado por um juiz republicano. “A associação de juízes alemães vê a justiça alemã reprimida pela política.” [6] E o então juiz do tribunal de Stuttgart, Frank Fahsel, declarou como são promulgadas as sentenças na RFA: “Eu conheci inúmeros juízes e promotores que podem ser denominados ‘criminosos’. Eu vivenciei da mesma forma inúmeros e inacreditáveis desrespeito e descumprimento das leis e do Direito, organizados pelo sistema, contra os quais nada é/foi feito, pois atendem aos interesses do sistema. Quando eu penso na minha profissão (agora estou aposentado), então me vem à tona um profundo nojo de meus ‘semelhantes’.” [7]

Fonte: Inacreditavel

Notas:


[2] “Rosenberg fazia parte dos principais acusados no processo dos criminosos de guerra em Nuremberg. No processo fazia parte uma coleção de anotações sobre os materiais da acusação. Quando estes deveriam ser encaminhados à defesa para apreciação, o defensor de Rosenberg, Alfred Thoma anotou: ‘Não encaminhado por Kempner’ […] Robert M. W. Kempner, que fugiu da Alemanha por ser judeu, participou do lado norte-americano na promotoria. Kempner, diz-se, foi quem levou ilegalmente os documento para os EUA.” (Welt.de, 14.06.2013)

[3] DIE WELTWOCHE; Nummer 28 – 9. Juli 2015

[4] “Richard Wagner und die Juden” (WDR-TV-Dokumentation, 19.05.2013)

[5] DIE WELTWOCHE; Nummer 28 – 9. Juli 2015

[6] Hamburger Morgenpost, Mittwoch 30.01.2002

[7] Carta do leitor do ex-juiz Frank Fahsel no Süddeutsche Zeitung de 9/4/2008

segunda-feira, 27 de julho de 2015

As Férias para um Nacional-Socialista de hoje

Sempre acreditei que as pessoas deveriam ser julgadas principalmente pelo que fazem de forma totalmente voluntária, fora das pressões de ordem econômica, dos tempos, das obrigações, necessidades e do cansaço...


Em suma, de tudo aquilo que nos impede de realizar o que realmente queremos e o que nos obriga a ter certa conduta por essa obrigação ou condicionamento sócio-econômico. 

Dou alguns exemplos: talvez uma mulher não possa ter sete filhos pelas condições econômicas e sociais da atualidade, mas, quando tiver quem o sabe um ou dois, sua conduta com relação ao cuidado e a importância que deve ser dada a eles, se comparada com outros afazeres, será a parte mais significativa.

É possível que uma pessoa afirme que não tem tempo para uma viagem, estando cansada aos fins de semana. Pode ser, mas é certo que quando ela dispor de dez dias livres, verá que isso é apenas uma desculpa, e que ela o fará se de fato ama a natureza. 

Muitos dizem que por ser muito trabalhoso, optam por não ter um cachorro em casa. Mas, e quando têm dias livres, eles se ocupam com animais ou estão abertos para cuidar um cachorro por alguns dias em sua casa? Pois os abrigos para animais estão cheios de seres que anseiam por atenção. 


Um empregado não é nem mais nem menos honrado que um patrão apenas por sua condição de assalariado. Para que isto possa ser avaliado em um grau comparativo, seria necessário que um dia esse mesmo empregado tivesse a possibilidade de dirigir e pagar o salário de seus funcionários, demonstrando, assim, sua honradez; do contrário, poderá ser até mesmo alguém que demonstra as mesmas misérias de um capitalista grande. 

Na realidade, as férias são muito mais do que parecem, pois representa uma verdadeira prova diante das nossas desculpas, um momento crucial em que deveremos digladiar nossa vontade contra o nosso egoísmo. 

Quando um nacional-socialista estiver em férias, deverá, pois, assumir quatro grandes metas: 

1. Descanso profissional, psíquico e físico; 
2. Formação pessoal humana;
3. Dedicação à família e aos mais próximos; 
4. Realizar alguma atividade que não pôde ter sido efetuada durante o ano. 

A forma de realização destas quatro grandes metas pode ser o indicativo da qualidade humana de uma pessoa. 

1. Descanso profissional, psíquico e físico:

Comumente, o descanso é confundido com sedentarismo – isto é um grande erro. O descanso físico é obtido através de um dia em que se dorme o dia todo, como consequência de um trabalho muito desgastante. 

O cansaço não é mais que uma sensação psicológica de esgotamento mental, e a solução para isto não é a busca pelo sedentarismo absoluto, senão ocupar-se com outras atividades. 

Sair junto da esposa e dos filhos, sem compromissos maiores, através de lugares bonitos da sua própria cidade e aos arredores dela, lugares quem sabe nunca visitados no decorrer do ano, é algo que colabora com o descanso da mente. Sentar-se em um terraço e conversar sobre qualquer coisa é por certo outro descanso ativo, muito diferente do que se faz diante da televisão pela noite. 


É interessante fugir do que consideraríamos como “descanso televisivo” e mesmo do cinema, bem como abandonar a ideia de se deitar em uma praia e nela permanecer por horas e mais horas, as atividades que não exigem concentração alguma, os restaurantes e bares, dormir mais que oito horas diárias – são em suma coisas desnecessárias, bases da ociosidade e da inércia, que está revestida pela desculpa do descanso. 

2. Formação pessoal humana:

Esta é uma atividade fundamental para avaliar se realmente desejamos nos superar enquanto pessoas ou se simplesmente nos limitamos para viver em função da felicidade.

A formação pessoal humana custa certo esforço, pois não é nem um descanso, nem uma diversão no sentido moderno da palavra. Contudo, também não se trata de algo agonizante, tedioso. 

Museus, concertos e exposições devem ser escolhidos de forma criteriosa, pois infelizmente na atualidade existem muitas opções pobres, ética e esteticamente falando. Pesquisando, você haverá de realizar bons programas. 

Ler é essencial, mas procure fugir dos prêmios literários e das ficções que ocupam o topo das vendas anunciadas pelos meios de comunicação, pois, sem generalizar, são geralmente livros superficiais, tanto quanto a moda o é. 


A natureza é sempre a melhor fonte de atividades para a formação pessoal, se soubermos explorá-la bem. Ela nos oferece dois objetivos: A) A própria natureza em sua imensidão estética; B) A formação do esforço, vontade e caráter para alcançá-la e tê-la como espelho. O silêncio, a solidão, a caminhada que busca absorver a beleza e a força da natureza é, sem sombra de dúvidas, um meio de nos distanciar do mundo cotidiano, sendo assim um poderosíssimo descanso psicológico. 

É recomendado também deixar de lado os piqueniques, as viagens de degustação, os lugares nos quais se come dentro do carro, bem como o esforço excessivo pelos exercícios, de tal como que acabe por comprometer a beleza estética da natureza. 

O esporte, desde que não se torne um excesso, uma forma magnífica e absolutamente necessária para que o corpo se dê ao movimento e possa se alongar, quando o trabalho diário não é físico. Para aqueles cujo trabalho for sedentário, a prática de esportes no tempo livre é uma verdadeira necessidade e não apenas um prazer. É preciso também fugir dos esportes da moda, desses em que se faz pela pura questão de convívio com os demais, dos clubes e lugares em geral onde o esporte se limita a uma simples questão de relação social. Pratique esportes com os amigos, mas não o use para fazer amigos, muito menos para negócios. 

