Pular para o conteúdo principal

Democracia e algo mais


Por: Horst Mahler

“A impressão que a Democracia ainda não seja a forma mais correta de liberdade é consenso geral e ganha cada vez mais adeptos. A crítica marxista da democracia não pode ser simplesmente colocada de lado: Quão livres são exatamente as eleições? Qual é a dimensão da manipulação da opinião pública através da propaganda, ou seja, através do capital e de seus senhores? Não existe a Oligarquia daqueles que determinam o que seja moderno e avançado, o que a pessoa esclarecida deva pensar?”

O sistema de maioria e minorias representa de fato a liberdade?

A compreensão da estratégia de ataque do inimigo é fator decisivo para a aplicação de um eficaz plano de defesa. Como o inimigo atua globalmente, não podemos ignorar suas ações fora dos perímetros da Nação. Limitarmo-nos somente aos problemas nacionais e achar que o Brasil está imune aos ataques dos gafanhotos internacionais, como vem ocorrendo de forma mais intensa em outros países, revela-se como miopia medíocre em relação ao mundo e contra a concepção integral e harmônica da coexistência pacífica entre os povos.

Um cenário atual da ação do inimigo situa-se no Oriente Médio, onde a soberania das Nações é renegada a um segundo plano. Não obstante, esta forma explícita de ataque pode ser substituída por estratégias mais sutis, como por exemplo, aquela aplicada à Alemanha, desde o final da Segunda Guerra Mundial.


O grande êxito dos inimigos do Reich alemão consiste, através de uma satânica lavagem cerebral – chamada reeducação, em confundir o povo alemão, levando-o a uma condição de absoluta incapacidade de reação e chegando ao ponto deles verem a si próprios com os olhos de seus piores inimigos e acreditar piamente em suas mentiras, as quais destroem a alma do povo.

O povo alemão nunca foi perguntado se ele queria ser libertado do “Nacional-Socialismo e Militarismo”. Ao contrário, ele foi fiel a Adolf Hitler até o amargo fim. Quando um povo lutou com tanto sacrifício até o último cartucho contra sua “libertação”?! Através da experiência, este povo não se tornou um povo mais esperto e não passou a compartilhar da mesma opinião do Conde Coudenhove-Kalergi? Kalergi expôs, já em 1925, a essência da Democracia da seguinte forma:

Hoje, a Democracia é fachada da Plutocracia[1] : como os povos não iriam tolerar uma clara Plutocracia, é renegado a eles o poder nominal, enquanto o poder de fato permanece nas mãos dos plutocratas. Nas Democracias republicanas, assim como nas monárquicas, os homens de Estado são marionetes e os capitalistas os regentes: eles ditam as linhas-mestre da política; eles dominam os eleitores através da aquisição da opinião pública e os ministros através das negociatas e relações sociais.” -N.T. 

É digno de nota que o Papa Bento XVI, ainda como Cardeal Ratzinger, pronunciou publicamente uma visão semelhante:

“A impressão que a Democracia ainda não seja a forma mais correta de liberdade é consenso geral e ganha cada vez mais adeptos. A crítica marxista da democracia não pode ser simplesmente colocada de lado: Quão livres são exatamente as eleições? Qual é a dimensão da manipulação da opinião pública através da propaganda, ou seja, através do capital e de seus senhores? Não existe a Oligarquia daqueles que determinam o que seja moderno e avançado, o que a pessoa esclarecida deva pensar? A crueldade desta Oligarquia, sua possibilidade de execução pública, é conhecida há muito tempo. Quem se coloca no seu caminho é declarado inimigo da liberdade, pois ele sem dúvida alguma impede a livre expressão da opinião. E como é o consenso final das agremiações de representação democrática? Quem gostaria ainda de acreditar que o bem estar comum seja ainda o único momento determinante? Quem poderia duvidar do poder dos interesses, cujas mãos imundas tornam-se cada vez mais visíveis? E sobretudo: o sistema de maioria e minorias é realmente um sistema de liberdade? E os mais diferentes grupos de interesses não são aparentemente mais fortes que a própria representação política, o parlamento? Nesta confusão de poderes, o problema da desgovernação aumenta ameaçadoramente: a vontade contrária em se estabelecer bloqueia a liberdade do todo.” - N. T.

