domingo, 28 de junho de 2015

Como Hitler se livrou da escravidão dos juros

Por Ralf Engel

Este artigo esclarece de forma compreensível, porque uma guerra foi declarada contra o Reich alemão há 76 anos! (1) Podemos entender também que a guerra e o extermínio não foram direcionados exatamente contra o Nacional-Socialismo – o povo alemão conseguiu sair do lodo graças à própria coragem, espírito e vontade de trabalhar. Os nacional-socialistas mostraram apenas a direção e criaram as pré-condições do milagre que se manteve até a eclosão da guerra.

O autor deste artigo escreve:

“Promover uma discussão sobre a Segunda Guerra Mundial e a Alemanha de Hitler, sem mexer com os sentimentos das pessoas, é uma tarefa difícil.”

Nós queremos tratar deste assunto de forma sóbria. Alguma vez foi reportado algo de positivo sobre o período de 1933 e 1945? Já foi reportado que o governo do chanceler Adolf Hitler construiu mais de 1,5 milhões de moradias, financiou mais de 500.000 propriedades agrícolas de pequeno e médio porte, para que as pessoas – não, mas sim o povo – tivesse um teto razoável sobre as cabeças, ou não precisassem mais passar fome, porque o setor agrícola até aquele momento não produzia mais nada, ele estava prostrado ao chão (vejam hoje em dia!). Sim, a casta política da RFA (República Federal da Alemanha) e da UE (União Europeia) financiam hoje o não-plantio dos campos. Eles almejam monoculturas – por exemplo, canola (colza) para biodiesel, beterraba para biogás etc etc – e com isso acabam com o solo, deixando-os desgastados, desvalorizados e arrasados. Milho transgênico e outras frutas manipuladas geneticamente passam a ter o objetivo adicional de matar os insetos, pois estes garantem a polinização.

Uma discussão com fatos reais, sem precisar distorcê-los, ou sem entrar nos meandros dos crimes de guerra de todos os participantes da guerra, o povo alemão não precisa recear tal discussão! Nem os alemães nem o governo daquele período queria uma guerra. Nem a primeira nem a segunda guerra mundial. Não há mais dúvida alguma de que uma conspiração judaica contribuiu em grande escala para a eclosão da guerra, mas também os interesses geopolíticos da Inglaterra, França, a União Soviética de Stalin e também por parte dos EUA. Viu-se que a coisa estava indo para o brejo – imitadores são indesejáveis!

Projetando estes acontecimentos para os dias de hoje, nós estamos no ano de 1922. ESM nada mais é que um banco privado. Ninguém é responsável, imunidade absoluta para todos. É uma coisa lógica negar tudo que esteja relacionado com o governo de Hitler. Alguém poderia ter a ideia de perguntar como a Alemanha da época conseguiu se recuperar – após ter mais de 6 milhões de mortos pela fome. Ou seja, amplifica-se a indústria do “holocausto”, que claramente ainda não existia no final da década de 70!

E sendo assim, todo mundo se desculpa ao iniciar um debate sobre a Alemanha daquela época. Aqui o autor explica as relações com esmero e pode se dar ao luxo de não se desculpar, pois isso iria anular o efeito de suas pesquisas! E mesmo assim, obrigado!

Como o chanceler Adolf Hitler conquistou a independência da escravidão internacional pelos juros

Entrar em uma discussão sobre o tema “Segunda Guerra Mundial” e a “Alemanha de Hitler”, sem mexer com os sentimentos das pessoas é uma tarefa difícil. E compreensível. Nós rejeitamos aqui qualquer forma de violência. Nós não apoiamos a política da guerra ou o extermínio dos povos. Nós nos distanciamos da política do capitalismo, comunismo assim como do fanatismo.

O texto a seguir almeja esclarecer de onde vem a real ameaça de nossa civilização.

Um oficial alemão mutilado da Primeira Guerra Mundial pede esmola em uma rua da Alemanha. Essa situação vivida pela Alemanha pós guerra tornou-se muito comum

Nós não podemos confirmar com segurança, que exista uma conspiração mundial de fé judaica com o objetivo de conquistar o mundo. Todavia sabemos que existe uma conspiração levada avante por grandes bancos e instituições financeiras, assim como indústrias multinacionais, que trabalham para controlar todo o planeta (maçonaria, grupo Bilderberg).

“A história é escrita pelos vencedores” – Winston Churchill

Existem muitas provas documentais de que Wall Street e banqueiros judeus estavam dispostos a financiar Hitler, em todo caso no começo da guerra, por um lado devido ao fato dela torna-los mais ricos, por outro lado para poder controlar Stalin. Mas quando a Alemanha se libertou das garras destes banqueiros cobiçosos e criminosos, justamente estes banqueiros (grandes bancos, bancos centrais e particulares, a maioria nas mãos de judeus) declararam guerra contra a Alemanha.

Se nós analisarmos todos os fatos, então a alegação de que os judeus teriam financiado Hitler, torna-se irrelevante. A advogada Ellen Brown, de Los Angeles, discute este tema em seu livro “Web of Debt” (Rede de dívidas).

Da esquerda para a direita, o primeiro-ministro britânico, Lloyd George, o ministro de Assuntos Exteriores italiano, Giorgio Sonnino, o chefe do governo francês, Georges Clemenceau, e o presidente dos Estados Unidos, Thomas Woodrow Wilson.

Quando Hitler subiu ao poder, a Alemanha estava totalmente falida. O Tratado de Versalhes tinha sido imposto e os pagamentos das reparações de guerra tiveram consequências destrutivas para o povo alemão, indenizações estas que deveriam ser pagas pelos alemães a todas as nações aliadas. Estes custos atingiram o patamar de três vezes o valor de todos os imóveis na Alemanha. Especuladores particulares provocavam ainda a queda do valor da moeda Reichsmark, motivo de uma das piores crises inflacionárias incontroláveis na era moderna. Um carrinho de mão com 100 bilhões de Reichsmark, em notas, não era suficiente para pagar um pãozinho. A caixa do Estado estava vazia. Inúmeras casas e propriedades agrícolas, assim como várias fábricas, foram desapropriadas pelos especuladores e bancos particulares. Os alemães viviam casebres e se empobreciam. Eles começaram a passar fome. Alie-se a tudo isso, a invasão das tropas francesas e holandesas, com o objetivo de roubar tudo que não estivesse pregado.

Tratado de Versalhes: conjunto de imposições que massacraram a Alemanha no pós-Primeira Guerra.

Nunca aconteceu algo tão dramático assim, a destruição total da moeda nacional, assim como a pulverização das poupanças. E adiciona-se a isso tudo, ainda a crise financeira mundial partindo dos EUA, que causou uma depressão global. A Alemanha não tinha outra escolha a não ser se submeter à escravidão das dívidas junto aos banqueiros internacionais, o que durou até 1933, quando os nacional-socialistas chegaram ao poder e tudo mudou.

A partir deste ponto, a Alemanha frustrou as atividades criminosas dos bancos e cartéis internacionais, assim como dos aliados, através da emissão da própria moeda pelo governo ao invés de bancos particulares.

A judiaria mundial reagiu convocando um boicote global contra a Alemanha.

