Pular para o conteúdo principal

Quando o Não do povo se transforma no Sim do governo


Os gregos decidiram em referendo contra a ditadura da União Europeia, e a favor de sua liberdade e independência.

Entrementes já é conhecido que o grupo Bilderberg estava por detrás da introdução do Euro. Suas marionetes da política criaram o Euro contra a vontade da população. Desde o início ele foi apenas um meio para um fim, para criar o super-Estado Europa. Quis-se com isso mostrar que através de uma moeda comum, poder-se-ia chegar também a um Estado único. Porém este projeto começa agora a balançar pra valer.

Que o Euro nunca iria prevalecer ao longo prazo, já estava claro para diversos especialistas, entre eles o Professor Dr. Wilhelm Hankel e o Professor Dr. Iur. Karl Albrecht Schachtschneider. Na época, eles falavam que através do Euro, os pagamentos para o exterior iriam aumentar e que não era possível uma moeda europeia com uma política monetária unificada. Mas caso ela tivesse que ser introduzida “na marra”, isso causaria uma transferência adicional para o exterior (europeu), pois o sul da Europa apresenta uma produtividade muito abaixo daquela dos alemães. Mais sobre este tema pode ser lido no livro “As mentiras do século, que apenas insider conhecem”.

Apesar do aumenta de desconfiança no Euro junto à população, esta é ainda manipulada de forma dogmática: “Se o Euro fracassar, então a Europa fracassará”. Por isso estão a fazer de tudo para manter a Grécia no Euro – até aqui a versão oficial. Na realidade está acontecendo o maior golpe dos últimos cem anos. Através da política, tentam convencer as pessoas que as dívidas serão pagas, pois medidas de austeridades foram adotadas pelo governo grego. Mas o fato é que já no verão de 2014, o Ministro grego da Fazenda, Yanis Varoufakis, afirmou em uma entrevista para a emissora ARD:

“As pessoas esclarecidas em Bruxelas, Frankfurt e também em Berlim, já sabiam em maio de 2010, que a Grécia nunca iria pagar de volta suas dívidas. Mas eles se comportaram como se a Grécia não estivesse falida, e que sofria apenas uma momentânea falta de liquidez”.

O Ministro grego da Fazenda disse diretamente na cara dos alemães, que os bilhões do dinheiro dos contribuintes estavam perdidos. Ele disse ainda:

“Os alemães já deram muito, muito dinheiro, mas agora está tudo perdido. O dinheiro desapareceu em um buraco negro, pois na realidade, ele nunca foi para a Grécia, mas foi diretamente para os bancos!”

O salvamento dos bancos foi vendido como salvação da Grécia. E caso se acredite nas últimas pesquisas, isso parece também funcionar, pois a maioria dos alemães, segundo uma dessas pesquisas, vê a culpa pela recente escalação na crise da dívida no governo em Atenas.

Surpreendente que apesar do sucesso da pesquisa, uma das figuras principais, Varoufakis, renuncie agora. Ele esclareceu aquilo foi lhe dito claramente, que ele se tornou pessoa indesejada pelos demais ministros da Fazenda. “Por isso deixo hoje o Ministério da Fazenda”, disse ele. Como está parecendo, ele foi renunciado.

Está claro a poucos que atrás destes esforços em manter a Grécia no Euro, está os EUA. Segundo notícia do dap, os EUA estão muito preocupados por causa da crise financeira da Grécia. Os EUA veem consequências danosas para o flanco sudeste da OTAN, caso a Grécia abandone a Eurolândia. Finalmente, uma aproximação com a Rússia seria insuportável para os americanos. Mais ainda – um pesadelo para Obama seria a ideia que Putin desloque sua frota para um porto grego.

