O Pensamento Racial Nacional-Socialista



Por: Dr. Walter Gross

A maior fenda para interpretações equivocadas se situa na perspectiva nacional-socialista das relações entre as variadas raças do mundo. Tem-se questionado se os princípios raciais fundamentais desta teoria de um mundo novo não iriam produzir a falta de condescendência, ou até mesmo o desprezo pelas pessoas de raças diferentes. Muito pelo contrário: esses mesmos princípios oferecem as melhores garantias para a tolerância mútua e para a cooperação pacífica entre todos.

“Orgulho pela sua própria raça – e isso não implica em desprezo pelas demais – é também um sentimento normal e saudável.”

Nós apreciamos o fato de que aqueles pertencentes às outras raças são diferentes de nós. A verdade científica é a base, a justificação e, ao mesmo tempo, a obrigação de cada política racial, sem as quais a restauração da Europa hodiernamente não seria mais viável. Saber se outra raça é “melhor” ou “pior” não nos é possível julgar. Isso requereria que transcendêssemos nossas próprias limitações raciais pelo período do certame e assumíssemos uma condição sobre-humana, até mesmo divina atitude, na qual somente um veredicto “impessoal” poderia se constituir acerca do valor ou a falta deste nas mais variadas formas de vida em meio à inesgotável Natureza. Mas nós, dentre todos, já somos bastante conscientes dos inseparáveis laços de sangue e da nossa própria raça, antes que se tentasse aspirar a tal ponto de vista racial equidistante, mesmo que abstrativamente.

A História, a Ciência e a vida em si mesma têm nos ensinado, de várias formas, que os seres humanos habitantes da Terra são qualquer coisa que não iguais entre si; além disso, os principais grupos raciais são não apenas fisicamente, mas intelectual e espiritualmente diferentes uns dos outros.


Os princípios raciais do nacional-socialismo são, portanto, a garantia mais segura para que se respeite a integridade de outras nações. É incompatível com as nossas ideias a noção de incorporar outras nacionalidades em uma Alemanha construída com o resultado de conquistas, pois elas sempre permaneceriam, por causa de seu sangue e espírito estrangeiros, um corpo estranho no interior do Estado alemão. Tais pensamentos imprudentes podem ser tolerados por um mundo que tem como objetivo o poder econômico ou a pura expansão territorial de suas fronteiras, mas nunca por um pensamento estadista baseado em linhas orgânicas raciais, cujo principal escopo é a preservação da grandiosidade e da unidade essencial de seu povo, ligado por laços de sangue.

Por esta razão, não temos nada em comum com o chauvinismo e o imperialismo, porque nós estendemos às outras raças que povoam a Terra os mesmos privilégios que clamamos para nós mesmos: o direito de moldar nossas vidas e nosso mundo particular de acordo com as exigências da nossa própria natureza.


E se o Nacional-Socialismo gostaria de, irrestritamente, ver abolida a mistura de sangue no âmbito individual, não há nada nisto que sugira menosprezo. Afinal de contas, nós alemães – nós mesmos-, vistos etnologicamente, somos uma mistura. A demanda nacional-socialista é apenas de que os pontos-de-vista sobre o sangue e as leis biológicas devam ser observados mais de perto no futuro.

Aqui, novamente, nosso ponto de vista não é muito distante do de outras pessoas com um forte sistema de valores. As leis de imigração americanas, por exemplo, são definitivamente baseadas em distinção racial (1). Os europeus e os habitantes da Índia, Ilhas do Pacífico, e assim por diante, mantiveram-se instintivamente afastados da mistura sanguínea, e os dois lados realmente consideram qualquer transgressão nesse sentido de uma forma muito negativa. No entanto, esta atitude natural em nada diminui a possibilidade de estreita cooperação e interação amigável. E, falando em nome da nova Alemanha, deixe-me enfatizar mais uma vez:

Nós não queremos  que o nosso povo se case com os membros de uma raça alienígena, uma vez que através de tal mistura as melhores qualidades e características de ambas as raças serão perdidas. Mas sempre estaremos prontos a receber hóspedes que desejam visitar-nos, sejam civilizações co-irmãs ou estrangeiras, e os nossos pontos de vista raciais só nos levam a uma maior valorização de suas peculiaridades essenciais, da mesma forma como gostaríamos que nossas próprias peculiaridades sejam respeitadas.


