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Violência? Não, defesa


Por R. Roldan-Roldan

A nossa inércia, a nossa apatia, a nossa indolência, a nossa alienação bovina chegam a ser revoltantes. Tudo é frouxo no Brasil. Menos a corrupção, hereditária, vitalícia, que continua robusta, dinâmica, saudável, corada, enfim em plena forma e digna do melhor pedigree das famílias mais nobres do País.

Passividade

Massa de palhaços, sabemos imitar como macacos a imbecilidade do politicamente correto (como a neurose contra o cigarro) diretamente importado de um país tão atrasado política e socialmente quanto os EUA, agora em decadência, como aliás, o famigerado neoliberalismo e a globalização. Mas certamente não importamos salutares protestos – a nível nacional – como os de Wall Street, os da Grécia, os da Espanha ou de outros países. Importamos sim, diariamente, de modo jacu, brega, cafona, grotesco e vulgar vocábulos norte-americanos que desfiguram a nossa língua. Sabemos embarcar no fanatismo das torcidas de futebol. Ou na alienação carnavalesca. Sabemos organizar marchas de demonstração de força, absolutamente inúteis, para enaltecer a fé evangélica ou católica, marchas dignas de países atrasados que em nada contribuem para o progresso político-social do Brasil. Mesmo porque o Brasil certamente não precisa dessas marchas bovinas que contribuem para facilitar o jogo sujo dos salafrários, do corruptos, dos sem-vergonhas que estão no poder.


Esses respeitáveis ladrões que detêm o poder com certeza ficam mais do que satisfeitos ao ver o gado bípede manifestando pacificamente sua fé e devem pensar: deixem o rebanho ocupar-se com a religião, pois enquanto fazem isso não reclamam da podridão oficial e não exigem seus direitos. E assim os f.d.p. da classe política deitam e rolam e enchem os bolsos com o dinheiro extorquido do cidadão honesto. Marx tinha razão: a religião é o ópio do povo. Os povos mais atrasados da Terra são aqueles onde a religião tem mais poder. País culto e avançado é totalmente laico. Marchas como as dos evangélicos, católicos ou do Orgulho Gay só se justificam se reivindicarem reformas político-sociais. O resto é carnaval.


Mas abordemos outro aspecto coberto pela nossa indiferença (ou alienação, para repetir o termo). Perante o despotismo do sistema financeiro, perante o absolutismo do mundo corporativo e a crescente falta de empregos no mundo, perante o aumento constante das pessoas que morrem de fome no Planeta, perante a corrupção da classe média, seria de se esperar, num país como o Brasil onde os parlamentares são os mais bem pago do mundo, onde ainda existe a ignomínia medieval da imunidade (algo absolutamente perverso, inconcebível: onde já se viu um cidadão ter privilégios que o outro não tem?), onde a impunidade é lei, e onde a corrupção é um das maiores do mundo, seria de se esperar, pelo menos, que as propriedades dos políticos corruptos fossem depredadas, incendiadas, destruídas e que esses políticos fossem cassados pelo resto da vida – mesmo tendo renunciado ao cargo; seria de se esperar atos de violência contra bancos e grandes corporações que detêm um poder antidemocrático, totalitário que torna as nações meros títeres do sistema financeiro e corporativo; seria de se esperar que os especuladores, esses sanguessugas, esses improdutivos, esses vagabundos, esses cancros da sociedade que só servem para tirar proveito e semear o caos financeiro fossem condenados a pesadas penas de prisão; e seria de se esperar a paralisação do País para exigir reformas políticas e sociais. Essa é a demonstração de força que o povo brasileiro necessita. Questão de dignidade. Calar é ser conivente. Calar é ser cúmplice. Mesmo porque a violência é a única linguagem que esses abutres do sistema financeiro e corporativo, e da classe política, esses escorpiões da ganância desenfreada, do abuso do poder e do imediatismo são capazes de entender. Portanto, se não cedem, é guerra declarada. Talvez assim entendam. E não se trata de pregar a violência, não. É uma questão de defesa. Tolerância zero. É para ser radical em relação a esse estado de coisas vergonhoso, ofensivo, ultrajante. Se a sociedade não fizer pressão, o círculo vicioso continuará o mesmo e nunca haverá mudanças.