Hitler começou com um programa nacional de crédito através da elaboração de um plano de trabalho público como, por exemplo, proteção contra as enchentes, reformas em prédios públicos e casas particulares, construção de estradas, pontes, canalizações e instalações portuárias. Tudo isso foi pago, desta vez, com dinheiro que não provinha dos criminosos banqueiros internacionais e suas altas taxas de juros.


O Boicote Econômico de 1933

Os custos previstos dos diferentes programas foram fixados em um bilhão de unidades monetárias do país. E para cobrir estes custos, o governo alemão (não os banqueiros internacionais) utilizou letras de câmbio assim como certificados de trabalho e títulos. Desta forma, os nacional-socialistas criaram trabalho para milhões de pessoas, e pagaram-nas com os novos títulos. Sob o regime nacional-socialistas, o dinheiro não estava coberto pelo ouro (este estava nas mãos dos banqueiros internacionais e outros pilantras). Este dinheiro tratava-se na sua essência de um recibo dos produtos e serviços prestados e fornecidos ao governo.

Hitler disse:

“Para cada marco em circulação, nós temos que disponibilizar a contrapartida na forma de serviços e/ou produtos”.

Desta forma, o governo pagava os trabalhadores com estes novos certificados. Os trabalhadores, por sua vez, trocavam estes certificados contra outros produtos e serviços, onde então novos postos de trabalho eram criados.

Desta forma, o povo alemão se libertou do peso da divida que lhe foi imposta pelos bandos criminosos e corruptos do estrangeiro.

Dentro de dois anos, o problema do desemprego foi resolvido, e a Alemanha ficou de pé novamente. Havia uma moeda sólida e estável; não havia mais dívidas e inflação, e isto numa época onde milhões de pessoas nos EUA e outros países ocidentais (controlados pelos banqueiros apátridas) ainda estavam desempregadas e à beira do abismo. Dentro de cinco anos, a Alemanha se transformou da nação mais pobre para a mais rica da Europa. A Alemanha conseguiu até retomar o comércio exterior, e isso apesar da rejeição de crédito por parte dos banqueiros internacionais, e apesar do boicote a nível mundial das indústrias judaicas. A Alemanha conseguiu isso através da troca direta de bens de consumo com outros países, ou seja, uma espécie de escambo que evitava os banqueiros criminosos. A Alemanha florescia, pois o comércio de troca eliminou o endividamento do Estado assim como o déficit na balança comercial. (A Venezuela faz o mesmo, trocando petróleo por matérias-primas assim como ajuda médica e assim por diante. Agora entendemos porque os banqueiros pressionam o país).

A liberdade econômica da Alemanha foi breve, mas ela deixou muitos monumentos, dentre eles as famosas autoestradas alemãs, a primeira rede ampla de ligações viárias do mundo desta natureza.

Hjalmar Schacht, um conhecido agente dos Rothschild, que comandava pela segunda vez o banco central alemão, resumiu assim… Um banqueiro norte-americano comentou a ele:

“Dr. Schacht, você deve vir para a América. Nós temos muito dinheiro e isso é um verdadeiro Banking (negócio bancário).”

Schacht respondeu:

“Você deve vir a Berlim. Nós não temos dinheiro. Isso sim é um verdadeiro Banking.”

O agente Rothschild Schacht apoiou de fato os banqueiros internacionais privados em sua cruzada contra a Alemanha, e foi recompensado no final da guerra ao ser inocentado de todos os pontos da acusação no processo de Nuremberg.

Ao alcançar esta nova liberdade econômica, Hitler tornou-se bastante querido pelo povo alemão. A Alemanha foi libertada na teoria econômica inglesa, teoria esta que prevê que todas as moedas devem ser emprestadas contra o ouro em posse do banco, ou seja, emprestadas por cartéis de bancos privados e secretos – como o Federal Reserve Bank nos EUA ou o Banco Central Europeu – ao invés de ser emitido pelo governo em prol do bem estar do povo.

O pesquisador canadense Dr. Henry Makow (de fé mosaica), disse que o principal motivo para que os banqueiros fossem a favor de uma guerra mundial contra a Alemanha, era que Hitler evitava os banqueiros à medida que imprimia seu próprio dinheiro, e com isso alcançava a liberdade do povo alemão. Pior ainda, os bancos se sentiam ameaçados, pois esta liberdade e bem-estar poderia se disseminar para outros países. Tornou-se imperativo parar Hitler!

Aqui segue uma citação de Makow extraída do interrogatório de C. G. Rakowski, fundador do bolchevismo soviético e amigo íntimo de Trotski: Rakowski foi levado aos tribunais em um processo teatral na União Soviética sob Stalin. Segundo Rakowski, Hitler teria sido primeiramente financiado pelos banqueiros internacionais, através do agente Hjalmar Schacht. Os banqueiros financiaram Hitler para controlar Stalin, que por sua vez tomou o poder com ajuda do agente Trotski. Então Hitler tornou-se uma ameaça maior do que Stalin, quando ele começou a imprimir seu próprio dinheiro. (Stalin chegou ao poder em 1922, 11 anos antes da tomada de poder por Hitler).

Rakowski disse:

“Hitler conquistou o privilégio de criar o dinheiro, e não na forma de papel moeda, mas também na forma de produtos financeiros. Ele tomou das mãos dos bancos particulares e das instituições financeiras o diabólico mecanismo de falsificação de dinheiro e o colocou nas mãos do povo alemão para seu bem-estar. Você podem imaginar o que aconteceria se uma série de outros países fossem infectados por isso?” (Henry Makow, “Hitler não queria a guerra”, 21 de março de 2004).

Henry C. K. Liu, economista, escreveu sobre esta sensacional mudança na Alemanha:

“Os nazistas chegaram ao poder em 1933, quando a economia alemã tinha entrado completamente em colapso, com obrigações reparatórias ruinosas da Primeira Guerra Mundial e sem perspectivas de investimentos estrangeiros ou crédito. Através de uma política monetária independente de crédito soberano (crédito que era concedido pelo Estado, todavia não financiados de antemão por bancos privados, mas sim pelo próprio capital estatal) e um programa público de plena ocupação, o Terceiro Reich esteve na condição de transformar uma Alemanha falida e cujas colônias haviam sido roubadas, na mais forte economia na Europa dentro de quatro anos, e isso antes de iniciar o rearmamento alemão.” (Henry CK Liu, ‘Nacional-Socialismo e o milagre econômico alemão’, Asia Times – 24/05/2005).

No livro “Bilhões para os bancos, dívidas para os cidadãos” (1984, Sheldon Emry comentou:

“A Alemanha disponibilizou a partir de 1935 um dinheiro livre de dívidas e sem juros, que foi responsável pela surpreendente recuperação da Alemanha de uma profunda recessão, levando-a à condição de potência mundial, e isso em apenas cinco anos. O governo alemão financiou todas suas atividades de 1935 até 1945, sem ouro e sem dívidas. Foi necessário todo o mundo capitalista e comunista para destruir a revolução alemã e trazer a Europa novamente para o purgatório dos banqueiros criminosos de bancos centrais golpistas.”

