segunda-feira, 15 de junho de 2015

Tato, o desmiolado


Por: René Bourbon D’Albuquerque

Tato, há mais de 40 anos, acredita em tudo que os jornais e as revistas comentam e, por assistir a maioria dos noticiários do rádio e da TV, sem notar que são repetitivos, pois oriundos de apenas uma fonte, chega a considerar-se um especialista em assuntos internacionais e, por este motivo, até se destaca entre seus amigos, todos eles ainda mais idiotas. Desde pequeno adora cinema e com o advento de TV a cabo (ou TV por assinatura, na linguagem mais atual - TR) tanto encheu o saco de sua pobre mãe, até que ela fez uma assinatura para que ele pudesse ver filmes à vontade.

O que afetou muito sua cabeça, quando jovem, foram filmes com roteiros do mestre do terror – Alfred Hitchcok, especialmente contratado pelos vencedores, logo após o fim de II Guerra Mundial, para horrorizar o mundo contra os alemães, mostrando esqueletos ambulantes doentes e cadáveres que seriam produto de atrocidades cometidas pelos carrascos alemães contra os inocentes judeus. Aquilo foi marcante, pois teriam sido nada menos que 6.000.000, e em câmaras de gás. Com essas cenas gravadas no cérebro, ele iniciou muitos anos após, a adquirir sempre que podia os livros escritos pelas auto denominadas “testemunhas oculares" do chamado holocausto, formando uma respeitável biblioteca sobre o assunto e, como resultado disso, como não podia deixar de ser, ele diz: "não gosto de alemão".



Com a TV a cabo, Tato apenas fica chateado quando exibem dois filmes anti-nazistas num mesmo horário, como acontece seguidamente pelo elevado número de películas em preto e branco e a cores que exibem diariamente – na totalmente inútil tentativa de manter a Mentira do Século. Por esse motivo já pediu à sua mãe para encomendar um vídeo cassete ao Papai Noel, quando poderá assistir um e gravar o outro.

No mês passado um vizinho dele, que possui várias obras de revisionistas da história, caiu na asneira de perguntar a Tato se já havia lido alguns desses livros. Ignorando o teor dos mesmos mas influenciado pela mentirosa mídia sionista que, por motivos óbvios, os aponta como racistas e de propaganda nazista, irritou-se e sua resposta foi em forma de pergunta: “Tu acha que eu sou nazista pra lê essa bosta?”…

Ele acredita na autenticidade do chamado “Diário de Anne Frank”, que foi transformado em best seller mundial. O filme ele já viu três vezes, sem conseguir conter as lágrimas. Ignora que grande parte desse “diário” – que nunca foi apresentado na íntegra ao povo, foi escrito com caneta esferográfica, que só foi inventada muitos anos após sua morte por doença. Ele acha normal existirem novas versões, mais picantes, do “diário“. A revista Manchete certa vez fez comentários sobre Anne quando tinha 22 anos, esquecendo que faleceu aos 14 ou 15.

Ele acredita piamente que Hitler desejou a guerra e quis dominar o mundo. Ele desconhece as intermináveis tentativas de paz da Alemanha, via Suécia, Vaticano e outras embaixadas, e as instigações e pressões sionistas junto aos governos da Inglaterra, França e EUA para forçar a guerra.

Tato, sempre muito emotivo, também chora cada vez que assiste o filme “A lista de Schindler”, de Spielberg (judeu), ignorando que se trata de película baseada em livro com o mesmo nome, fruto da imaginação do autor – como ele mesmo especifica na obra – e registrado na Biblioteca Nacional como sendo ficção judaica.

Ele acredita piamente que Goebbels fazia apologia à mentira: “que uma mentira repetida diversas vezes se transforma em verdade”… Tato, sendo idiota, apenas repete o que ouve dos outros. Se tivesse ao menos um pouco de inteligência, veria que Goebbels, na importante função de Ministro da Propaganda, jamais cometeria tal burrice, pois nem os próprios filhos acreditariam nele. Se Goebbels alguma vez citou essa frase – (nunca foi indicado quando e onde ele a teria dito!) – foi para denunciar essa técnica sionista que é empregada com sucesso, pelos mesmos, até hoje.

Tato desconhece que o autor dessa técnica é o rabino Reizchhorn, citada no livro “Os Servos do Talmud”, pg. 113/114, Editora ECO, e a frase exata é: “À custa de repetir sem cessar certas idéias, por fim ela as faz admitir como verdades”. Isso em 1865 quando nem o pai de Goebbels ainda havia nascido! É impressionante ver a quantidade de Tatos soltos, repetindo que foi Goebbels…

Talvez este seja o teste perfeito para colocar à prova um dispositivo caça-tato – TR.