Completando para esclarecer esta situação, deveríamos levar em conta Noam Chomsky, o qual escreveu no início deste milênio – ou seja, em nossos dias – sobre a forma de governo que erroneamente, para pessoas mais simples, é denominado Democracia:

“Lancemos agora um olhar para os ensinamentos, cujo fundamento deveria servir para a moderna forma da democracia política. Eles se encontram em um importante manual sobre PR-Indústria, caracterizada pelo título “Propaganda”, cujo autor, Edward Bernays, pertence àquelas personalidades líderes do segmento publicitário. Logo de início, ele nota que a manipulação consciente e inteligente dos organizados hábitos e opiniões das massas é um elemento importante da sociedade democrática. E para das cabo desta tarefa, a minoria inteligente deve se fazer valer continuamente e sistematicamente da propaganda, pois somente ela compreende o processo da consciência e o padrão de comportamento social das massas e podem manipular os fios pelos quais a consciência pública é controlada. Por causa disso, nossa sociedade chegou ao lugar comum de permitir organizar a livre concorrência através de liderança e propaganda, um outro caso do princípio do consenso sem apoio . A propaganda coloca nas mãos da liderança um mecanismo, com a ajuda do qual formam a consciência das massas , e consequentemente orientam esta sua nova adquirida força na direção desejada. A liderança pode dirigir a consciência pública da mesma forma como um exército dirige seus soldados. O consenso para organizar pertence ao ser do processo democrático, escreveu Bernays, antes dele ser homenageado em 1949, pela Associação Americana de Psicólogos, por ocasião de seus artigos." - N.T.



Em poucas linhas, os Protocolos dos Sábios de Sião, um suposto plano de domínio judaico mundial, relatam com insuperável precisão o mais sagrado da Democracia, o direito do voto universal:

“Para se atingir este objetivo (o domínio mundial), nós devemos antes introduzir o voto universal, sem distinção de posição e posses. Com isso, a massa tem o poder da decisão, e como ela é dirigida de fato por nós (através da mídia), nós atingimos através dela a incondicional maioria, a qual nunca iríamos obter caso somente os esclarecidos e a classe abastada tivesse o direito à escolha.” -N.T

Pode-se observar precisamente – por todo o globo – o resultado desta invenção judaica, e iremos concluir que se confirma a previsão dos autores dos Protocolos.

O significado da imprensa judaica para o poder da mentira não foi ainda provavelmente percebido corretamente.


No século XX, as igrejas cristãs foram reprimidas de seu papel formador da consciência ocidental. Ao seu lado apareceram as mídias de massa, a Superpotência da modernidade. Ao longo de persistentes e secretas campanhas de dominação, elas caíram nas mãos dos plutocratas ou sob sua esfera de influência. Elas determinam hoje o cenário mundial. Neste, o egoísmo assume a perspectiva central, enquanto a coletividade e Deus permanecem apagados. Verdade é substituída por utilidade. Espertos como eles próprios, os senhores secretos descobriram que quase todas as pessoas podem ser induzidas a acreditar em quase em tudo, se eles conseguirem sugerir que todo os outros assim acreditam. E desta forma a maioria acredita naquilo que é útil aos plutocratas, pois estes sugerem em intermináveis repetições que todos acreditam naquilo, que seja útil aos plutocratas.

Esta tecnologia de controle da consciência é a pedra fundamental do domínio da mentira pelo terror. Sob este domínio, existem sobretudo dois “pecados capitais”: duvidar do “conceito de liberdade da democracia” e duvidar do “holocausto."