Infelizmente estes fatos não aparecem em NENHUM livro escolar desde o final da Segunda Guerra Mundial. O que aparece é a inflação catastrófica de 1923 durante a República de Weimar, que existiu na Alemanha durante 1919 até 1933. Os livros escolares atuais utilizam esta inflação para distorcer a verdade. Eles citam a desvalorização radical do Marco alemão como exemplo para aquilo que acontece, quando governos imprimem seu próprio dinheiro, ao invés de emprestar de cartéis conspiratórios ateístas (os bancos atuais) e indivíduos criminosos a troco de juros exorbitantes.

Na realidade, a crise financeira de Weimar começou com o pagamento excessivo das reparações de guerra estipuladas no Tratado de Versalhes. Hjalmar Schacht (que nunca foi um membro do NSDAP) – o agente Rothschild e comissário da moeda da República – rejeitou categoricamente a impressão do próprio dinheiro por parte do governo alemão…

“O Tratado de Versalhes é um modelo de medidas bem elaboradas com o objetivo de eliminar economicamente a Alemanha. Entre 1918 e 1935, a Alemanha não encontrou outro meio para evitar a certa bancarrota, a não ser imprimindo dinheiro, e isso em quantidades inflacionárias…”

Schacht repete as mentiras dos livros escolares, que a inflação da República de Weimar foi ocasionada pela impressão do próprio dinheiro por parte do governo alemão. Em seu livro “The magic f Money” (1967), Schacht deixou escapar, todavia, que foi o Reichsbank, na posse de particulares e não do governo alemão, que injetou somas incalculáveis de moeda na economia.

Ou seja, um banco particular ocasionou a hiperinflação da República de Weimar.

Fonte: Inacreditavel

Nota:

(1) - No ano de 1939, quando tem inicio a Segunda Guerra Mundial, mas essa data não conta a guerra que a judeia (?) declarou a Alemanha em 1933, oque aumentaria para 82 anos atrás, época em que o sionismo declarou guerra ao Nacional-Socialismo e as doutrinas de fato dissidentes ao establishment no mundo.

sábado, 20 de junho de 2015

Israel e o tráfico de órgãos humanos


Um novo relatório lançou luz sobre o importante papel desempenhado pelos israelenses em tráfico de órgãos internacionais.

O diário estadunidense New York Times, em relatório publicou, no domingo, que os corretores de transplante em Israel embolsam enormes somas de dinheiro, organizando transplantes renais no exterior para pacientes desesperados, através de doadores desesperados estrangeiros.

Através da história de uma mulher israelense, identificado como Ophira Dorin, o relatório mostrou como é fácil comprar ilegalmente um rim através de corretores de transplantes em Israel.







Dorin disse ao jornal que ela pagou US $ 175.000 para uma cirurgia de transplante de rim que foi organizado para acontecer em Costa Rica. No entanto, um documento confidencial do Tribunal da Costa Rica mostra que o doador, que era um homem desempregado de 37 anos de idade que recebeu apenas US $ 18.500 pelo seu rim.

"Minha situação era crítica", disse ela, acrescentando: "Eu não me sentia muito bem, e minha condição foi piorando. Mesmo que eu sabia que era ilegal, eu não acho que eu teria feito nada diferente."

Com base no relatório do New York Times das  análise dos principais casos de tráfico de órgãos desde 2000, Israel desempenha um "papel desproporcional" no  tráfico de órgãos.

O Ministério da Saúde israelense disse que menos de 10% dos israelenses são registrados como doadores de órgãos. Isso é, em parte devido a restrições religiosas sobre morte e profanação que mantêm taxas de doação tão baixas entre os israelenses.

Autoridades da Costa Rica anunciaram no ano passado que haviam descoberto uma rede internacional de tráfico de órgãos que se especializou na venda de rins para israelenses e europeus orientais.

Em 2012, pelo menos 10 cidadãos israelenses foram presos por participação em uma quadrilha de tráfico de órgãos.

Israel admitiu em 2009 que havia colhido órgãos de palestinos mortos sem permissão de seus parentes mais próximos na década de 1990....INACREDITÁVEL!!!!!

Fonte: Desatracado

Miscigenação diminui o QI dos brasileiros?

Charles Murray hoje um dos acadêmicos do conservador American Entrerprise Institute, em Washington/DC

Um amigo brasileiro alertou-me para uma entrevista muito interessante dada por Charles Murray à revista "Isto é", no mês passado, onde afirma que a “miscigenação diminui o QI dos brasileiros” e que a “elevada proporção de negros no País reduz o índice de inteligência nacional”. O politólogo americano, que se tornou internacionalmente conhecido com o livro que provocou grande controvérsia, “The Bell Curve: intelligence and class structure in american life” [1996], escrito em co-autoria com Richard J. Herrnstein, psicólogo e professor de Harvard, foi pela primeira vez ao Brasil para participar no seminário “O Impacto dos Resultados Pisa e a Formação de Intelectuais na América Latina”. O seu último livro é “Real Education: Four Simple Truths for Bringing America's Schools Back to Reality”.

Racista?

Às acusações de racismo, Murray responde: “Fui acusado de racismo porque mostrei um indiscutível fato empírico: quando amostras representativas de brancos e negros são submetidas a testes que medem a habilidade cognitiva, os resultados médios são diferentes. Isto não é uma opinião. É um fato, da mesma forma que medidas de altura mostram um resultado médio diferente entre japoneses e alemães. Eu não tirei conclusões racistas deste facto, não advoguei políticas racistas, e tenho escrito explicitamente que a lei deve tratar pessoas como indivíduos e não como membros de grupos raciais. Então por que me chamar de racista? Porque alguns factos não podem ser discutidos - e os indivíduos que os discutem devem ser pessoas terríveis.”

Charles Murray, (Newton (Iowa), 8 de janeiro de 1943) é um cientista político estadunidense autor do livro "The Bell Curve" (A Curva do Sino, Free Press, 1994), escrito juntamente com o psicólogo e professor de Harvard Richard Herrnstein (1930-1994), no qual eles defendem que a inteligência é o fator mais importante no sucesso das pessoas, e que as pessoas negras teriam comprovadamente uma inteligência inferior. Para tanto, valem-se de testes de QI.

Miscigenação e QI

Confrontado com a constatação de que o Brasil é um país onde a miscigenação é a regra e questionado se isso significa que o QI médio do brasileiro é inferior ao dos nórdicos, por exemplo, Murray responde: “É uma questão de aritmética. Se em testes o QI é sempre maior com amostras de nórdicos do que com amostras de negros, então um país com uma significativa proporção de negros terá um QI médio inferior ao de um país que consiste exclusivamente de nórdicos. Isso é verdade, por exemplo, quando comparamos os Estados Unidos com a Suécia, da mesma forma que é verdade quando comparamos o Brasil e a Suécia. A única questão é empírica: as médias são sempre diferentes? Se são, a questão está respondida por si mesma.”


O valor dos testes de QI

O valor dos testes de QI, para um cientista social, é usá-los para prever resultados em grupos grandes. Por exemplo, se você me mostrar duas crianças de seis anos, uma com 110 de QI e outra com 90, não tenho ideia de quem estará ganhando mais quando elas estiverem com 30 anos. Mas, se você me mostrar mil crianças de seis anos com 90 de QI e mil com 110, posso dizer com muita confiança que a renda do grupo de 110 de QI aos 30 anos será mais alta na média - essa é palavra-chave, na média - do que a do grupo de 90.