“Eu garanto a vocês que estou totalmente livre de qualquer ódio racial. É indesejável, em todo caso,  que uma raça deva se misturar com outras raças. Com exceção de alguns poucos êxitos espontâneos, que estou pronto a admitir, o cruzamento sistemático nunca produziu bons resultados. O desejo de permanecer racialmente puro é uma prova da vitalidade e salubridade de uma raça. Orgulho pela sua própria raça – e isso não implica em desprezo pelas demais – é também um sentimento normal e saudável. Eu nunca considerei os chineses ou japoneses inferiores do que nós mesmos. Eles pertencem a civilizações antigas, e eu francamente admito que suas histórias passadas são superiores à nossa própria. Eles têm o direito de se orgulhar de seu passado, assim como temos o direito de nos orgulhar da civilização a que pertencemos. De fato, creio que o quanto mais resolutos os chineses e os japoneses estiverem de seu orgulho racial, mais facilmente eu deverei encontrar o sucesso junto a eles.” - Hitler-Bormann Documents (Feb. 13, 1945)

Nota:

(1) - Lembremos sempre que, até o começo das convulsões etno-raciais nos E.U.A dos anos 60, 70, e 80, a politica racial estadunidense era segregacionista (como o Apartheid). Não estamos aqui para dizer se isso é bom ou ruim para o povo "Yankee" desta ou daquela época, porém, oque precisar ser visto quando se analisa a questão do ponto de vista da propaganda de guerra dirigida pelos aliados em denegrir a politica racial, antes de tudo social fascista ou Nacional-Socialista.

Fonte: Racial Nationalist Library

Sobre o Autor:


Dr. Walter Gross (21 de outubro de 1904 em Kassel - 25 de abril de 1945 em Berlim) foi um alemão médico nomeado para criar o Instituto de Esclarecimento sobre a Política Populacional e Bem-Estar Racial (Aufklärungsamt für Bevölkerungspolitik und Rassenpflege) para o NSDAP . Ele dirigiu este escritório, rebatizado o Gabinete de Política Racial (Rassenpolitisches Amt), em 1934, até sua suicídio no encerramento da II Guerra Mundial.

Em 1925, enquanto a formação como médico, ele se tornou um membro do NSDAP. Ele foi nomeado líder da Aliança dos Médicos nacional-socialista alemão em 1932. Em 1933, Gross foi nomeado para criar o Escritório Nacional Socialista para a Iluminação da Política Populacional e Bem-Estar Racial, que foi projetado para educar o público.


Em 1938 Gross, então chefe do Bureau Reich para Esclarecimento sobre a Política Populacional e Bem-Estar Racial, contribuiu com um capítulo intitulado "Pensamento Racial Nacional Socialista".

5 comentários:

  1. Há mais assassinos em série pretos do que brancos. O fim de um mito.


    http://whiteresister.com/index.php/stories/657-the-end-of-a-myth-most-new-serial-killers-in-america-are-not-white-males

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  2. Há mais assassinos em série pretos do que brancos. O fim de um mito.

    http://whiteresister.com/index.php/stories/657-the-end-of-a-myth-most-new-serial-killers-in-america-are-not-white-males

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  3. CUIDADO QUE NO ORKUT HAVIA MUITOS SUB-NOSTRATIZANTES DA CAUSA NS KOSHERIZANTES..A DIFERENÇA ENTRE ISSO E IMPERIOS JUDEUS É O MESMO QUE NADA..SE O NS QUER SER REALMENTE DIFERENTE NÃO PODE SER NEM AQUELE FALSO NS DE LOS ANGELES DOS FILMES EM QUE SKINS BATEM EM QUALQUER UM SÓ POR SE MOVEREM E NEM SEREM SUB-NOSTRATICISTAS COMO A FF-CIA

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  4. É COMO DIZIA UM CAMARADA DO ORKUT: E VC ACHA QUE ESSE TAL LOBATO QUER O QUE?SE INFILTRAR PRA DEPOIS..TEMPOS DEPOIS POUCO TEMPO FUI NOS SCRAPS DO CARA E ELE SE CORRESPONDIA COM UMA PROTO-MUDSHARK..

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