domingo, 7 de dezembro de 2014

Gottfried Feder e a "mágica" da Política Econômica


Natural de Würzburg, Gottfried Feder nasceu em 1883 e foi um dos principais ideólogos alemães que atuou em prol do rompimento da escravidão pelos juros das Altas Finanças. Feder foi conhecido além das fronteiras alemãs e suas ideias estão vivas até hoje. Como engenheiro e economista, Feder concebeu primeiramente a política econômica do DAP (partido que deu origem mais tarde ao NSDAP) e posteriormente foi incumbido por Adolf Hitler para desenvolver o programa do partido NSDAP.

A ideia de Gottfried Feder de rompimento da escravidão financeira fez de uma nação moribunda, um povo feliz

O pensamento de Feder contido em seu “Manifesto para rompimento da escravidão pelos juros” se materializou no programa político do NSDAP. Desde 1919 (ano do ditado de Versalhes e da promulgação da Constituição da República de Weimar), este “manifesto” está no olho do furacão da história contemporânea. A concepção de Feder contra o sistema financeiro e usurário dominante apareceu em sua primeira edição, como resposta ao endividamento galopante e à desvalorização monetária na Alemanha vencida, após a Primeira Guerra Mundial.

Com o fim da guerra em 1918, o Reichsmark oficial perdeu mais da metade de seu poder de compra em relação aos preços internos e externos, porém, no mercado negro a inflação era muito superior. Em 1923, toda a economia alemã desmoronou diante da hiperinflação provocada pelos vencedores da guerra e suas marionetes de Weimar. Fome, aflição e uma enorme miséria foram as consequências. Os alemães se tornaram um povo “em extinção”.

Para aplicação de seus objetivos político-econômicos, Feder fundou em 1919 uma das inúmeras frentes de combate da época (Frente de combate alemã para rompimento da escravidão pelos juros). O conteúdo de suas revindicações não foi, ao contrário do que muitos pensam, uma proibição completa dos juros, mas sim inúmeras mudanças da política econômica e financeira. A principal crítica de Feder foi a tomada de crédito a juros muito elevados por parte do Estado, aliado à renúncia estatal da criação do dinheiro e sua distribuição.

Em outra brochura, Feder previu em 1919 a iminente quebra do Estado. Em 1929, apenas 10 anos após a primeira publicação de seu manifesto, aconteceu o quebra das bolsas. Subitamente todas as moedas mundo afora se desvalorizaram e tornaram-se instáveis. Na Alemanha do início da década de 1920, foi necessário lançar mão de dinheiro emergencial (Quando falta dinheiro oficial, e estados, municípios e empresas emitem dinheiro emergencial – NT). Como consequência da crise econômica mundial, ramos industriais caem por completo em mãos estrangeiras. Podemos citar aqui como exemplo, a fábrica da Opel que caiu em mãos norte-americanas (General Motors).

Em 1923, Gottfried Feder participou do "Putsch" de Hitler (marcha para a Feldherrnhalle em Munique). Apesar disso, ele não apenas permaneceu uma das lideranças mais importantes do NSDAP, mas também do círculo intelectual financeiro da Alemanha. Em 1924 foi eleito deputado no Reichstag pelo partido Nacional-Socialista da Liberdade; ele foi filiado ao partido até 1936. A partir de 1933, Feder se empenhou no congelamento da taxa de juros (na prática foi a abolição do sistema de juros compostos). Sua concepção de “rompimento da escravidão pelos juros” tomou vida sob Adolf Hitler como chanceler do Reich alemão. A Alemanha despertou para uma nova vida e floresceu novamente.

A imagem ao lado mostra o "Das Manifest zur Brechung der Zinsknechtschaft des Geldes" - que na tradução livre para o alemão significa: "Manifesto para o rompimento da escravidão pelos juros" -NT

A 30 de janeiro de 1933, quando Adolf Hitler foi incumbido pelo presidente Paul von Hindenburg para formar o novo governo com membros do NSDAP, sendo então proclamado chanceler do Reich, estava claro ao novo chanceler que o poderoso círculo inimigo no entorno da Alemanha apenas aguardava uma oportunidade para poder – de uma vez por todas – acabar com aquela tentativa do povo alemão em se libertar. Isso ficou bastante claro quando apenas um dia após a confirmação democrática de Adolf Hitler no Reichstag, a judiaria internacional declarou guerra contra a Alemanha. Isso ocorreu a 24 de março de 1933. [1]

Os vencedores exigiram após o ditado de Versalhes, também a privatização do Reichsbank (entendam como “torná-lo independente”). Seu homem na Alemanha para este projeto era o maçom Hjalmar Schacht, que havia colocado “sob a guarda” do banco central judaico dos EUA (FED), o que havia restado de ouro no Reichsbank.

Em 1953, Hjalmar Schacht publicou sua autobiografia, onde ele descreve também da seguinte forma a visita realizada no FED, em 1927, para inspecionar o ouro alemão:

“Outra experiência vivida foi fruto do Reichsbank ter mantido no Federal Reserve Bank de Nova York uma soma considerável em ouro. Strong estava muito orgulhoso em nos mostrar o cofre nos andares subterrâneos do edifício, e mencionou: ‘Dr. Schacht, agora você vai poder ver onde está guardado o ouro do Reichsbank’. Nós percorremos o cofre, enquanto os funcionários procuravam o lugar onde o ouro deveria estar guardado. Nós esperamos vários minutos, até que veio a informação: ‘Mr. Strong, nós não estamos conseguindo encontrar o ouro do Reichsbank’. Strong ficou muito incomodado, mas eu o consolei: ‘Deixe estar, eu acredito em você, que o ouro está aí. E mesmo que ele não esteja aí, eu posso ficar com você em troca dele’.” [2]

Não é surpresa alguma que fosse totalmente indiferente a Schacht, se o ouro alemão tenha ou não desaparecido, pois Benjamin Strong, na época presidente do banco central judaico FED, era seu amigo pessoal e irmão da maçonaria. E naturalmente o ouro nunca mais apareceu. Assim como hoje, onde da mesma forma o ouro da RFA também desapareceu no FED de Nova York.

