Lobby judaico se reúne com presidente da Câmara dos Deputados

Paulo Maltz, Fernando Lottenberg, Eduardo Cunha, Ricardo Berkiensztat
Sostenes Cavalcante. Foto: Divulgação.

Pegando carona nas leis antiterror – que visam transformar países minimamente “democráticos” em estados policias – o lobby judaico se reuniu neste mês de abril de 2015 com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em mais uma tentativa de restringir a liberdade de expressão dos brasileiros.

A estratégia é antiga: dentro de uma pacote de reivindicações que soam aparentemente justificáveis, aparece como quem não quer nada, en passant, aquilo que realmente interessa. Segundo informado aqui, os presidentes da Conib e da Fierj, Paulo Maltz; e o presidente-executivo da Fisesp, Ricardo Berkiensztat, encontraram-se na semana passada em Brasília com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Na pauta, entre outros temas, os projetos de lei antiterror e antinegacionismo que tramitam no Congresso.

Além dos senhores ali presentes, o Lobby também conta com o apoio do ministro da defesa. Jacques Wagner “afirmou que seu ministério apoia a aprovação de uma lei antiterrorismo e instruiu sua assessoria a estudar o tema.”

O projeto de lei 987/2007 de autoria do deputado judeu (e sionista), Marcelo Zaturansky Itagiba, prevê a criminalização daquelas pessoas que “negam o holocausto judeu”. Independente se há ou não novos argumentos e/ou estudos que refutam a propaganda e os testemunhos do suposto “holocausto judeu”, o simples questionamento já poderia ser interpretado como “negação” do evento. São redações de lei imprecisas, que abrem brechas para interpretações despóticas de servidores do Estado.

Conforme declarou neste vídeo (ao lado) outro membro da comunidade judaica e sionista juiz do STF Luiz Fux, um dos principais valores da religião judaica é “o amor à verdade”. Sendo assim, por que será que o Lobby faz de tudo para criminalizar o pensamento dissidente, ao invés de debater o suposto “holocausto judeu”? Diante das incontáveis inconsistências no relato das testemunhas, diante da falta de laudos técnicos periciais, da falta de uma única autópsia comprovando o uso de gás cianídrico, na falta de uma mínima estrutura logística para levar a cabo o alegado assassinato de 6 milhões, compreendemos que quem não tem argumentos, só pode recorrer ao código penal para silenciar os adversários.

Quem não deve, não teme.

Fonte: CONIB

O desafio par ao debate já está feito: (ACESSE O LINK E CONFIRA)

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