3. Dedicação à família e aos mais próximos:

Além dos dois objetivos prévios, existe um foco destinado à família e aos mais próximos. Por família, enquanto nacional-socialista você deve entender não apenas filhos e esposo (a), mas todo um conjunto até mesmo esquecido nos dias atuais, como avós, tios, sobrinhos e familiares em geral. 

A família é como uma comunidade. O amor necessita de tempo, a tranquilidade, por sua vez, de uma relação sem pressas nem angústias – isto é o que forma a base para que se recarregue o teor emocional de uma família. 


Toda atividade que se pode fazer junto dos familiares deve favorecer as atividades coletivas. A tendência atual em se fomentar as atividades individuais é o início da mentalidade destruidora da comunidade. 

Uma relação socialista também consiste em visitar a alguém que necessite de atenção e companhia. 

As relações sociais também são alimentadas pelo sistema. Cuidemos então para que passemos a realizar em nossas férias algo de diferente. Não tem sentido em participar de festas regadas a música alta e lugares noturnos com danças, pois se trata de uma situação pouco recomendada para um nacional-socialista. O sistema busca tornar as férias uma farra noturna constante, onde, ao término, dormimos até o meio-dia. Isto está completamente distante do nosso ideal e do nosso estilo de vida. 

4. Realizar alguma atividade que não pôde ter sido efetuada durante o ano:

As atividades de luta devem ser realizadas o ano todo e a todo momento, porém de forma mais significativa nas suas férias. Está errado quando alguém atribui ao trabalho e às suas ocupações a própria inércia, planejando assim algo a ser feito apenas nas férias, pois não é essa a ideia. Quem não sabe ter tempo para lutar pela comunidade ou pelas idéias é simplesmente um ser sem vontade. 

Sem dúvida alguma, nas férias é possível realizar atividades para as quais não se teve tempo antes, como realizar acampamentos, escrever, preparar publicações, etc. Viagens são boas, mas não em excesso, pois podem comprometer determinadas ações. Também elas, na dosagem certa, facilitam o descanso psicológico, e uma viagem em família é bastante apropriada para isso. 


A questão das férias é grave na época do Natal, quando uma viagem contínua acaba anulando as relações familiares, a vivência de dias voltados à espiritualidade humana, sendo você cristão ou não. Se você viaja nesta época, perde uma oportunidade de ouro de desfrutar do amor de sua família. 

Quando as férias acabam, deve-se fazer um resumo das atividades realizadas, tendo em mente os quatro grandes focos acima mencionados. Sua qualidade de vida e sua personalidade dependem deles. Não há desculpas, pois é no tempo livre que as ações fluem mais facilmente. 

Somente quem é livre é responsável. E você é o responsável pelo seu tempo de férias. Suas obrigações haverão de voltar, mas a decisão do que pode ser feito nas férias é somente sua; e isto será o fator determinante da sua qualidade humana. 

Originalmente retirado de:

- "As férias para um nacional-socialista de hoje" - site PNSB 88

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Ταυτότητα (identidade política) - O Manifesto do Aurora Dourada


Ταυτότητα (identidade política), um exemplo a nós...

O Aurora Dourada é um movimento social e nacionalista com estruturas, princípios e posições. É ativa na vida política do país desde meados dos anos 90, ter participado nas eleições europeias (1994, 2009) e as eleições nacionais (1996, 2009). Em 7 de Novembro de 2010, a Aurora Dourada participou nas eleições municipais. Na recente eleição de 17 de junho de 2012, recebeu 7% e elegeu 18 deputados

O movimento nacionalista social da Aurora Dourada (Golden Dawn) encontra-se na linha da frente da luta contra o memorando do regime pecaminoso das partes que consistem o establishment político que quer matar a nação. Lutamos contra a alteração dos nossos dados demográficos raciais através dos milhões de imigrantes ilegais, bem como a dissolução da sociedade grega promovida por ambos os partidos da coligação da chamada esquerda. Nós propomos uma estratégia nacional para que possamos superar a crise imposta em nosso país. Estamos lutando por uma Grécia que pertence aos gregos.

QUAIS SÃO OS MEIOS DA AURORA DOURADA

1) Eu abraço a terceira maior ideologia da história, aquela que é a mais enraizada na história do meu povo. Oposição tanto ao internacionalismo comunista quanto ao universalismo-liberalismo.

2) Eu abraço a necessidade de um estado fundado e construído com base nesta ideologia que nutre e orienta continuamente nossas vidas, como indivíduos e como sociedade. Um estado que serve constantemente os princípios revolucionários eternos da visão de mundo nacionalista, com o objetivo final de formar uma nova sociedade e um novo tipo de homem.


3) Eu abraço os imperativos morais decorrentes da minha visão de mundo e tem como objetivo uma renovação radical dos valores sociais obsoletos e falsificados. A minha ideologia não está voltada para salvar os interesses econômicos e sociais instalados que levam nações, povos e culturas ao declínio. Então, eu sou um inimigo de todos os poderes que perpetua esta sepse que encontra posição na plutocracia. Este poder é uma ditadura militar-financeira ou uma ditadura parlamentar. Porque esses são os dois lados da mesma moeda, e seu propósito é derrubar a identidade nacional.

4) Estou ciente de que o nacionalismo é a única revolução verdadeira e absoluta porque busca o nascimento de novos valores éticos, espirituais, sociais e mentais. As soluções de direita e esquerda supostamente lutam entre si, mas são apenas um teatro falso de dois sócios que perpetuam a dominação de internacionalistas cosmopolitas, forças anti-nacionais e anti-sociais.


5) Eu acredito que o único estado que serve corretamente o seu papel histórico é o estado social, onde o poder político emana do povo, sem "promotores de festas". O nacionalismo vê as pessoas não só como uma entidade numérica de indivíduos, mas como uma síntese qualitativa de pessoas com o mesmo patrimônio biológico e espiritual, que é a fonte de toda a criação e manifesta o seu poder no estado social. O único estado que pode representar o povo como um todo vivo e orgânico espiritual.

6) Os políticos tanto da direita e quanto esquerda estão mentindo deliberadamente, a democracia significa governo do povo, e, portanto, a sociedade que é formada por pessoas de origem comum (definição de Cidadão em ateniense clássico). O Estado social do nacionalismo é a única democracia direta. O estado e as pessoas são a única realidade e não precisam de autoridade, mas de liderança. As pessoas são a verdadeira soberania e governam a si mesmos através de seu líder. Assim, o Estado social pode cumprir a única igualdade possível (derivado do pensamento de que não é de natural, mas cultural - criação política), a igualdade de oportunidades. Em contraste com a maioria transitória e fugaz de governo parlamentar, a vontade do povo é a lei suprema, e obediência a ela resulta em verdadeira justiça do todo para cada unidade.