Fonte: Inacreditavel

Comentários

  1. Dilma foi falar com o dono dos porcos [o maçom cabalista Obama]

    Finalmente a presidente Dilma sentiu a pressão a que está submetida desde que foi reeleita - e que nos últimos dias se tornou insuportável.

    Perseguida pelos presidentes da Câmara e do Senado, por não impedir que as investigações da operação Lava Jato chegasse até eles, Dilma enfrenta uma verdadeira guerra a cada votação no Congresso Nacional.

    Ameaçada pela imprensa venal que se submete à pauta de Washington - leia-se Pentágono -, enfrenta campanha diária de desmoralização de seu governo, e perde precioso tempo respondendo a dezenas de factóides.

    A situação chegou a tal ponto que se tornou insustentável, então, o melhor a fazer foi falar com o dono dos porcos. E ela foi.

    Reuniu uma pequena comitiva e seguiu para Washington, a capital do inferno, segundo Komeini, ou, o centro de comando do demônio, segundo Hugo Chavez.

    Para falar com o dono dos porcos, Barack Hussein Obama, Dilma suou frio porque afinal, dezenas de presidentes foram envenenados nos EUA durante essas visitas protocolares. Outros desenvolveram doenças cancerígenas misteriosas.

    Enfim, para salvar seu governo, Dilma estava disposta a enfrentar o próprio demônio em seu inferno, e lá foi ela falar com o dono dos porcos. Uma palavra que jamais entrou no vocabulário de Dilma foi medo.

    O diabo chefe, como diria Hugo Chavez, recebeu Dilma com sorrisos, abraços e cordialidades - exatamente como fez com Kadafi anos atrás. Inteligente e perspicaz, Dilma retribuiu os falsos afetos.

    Durante as conversações que se seguiram, o dono dos porcos (Barack Hussein Obama) falou [porque exigir seria falta de educação] mudanças na política externa do Brasil, principalmente em relação à Síria, China, Rússia e Venezuela. Dilma sorriu e prometeu estudar o assunto.
    No Conselho de Segurança da ONU foi detectada a primeira mudança. O Brasil condenou a Síria numa votação encomendada pelos EUA para criticar o presidente Bassar Al Assad. O voto foi um pedido do dono dos porcos, e Dilma decidiu atender, afinal, o que está em jogo é algo muito mais importante – ao menos para Dilma – do que uma guerra além mares.

    O dono dos porcos é refém [refém uma ova!] do sionismo (que controla os bancos, o congresso e a mídia norte-americana [sempre esquecem de mencionar a Maçonaria. Incrível!]) e da indústria bélica local, e por esses motivos é capaz de todos os crimes do mundo, afinal, não é por acaso que ele destinou 2 bilhões de dólares para desestabilizar governos na América Latina no ano de 2014.

    Com a visita, Dilma acalmou o dono dos porcos, e como resultado a mídia nativa deu um refresco à presidenta. Agora é só esperar que o dono dos porcos avise ao chiqueiro que é hora de acalmar a situação, deixar a Dilma governar, pelo menos por algum tempo, ou não, porque afinal, em se tratando do chefe dos demônios, tudo é possível, até mesmo o impensável.

    http://www.marchaverde.com.br/2015/07/dilma-foi-falar-com-o-dono-dos-porcos.html
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    Os 3 movimentos citados abaixo são maçons. Coincidência?
    http://3.bp.blogspot.com/-sNsglBIROmk/VYYx9y2w7uI/AAAAAAAANrY/Ky01cZYNyRY/s640/16-de-agosto.png
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    Visita de Dilma a Washington pode ter mudado posição do Brasil em relação à Síria http://www.marchaverde.com.br/2015/07/visita-de-dilma-washington-pode-ter.html

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