E por isso mesmo, é interesse dos EUA salvar a Grécia e mantê-la na zona do Euro, custe o que custar, especialmente aos contribuintes alemães. - Heiko Schrang (Link da notícia )

Em tempos assim, onde não se vê a vontade soberana do povo sendo respeitada e ao invés disso, na "maior cara dura", os interesses dos financistas internacionais se sobrepões a qualquer custo e preço é que vemos a quem os governos e políticos servem e quem controle oque - NT

Governo grego ameaça capitular diante da Troika – Governo SYRIZA-ANEL implora um 3º memorando

Enquanto a população protestava, o governo grego e os líderes da União Europeia se trancavam em uma reunião que durou 17 horas cujo intuito na prática foi somente forçar de qualquer forma o fechamento dos "pacotes de ajuda financeira" e "salvamento público" forçando os ministros. 

A prolongada tragédia grega parece piorar, não melhorar. Sua economia está em cacos, à beira de uma bancarrota sob uma dívida esmagadora de reembolso impossível e presa às regras predatórias da Eurozona que negam direitos soberanos fundamentais.

O seu povo sofre enormemente com a austeridade que lhe é imposta – e a que ainda virão devido às cedências adicionais a que o primeiro-ministro Tsipras se comprometeu.

A Grécia é uma colônia europeia controlada. É uma economia que está a ser sistematicamente destruída para o lucro – despojada de tudo o que tenha valor. Seu povo está empobrecido

tem pela frente maior dor e sofrimento. Aos seus pensionistas pede-se que aceitem migalhas insuficientes para sobreviverem. Sua geração jovem não tem qualquer futuro.

Ao invés de cumprir sua promessa de campanha de acabar com a austeridade, Tsipras parece pronto a ignorar o sentimento popular – OXI!, não mais dor e sofrimento imposto pela Troika para enriquecer banksters aprisionando a Grécia à servidão esmagadora da dívida. O capitalismo predatório funciona deste modo – lucra com o saqueio de países fracos e transfere riqueza pública para mãos privadas.

Atenas, 11 jul (EFE).- O parlamento da Grécia deu na madrugada deste sábado (data local) seu aval ao governo para continuar negociando com os credores com base na última proposta de acordo apresentada nesta quinta-feira por Atenas (foto acima da reunião com os mesmos). A votação foi definida com os votos a favor de 251 deputados, enquanto 32 votaram contra e oito se abstiveram. As abstenções do Syriza foram do ministro de Energia e líder da corrente mais esquerdista do partido, Panayotis Lafazanis, e a presidente do parlamento, Zoé Konstandopulu. Além da grande maioria do esquerdista e dos deputados de seu parceiro de governo, votaram a favor os nacionalista Gregos Independentes, os conservadores do Nova Democracia, o centrista To Potami e o social-democrata Pasok. Por outro lado, os do Aurora Dourada, os comunistas do KKE e dois deputados do Syriza se posicionaram contra. (Fonte)

O jornalista financeiro Ambrose Evan-Pritchard, do Telegraph de Londres, acredita que Tsipras tenha convocado um referendo à espera de perdê-lo – a fim de justificar a capitulação frente às exigências da Troika.

O seu “plano era (dar a aparência de) travar um bom combate, aceitar a derrota honrosa e entregar as chaves da Mansão Maximos (a residência do primeiro-ministro), deixando a outros a tarefa de implementar (as exigências de austeridade da Troika) e sofrer o opróbrio consequente”.

As coisas não correram como o planejado. O sentimento popular “surgiu como um choque para gabinete grego”, disse Evan-Pritchard. Responsáveis do SYRIZA pensavam que o povo pensaria que o voto de domingo era para aceitar ou rejeitar o Grexit, ao qual a maioria se opõe.

Anteriormente, “Tsipras já tomara a decisão de concordar com exigências de austeridade”, só para descobrir que os bandidos da Troika “elevaram a aposta” pretendendo mais do que ele esperava, afirma Evans-Pritchard.

Eles ofereceram condições que a Grécia não podia aceitar – condições “dickensianas” destinadas a destruir economias quando aplicadas.

Tsipras está “aprisionado pelo seu êxito”. Por um lado, a capitulação total poderia incentivar uma revolta popular. Em alternativa, ele parece propenso a aceitar mais exigências de austeridade, mais do que indicara anteriormente.