7) Eu percebo que no estado social da ideologia nacionalista existe a igualdade final e a igualdade social politicamente estruturada. No Estado social não existe estratificação social com base em classes de renda-econômica. As classes sociais estão colaborando organicamente em grupos de pessoas com diferentes habilidades e competências de produção cada, assim como em um corpo vivo. Os diferentes sistemas contribuem harmonicamente e em plena cooperação para a sua sobrevivência. A solidariedade é a regra do Estado social para as relações entre as classes sócio-orgânicas. As poucas pessoas que assaltam sua relação orgânica com as demais pessoas são os membros da "oligarquia plutocrática" com seu cosmopolitismo e membros dos principais grupos de "partidos bolcheviques da união oligarquia" com seu internacionalismo. As oligarquias do dinheiro e da tirania dos partidos políticos são os mesmos inimigos da Nação e do Povo.

8) Eu sou um inimigo da vasta riqueza de exploração, seja localmente ou internacionalista, e um campeão da pequena propriedade familiar como os "kleros" ou "temenos" de nossos antepassados. O dinheiro é um meio de necessidade, não um princípio que rege a vida ou a finalidade do mesmo. O objetivo final do Estado social é a eliminação do valor falso em camadas de dinheiro e do seu uso controlado como um meio de negociação. O Estado deve ter o controle sobre a propriedade privada de modo que não seja perigoso para a sobrevivência dos povos ou que haja possibilidade de manipulá-los. A economia deve ser planejada para que sirva a política nacional e assegure a auto-suficiência máxima, sem dependência dos mercados internacionais e controle de quaisquer empresas multinacionais.


9) Eu acredito que o estado, o estado social, é a organização política da nação e que a nação existe em si mesma sem ser uma invenção. É um fato espiritual automático que brota da existência das pessoas, é uma realidade que se baseia na existência do Povo. Quer ou não as pessoas percebem a extensão e profundidade da sua existência, a nação é a mais alta entidade espiritual. As pessoas nascem das tribos, os seus tipos e sua existência dá origem à nação como uma manifestação espiritual superior (moral, cultural, religiosa). Derivado do povo, a nação - raça, precisa ser reforçada e desenvolvida através do estado. Pode existir sem um estado, mas estará em constante declínio (Veja a ascensão nacional dos gregos depois de 4 séculos de subjugação e de falta de estado). Então eu entendo que o comunismo internacional e cosmopolitismo liberal estão a minar a nação agitando-se as divisões de classe.

10) Eu acredito na importância da sociedade, toda a comunidade do Povo, não o indivíduo. O indivíduo adquire uma cara e forma a sua forma, é o "Eu" identidade através do "Nós" do total. Os indivíduos não têm importância histórica em oposição aos povos que são condensações do espaço-tempo e de qualidades especiais dos Povos e da Nação. Uma pessoa só pode ser aquele que completa a socialização através de capacidade, com a comunhão harmonioso de valores sociais e individuais. Este tipo superior de pessoa é um novo tipo de pessoa que o nacionalismo procura criar.


11) Eu honrarei e respeitarei a tradição porque consiste de todos os aspectos da beleza e do bem que ocorreu e se revelou na história. Enquanto fundamentada na tradição, busco a nova criação, a evolução incessante.

12) O Estado social do nacionalismo proporciona igualdade social de oportunidades fundamentadas na meritocracia e não ignora a lei da diversidade e da diferença na natureza. Respeitando as diferenças espirituais, étnicas e raciais dos homens podemos construir uma sociedade com leis igualitárias. Estas leis igualitárias são a prova da transgressão moral do nacionalismo e mostram que não há modulação legal para proteger as desigualdades institucionais existentes naturalmente que são uma parte integrante da natureza e da vida. Em contraste com isso, o Estado social-nacional dá a mesma margem de valorização e de vedação para cada elemento diferente de existência. Assim, como um nacionalista, eu lutarei contra todas as formas de políticas destrutivas (relativas a nações, raças, homens), e qualquer desigualdade e oligarquia falsa (dinheiro, partido, perversão).

Sim, nós perdemos a guerra, sim, fomos esmagados pelo inimigo e somos até hoje, perseguidos, caçados como animais, calados e difamados...porém, como disse certo pensador italiano de nome Julius Evola certa vez, o que importa é "permanecer de pé entre as ruínas", isso que nos move. -NT

Aristocracia NASCE da meritocracia, é por isso que eu LUTO CONTRA TODAS AS FORMAS DE OLIGARQUIA!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Dinamarca dá dinheiro e incentivos para pessoas transarem e terem filhos


Transem em prol do país. Esse é o novo lema da Dinamarca, que sonha em aumentar a natalidade e evitar problemas futuros. Para isso, o governo dará dinheiro — isso mesmo, dinheiro — para aqueles que transarem e tiverem filhos.

A campanha faz parte da tentativa de tirar a Dinamarca de um paradoxo enorme: com uma das maiores qualidades de vida do mundo, o país não consegue aumentar a taxa de fertilidade. Isso porque, de acordo com a organização Save The Children, o país é o quarto melhor do mundo para ser mãe.

Mas por que a Dinamarca quer tanto que as pessoas tenham filhos? Simples: economia. O país vive uma crise que assola boa parte dos países europeus, que envolve o envelhecimento da população e, consequentemente, a redução de pessoas economicamente ativas. 

“Se a situação (da baixa taxa de natalidade) não for revertida, nós teremos que incentivar os dinamarqueses a trabalhar por mais tempo, pagar mais impostos ou cortar o serviço de bem estar social. Ou ainda transferir renda para pessoas fora da força de trabalho”, explica o economista Bo Rasmussen, da Universidade de Aarhus.

Para se ter noção de como a crise de natalidade é levada a sério na Dinamarca, desde 2014 as escolas mudaram as aulas de educação sexual. Hoje, ao invés de ensinar prevenção os colégios ensinam a melhor idade para se engravidar. Ainda no ano passado, pesquisa mostrou que um em cada cinco homens não tinha filho aos 50 anos, enquanto uma em cada sete mulheres também não era mãe até a meia idade.

O mal das sociedades modernas atuais de primeiro mundo e isso se reflete especificamente na Europa; mulheres e homens não têm o menor tempo em suas vidas de pensar em ter filhos e constituírem família, é impróprio para o sistema, não é "digestivo", você precisa "bater sua meta para a empresa" antes disso. Enquanto isso, um próprio país necessita de população nativa e quase não mais a possui ou seu número está matematicamente condenado. Não é a primeira vez que leis assim surgem na Europa. -NT

Não a toa, a agência de viagem Spies chegou ao ponto de dar prêmios em dinheiro aos casais que comprovassem ter engravidado durante as férias. Isso tudo somado a incentivos financeiros e sociais do próprio governo. Na Dinamarca, transar dá lucro e ter filho, mais ainda.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Benjamin Freedman, um judeu expondo a judiaria organizada pelo mundo


Benjamin Harrison Freedman [Friedman] foi uma das pessoas mais intrigantes e surpreendentes do século XX. Nascido em 1890, foi um empresário judeu bem-sucedido de Nova Iorque e chegou a ser o principal proprietário da Woodbury Soap Company. Rompeu com a Judiaria organizada após a vitória judaico-comunista de 1945 e gastou o resto de sua vida e grande parte da sua considerável fortuna, avaliada em cerca de 2,5 milhões de dólares, expondo a tirania judaica que envolveu os Estados Unidos.