Fonte: Pena e Espada

Alemanha: a polícia prende por 40 dias os pais de crianças que não foram à aula de Ideologia de Gênero

Eugen e Luise Martens não levaram seus filhos à aula de sexo e gênero – ele já está preso, ela foi presa quando terminou de amamentar.

Em 24 de outubro um policial [bateu na porta] da família Martens, em Eslohe, um pequeno município da Renânia do Norte-Westfalia, na Alemanha. Enquanto abria a porta, Eugen já sabia o motivo dessa visita: a prisão de sua mulher e mãe de seus nove filhos, Luise. Sabia tudo antecipadamente porque pelo mesmo motivo ele tinha sido preso em 15 de agosto de 2013.

O que este casal de 37 anos fez de tão grave para ser preso? Não matou, não roubou nem prejudicou ninguém. Sua única culpa é serem pais de uma menina que se negou a participar, por duas vezes, das aulas de educação sexual previstas para a escola primária.


No ano passado, Luise não foi presa junto com seu marido porque estava grávida. Neste ano, o policial não a levou à força, como deveria, porque ainda está amamentando o filho mais novo. No entanto, isto não acaba por aqui. “A promotoria aplicará a decisão do juiz”, afirma o policial no vídeo que pode ser visto acima.

Tempi.it: Por que razão, se uma menina falta duas horas de suas aulas, seus pais são presos?

Mathias Ebert: Na Alemanha a escola é obrigatória e se uma criança falta às aulas, a escola tem obrigação de denunciar os pais e o tribunal pode multar essa família. Por isso, o casal foi multado em trinta euros. O que é um absurdo, porque a filha deixou a aula por conta própria.

Tempi.it: Por que a família não pagou?

Mathias Ebert: Porque é uma questão de princípio. O que aborrece é que o tribunal usa dois pesos e duas medidas. Algumas crianças não vão à escola durante meses e não acontece nada a seus pais. Mas quando uma menina falta a duas horas da aula de educação sexual, a família é imediatamente denunciada. É injusto e, de fato, no vídeo que fizemos, o policial está incomodado e culpa a promotoria.


“Muitas famílias na Alemanha estão na mesma situação que o casal Martens”, declarou ao site Tempi.it, Mathias Ebert, casado, pai de quatro filhos, que depois de ter sido informado da história dos Martens, decidiu fundar, em Colônia, a Associação Besorgte Eltern (“Pais preocupados”, http://besorgte-eltern.net). O movimento já organizou várias manifestações na Alemanha, com milhares de participantes para que se debata publicamente este escândalo gigantesco e se impeça a corrupção de nossos filhos que, a partir dos seis anos, devem participar de aulas de educação sexual, nas quais se propõe a Ideologia de Gênero.

Tempi.it: Por que a menina não queria participar das aulas de educação sexual?

Mathias Ebert: Porque o conteúdo das lições é perverso. Não apenas se ensina às crianças como funciona o sexo entre homens e mulheres, mas os põe diante de uma “variedade” de práticas sexuais: sexo oral, sexo anal e muito mais.

Desde a escola primária dizem às crianças que seu gênero não está determinado e que não podem saber se são meninos ou meninas; que devem refletir. Isto, para mim, se chama manipulação das crianças pequenas.

Tempi.it: Além do caso da família Martens, existem outros?

Mathias Ebert: Certamente. Não conheço o número exato de pais presos, mas só o pequeno grupo de pais da cidade de Paderborn (150.000 habitantes) passou, ao todo, 210 dias na prisão. É um escândalo enorme, também, porque são as próprias ciranças que querem sair da aula. Na cidade de Borken, por exemplo, em uma aula, a lição perturbou tanto as crianças que seis delas desmaiaram. 

Tempi.it: Quanto tempo estes pais devem passar na cadeia?

Mathias Ebert: Depende. Um pai com quem falei recentemente aqui em Renânia do Norte-Westfalia, passou 21 dias preso, e sua mulher corre o risco de sofrer a mesma pena porque o filho abandonou as aulas por sua própria vontade. Outros permaneceram presos por até 40 dias, mas ninguém os escutou. Ninguém permite que levantem a voz e protestem

Tempi.it: No entanto, a história dos Martens é conhecida em toda Alemanha.

Mathias Ebert: Sim, porque são pessoas muito corajosas. Optaram por fazer conhecida sua história e isto não é fácil, visto que a maioria dos outros pais não fala destas coisas.


Tempi.it: Por quê?

Mathias Ebert: Porque têm medo. Na Alemanha, quando uma pessoa sofre uma punição, passa a ser considerada como uma “criminosa”. Por isso, não é difícil que te intimidem. No entanto, eu estou tentado mobilizar estas famílias para que suas histórias saiam à luz do sol.

Desde o primeiro momento a família Martens falou publicamente e foi espetacular: se estes fatos forem conhecidos por uma grande maioria de pessoas, finalmente se debaterá sobre eles. Não se dá o peso justo às coisas: na Alemanha, um estuprador é liberado se não tiver antecedentes criminais, enquanto que se prendem pais honestos.

Tempi.it: O que pedem em suas manifestações?

Mathias Ebert: Que os sentimentos das crianças não sejam perturbados. Não é justo. É uma violência para com eles. Está claro que se deixam as aulas é por causa do clima que respiram em casa, mas isto é errado? É errado que uma criança tenha determinados valores transmitidos por sua família e viva de acordo com eles? Creio que não. No entanto, nosso primeiro objetivo é que se fale destas coisas: este é o motivo pelo qual manifestaremos, discutiremos com os meios de comunicação, para que todos conheçam os fatos.

Momento em que a polícia chega à casa dos Martens em Eslohe para lembrar que a mãe ainda deve passar pela prisão por negar que seus filhos recebam doutrinação de gênero.

Tempi.it: Por que o senhor fundou a Associação Besorgte Eltern?

Mathias Ebert: Tenho quatro filhos, sou teimoso como meu amigo Eugen e quando acontecer comigo, sei que poderei acabar da mesma forma. Mas isto é uma loucura. Além disso, descobri que milhares de pais alemães estão unidos por este trauma e estão do nosso lado. As pessoas nos dão cobertura e isto nos dá força.

Começamos a protestar em janeiro e agora, uniram-se a nós milhares de pessoas. Este movimento é importante, porque somente se estivermos informados poderemos nos defender. E se hoje nossos filhos forem corrompidos, o futuro de nosso país logo estará corrompido. E já não haverá mais solução.

Traduzido por Aline Rodrigues

Fonte: IPCO

Hitler exigia liberdade e independência... para Palestina


Sobre o papel da mulher no Nacional-Socialismo

Academias SS para mulheres

Em 1935, Adolf Hitler proferiu a seguinte frase durante um discurso no Congresso das Mulheres:

“Não há maior nobreza para a mulher do que ser a mãe dos filhos e filhas de um povo. Toda esta juventude que vemos tão formosa hoje, rostos alegres, olhos brilhantes, onde estariam se, sem cessar, não se tivessem encontrado mulheres para lhe dar vida?”. Este artigo não poderia ser iniciado de outra forma senão com essa frase bastante emblemática, mostrando o papel fundamental da mulher e que vem sendo esquecido com o passar dos anos.

