quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje

Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.

A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.

E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 

Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe para prestar assistência pacífica, mas ativa para aqueles que perderam sua liberdade durante ou depois da guerra por internamento, prisão, ou similar circunstância e que precisam de ajuda até hoje.

Família


Gebhard e Anna Himmler (em pé) com seus três filhos: Heinrich (à esquerda), Ernst (centro) e Gebhard (à direita) em uma fotografia 1906. Na outra foto: Heinrich (à esquerda) com seu irmão, Gebhard.

Heinrich Luitpold Himmler (1900 - 1945), seu pai, o Reichsführer da Schutzstaffel (SS) natural de Munique, nasceu numa família de classe média. Era filho de  Joseph  Gebhard Himmler (1865 - 1936), diretor (Oberstudiendirektor) de uma importante escola na cidade e que mais tarde tornaria-se reitor com Anna Maria Heyder (depois, Anna Himmler, 1866 - 1941).

O casal, além de Heinrich, que era filho do meio, teve mais dois filhos: o mais velho, Gebhard Ludwig Himmler (1898-1982) e um mais novo, Ernst Hermann Himmler (1905 - 1945).

Gebhard, oficial de infantaria do exército bávaro, tornou-se engenheiro mecânico devido sua vocação e estudos do qual direcionava. Casou-se com Mathilde Hilde Wendler, em 1926 e teve três filhos:  Irmgard (1927), Anneliese (1930) e Heide (1940).

Gudrun com seu pai e Karl Wolff
Se juntou ao Partido em 1933 (membro no. 1.117.822) e tornou-se deputado e, posteriormente, chefe da Associação de Estudantes Gau (Gaufachschaftsleiter) para o Gau da Alta Baviera, onde realizou grandes feitos na educação e estudos tecnológicos. 

Ernst Hermann Himmler, o mais novo, formado engenheiro elétrico, em 1928, Ingressou no Partido em 1 de Novembro de 1931 (de membro no. 676.777). Em 1933, ele entrou para a SS , e, com a ajuda de Heinrich, ele conseguiu um emprego com o Berlin rádio. Ele rapidamente se tornou diretor dentro do organismo de radiodifusão do Reich. Em várias ocasiões, Ernst Heinrich fornecido com informações internas do mundo da radiodifusão. alcançou o posto de SS- Sturmbannführer em 1939. Ele morreu com o Volkssturm durante a luta feroz da resistência em Berlim, no início de maio de 1945. Ele deixou descendencia, assim como seus irmãos. Katrin Himmler, a famosa escritora sobre a família Himmler, é sua neta direta.

Sobre seus pais

Gudrun, nascida em 1929, é fruto do casamento de Himmler com sua única esposa, Margaret Boden (1893 - 1967, que se tornaria, Margaret Himmler). União essa, ocorrida em julho de 1928.

Ela participou do Höhere Töchterschule (Escola Superior Feminina) em Bromberg, treinou e trabalhou como enfermeira durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, seguindo  em hospitais militares ligados a Cruz Vermelha Alemã.

Gudrun sempre lembra da boa relação que tinha com seu pai, que a apelidara de  Püppi ("boneca"). 
ela (garotinha) e seu pai já na época da guerra

Após a Segunda Guerra Mundial e o alegado suicídio (sempre posto em dúvida por Gudrun) de seu pai, Heinrich Himmler, esteve aprisionada, juntamente com sua mãe, por 4 anos pelas forças de ocupação britânicas. Conforme suas declarações posteriores, foram os mais difíceis anos de sua vida.

Gudrun apresenta um posicionamento sem sombra de dúvida totalmente oposto ao de sua parente sobrinha-neta, a também famosa, Katrin Himmler (1967), neta de Ernst Himmler, seu tio, autora do livro: "Os irmãos Himmler, história de um família alemã". 

Licenciada em Ciências Políticas, é casada com um judeu israelense, com o qual tem um filho e viaja frequentemente a Israel. 

Na obra, Katrin não expõem nada que revele algo de relevante para que se possa combater a falsa história e a venda nos olhos que é imposta a aqueles que procuram respostas e só acham as mesmas coisas escritas em todos os lugares - NR.

Ativismo

Gudrun nunca abdicou da visão ideológica nacional-socialista, não obstante o tratamento de reeducação mental nela aplicada pelas forças de ocupação. Assim, ao contrário da grande maioria dos sobreviventes alemães, não deixou se vitimar pela manipulação mental e pelo terror psicológico e físico operados pelos vencedores do conflito com o objetivo de redefinir a realidade histórica e anular a identidade germânica.