Mr. Freedman sabia do que falava, porque tinha sido um insider [membro de um grupo com acesso a informação confidencial] nos mais altos níveis de organizações e maquinações judaicas que tinham por objectivo obter poder sobre a nossa nação [EUA]. Mr. Freedman privou de perto com Bernard Baruch, Samuel Untermyer, Woodrow Wilson, Franklin Roosevelt, Joseph Kennedy, John F. Kennedy e muitos dos homens mais poderosos dos nossos tempos.

Este discurso no Willard Hotel, em Washington DC, foi proferido perante uma audiência patriótica, cristã, em 1961, em nome de jornal patriótico do Conde McGinley, "Common Sense" [Senso Comum].

Embora neste discurso improvisado e abrangente, alguns aspectos menores se tenham tornado desactualizados, a mensagem essencial do Sr. Freedman – a sua advertência ao Ocidente - é mais vital do que nunca.

Texto em vídeo: (Link Aqui!)

Transcrição do discurso de Benjamin Harrison Freedman em 1961:

Aqui, nos Estados Unidos, os sionistas e seus correligionários têm o controlo completo do nosso governo. Por muitas razões, muitas e muito complexas para desenvolver aqui, neste momento, os sionistas e seus correligionários governam os Estados Unidos como se fossem os monarcas absolutos deste país. Poder-me-ão dizer que esta é uma afirmação demasiado forte, mas deixem-me mostrar-lhes o que aconteceu enquanto estávamos todos a dormir.

O que aconteceu? A Primeira Guerra Mundial teve início no verão de 1914. Há aqui poucas pessoas da minha idade que se lembram desses tempos. A guerra foi travada por um lado pela Grã-Bretanha, França e Rússia; e por outro lado pela Alemanha, Áustria-Hungria e Turquia.

Potencias internacionais da Europa na Primeira Guerra Mundial (1914 - 1918)

No espaço de dois anos, a Alemanha tinha vencido a guerra: não apenas virtualmente, mas de facto. Os submarinos alemães, que foram uma surpresa para o mundo, tinham varrido todos os comboios de navios do Oceano Atlântico. A Grã-Bretanha ficou sem munições para os seus soldados e apenas com abastecimentos de alimentos para uma semana - e, depois disso, seria a fome. Naquela altura, o exército francês tinha-se amotinado. Os franceses tinham perdido 600 mil homens na flor da juventude na defesa de Verdun no Somme. O exército russo estava a desertar, agarraram nos seus brinquedos e foram para casa. Não queriam continuar a brincar às guerras e não gostavam do Czar. E o exército italiano tinha-se desmoronado.

Nenhum tiro foi disparado em solo alemão. Nem um soldado inimigo tinha cruzado a fronteira da Alemanha. E, no entanto, a Alemanha estava a oferecer termos de paz à Inglaterra. Ofereceram à Inglaterra uma paz negociada a que os advogados chamam uma base «status quo ante». Que significa: "Vamos acabar com a guerra e voltar às condições que existiam antes da guerra começar." A Inglaterra, no verão de 1916, estava a ponderar seriamente esta hipótese. Não tinha escolha. Era aceitar esta paz negociada que a Alemanha magnanimamente lhe oferecia, ou continuar com a guerra e ser absolutamente derrotada.


Enquanto isto estava a acontecer, os sionistas na Alemanha, que representavam os sionistas da Europa de Leste, foram para o Gabinete de Guerra Britânico e - vou ser breve, porque isto é uma longa história, mas eu possuo todos os documentos para provar todas as declarações que aqui faço – e disseram: "Atenção, vocês ainda podem ganhar esta guerra. Não têm de desistir. Não têm de aceitar a paz negociada oferecida pela Alemanha. Vocês podem ganhar esta guerra se os Estados Unidos também entrarem nela como vossos aliados ". Os Estados Unidos não estavam em guerra naquela altura. [Nós, os americanos] estávamos frescos; éramos jovens; éramos ricos; éramos poderosos. [Os sionistas] disseram à Inglaterra: "Garantimos trazer os Estados Unidos para a guerra como vossos aliados para combater ao vosso lado, se prometerem dar-nos a Palestina depois de vencerem a guerra."

Marketing: Soldado americano & francês
Por outras palavras, eles fizeram este acordo: "Vamos trazer os Estados Unidos para a guerra como vosso aliado. O preço que têm de pagar é a Palestina, depois de terem vencido a guerra e derrotado a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Turquia." É preciso notar que a Inglaterra tinha tanto o direito de prometer a Palestina a alguém, como os Estados Unidos teriam o direito de prometer o Japão à Irlanda, por qualquer motivo. É totalmente absurdo que a Grã-Bretanha, que nunca teve qualquer ligação, qualquer interesse ou qualquer direito sobre o que é conhecido como a Palestina, pudesse oferecê-la como moeda de troca para pagar aos sionistas para encaminharem os Estados Unidos para a guerra. Contudo, a Grã-Bretanha fez essa promessa, em Outubro de 1916. E logo a seguir - não sei quantos aqui se lembrarão disto - os Estados Unidos, que eram quase totalmente pró-Alemanha, entraram na guerra como aliados da Grã-Bretanha.

Eu digo que os Estados Unidos era quase totalmente pró-Alemanha, porque os jornais de cá (dos EUA) eram controlados por judeus, os banqueiros eram judeus, todos os meios de comunicação em todo o país foram controlados por judeus; e eles, os judeus, eram pró-Alemanha. Eram pró-Alemanha, porque muitos deles tinham vindo da Alemanha, e também queriam ver a Alemanha derrotar o Czar [da Rússia]. Os judeus não gostavam do Czar, e não queriam que a Rússia ganhasse esta guerra. Estes banqueiros judaico-alemães, como Kuhn Loeb e as outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos recusaram-se a financiar a França ou a Inglaterra. Puseram-se de lado e disseram: "Enquanto a França e a Inglaterra estiverem amarrados à Rússia, nem um centavo". Mas despejaram dinheiro na Alemanha, lutaram ao lado da Alemanha contra a Rússia, tentando derrubar o regime czarista.

Propaganda de Guerra anti-alemã
Agora, esses mesmos judeus, vendo a possibilidade de ficar com a Palestina, foram a Inglaterra e fizeram este acordo. Nessa altura, [nos EUA] tudo mudou, como um semáforo que muda de vermelho para verde. Quando os jornais [nos EUA] tinham sido todos pró-Alemanha, onde foram contando ao povo americano as dificuldades que a Alemanha estava a ter para lutar comercialmente com a Grã-Bretanha e também noutros aspectos, de repente, os alemães deixaram de ser os bons. Passaram a ser vilões. Eram os "Hunos". Estavam a fuzilar enfermeiras da Cruz Vermelha. Estavam a cortar as mãos aos bebés. Não eram bons. Pouco depois, o [Presidente americano] Sr. Wilson declarou guerra à Alemanha.