O governo Nacional-Socialista criou uma condecoração chamada Ehrenkreuz der Deutschen Mutter" (Cruz de Honra a Mãe) para aquela cidadão que se mostrasse mãe ou chefe de família exemplar

Todos que seguem o ideal Nacional-Socialista têm ciência da enorme carência de militantes femininas, onde as que por ventura venham a se dizer Nacional-Socialistas preferem estar com atitudes que as façam parecer mais com os homens do que militar em um grupo e contribuir com o crescimento da causa. Bem é verdade que poucas de fato realmente sabem o que é ser uma mulher Nacional Socialista. Dentro do ideal que seguimos, a mulher nada mais é que a própria vida, pois antes de mais nada a mulher tem a capacidade de perpetuar a raça e trazer ao mundo as futuras gerações que manterão a chama Nacional-Socialista acesa. Portanto, a mulher é pilar fundamental dentro da nossa causa.

A época da II Guerra Mundial, a mulher além de desempenhar o papel natural e fundamental na perpetuação da nação alemã, como mãe, dona de casa, foram também responsáveis por ocupar o lugar dos homens nas fábricas, ou trabalhando como telefonistas, secretárias, etc. Além das mulheres que ingressaram na Força Aérea como pilotos ou mecânicos, sem falar as que ingressaram no exército. Podemos citar as mulheres mais “famosas” por suas ações no III Reich, como a Sra. Magda Goebbles e Hanna Reitsch.

Hanna Reitsch (Hirschberg, Silésia, 29 de março de 1912 – Frankfurt am Main, 24 de agosto de 1979) foi uma famosa piloto de testes da Alemanha. Era filha de um oftalmologista e estava estudando para se tornar médica, quando em 1932 resolveu se tornar piloto de testes.  Em 1934 esteve no Brasil com pilotos alemães (era a única mulher no grupo). A 17 de fevereiro de 1934, realizou um voo de planador de 2.200 metros sobre a cidade do Rio de Janeiro, estabelecendo o recorde mundial feminino de altitude. e em 1952, ocasião em que fez palestras e conheceu o CTA, participando de competições e exibições aéreas. Foi uma das últimas ocupantes do bunker de Hitler (Führerbunker), durante a invasão de Berlim pelo exército soviético.



Johannna Maria Magdalena “Magda” Goebbles (11 de novembro de 1901 — 1 de maio de 1945) foi a esposa do Ministro da Propaganda da Alemã, Joseph Goebbels. Membro fiél do Partido Nacional-Socialista e e amiga pessoal de Adolf Hitler. Instruída por Hitler a se retirar de Berlim, juntamente com Joseph Goebbels, recusou-se, sendo esta a primeira ordem não obedecida por Magda e Joseph Goebbels, pois queria manter a honra nos ideais em que acreditara.

O valor da mulher vai além das suas qualidades e das suas realizações, o valor da mulher para o Nacional Socialismo está em sua alma, no seu espírito e acima de tudo no seu caráter. O valor está além da virgindade tão pregada pelas culturas judaico-orientais, pois esta não é um valor moral, mas tão somente um valor sexual. Por conta dessa visão de que a honra está na virgindade é que a mulher acabou por perder seu norte querendo equiparar-se ao homem, perdendo-se o valor da maternidade e consequentemente a transmissão do sangue, da raça e dos valores culturais de um povo. Devido aos valores marxistas e feministas imposto às mulheres, a maternidade é vista hoje como um castigo, assim como o trabalho é visto hoje pelo homem como uma atividade não dignificante.

Nos dias atuais uma mulher Nacional-Socialista é tão importante quanto na época do III Reich. Mesmo não estando em época de guerra, temos que resgatar o nosso papel fundamental para perpetuação da nossa raça e cultura. Não é um caminho fácil a se trilhar, porém nós somos fortes e sabemos nos levantar e levantar nossos Camaradas caso caiamos e continuaremos nossa luta. Assim como nossos Camaradas estamos dispostas a contribuir em prol da causa.


Uma mulher o é em tempo integral, não em tempo parcial ou até quando é conveniente. As mulheres Nacional-Socialistas, são orgulhosas disso e levam no sangue e na na honra o espírito, mesmo que muitos achem que é perca de tempo e que não faça nenhum sentido em sê-lo. Porém sabemos que é uma tarefa difícil encontrar mulheres que estejam realmente dispostas a lutar pelo ideal, mas o dever, enquanto mulher, é também de disseminar a verdadeira honra da mulher Nacional-Socialista junto a outras mulheres que tenham o verdadeiro espírito adormecido.



Primeiramente o que é o Nacionalismo?


O pior inimigo moderno dos planos sinárquicos,o nacionalismo é um sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com uma nação,com a pátria amada.

No Brasil,as pessoas deixam de lado o nacionalismo,porque há um "confronto cultural". 

Por exemplo; Existem pessoas que não se orgulham de nascer no país do "Funk Ostentação" ou até mesmo não se orgulham de pertencer a um país onde futebol está em primeiro lugar,etc. As Manifestações de 2013,mostraram que o brasileiro ama a sua pátria,e luta por ela, logo todos adormeceram pois não tem um líder. Na época da expulsão encarniçada dos holandeses do Nordeste, durante a Guerra dos farrapos e na Era Vargas,o tradicionalismo ganhou força e com o Movimento Integralista da A.I.B, que teve forte influência durante o longo período 1930-1945 do fascismo italiano. Vargas, porém, não se revelou o que os Integralistas esperavam. Tentaram um golpe em 10 de maio 1938, o Levante integralista, mas fracassaram, e diversas lideranças integralistas acabaram presas, assassinadas ou exiladas.

Getúlio D. Vargas, liderança mais carismática do Brasil. Liderou indiscutivelmente em 1930-1945 e 1954-1956. Criou a industrialização moderna do Brasil e instituiu nossas leis de trabalho atuais. É considerado um dos maiores líderes da história desse país. Seu governo, alem de deliberadamente nacionalista foi dotado de caráter fascista até onde pode. Quando foi enquadrado pela força do lobby norte-americano e aliado...com o qual lutou até o fim 

No Brasil o movimento também teve grande participação na derrota da Intentona Comunista (PCB - Partido Comunista do Brasil). Os integralistas foram ativamente contra esse movimento e os enfrentaram, através de ampla contrapropaganda, ou mesmo em combate, comandando milícias paramilitares em diversas oportunidades. Ao contrário do que muitos dos adversários do Integralismo revelam, o movimento não morreu após a ditadura varguista, e permanece até os dias de hoje, PORÉM, NÃO DA MESMA FORMA. Apenas uns poucos ainda preservam com maior afinco o caráter original da A.I.B. Enquanto outras vertentes, que também reclamam para si a antiga bandeira, não o representam nem na teoria nem na mentalidade decadente de seus adeptos.

O Integralismo de Gustavo barroso, Plínio Salgado e Reale foi o maior movimento de adesão popular do gênero no país. Na foto, marcha da juventude em 1935

Precisamos ser nacionalistas, pois este é o único jeito de combater o sionismo. Deixe de idolatrar, por exemplo: os Estados Unidos ou a atual Alemanha, hoje eles são manipuladores capitalistas,não que o Brasil não seja só mais um vassalo, ou tanto quanto eles, mas...não seja um deles. Acorda Brasil!Valor,Vontade e Vitória!