Uma terceira opção é o Grexit. Evans-Pritchard acredita que a saída “está postada diante dele”. O antigo presidente da PIMCO, Mohamed El-Erian, classifica a probabilidade em 85%. “O que está a acontecer no terreno significa que a situação está a deslizar para fora do controle dos políticos”, diz ele.

“Não penso que isto esteja a ser suficientemente considerado”. Ele preocupa-se mais com um “choque ao apetite de risco” do que com o contágio económico e financeiro.

Créditos Latuff: Operamundi

Enquanto isso, a Grécia está a afundar numa cratera com bancos encerrados, próximos do colapso. O desemprego está a crescer, a pobreza e privação a aprofundarem-se. A dor e o sofrimento humano é o custo de um sistema esclerosado, condenado a fracassar desde o princípio.

Fábricas gregas não estão a trabalhar. Pequenos negócios estão a fechar. Companhias não podem pagar fornecedores porque bancos não estão a conceder crédito e transferências externas estão proibidas.

Numa carta de quarta-feira passada ao presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, e ao administrador do Mecanismo Europeu de Estabilidade, Klaus Regling, o novo ministro das Finanças grego, Euclid Tsakalotos, prometeu não especificadas “medidas relativas à reforma fiscal” (taxas de IVA mais altas) e “medidas relativas às pensões” (redução de benefícios de reformados para além dos cortes anteriores estabelecidos em 40%).

Em contra-partida, ele pedia um novo salvamento (bailout) de três anos para “cumprir obrigações de dívida da Grécia e assegurar a estabilidade do sistema financeiro”.

Ele disse que Atenas “compromete-se a honrar suas obrigações financeiras (a dívida odiosa) para com todos os seus credores de maneira completa e atempada”.

O ministro enfatizou o “compromisso da Grécia de permanecer na eurozona e respeitar suas regras e regulamentos como estado membro”.

Sua carta era escassa quanto a pontos específicos. “O exame real só pode começar uma vez que o pacote completo tenha sido posto sobre a mesa”, disse o intransigente ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble.

O SYRIZA tem prazo até domingo para satisfazer os bandidos da Troika. Ignore o que diz Tsipras sobre procurar “uma solução razoável e viável” com os credores.

Até agora ele lhes deu virtualmente tudo o que pediam. Será a capitulação total – exceto quanto a concessões menores demasiado insignificantes – anunciada no domingo ou antes disso? - Stephen Lendman (Link da notícia )


Comentários

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Oque nossos leitores mais leem

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Por que os países árabes ricos não recebem os refugiados muçulmanos?

Porque eles não querem que eles residam permanentes...
Os trabalhadores estrangeiros são muito produtivos para o trabalho, melhorando a economia do país e vão para casa quando seus contratos estão chegando ao fim.
Os residentes estrangeiros, no entanto, tendem a trazer sua própria bagagem cultural e política com eles. Esses países já estão lutando para lidar com a modernização e reformas políticas/sociais, de modo que eles não precisam da "porcaria de ninguém" empilhada sobre si.
os "Idiotas do leste" estão muito felizes em ajudar...mesmo os trabalhadores estrangeiros podendo ser um fardo, como foi mostrado durante a Guerra do Golfo em 1991.
Trabalhadores palestinos e iemenitas foram expulsos de vários desses estados, porque seus governos saíram em apoio ao Iraque, ao contrário da política de seus governos, que era de acolhimento.
Com os trabalhadores estrangeiros, você pode simplesmente cancelar seus vistos e enviá-los para casa. Se você tem pessoas aceitas como imigra…

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

A Conquista Moura da Península Ibérica: Mouros escravizaram portugueses por 741 anos - onde estão minhas reparações?