Os sionistas em Londres tinham enviado cabogramas para os Estados Unidos, para Justice Brandeis [judeu, membro do Supremo Tribunal dos EUA], a dizer "Tente convencer o Presidente Wilson. Nós estamos a obter da Inglaterra aquilo que queremos. Agora o Sr. deverá convencer o Presidente Wilson e fazer com que os Estados Unidos entrem na guerra ". E foi assim que os Estados Unidos entraram na guerra. Nós não tínhamos qualquer interesse em entrar nela.

Não havia absolutamente razão nenhuma para os EUA entrarem na Primeira Guerra Mundial. Fomos conduzidos para – ou, se me for permitida a vulgaridade, fomos sugados para - a guerra de modo a que os sionistas do mundo pudessem ficar com a Palestina. Isto é algo de que o povo dos Estados Unidos nunca foi informado. Eles nunca souberam porque razão foram combater para a Primeira Guerra Mundial.

Depois de entrarmos na guerra, os Sionistas foram à Grã-Bretanha e disseram: "Bem, nós cumprimos a nossa parte do acordo. Vamos colocar por escrito que vocês vão cumprir a vossa parte no negócio e dar-nos a Palestina depois de ganharem a guerra. "Eles não sabiam se a guerra iria durar mais um ano ou mais dez anos. Então começaram a trabalhar no acordo. O acordo tomou a forma de uma carta, que foi redigida em linguagem muito obscura, de maneira a que o mundo em geral não soubesse o que estava a acontecer. Essa carta foi denominada a Declaração de Balfour.

Declaração de Balfour

A Declaração de Balfour foi apenas a promessa da Grã-Bretanha pagar aos sionistas aquilo que tinha sido acordado como contrapartida por os Estados Unidos terem entrado na guerra. Portanto, esta importante Declaração de Balfour, de que tanto se ouve falar, é tão falsa como uma nota de três dólares. Não acho que eu pudesse ser mais enfático do que isto. Não creio que conseguisse ter explicado este facto de forma mais categórica.

Foi aí que todo o problema começou. Os Estados Unidos entraram em guerra. Os Estados Unidos esmagaram a Alemanha. Os Srs. sabem o que aconteceu. Quando a guerra terminou e os alemães foram para Paris para a Conferência de Paz de Paris, em 1919. Estavam lá 117 judeus, com uma delegação que os representava, liderada por Bernard Baruch. Eu estava lá: eu tinha a obrigação de saber. E o que aconteceu? Os judeus, nessa conferência de paz, quando se estava a dividir a Alemanha e a oferecer partes da Europa a todas as nações que reivindicavam o direito a uma determinada parte do território europeu, disseram: "E que tal a Palestina para nós?" E quando eles o anunciaram, os alemães tiveram conhecimento pela primeira vez da Declaração de Balfour. Desta forma, os alemães perceberam pela primeira vez, "Oh, então era este o jogo! Foi por isso que os Estados Unidos entraram na guerra." Os alemães tinham finalmente percebido que tinham sido derrotados, que tinham de pagar inacreditáveis reparações de guerra, porque os sionistas queriam a Palestina e estavam determinados a obtê-la a todo o custo.

Conferencia de paz em Paris (Palácio de Versalhes, 1919)

Isto conduz-nos a outro ponto muito interessante. Quando os alemães perceberam o que acontecera, ficaram naturalmente ressentidos. Até aquela altura, os judeus nunca tinham sido tão bem tratados em qualquer outro país do mundo do que na Alemanha. Tinham o Sr. Rathenau, que era na Alemanha talvez 100 vezes mais importante na indústria e na finança do que Bernard Baruch neste país [EUA]. Tinham o Sr. Balin, que possuía as duas grandes linhas de navios a vapor, a North German Lloyd's e a Hamburg-American. Tinham Mr. Bleichroder, que era o banqueiro da família Hohenzollern. Tinham os Warburgs em Hamburgo, que eram os grandes banqueiros de investimento – os maiores do mundo. Os judeus estavam a dar-se muitíssimo bem na Alemanha. Não há dúvidas sobre isso. E os alemães sentiram: "Bem, isto foi uma traição."

Foi uma traição que poderia ser comparada à seguinte situação hipotética: Suponhamos que os Estados Unidos estavam em guerra com a União Soviética. E que nós [EUA] estávamos a vencer. E então dissemos à União Soviética: "Bem, vamos parar. Oferecemos-vos uma proposta de paz. Vamos esquecer tudo isto..." E, de repente, a China Vermelha entrava na guerra como um aliado da União Soviética. E os chineses ao entrarem na guerra causavam a nossa derrota. Uma derrota esmagadora, com reparações de guerra que a imaginação do homem não pode conceber. Imaginem, agora, que depois da derrota, descobríamos que tinham sido os chineses deste país, os nossos cidadãos chineses, que sempre julgáramos que eram cidadãos leais trabalhando connosco, que nos estavam a vender à União Soviética e que fora através deles que a China Vermelha foi encaminhada para a guerra contra nós. Como nos sentiríamos, então, nos Estados Unidos em relação aos chineses? Julgo que nenhum deles se atreveria a mostrar a cara. Imaginem como é que nós nos iríamos sentir.

Pois bem, foi assim que os alemães se sentiram em relação aos judeus. Os alemães tinham sido tão bom para eles: a partir de 1905, quando a primeira revolução comunista na Rússia falhou, e os judeus tiveram que fugir da Rússia, foram todos para a Alemanha. E a Alemanha deu-lhes refúgio. E foram muito bem tratados. E eles traíram a Alemanha por nenhuma outra razão que não fosse o facto de quererem a Palestina como uma denominada "nação judaica."

No cartoon político é dito ao Czar para parar a opressão aos judeus

E agora, Nahum Sokolow, e todos os grandes líderes e nomes conectados ao sionismo que vocês leram, em 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923, escreveram em todos os seus artigos - e a imprensa estava cheia com as suas declarações - que o sentimento contra os judeus na Alemanha se devia ao facto dos alemães terem percebido que esta grande derrota fora provocada pela intervenção judaica em trazer os Estados Unidos para a Guerra. Os próprios judeus o admitiram. Não é que os alemães, em 1919, tenham descoberto que um copo de sangue judeu sabia melhor do que uma Coca-Cola ou uma Muenschner Beer. Não havia nenhum sentimento religioso. Não havia nenhum sentimento contra essas pessoas simplesmente por causa da sua crença religiosa. Foi tudo político. Foi tudo económico. Foi tudo menos religioso. Ninguém na Alemanha se importava se um judeu ia para casa, baixava as cortinas e rezava o "Israel Shema " ou o "Pai Nosso". Ninguém se importava na Alemanha tal como ninguém se importa nos Estados Unidos. Agora, o sentimento que se desenvolveu mais tarde na Alemanha deveu-se a uma coisa: os alemães consideraram os judeus responsáveis pela sua esmagadora derrota na Guerra.