Enéas Ferreira Carneiro (Rio Branco/AC 1938 - Rio de Janeiro/RJ 2007),  médico cardiologista, matemático, físico e político brasileiro. Como político, fundou o extinto Partido da Reedificação da Ordem Nacional, o PRONA. Após se candidatar por três vezes à Presidência da República (1989, 1994 e 1998) e uma vez à prefeitura de São Paulo (2000), em 2002 foi eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo, recebendo votação recorde com mais de 1.537.642 de votos, a maior de toda a história, Tiririca em 2010 chegou perto com 1.348.295, também candidatando-se ao mesmo cargo e no mesmo estado.

Atuou na denúncia aos cartéis financeiros internacionais e denunciou os partidos, políticos e governos que lhes serviam, destroçando nossa economia, assim como expôs os reais motivos das mazelas do país. De forma radical e com maestria, rebatia os vícios dos caluniadores apátridas. Ridicularizado arduamente pela mídia, brigou até o fim de seus dias por um país soberano e uma população desperta.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Lobby judaico se reúne com presidente da Câmara dos Deputados

Paulo Maltz, Fernando Lottenberg, Eduardo Cunha, Ricardo Berkiensztat
Sostenes Cavalcante. Foto: Divulgação.

Pegando carona nas leis antiterror – que visam transformar países minimamente “democráticos” em estados policias – o lobby judaico se reuniu neste mês de abril de 2015 com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em mais uma tentativa de restringir a liberdade de expressão dos brasileiros.

A estratégia é antiga: dentro de uma pacote de reivindicações que soam aparentemente justificáveis, aparece como quem não quer nada, en passant, aquilo que realmente interessa. Segundo informado aqui, os presidentes da Conib e da Fierj, Paulo Maltz; e o presidente-executivo da Fisesp, Ricardo Berkiensztat, encontraram-se na semana passada em Brasília com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Na pauta, entre outros temas, os projetos de lei antiterror e antinegacionismo que tramitam no Congresso.

Além dos senhores ali presentes, o Lobby também conta com o apoio do ministro da defesa. Jacques Wagner “afirmou que seu ministério apoia a aprovação de uma lei antiterrorismo e instruiu sua assessoria a estudar o tema.”

O projeto de lei 987/2007 de autoria do deputado judeu (e sionista), Marcelo Zaturansky Itagiba, prevê a criminalização daquelas pessoas que “negam o holocausto judeu”. Independente se há ou não novos argumentos e/ou estudos que refutam a propaganda e os testemunhos do suposto “holocausto judeu”, o simples questionamento já poderia ser interpretado como “negação” do evento. São redações de lei imprecisas, que abrem brechas para interpretações despóticas de servidores do Estado.

Conforme declarou neste vídeo (ao lado) outro membro da comunidade judaica e sionista juiz do STF Luiz Fux, um dos principais valores da religião judaica é “o amor à verdade”. Sendo assim, por que será que o Lobby faz de tudo para criminalizar o pensamento dissidente, ao invés de debater o suposto “holocausto judeu”? Diante das incontáveis inconsistências no relato das testemunhas, diante da falta de laudos técnicos periciais, da falta de uma única autópsia comprovando o uso de gás cianídrico, na falta de uma mínima estrutura logística para levar a cabo o alegado assassinato de 6 milhões, compreendemos que quem não tem argumentos, só pode recorrer ao código penal para silenciar os adversários.

Quem não deve, não teme.

Fonte: CONIB

O desafio par ao debate já está feito: (ACESSE O LINK E CONFIRA)

A aliança da direita, maçonaria, evangelismo e judaísmo no Brasil. Um golpe da Sinarquia


Hoje, 16-17/6/2015... - NT"O Movimento Avança Brasil-Maçons•BR junto com outros movimentos da União dos Movimentos Democráticos, participando de reunião com o Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha para discutir as pautas das ruas".

Temos agora no Brasil uma aliança evangélica-maçônica-sionista-direitista e potencialmente golpista.

Jair Bolsonaro ao lado do Malafaia e Feliciano, de braços dados com setores da maçonaria e de lideranças israelitas defendendo o atlantismo pró-americano e lendo Olavo de Carvalho, entre outros. Isso é algo potencialmente preocupante e nefasto, muito pior do que você pode achar que o PT o é ou tão quanto.

Lembre-se bem: Esquerda e Direita são e sempre foram vertentes de uma mesma moeda - NT

Fonte da Notícia: Avança brazil (página do facebook oficial)

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Bilderberg 2015

Entre 11 e 14 de junho de 2015 – portanto, nesta semana – acontece em Telfs, Tirol, Áustria, mais um encontro anual dos membros do Clube Bilderberg. Para este evento particular, foram mobilizados cerca de 2.100 policiais que obviamente serão pagos pelo contribuinte austríaco. Se compararmos com a cobertura dispensada ao encontro do G7, que acontece este ano no sul da Alemanha, é inacreditável o notório silêncio – mais uma vez – dos meios de comunicação. Relatos da véspera do encontro.

O Clube Bilderberg é uma organização com objetivos não democráticos

Ele foi fundado pelo príncipe Bernhard da Holanda, o qual organizou em 1954 o primeiro encontro do grupo no hotel Bilderberg, aqui a razão do nome. Príncipe Bernhard foi membro da juventude hitlerista, da SA e cavaleiro da SS. Ele trabalhou como representante da IG Farben em Paris. Esses dados constam em sua biografia oficial.

Estes detalhes levam frequentemente blogueiros e outros jornalistas independentes a considerar o Clube Bilderberg uma organização “nazista”. Nada mais longe da realidade. Como poderia tal organização criminosa, o Clube Bilderberg, ser uma organização “nazista”, se eles promovem justamente o genocídio dos povos europeus através de uma política imigratória suicida? Apenas isto já deveria ser suficiente para os néscios se calarem.

A participação nas conferências anuais acontece sob convite do presidente e de ambos secretários de honra, após consulta e recomendação do grêmio diretor. Participam da reunião cerca de 130 pessoas, divididas pelos seguintes critérios: dois terços dos participantes são da Europa Ocidental e um terço da América do Norte. Dois terços dos convidados são originários do setor financeiro, da indústria, de universidades e dos meios de comunicação. Cerca de um terço provêm dos governos ou de instituições políticas.

Os resultados das discussões não são reveladas à opinião pública. A cobertura do evento não é permitida. Para uma iniciativa que, conforme site oficial, procura “promover o diálogo entre a Europa e América do Norte”, a falta de transparência é gritante. Políticos se reúnem com a nata do setor financeiro, industrial, midiático, em caráter privado, e isso deve ser visto com a maior naturalidade e, principalmente, sem qualquer tipo de divulgação para quem sustenta tudo isso: o contribuinte.

Como vai ser em 2015

Ao contrário dos outros anos, o encontro em Telfs prevê o impedimento de áreas públicas. Ao invés de apenas o local do evento ser protegido pelos agentes do Estado, desta vez vias públicas serão interditadas. O contribuinte austríaco paga seus policias para restringir seu próprio direito de ir e vir…. inacreditável!