A grande "dívida" que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o Google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.
O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.
Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio …

Os judeus, a Revolução "Russo-Comunista" e o Assassinato do Czar

Acima, Tatiana e Olga; Sentados: Maria, Alexandra, Nicolau e Anastácia. E no chão, Alexei
Por Mark Weber
Na noite de 16-17 de julho de 1918, uma esquadra da polícia secreta Bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, o Czar Nicolau II, junto com sua esposa, a Czarina Alexandra, seu filho mais velho de 14 anos, o Czaverch Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram abatidos numa salva de balas num pequeno espaço de um cômodo da casa em Ekaterinoburgo, uma cidade na região dos Montes Urais, onde eles estavam mantidos como prisioneiros. A complementação da execução das filhas foi feita com baionetas. Para prevenir o culto ao Czar morto, os corpos foram descartados para o campo aberto e apressadamente enterrados em um túmulo secreto.
Avaliando o sinistro legado do comunismo soviético
As autoridades Bolcheviques inicialmente relataram que o imperador Romanov tinha sido baleado após a descoberta de um plano para liberar ele. Por algum tempo as mortes da Imperatriz e das crianças foram man…

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje
Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.
A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.
E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 
Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe pa…

O calvário das viúvas da ocupação

Após a liberação dos territórios ocupados pelos alemães dos países europeus, milhares de mulheres que tinham relacionamentos com soldados alemães foram expostas a execuções humilhantes e brutais nas mãos de seus próprios concidadãos. Era a "Épuration Légale" ("purga legal"), a onda de julgamentos oficiais que se seguiu à liberação da França e da queda do Regime de Vichy. Estes julgamentos foram realizados em grande parte entre 1944 e 1949, com ações legais que perduraram por décadas depois.
Ao contrário dos Julgamentos de Nuremberg, a "Épuration Légale" foi conduzida como um assunto interno francês. Aproximadamente 300.000 casos foram investigados, alcançando os mais altos níveis do governo colaboracionista de Vichy. Mais da metade foram encerrados sem acusação. De 1944 a 1951, os tribunais oficiais na França condenaram 6.763 pessoas à morte por traição e outros crimes. Apenas 791 execuções foram efetivamente realizadas. No entanto, 49.723 pessoas foram …

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

A verdade sobre Olga Benário e Prestes

Olga Gutmann Ben-Ario (1908 - 1942)
Por: Luiz Gonçalves Alonso Ferreira (1)

Na alvorada de março de 1934, vindo de Buenos Aires portando passaporte americano, desembarcara no Rio de Janeiro um sujeito de nome Harry Berger. Preso pela polícia carioca no natal de 1935, logo revelou-se a identidade secreta do viajante. Chamava- se, o misterioso elemento, Arthur Ernst Ewert, judeu alemão, fichado em seu país de origem, no qual era ex- deputado, como espião. Constava também processo por "alta traição".
Berger era o agente do Komintern, especialista em golpes subversivos, enviado para o Brasil com a missão de dirigir intelectualmente o plano traçado em Moscou, que objetivava a instauração de uma ditadura de tipo stalinista no País, por meio de levante armado. Sob ordens de Berger, lá estava Luiz Carlos Prestes, homem escolhido para encabeçar um "governo popular nacional revolucionário", segundo relatório do próprio Berger para o Komintern.
Prestes angariou simpatia no meio c…

Plano Kalergi - O Grande Genocídio de Povos

As causas da imigração em massa ainda são astutamente escondidas pelo sistema, e retratadas como inevitáveis pela propaganda multicultural... O que eles querem apresentar como um fenômeno inevitável e espontâneo é, em verdade, um deliberado plano de longo prazo para destruir a identidade do continente.
Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel do povo eleito. Salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus. Mas também quanto a essa afirmação, Kalergi nos deve uma última prova...
Mais um plano para o domínio mundial?
Ele é considerado um dos precursores e idealizadores da moderna União Europeia. Sua pessoa é glorificada em inúmeras homenagens aos mais diferentes líderes europeus. Todavia, seus escritos nos remetem a um calabouço racial. Seu nome: “Conde” Coudenhove-Kalerg…