E a Primeira Guerra Mundial foi iniciada contra a Alemanha por nenhum motivo pelo qual a Alemanha pudesse ser considerada responsável. Os alemães não eram culpados de nada. Só de serem bem-sucedidos. Eles construíram uma grande marinha. Eles fundaram um comércio mundial. Devem lembrar-se que a Alemanha na época da Revolução Francesa era constituída por 300 pequenas cidades-estados, principados, ducados, e assim por diante. Trezentas pequenas entidades políticas separadas. E durante esse tempo, entre os tempos de Napoleão e Bismarck, os alemães consolidaram-se num estado. E em 50 anos tornou-se uma das grandes potências do mundo. A sua marinha estava a rivalizar com a Grã-Bretanha, estavam a negociar em todo o mundo, podiam competir com todos, podiam fabricar melhores produtos. O que é aconteceu em resultado disso?

Houve uma conspiração entre a Inglaterra, a França e a Rússia para subjugar a Alemanha. Não há um historiador no mundo que possa encontrar uma razão válida para esses três países terem decidido varrer a Alemanha para fora do mapa político.

O desmembramento do Império Austro-Húngaro e da Alemanha

Quando a Alemanha percebeu que os judeus tinham sido responsáveis pela sua derrota, naturalmente ressentiram-se. Mas não tocaram nem num fio de cabelo de um judeu. O Professor Tansill, da Universidade de Georgetown, que teve acesso a todos os documentos secretos do Departamento de Estado [Americano], escreveu no seu livro, e citou um documento do Departamento de Estado escrito por Hugo Schoenfelt, um judeu que Cordell Hull enviou para a Europa em 1933 para investigar a chamados campos de prisioneiros políticos, que reportou que tinha encontrado os prisioneiros em muito bom estado. Estavam em excelente forma e eram todos bem tratados. E os campos estavam cheios de comunistas. Bom, muitos deles eram judeus, porque os judeus constituíam cerca de 98 por cento dos comunistas na Europa naquela época. E havia lá alguns sacerdotes, e ministros e líderes trabalhistas, e Maçons e outros que tiveram afiliações internacionais.

É necessário compreender o pano de fundo daquela altura: Em 1918-1919 os comunistas tomaram o poder na Baviera por alguns dias. Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht e um grupo de outros judeus tomaram conta do governo durante três dias. Na verdade, quando terminou a guerra, o Kaiser fugiu para a Holanda porque achava que os comunistas iam tomar conta da Alemanha tal como fizeram na Rússia e que ele iria ter o mesmo destino que o Czar. Assim, fugiu para a Holanda por uma questão de segurança. Depois da ameaça comunista na Alemanha ter sido anulada, os judeus ainda estavam a esforçar-se para tentar voltar ao seu status anterior, e os alemães combateram-nos de todas as formas que puderam mas sem lhes tocar com um dedo. Os alemães combateram-nos da mesma forma que, neste país, os proibicionistas lutaram contra alguém que estivesse interessado em álcool. Eles não os combatiam com armas. Bem, era dessa maneira que os alemães lutavam contra os judeus na Alemanha. E, nessa altura, reparem, havia 80 a 90 milhões de alemães e apenas 460 mil judeus na Alemanha. Cerca de metade de um por cento da população da Alemanha [0,5%] eram judeus. E, mesmo assim, os judeus controlavam toda a imprensa e controlavam a maior parte da economia, porque obtinham dinheiro com baixas taxas de juro e quando o marco foi desvalorizado compraram praticamente tudo.

Os judeus tentaram manter este facto em segredo. Eles não queriam que o mundo percebesse que tinham traído a Alemanha e que os alemães se ressentiam disso.

Os alemães tomaram medidas adequadas contra os judeus. Eles discriminaram-nos de todas as formas possíveis. Evitavam-nos. Da mesma forma que nós evitaríamos os chineses, os negros, os católicos ou qualquer um neste país que nos traísse com um inimigo e tivesse provocado a nossa derrota.

Passado algum tempo, os judeus do mundo convocaram uma reunião em Amsterdão. Judeus de todos os países do mundo participaram nessa reunião em Julho de 1933. E disseram à Alemanha: "Vocês correm com o Hitler, fazem regressar todos os judeus à sua antiga posição, mesmo que sejam comunistas ou outra coisa qualquer. Não nos podem tratar assim. E nós, os judeus do mundo, estamos a fazer-vos um ultimato." Os Srs. podem imaginar a resposta alemã. Então, o que é que os judeus fizeram?

Em 1933, quando a Alemanha se recusou a acatar as exigências expressas na conferência mundial de judeus em Amsterdão, a conferência terminou e o Sr. Samuel Untermyer, que era o chefe da delegação americana e o presidente da conferência, veio para os Estados Unidos e foi directamente do navio para os estúdios da Columbia Broadcasting System, onde fez uma transmissão de rádio dirigida a todos os Estados Unidos, em que de facto afirmou: "Os judeus do mundo declaram agora uma guerra santa contra a Alemanha. Estamos agora empenhados num conflito sagrado contra os alemães. E vamos obriga-los a renderem-se pela fome. Vamos criar um boicote mundial contra eles. Isso irá destruí-los porque eles estão dependentes das suas exportações. "

Judeia declara guerra a Alemanha, a capa do jornal Daily Express de 24 de Março de 1933

E é um facto que dois terços do abastecimento de alimentos da Alemanha tinham de ser importados, e que só podiam ser importados com os rendimentos daquilo que exportavam. Portanto, se a Alemanha não podia exportar, dois terços da população alemã iria passar fome. Muito simplesmente, não havia comida suficiente para mais de um terço da população.

Nesta declaração, que eu tenho aqui comigo, e que foi impressa no New York Times a 7 de Agosto de 1933, o Sr. Samuel Untermyer declarou claramente que "este boicote económico é o nosso meio de autodefesa. O Presidente Roosevelt tem defendido o seu uso na Administração de Recuperação Nacional [National Recovery Administration]", de que alguns de vocês se devem lembrar, e que ordenava o boicote a todos os que não seguissem as regras estabelecidas pelo New Deal, e que foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal daquele tempo. No entanto, os judeus do mundo declararam um boicote contra a Alemanha, e este foi tão eficaz que era impossível encontrar qualquer coisa, em qualquer loja, em qualquer lugar do mundo com as palavras "made in Germany".

De facto, um executivo da empresa Woolworth disse-me que tiveram de deitar para o lixo milhões de dólares de louças e pratos; que suas lojas eram boicotadas se alguém entrava e encontrava um prato com a marca "made in Germany", as lojas eram marcadas com placas a dizer "Hitler", "assassino", e assim por diante, algo como esses protestos que estão a ocorrer no Sul. Numa loja pertencente à cadeia R. H. Macy, que era controlada por uma família chamada Strauss que também era judia, uma mulher encontrou lá meias que vieram de Chemnitz, marcadas "made in Germany". Bom, eram meias de algodão e já lá deviam estar há 20 anos, já que eu tenho vindo a observar as pernas das mulheres há muitos anos e há muito tempo que eu não as vejo usar meias de algodão. Vi Macy a ser boicotado, com centenas de pessoas andando por aí com placas a dizer "assassinos", "hitleristas", e por aí fora. Até àquela altura ninguém tinha tocado com um dedo num judeu na Alemanha. Não havia sofrimento, não havia fome, não houve assassínios, não houve nada.