A partir do dia 10, a estrada L35 que permite o acesso ao “Interalpenhotel” será interditada durante todo o período do evento. Em uma área de 50 km no entorno do hotel, o espaço aéreo será “fechado” e vigiado pelo exército austríaco. Paraquedistas, pequenos aviões e drones estão proibidos. Os possíveis locais de decolagem serão vigiados pelas forças de segurança da Áustria.


A ativista Irene Labner descreve este despropósito da seguinte forma:

“A lei de segurança da polícia austríaca prevê em seu artigo 5a, que no caso de eventos onde nem todos possam participar e seja exigido medidas de segurança especial, o ministério do interior deve cobrar taxas de segurança.”

Se analisarmos a situação, onde milhares de funcionários públicos estarão em serviço durante vários dias e semanas, recaindo os custos de transporte, acomodação, alimentação e também diversas horas extras, tudo não deixa de ser uma grande loucura. E em especial, para este evento onde criminosos são protegidos… O povo deveria ser protegido dos Bilderbergs e não o contrário…

Presente todos os anos, o banqueiro David Rockefeller festejará este ano seu 100º aniversário durante o período do evento, dia 12. Após seis transplantes de coração (fornecidos por Israel?), é muito provável que ele não esteja presente, mas certamente os “honrados” convidados brindarão à sua saúde…

Agenda para 2015

No encontro deste ano, os seguintes tópicos serão abordados:

Inteligência artificial – ou como podemos descartar mais rápido o ser humano
Segurança no Cyberspace – ou como espionar e manter controlado o gado
Armas químicas – ou como restringir seu uso apenas para uso oficial
Economia – ou como manter o gado escravizado pelos juros bancários
Estratégia europeia – ou como evitar o retorno do nacionalismo
Globalização – ou como acabar com a autodeterminação dos povos
Grécia – ou como evitar a desintegração da construção artificial “União Europeia”
Irã – ou como evitar o mau exemplo
Oriente Médio – ou como continuar com o genocídio palestino
OTAN – ou como manter viva a Guarda Pretoriana de Sião
Rússia – ou como impedir sua união com a Alemanha
Terrorismo – ou como criar e manter os novos alvos na “Guerra contra o Terror”
Grã-Bretanha – ou como olhar para o próprio umbigo
Estados Unidos – ou como olhar para o próprio umbigo
Eleições nos EUA – ou como neutralizar possíveis dissidências

Lista de participantes:

Chairman...