Em 1951 foi co-fundadora da associação Stille Hilfe, destinada a dar auxilio e apoio a alemães perseguidos pelo sistema atual de poder, contrário à ideologia nacional-socialista.

Gudrun junto de sua mãe, Margaret Himmler, durante os ensaios do julgamento de Nuremberg (1946)
Em 1952 auxiliou na fundação da "Juventude Wiking" (Wiking-Jugend), de visão ideológica semelhante à "Juventude Hitlerista" (Hitlerjugend). A caça, intensa na República Federal da Alemanha, a ideologias não conformes à visão esquerdista auto-destrutiva e anti-nacionalista, continua ativa. Assim a Wiking-Jugend foi proibida em 1994 na área de influência da República Federal da Alemanha.

Gudrun agiu também em defesa de Anton Malloth, que após 40 anos vivendo em Meran, foi em 1988 extraditado pela Itália à República Federal da Alemanha, onde sofreu processo judicial por supostos crimes enquanto servia na Kleine Festung Theresienstadt. De 1988 a 2001, durante o processo, a Stille Hilfe lhe concedeu moradia em Pullach, na zona sul de Munique, em abrigo de idosos localizado no terreno que em tempos do Nacional-Socialismo pertencia a Rudolf Heß. 


O grupo Stille Hilfe, atualmente, está nas mãos da Sra. Burwitz. E seu trabalho é bastante reconcecido por ativistas políticos e ideológicos de hoje. Ela tornou-se ‘avó’ para uma nova geração de homens e mulheres na Alemanha. Esses "discípulos" de hoje usam trajes tradicionais da Baviera e cabelos com tranças.

Andrea Roepke, pesquisadora especialista na vida da senhora Burwitz, afirma: 


“o Grupo Stille Hilfe não é apenas para prestar ajuda aos ex-nacional-socialistas, ele também financia o movimento neo-nazista.”

A Sra. Burwitz, que mora em Munique com o marido, o jornalista e escritor Dr. Wulf Dieter Burwitz, lutou para evitar que Klaas Carel Faber, 89, fosse extraditado para a Alemanha. O holandês serviu nas fileiras da SS na Holanda, onde é acusado de ter "assassinado judeus indefesos a sangue frio". - a mesma coisa de sempre - NR.

O Partido Nacional Democrata (NPD), em Berlim protestando sob o slogan "Os trabalhadores resistem - na comemoração do 58 º aniversário da revolta dos trabalhadores na Alemanha Oriental, de 17 de junho de 1953

E seu mais recente cliente foi Soren Kamm, um oficial da SS dinamarquês que é acusado pelo stablishment de vários assassinatos em seu país - Percebem? Sempre o mesmo caso - NR. E graças a sempre atestada falta de provas, que nesse caso é arbitrariamente gritante, até o próprio governo alemão se recusou a executar um mandado de extradição emitido pela UE. 

A Sra. Burwitz, chamada pejorativamente por um historiador de “Princesa do nazismo”, vive em uma casinha no subúrbio de Munique, com seu marido: “Eu nunca falo sobre o meu trabalho”, ela disse em entrevista ao um jornal britânico. “Eu só faço o que posso quando posso.”

Um funcionário da inteligência disse: 


“Ela tem mais 80 anos, mas continua afiada. Ela gosta de fazer você pensar nela como uma senhora pacífica e calma, mas a realidade é outra".

E é porque de fato, uma velhinha de quase 90 anos traria muito mal ao mundo. como o establishment quer fazer crer -NR.


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6 comentários:

  1. FANTASTICO; UMA SAVITRI DEVI DO POS-GUERRA; MUITO BOM LEMBRAR AS GRANDES QUE LUTARAM MESMO SOB UMA ERA HOSTIL E DEGENERADA

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  2. Discussão quanto a melhor biografia do Senhor Hitler:


    http://www.counter-currents.com/2011/10/what-is-the-best-hitler-biography/

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  3. Porque o cristianismo não pode nos salvar:

    http://www.counter-currents.com/2013/07/why-christianity-cant-save-us/

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  4. ...aos desperdice...(considerar) = ...ao despedir-se...

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  5. Enquanto voces fumadores de crack discutem besteiras, os muçulmanos tomam conta da Europa e comem o cu de voces.

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  6. UMA LUTADORA PELA ALEMANHA A EUROPA E A VERDADE!

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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