Boicote aos produtos alemães, nos E.U.A e Inglaterra

Naturalmente, os alemães disseram: "Quem são estas pessoas para declarar um boicote contra nós, pôr todas as nossas pessoas no desemprego, e colocar as nossas indústrias em dificuldades? Quem são eles para fazer isso connosco?" Estavam naturalmente ressentidos. E começaram a pintar suásticas nas lojas pertencentes a judeus. Porque é que um alemão haveria de entrar numa dessas lojas e dar o seu dinheiro a um comerciante que fazia parte de um boicote que pretendia que a Alemanha se submetesse aos judeus do mundo, que queriam ditar quem deveria ser o Primeiro-ministro ou o chanceler alemão? Bom, foi ridículo.

O boicote ainda continuou durante algum tempo, mas foi só em 1938, quando um jovem judeu da Polónia entrou na embaixada alemã em Paris e matou a tiro um oficial alemão, que os alemães realmente começaram a tornar-se mais duros com os judeus na Alemanha. E começaram a partir janelas das lojas judias e a agredir judeus nas ruas e por aí fora.

Eu não gosto de usar a palavra "anti-semitismo", porque é uma palavra sem sentido, mas para vocês isso ainda significa alguma coisa e eu vou ter que usá-la. A única razão porque havia algum ressentimento na Alemanha contra os judeus era por os considerarem os responsáveis pela Primeira Guerra Mundial e por este boicote mundial. Em última análise, eles [os judeus] também foram responsáveis pela II Guerra Mundial, porque depois as coisas descontrolaram-se e tornou-se absolutamente necessário aos judeus e à Alemanha enfrentarem-se numa guerra para ver qual deles iria sobreviver. Nesse meio tempo, eu vivi na Alemanha e sabia que os alemães tinham decidido que a Europa ou ia ser cristã ou comunista: não havia outra possibilidade. E os alemães decidiram que iam, se possível, mantê-la cristã. E começaram a rearmar-se.


Boicote aos produtos do comércio judeu na Alemanha, promovido pela S.A do NSDAP

Em Novembro de 1933 os Estados Unidos reconheceram a União Soviética. A União Soviética estava a tornar-se muito poderosa e a Alemanha percebeu que "Também viremos a ser um país comunista a menos que sejamos fortes." O mesmo que nós, neste país [EUA], estamos a dizer hoje: "Também viremos a ser um país comunista em breve a menos que sejamos fortes." O nosso governo está gastar 83 ou 84 mil milhões de dólares na defesa. E defesa contra quem? Defesa contra 40.000 pequenos judeus em Moscovo que tomaram conta da Rússia e que, em seguida, por caminhos tortuosos, assumiram o controlo de muitos outros países do mundo.

Para este país [EUA] estar agora à beira de uma Terceira Guerra Mundial, da qual não podemos sair vencedores, é algo que abala a minha imaginação. Eu sei que as bombas nucleares são medidas em termos de megatons. Um megaton é um termo usado para descrever um milhão de toneladas de TNT. As nossas bombas nucleares tinham uma capacidade de 10 megatons, ou 10 milhões de toneladas de TNT, quando foram inicialmente desenvolvidas. Hoje, as bombas nucleares que estão a ser desenvolvidas têm uma capacidade de 200 megatons, e Deus sabe quantos megatons as bombas nucleares da União Soviética terão.

O que enfrentamos agora? Se desencadearmos uma guerra mundial que pode evoluir para uma guerra nuclear, a humanidade desaparecerá. Porque é que uma guerra dessas há-de ter lugar?

Bomba atômica (Testes no oceano pacífico)

Os judeus do mundo, os sionistas e seus correligionários em todo o lado, estão determinados a usar novamente os Estados Unidos para os ajudar a manter permanentemente a Palestina como a sua base para o seu governo mundial. Isto é tão verdadeiro como eu estar aqui. Não apenas li sobre isso, mas muitos dos que aqui estão também leram, e é sabido em todo o mundo.

O que é que vamos fazer? A vida que vocês salvarem pode ser a do vosso filho. Os vossos rapazes podem estar a caminho dessa guerra esta noite; e vocês não sabem disso tal como não sabiam que em 1916, em Londres, os sionistas tinham feito um acordo com o Gabinete de Guerra britânico para enviar os vossos filhos para a guerra na Europa. Vocês sabiam naquela altura? Ninguém nos Estados Unidos sabia. Não vos foi permitido saber. Quem é que sabia? O Presidente Wilson sabia. O coronel House sabia. Outros insiders [pessoas com acesso a informações privilegiadas] sabiam.

Se eu sabia? Eu tinha uma razoável ideia do que estava a acontecer: Eu era o elo de ligação de Henry Morgenthau na campanha de 1912, quando o presidente Wilson foi eleito, e falava-se sobre isso. Eu era o "homem de confiança" de Henry Morgenthau, que foi presidente do comité das finanças, e eu era o elo de ligação entre ele e Rollo Wells, o tesoureiro. Portanto, eu sentava-me nessas reuniões com o presidente Wilson à cabeceira da mesa e todos os outros, e ouvia-os martelar no cérebro do presidente Wilson o imposto de rendimento e aquilo que se veio a tornar na Reserva Federal [Banco Central Americano], e ouvia-os a doutriná-lo [ao Presidente] sobre o movimento sionista.

Justice Brandeis e o Presidente Wilson eram tão chegados como os dedos de uma mão. O Presidente Woodrow Wilson era tão incapaz quando se tratava de perceber o que estava a acontecer como um bebé recém-nascido. Foi assim que eles nos arrastaram para a Primeira Guerra Mundial, enquanto estávamos todos a dormir. Enviaram os nossos rapazes para lá para serem abatidos. E para quê? Para que os judeus pudessem ter a Palestina como a sua "comunidade política". Enganaram-vos de tal forma que vocês não conseguiram perceber nada.

Hoje, qualquer juiz, quando fala com um júri, diz: "Senhores, se houver alguma testemunha que considerem ter dito uma única mentira, devem ignorar todo o seu testemunho." Eu não sei de que Estado vêm, mas no estado de Nova Iorque, é esta a forma como um juiz aborda um júri. Se a testemunha contou uma mentira, a ordem é ignorar o seu testemunho.

Em branco, o Estado artificial de Israel, em verde, as terras palestinas, o "verdadeiro Apartheid", propriamente dito

Qual é a verdade sobre os judeus? (Ao dirigir-me a vós eu chamo-os judeus, porque eles são conhecidos como judeus. Eu não os considero Judeus. Refiro-me a eles como os chamados judeus, porque eu sei o que são.) Os judeus da Europa Oriental, que formam 92 por cento da população do mundo dessas pessoas que se dizem judias, eram originalmente khazares. Eram uma tribo guerreira que vivia no centro da Ásia. E eram de tal forma belicosos guerreiros que até os asiáticos correram com eles da Ásia para a Europa Oriental. Aqui montaram um grande reino Khazar de 800.000 quilómetros quadrados. Na época, a Rússia não existia, nem muitos outros países europeus. O reino Khazar foi o maior país de toda a Europa - tão grande e tão poderoso que, quando os outros monarcas queriam ir para a guerra, os khazares emprestavam-lhes 40.000 soldados. Para que se veja como eram grandes e poderosos.