Castries, Henri de Chairman and CEO, AXA Group FRA
Achleitner, Paul M. Chairman of the Supervisory Board, Deutsche Bank AG DEU
Agius, Marcus Non-Executive Chairman, PA Consulting Group GBR
Ahrenkiel, Thomas Director, Danish Intelligence Service (DDIS) DNK
Allen, John R. Special Presidential Envoy for the Global Coalition to Counter ISIL, US Department of State USA Altman, Roger C. Executive Chairman, Evercore USA
Applebaum, Anne Director of Transitions Forum, Legatum Institute POL
Apunen, Matti Director, Finnish Business and Policy Forum EVA FIN
Baird, Zoë CEO and President, Markle Foundation USA
Balls, Edward M. Former Shadow Chancellor of the Exchequer GBR
Balsemão, Francisco Pinto Chairman, Impresa SGPS PRT
Barroso, José M. Durão Former President of the European Commission PRT
Baverez, Nicolas Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP FRA
Benko, René Founder, SIGNA Holding GmbH AUT
Bernabè, Franco Chairman, FB Group SRL ITA
Beurden, Ben van CEO, Royal Dutch Shell plc NLD
Bigorgne, Laurent Director, Institut Montaigne FRA
Boone, Laurence Special Adviser on Financial and Economic Affairs to the President FRA
Botín, Ana P. Chairman, Banco Santander ESP
Brandtzæg, Svein Richard President and CEO, Norsk Hydro ASA NOR
Bronner, Oscar Publisher, Standard Verlagsgesellschaft AUT
Burns, William President, Carnegie Endowment for International Peace USA
Calvar, Patrick Director General, DGSI FRA
Castries, Henri de Chairman, Bilderberg Meetings; Chairman and CEO, AXA Group FRA
Cebrián, Juan Luis Executive Chairman, Grupo PRISA ESP
Clark, W. Edmund Retired Executive, TD Bank Group CAN
Coeuré, Benoît Member of the Executive Board, European Central Bank INT
Coyne, Andrew Editor, Editorials and Comment, National Post CAN
Damberg, Mikael L. Minister for Enterprise and Innovation SWE
De Gucht, Karel Former EU Trade Commissioner, State Minister BEL
Dijsselbloem, Jeroen Minister of Finance NLD
Donilon, Thomas E. Former U.S. National Security Advisor; Partner and Vice Chair, O’Melveny & Myers LLP USA
Döpfner, Mathias CEO, Axel Springer SE DEU
Dowling, Ann President, Royal Academy of Engineering GBR
Dugan, Regina Vice President for Engineering, Advanced Technology and Projects, Google USA Eilertsen, Trine Political Editor, Aftenposten NOR
Eldrup, Merete CEO, TV 2 Danmark A/S DNK
Elkann, John Chairman and CEO, EXOR; Chairman, Fiat Chrysler Automobiles ITA
Enders, Thomas CEO, Airbus Group DEU
Erdoes, Mary CEO, JP Morgan Asset Management USA
Fairhead, Rona Chairman, BBC Trust GBR
Federspiel, Ulrik Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S DNK
Feldstein, Martin S. President Emeritus, NBER; Professor of Economics, Harvard University USA
Ferguson, Niall Professor of History, Harvard University, Gunzberg Center for European Studies USA
Fischer, Heinz Federal President AUT
Flint, Douglas J. Group Chairman, HSBC Holdings plc GBR
Franz, Christoph Chairman of the Board, F. Hoffmann-La Roche Ltd CHE
Fresco, Louise O. President and Chairman Executive Board, Wageningen University and Research Centre NLD
Griffin, Kenneth Founder and CEO, Citadel Investment Group, LLC USA
Gruber, Lilli Executive Editor and Anchor “Otto e mezzo”, La7 TV ITA
Guriev, Sergei Professor of Economics, Sciences Po RUS
Gürkaynak, Gönenç Managing Partner, ELIG Law Firm TUR
Gusenbauer, Alfred Former Chancellor of the Republic of Austria AUT
Halberstadt, Victor Professor of Economics, Leiden University NLD
Hampel, Erich Chairman, UniCredit Bank Austria AG AUT
Hassabis, Demis Vice President of Engineering, Google DeepMind GBR
Hesoun, Wolfgang CEO, Siemens Austria AUT
Hildebrand, Philipp Vice Chairman, BlackRock Inc. CHE
Hoffman, Reid Co-Founder and Executive Chairman, LinkedIn USA
Ischinger, Wolfgang Chairman, Munich Security Conference INT
Jacobs, Kenneth M. Chairman and CEO, Lazard USA
Jäkel, Julia CEO, Gruner + Jahr DEU
Johnson, James A. Chairman, Johnson Capital Partners USA
Juppé, Alain Mayor of Bordeaux, Former Prime Minister FRA
Kaeser, Joe President and CEO, Siemens AG DEU
Karp, Alex CEO, Palantir Technologies USA
Kepel, Gilles University Professor, Sciences Po FRA
Kerr, John Deputy Chairman, Scottish Power GBR
Kesici, Ilhan MP, Turkish Parliament TUR
Kissinger, Henry A. Chairman, Kissinger Associates, Inc. USA
Kleinfeld, Klaus Chairman and CEO, Alcoa USA
Knot, Klaas H.W. President, De Nederlandsche Bank NLD
Koç, Mustafa V. Chairman, Koç Holding A.S. TUR
Kogler, Konrad Director General, Directorate General for Public Security AUT
Kravis, Henry R. Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co. USA
Kravis, Marie-Josée Senior Fellow and Vice Chair, Hudson Institute USA
Kudelski, André Chairman and CEO, Kudelski Group CHE
Lauk, Kurt President, Globe Capital Partners DEU
Lemne, Carola CEO, The Confederation of Swedish Enterprise SWE
Levey, Stuart Chief Legal Officer, HSBC Holdings plc USA
Leyen, Ursula von der Minister of Defence DEU
Leysen, Thomas Chairman of the Board of Directors, KBC Group BEL
Maher, Shiraz Senior Research Fellow, ICSR, King’s College London GBR
Markus Lassen, Christina Head of Department, Ministry of Foreign Affairs, Security Policy and Stabilisation DNK
Mathews, Jessica T. Distinguished Fellow, Carnegie Endowment for International Peace USA
Mattis, James Distinguished Visiting Fellow, Hoover Institution, Stanford University USA
Maudet, Pierre Vice-President of the State Council, Department of Security, Police and the Economy of Geneva CHE
McKay, David I. President and CEO, Royal Bank of Canada CAN
Mert, Nuray Columnist, Professor of Political Science, Istanbul University TUR
Messina, Jim CEO, The Messina Group USA
Michel, Charles Prime Minister BEL
Micklethwait, John Editor-in-Chief, Bloomberg LP USA
Minton Beddoes, Zanny Editor-in-Chief, The Economist GBR
Monti, Mario Senator-for-life; President, Bocconi University ITA
Mörttinen, Leena Executive Director, The Finnish Family Firms Association FIN
Mundie, Craig J. Principal, Mundie & Associates USA
Munroe-Blum, Heather Chairperson, Canada Pension Plan Investment Board CAN
Netherlands, H.R.H. Princess Beatrix of the NLD
O’Leary, Michael CEO, Ryanair Plc IRL
Osborne, George First Secretary of State and Chancellor of the Exchequer GBR
Özel, Soli Columnist, Haberturk Newspaper; Senior Lecturer, Kadir Has University TUR
Papalexopoulos, Dimitri Group CEO, Titan Cement Co. GRC
Pégard, Catherine President, Public Establishment of the Palace, Museum and National Estate of Versailles FRA
Perle, Richard N. Resident Fellow, American Enterprise Institute USA
Petraeus, David H. Chairman, KKR Global Institute USA
Pikrammenos, Panagiotis Honorary President of The Hellenic Council of State GRC
Reisman, Heather M. Chair and CEO, Indigo Books & Music Inc. CAN
Rocca, Gianfelice Chairman, Techint Group ITA
Roiss, Gerhard CEO, OMV Austria AUT
Rubin, Robert E. Co Chair, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury USA
Rutte, Mark Prime Minister NLD
Sadjadpour, Karim Senior Associate, Carnegie Endowment for International Peace USA
Sánchez Pérez-Castejón, Pedro Leader, Partido Socialista Obrero Español PSOE ESP
Sawers, John Chairman and Partner, Macro Advisory Partners GBR
Sayek Böke, Selin Vice President, Republican People’s Party TUR
Schmidt, Eric E. Executive Chairman, Google Inc. USA
Scholten, Rudolf CEO, Oesterreichische Kontrollbank AG AUT
Senard, Jean-Dominique CEO, Michelin Group FRA
Sevelda, Karl CEO, Raiffeisen Bank International AG AUT
Stoltenberg, Jens Secretary General, NATO INT
Stubb, Alexander Prime Minister FIN
Suder, Katrin Deputy Minister of Defense DEU
Sutherland, Peter D. UN Special Representative; Chairman, Goldman Sachs International IRL
Svanberg, Carl-Henric Chairman, BP plc; Chairman, AB Volvo SWE
Svarva, Olaug CEO, The Government Pension Fund Norway NOR
Thiel, Peter A. President, Thiel Capital USA
Tsoukalis, Loukas President, Hellenic Foundation for European and Foreign Policy GRC
Üzümcü, Ahmet Director-General, Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons INT
Vitorino, António M. Partner, Cuetrecasas, Concalves Pereira, RL PRT
Wallenberg, Jacob Chairman, Investor AB SWE
Weber, Vin Partner, Mercury LLC USA
Wolf, Martin H. Chief Economics Commentator, The Financial Times GBR
Wolfensohn, James D. Chairman and CEO, Wolfensohn and Company USA
Zoellick, Robert B. Chairman, Board of International Advisors, The Goldman Sachs Group USA

Véspera – 10 de junho de 2015

Na véspera do evento já era esperada uma demonstração de ativistas locais junto aos pontos de controle de acesso ao Interalpenhotel. Devido a motivos ainda não esclarecidos, isso acabou não ocorrendo, para frustração de blogueiros independentes que lá estavam para cobrir a ação.

As medidas de segurança são muito mais intensas do que nos eventos anteriores. As pessoas são abordadas pela força policial em qualquer lugar, revistadas e inquiridas sobre local de hospedagem, propósito da viagem etc. Isso aconteceu com o repórter do The Guardian, Charlie Skelton, que escreve sobre os eventos do Clube Bilderberg há alguns anos.

Skelton estava cobrindo o evento do G7 e ao partir para Telfs, na Áustria, foi submetido a um rigoroso controle na fronteira entre os dois países. Quando chegou ao hotel onde ficaria hospedado, ele foi impedido de entrar em seu quarto pela polícia local e teve que passar por mais uma bateria de perguntas. Ao contrário do bajulamento dispensado à imprensa em Elmau, não há tal preocupação no evento dos Bilderberg, pois aparentemente quanto mais os jornalistas ficarem afastados, melhor. Skelton também afirmou que todos os jornalistas que cobrem as ações do presidente norte-americano e possuem por assim dizer “trânsito livre” na Casa Branca, estavam hospedados no mesmo hotel do evento Bilderberg e viajavam todos os dias para Elmau, no evento do G7. Inacreditável!

Para um país que tem no turismo um de seus pilares econômicos, tal tratamento não resulta em boa imagem, ao contrário, os frutos são bastante negativos, vide este artigo de Skelton, no The Guardian.

1º dia – 11 de junho de 2015


O genocida Henry Kissinger chegou hoje de manhã em seu jato particular para o encontro Bilderberg.

Outras informações:



Você se julga uma pessoa bem informada, um leitor crítico que procura estar atento aos acontecimentos mundiais?

Você se deixa manipular pelos meios de comunicação? Pela política? Pelo poder econômico?

Se você respondeu “sim” e depois “não” para as demais perguntas, certamente você já não é mais um Tato! Mas qual é sua opinião sobre isso:


Fonte: Inacreditavel
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