Para se defender da verdade, os plutocratas se utilizam de um vasto arsenal de porretes linguísticos como “teoria da conspiração", “antissemita", “racista”, “nazi”, “negador do holocausto” e assim por diante, cujo objetivo é aniquilar a vontade em desenvolver o próprio pensamento.

Que os pensamentos devam ser individualmente avaliados, se são certos ou falsos, verdadeiros ou não, parece ter caído totalmente em esquecimento. De uma forma geral, o interesse dos plutocratas transformou-se na baliza que prende todas as manifestações exteriores do Espírito. Sob o termo camuflado reeducação, estabeleceu-se uma totalitária polícia de pensamento, sem paralelos na História.

Não existe na Alemanha qualquer publicitário livre, qualquer instituto de pesquisa independente para estudar a história contemporânea, qualquer tribunal independente que esteja na situação de debater temas referentes ao Reich alemão, para se esclarecer sobre a verdade histórica, qualquer editora isenta para dicionários e enciclopédias, qualquer livro escolar orientado com os verdadeiros fatos, qualquer verdadeira liberdade de expressão e qualquer partido político livre.

A escravidão espiritual alemã, a qual tem seu cume no parágrafo 130 do Código Penal alemão, revolve agora o pensamento junto ao Reich alemão. Cada vez mais fica visível, a precária situação dos tribunais que se apoiam nesta determinação criminal contra os cidadãos do Reich alemão.

Nas salas dos tribunais da OMF-BRD [2], a verdade trava um duelo com a mentira de nossos inimigos. Ela irá prevalecer – pelo simples fato dela ter sido reconhecida e exposta. Nenhuma mentira pode se sobrepor a uma verdade reconhecida.


Notas:

[1] Influência do dinheiro; dominação da classe capitalista, detentora dos meios de produção, circulação e distribuição de riquezas.

[2] Do alemão Organizationsform einer Modalität der Fremdherrschaft – Bundesrepublikdeutschland que significa Forma de organização de uma modalidade de domínio estrangeiro – República Federal Alemã.

Esta forma de descrição da atual Alemanha foi formulada pelo deputado Carlo Schmid, na ocasião de seu pronunciamento no parlamento alemão em 8 de setembro de 1948. Carlo Schmid era um especialista em Direito Internacional e Direito Público, além de ser considerado o “pai” da Grundgesetz, a Lei Fundamental alemã.

Comentários

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Oque nossos leitores mais leem

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Por que os países árabes ricos não recebem os refugiados muçulmanos?

Porque eles não querem que eles residam permanentes...
Os trabalhadores estrangeiros são muito produtivos para o trabalho, melhorando a economia do país e vão para casa quando seus contratos estão chegando ao fim.
Os residentes estrangeiros, no entanto, tendem a trazer sua própria bagagem cultural e política com eles. Esses países já estão lutando para lidar com a modernização e reformas políticas/sociais, de modo que eles não precisam da "porcaria de ninguém" empilhada sobre si.
os "Idiotas do leste" estão muito felizes em ajudar...mesmo os trabalhadores estrangeiros podendo ser um fardo, como foi mostrado durante a Guerra do Golfo em 1991.
Trabalhadores palestinos e iemenitas foram expulsos de vários desses estados, porque seus governos saíram em apoio ao Iraque, ao contrário da política de seus governos, que era de acolhimento.
Com os trabalhadores estrangeiros, você pode simplesmente cancelar seus vistos e enviá-los para casa. Se você tem pessoas aceitas como imigra…

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

A Conquista Moura da Península Ibérica: Mouros escravizaram portugueses por 741 anos - onde estão minhas reparações?