[…] Após meses de matanças de um povo sem defesa para enfrentar um único dos aviões dos EUA, o presidente Bush resolveu finalmente mostrar ao mundo aquilo que estava nas suas mãos há mais de três meses: “As provas” da responsabilidade de bin Laden… que não passa de uma grosseira falsificação. Mostra o pseudo autor festejando o resultado do ataque… e calculando as prováveis baixas… O herói precisava apresentar qualquer coisa para seu povo, para justificar o massacre que praticam no Afeganistão, o genocídio, o assassinato de centenas de prisioneiros e experimentando novas e terríveis armas.



Eu só queria ver a cara do ilustre presidente se conhecesse o número de brasileiros, e pessoas de todo o mundo, que talvez não festejaram, mas certamente acharam que os EUA há muito tempo estavam necessitando de uma lição.

Imaginem que até o Tato, o idiota, sacudiu a cabeça e pela primeira (vez) não teria feito nenhum comentário. Pela expressão do seu rosto, o vizinho não entendeu se ele ficou chateado por não ter entendido a “prova”, ou por ainda não terem acertado uma bomba no homem, ou ainda por ninguém o ter traído, denunciado, até o momento, pois como sempre diz: “Um prêmio de 25 milhões de dólares é muita gaita”!

Esse sistema sionista, de achar que dinheiro compra até sentimentos e consciências, já havia fracassado uma vez, aqui na nossa Pátria, quando a já denunciada e desmascarada “Indústria do Holocausto” alimentava a imprensa à procura de criminosos de guerras nazistas… No caso em questão, tratava-se de um prêmio de nada menos que um milhão de dólares, há muitos anos atrás, para quem desse pistas do paradeiro do Dr. Josef Mengele, tido como um dos maiores criminosos da terra, que no Brasil não matava nem galinhas, mesmo para comer, por sentir dó das mesmas, mas que era acusado, pelo poder da mídia, como assassino de crianças, de fazer experiências médicas injetando tinta azul nos olhos dos inocentes, para torna-los da mesma cor…

Mengele, certa vez em Auschwitz (sempre Auschwitz), teria reunido dezenas de anões, mandado confeccionar smokings para cada um (sic), a fim de assistirem como ele a um concerto de música clássica… (O teatro desse campo de concentração foi ocupado, após o fim da guerra, por irmãs Carmelitas, que na época prestavam relevantes serviços aos alemães cuidando de crianças, idosos e doentes). Terminado o concerto, ele os teria conduzido tranquilamente, em fila, para as câmaras de gás… A “testemunha ocular” não informou se entravam de smoking ou pelados… Parece que a “indústria” queria dar uma ideia ao mundo de que Mengele não tinha nenhuma simpatia por crianças e baixinhos… isso sempre com psicóticas testemunhas, filmes e filmes. Mengele acabou morrendo, quando nadava numa das praias do litoral paulista, por mal súbito.

Descobrindo posteriormente com qual família ele havia vivido em São Paulo, o Mossad queria saber por que motivo, com um prêmio desse valor, não o haviam denunciado. Receberam como resposta que “nunca trairiam um amigo”, fato que levou essa família a amargar perda de empregos, várias tentativas de processá-la, insegurança e preocupações.

Tato está acreditando que as bombas e super-bombas que os americanos estão despejando no Afeganistão, são para acertar, se possível, a cabeça de Osama bin Laden, convenientemente escolhido, sem provas, como “terrorista” responsável pelos atentados nos EUA. Tato nem se lembra que os inimigos de hoje – os talebans – tinham sido os grandes guerreiros que eles haviam financiado até expulsarem os russos. Ele não sabe que os americanos estão matando afegãos, até prisioneiros confinados, e atirando bombas até os escombros, uma matança exclusiva, por interesses petrolíferos, que esperam conseguir com eventuais novos dirigentes. Com os talebans não tinham conseguido nada, por isso se tornaram seus inimigos.

Lamentavelmente, Tato não sabe que o único e exclusivo motivo para o ataque a Nova York e Washington foi a incondicional cobertura, apoio político, financeiro e o abastecimento do mais sofisticado material bélico, que os manobrados governos norte-americanos dão ao sionismo e a Israel, desde a época que, conhecendo o código telegráfico dos japoneses, propositadamente deixaram acontecer o ataque a Pearl Harbor, (único motivo que encontraram para contrariar a opinião do povo norte-americano pela neutralidade), para poderem entrar na guerra contra o grande inimigo de Israel: a Alemanha, que os havia afastado das funções públicas, direções empresariais, financeiras e de toda a imprensa, fato que permitiu a Alemanha reerguer-se em pouco tempo e dar a seu povo o mais elevado padrão de vida de toda a Europa.

Livro “11 de setembro de 2001″ – Como se engana a humanidade (O poder da mídia), Editora Céu e Terra, ISBN 85-7246-024-1 -DISPONÍVEL NA NOSSA BIBLIOTECA VIRTUAL

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