Os khazares eram adoradores fálicos (relativo a órgãos sexuais masculinos), que é uma coisa suja e não quero agora entrar em detalhes sobre isso. Mas era essa a sua religião, como também era a religião de muitos outros pagãos e bárbaros noutras partes do mundo. O rei Khazar ficou tão enojado com a degeneração do seu reino que decidiu adoptar uma denominada fé monoteísta - ou Cristianismo, ou Islamismo, ou o que é hoje conhecido como judaísmo, e que é na realidade Talmudismo. “Atirou uma moeda ao ar” e escolheu o denominado judaísmo. E esta tornou-se a religião do Estado.

O rei Khazar criou as escolas talmúdicas de Pumbedita e Sura e mandou vir milhares de rabinos, abriu sinagogas e escolas, e o seu povo tornou-se aquilo a que chamamos Judeus. Nenhum deles tinha um antepassado sequer que alguma vez tivesse posto os pés na Terra Santa. Não só na história do Antigo Testamento nem no início dos tempos. Nenhum deles! E mesmo assim vêm ter com os cristãos e pedem-nos para apoiar as suas insurreições armadas na Palestina, dizendo: "Querem ajudar a repatriar o Povo Eleito de Deus à Terra Prometida, ao seu lar ancestral, não é verdade? É o vosso dever cristão. Demos-vos um dos nossos meninos como o vosso Senhor e Salvador [Cristo]. Agora vão à igreja ao domingo, e ajoelham-se e adoram um Judeu, e nós somos Judeus".

Em laranja, o território do Cazaquistão

Mas são khazares pagãos que foram convertidos da mesma forma como os irlandeses foram convertidos (ao cristianismo). É tão ridículo considerá-los "as pessoas da Terra Santa", como seria considerar os 54 milhões de chineses muçulmanos como "árabes". Mohammed só morreu em 620 dC, e, desde então, 54 milhões de chineses já aceitaram o Islão como a sua crença religiosa. Agora imaginem, na China, a 2.000 milhas de distância da Arábia, de Meca e do local de nascimento de Mohammed. Imaginem se os 54 milhões de chineses decidissem chamar-se a si próprios "árabes". Vocês diriam que eles eram loucos. Quem quer que acreditasse que esses 54 milhões de chineses são árabes deve estar louco. Tudo o que fizeram foi adoptar como fé religiosa uma crença que teve a sua origem em Meca, na Arábia. O mesmo se passou com os irlandeses. Quando os irlandeses se tornaram cristãos, ninguém os atirou ao mar e importou da Terra Santa um novo grupo de habitantes. Eles não se tinham tornado num povo diferente. Eram as mesmas pessoas, mas aceitaram o cristianismo como uma fé religiosa.

Estes khazares, estes pagãos, esses asiáticos, estes turco-finlandeses, eram uma raça mongolóide que foi forçada a sair da Ásia para a Europa Oriental. E porque o seu rei abraçou a fé talmúdica, o povo khazar teve de fazer o mesmo. Da mesma forma que em Espanha: se o rei era católico, toda a gente tinha de ser católica. Se não, tinha de sair de Espanha. Desta forma, os khazares tornaram-se no que hoje chamamos judeus. Agora imaginem a parvoíce que seria os grandes países cristãos do mundo dizer: "Vamos usar o nosso poder e prestígio para repatriar o Povo Escolhido de Deus à sua pátria ancestral, à sua Terra Prometida." Poderia haver uma mentira maior que esta? Como os judeus controlam os jornais, as revistas, o rádio, a televisão, o negócio de publicação de livros, e porque eles têm os ministros e os políticos nos púlpitos a repetir a mesma coisa, não é muito surpreendente que acreditem nessa mentira. As pessoas acreditariam que o preto é branco, se ouvirem isso muitas vezes. E ninguém poderia culpá-las.

Esta é uma das grandes mentiras da história. É o alicerce de toda a miséria que se abateu sobre o mundo.

Sabem o que é que os judeus fazem no Dia da Expiação [Day of Atonement - também conhecido por Yom Kippur – o dia mais sagrado dos judeus], que vocês acham que é tão sagrado para eles? Eu fui um deles. Isto não é um boato. Não estou aqui para ser um agitador. Estou aqui para vos dar factos. Quando, no Dia da Expiação, entram numa sinagoga, levantam-se para a primeira oração que recitam. É a única oração para a qual se levantam. Repetem três vezes uma breve oração chamado Kol Nidre. Nessa oração, fazem um acordo com o Deus Todo-Poderoso em que qualquer juramento, voto ou promessa de que fizer durante os próximos doze meses será nulo e sem efeito. O juramento não será um juramento; o voto não será um voto; a promessa não será uma promessa. Não terá força ou efeito. E mais ainda, o Talmude ensina que sempre que fizer um juramento, voto ou promessa, deve-se lembrar da oração Kol Nidre que recitou no Dia da Expiação, e estarão isentos de cumpri-lo. Até onde é que as pessoas podem depender da lealdade [dos judeus]? Podem depender tanto da sua lealdade, como os alemães dependeram dela em 1916.

E nós vamos sofrer o mesmo destino que a Alemanha sofreu, e pelo mesmo motivo.

Yahwe e seu mundo dos judeus

Fonte: Mito & Realidade

Sobre o autor: 


Benjamin Harrison Freedman  (Nova Iorque, 4 de outubro de 1890 – Maio de 1984) foi um empresário judeu americano radicado em Nova Iorque. Freedman ficou conhecido por sua oratória e como escritor, do que se valia a mostrar sua visão política anti sionista e anticomunista. Era um judeu asquenaze e converteu-se ao cristianismo.

Freedman participou da campanha presidencial de Bernard Baruch ante o candidato Woodrow Wilson. Foi sócio ao lado de Samuel D. Leidesdorf na companhia John H. Woodbury e no laboratório John H. Woodbury Laboratories, um instituto dermatológico e uma companhia derivada da antiga Woodbury Soap Company. Declarou que a Declaração de Balfour resultou de uma conspiração sionista.

Em 1946, foi saiu do Comitê Judeu-estadunidense por difamação e em 1948 saiu da "Anti-Nazi League" (Liga anti-Nazi) por difamações contra sua pessoa.

Contribuiu com apoio monetários ao Conde McGinley, editor do jornal Common Sense (Sentido Comum), de clara postura anti-semita. Em 1955, o rabino Joachim Prinz (1902-1988) (mais tarde, presidente do congresso judeu-estadunidense), expulsou a McGinley por ter chamado ao primeiro de "rabino comunista", julgamento cujo Freedman assistiu em condição de testemunha. Com o passar dos anos, Freedman produziu muitos panfletos, em que denunciava os males do sionismo e do comunismo.

O New York Times denunciou uma reunião celebrada na Henry George School onde Freedman falou sobre "O princípio das tensões do oriente-médio". Muitas foram as reuniões sobre isso nas que participou Benjamin Freedman. Na década de los 70, seguia politicamente ativo a pesar de já passar dos 85 anos de idade. Em Abril de 1984, Benjamin Freedman morre aos seus 94 anos.
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