A grande "dívida" que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o Google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.
O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.
Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio …

Os judeus, a Revolução "Russo-Comunista" e o Assassinato do Czar

Acima, Tatiana e Olga; Sentados: Maria, Alexandra, Nicolau e Anastácia. E no chão, Alexei
Por Mark Weber
Na noite de 16-17 de julho de 1918, uma esquadra da polícia secreta Bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, o Czar Nicolau II, junto com sua esposa, a Czarina Alexandra, seu filho mais velho de 14 anos, o Czaverch Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram abatidos numa salva de balas num pequeno espaço de um cômodo da casa em Ekaterinoburgo, uma cidade na região dos Montes Urais, onde eles estavam mantidos como prisioneiros. A complementação da execução das filhas foi feita com baionetas. Para prevenir o culto ao Czar morto, os corpos foram descartados para o campo aberto e apressadamente enterrados em um túmulo secreto.
Avaliando o sinistro legado do comunismo soviético
As autoridades Bolcheviques inicialmente relataram que o imperador Romanov tinha sido baleado após a descoberta de um plano para liberar ele. Por algum tempo as mortes da Imperatriz e das crianças foram man…

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje
Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.
A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.
E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 
Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe pa…

O calvário das viúvas da ocupação

Após a liberação dos territórios ocupados pelos alemães dos países europeus, milhares de mulheres que tinham relacionamentos com soldados alemães foram expostas a execuções humilhantes e brutais nas mãos de seus próprios concidadãos. Era a "Épuration Légale" ("purga legal"), a onda de julgamentos oficiais que se seguiu à liberação da França e da queda do Regime de Vichy. Estes julgamentos foram realizados em grande parte entre 1944 e 1949, com ações legais que perduraram por décadas depois.
Ao contrário dos Julgamentos de Nuremberg, a "Épuration Légale" foi conduzida como um assunto interno francês. Aproximadamente 300.000 casos foram investigados, alcançando os mais altos níveis do governo colaboracionista de Vichy. Mais da metade foram encerrados sem acusação. De 1944 a 1951, os tribunais oficiais na França condenaram 6.763 pessoas à morte por traição e outros crimes. Apenas 791 execuções foram efetivamente realizadas. No entanto, 49.723 pessoas foram …

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

A verdade sobre Olga Benário e Prestes

Olga Gutmann Ben-Ario (1908 - 1942)
Por: Luiz Gonçalves Alonso Ferreira (1)

Na alvorada de março de 1934, vindo de Buenos Aires portando passaporte americano, desembarcara no Rio de Janeiro um sujeito de nome Harry Berger. Preso pela polícia carioca no natal de 1935, logo revelou-se a identidade secreta do viajante. Chamava- se, o misterioso elemento, Arthur Ernst Ewert, judeu alemão, fichado em seu país de origem, no qual era ex- deputado, como espião. Constava também processo por "alta traição".
Berger era o agente do Komintern, especialista em golpes subversivos, enviado para o Brasil com a missão de dirigir intelectualmente o plano traçado em Moscou, que objetivava a instauração de uma ditadura de tipo stalinista no País, por meio de levante armado. Sob ordens de Berger, lá estava Luiz Carlos Prestes, homem escolhido para encabeçar um "governo popular nacional revolucionário", segundo relatório do próprio Berger para o Komintern.
Prestes angariou simpatia no meio c…

Plano Kalergi - O Grande Genocídio de Povos

As causas da imigração em massa ainda são astutamente escondidas pelo sistema, e retratadas como inevitáveis pela propaganda multicultural... O que eles querem apresentar como um fenômeno inevitável e espontâneo é, em verdade, um deliberado plano de longo prazo para destruir a identidade do continente.
Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel do povo eleito. Salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus. Mas também quanto a essa afirmação, Kalergi nos deve uma última prova...
Mais um plano para o domínio mundial?
Ele é considerado um dos precursores e idealizadores da moderna União Europeia. Sua pessoa é glorificada em inúmeras homenagens aos mais diferentes líderes europeus. Todavia, seus escritos nos remetem a um calabouço racial. Seu nome: “Conde” Coudenhove-Kalerg…