Foi o mesmo Horace Greeley Hjalmar Schacht, que já em 1914 no jornal da Loja “Para amizade da Grande Loja da Prússia”, publicou nas primeiras semanas de guerra uma frase onde ele salienta, que “a maçonaria alemã nunca deu espaço para sentimentos ultranacionalistas”.

Schacht foi quem concebeu a espinha dorsal da Lei do Banco Central (Reichsbankgesetz – RbG) de 1924, onde a autonomia do Banco Central de 26 de maio de 1922 pendeu ainda mais para o controle dos Rothschild. A criação de um “Banco Central independente do governo” foi garantida pelo parágrafo 1 da nova RbG. A Reichsbankgesetz foi ditada à Alemanha já como ponto contratual do Plano Dawes. A 30 de novembro de 1923, a comissão de reparações decidiu convocar uma comissão de peritos sob direção do especialista escolhido pelo FED, Charles Gates Dawes, que deveria encontrar uma forma de exigir reparações da Alemanha por tempo indeterminado. O Reichsbank continuou a ser comandado por um conselho geral de 14 cabeças (7 eram estrangeiros) sob direção dos EUA. A cobertura em ouro foi inspecionada por um comissário estrangeiro e, segundo o parágrafo 28 da RbG, correspondeu a 40 por cento. Por isso o ouro alemão teve que ser colocado “como garantia” junto ao FED.

Alegria em viver. Dois maçons a serviço dos Rothschild

O agente alemão das Altas Finanças, que deveria conduzir a privatização do Reichsbank alemão foi, como já mencionado, Hjalmar Schacht, o amigo pessoal de Lord Montague Norman. Lord Norman era o diretor na época do Bank of England, que recebia suas diretrizes diretamente da Casa dos Rothschild.

“As atividades da oligarquia britânica foi imposta através de um bando de banqueiros dos Bancos Centrais, liderados por Lord Montague Norman, juntamente com Benjamin Strong [3] do FED de Nova York e Hjalmar Schacht do Reichsbank alemão.” [4]

Schacht pertencia à elite mundial dos criminosos financeiros globais da época.

“Benjamin Strong, primeiro presidente do FED, Hjalmar Schacht, presidente do Reichsbank, Montague Norman, diretor do Bank of England e Émile Moreau, diretor do Banque de France, eram os banqueiros mais poderosos e influentes de sua época.” [5]

Se Hjalmar Schacht foi denominado oficialmente como um dos mais poderosos presidentes dos Bancos Centrais do mundo, embora ele representasse o banco “nacional” de um país completamente saqueado, falido, ocupado e totalmente indefeso, então pode-se concluir que o poder, que lhe foi concedido pelas Lojas judaicas, era usado contra a Alemanha.

Literalmente podemos dizer que a Alemanha vencida foi sangrada pela política vitoriosa dos Rothschild após 1918. Do total das reparações de guerra, 45% deviam ser pagas com bens materiais (produtos industrializados, agrícolas etc); 55% em moedas estrangeiras, onde por sua vez deviam ser obtidas novamente com produtos industrializados. O povo alemão não tinha mais qualquer reserva produtiva para formar uma existência minimamente aceitável. Apenas para os juros e amortização, o Reich alemão tinha que pagar 16 bilhões de Goldmark, com os quais a indústria foi sobrecarregada e pressionada. Para garantir estes pagamentos, o Reichsbank e a Deutsche Reichsbahn foram transformados em sociedades anônimas (privatizados) e colocados sob controle do FED e da City.

Quando no final dos anos 20, o movimento libertário nacional-socialista se tornava cada vez mais forte e tornava-se cada vez mais claro que o poder pendia para Adolf Hitler, subitamente o maçom e amigo dos exploradores, Hjalmar Schacht, começava a se aproximar dos nacional-socialistas.

“Quando ele apareceu em um jantar, acompanhado de sua esposa Luise, ela portava em seu colar de rubis e diamantes, uma suástica. ‘Por que não dar uma chance aos nacional-socialistas? Eles me parecem bastante briosos’, disse Schacht a uma espantada repórter”. [6]

Em outubro de 1931, Schacht proferiu um discurso sensacional no encontro do NSDAP, DNVP e dos Stahlhelm, em Bad Harzburg, diante do “Harzburger Front”, onde polemicamente atacou a privatização do Reichsbank que ele mesmo conduziu sob as diretrizes de Benjamin Strong e Sir Montague Norman. A partir de 1932, Schacht começou até mesmo apoiar publicamente o NSDAP.

Não achemos que Adolf Hitler não tenha entendido o jogo. Ele sabia que Schacht devia continuar a política de Banco Central independente (privatizado) na nova Alemanha, seguindo as diretrizes das Altas Finanças judaicas. Hitler sabia que se tornaria chanceler do Reich na condição de total vulnerabilidade (a Alemanha não possuía mais exército, apenas um contingente de 100 mil homens). E sendo assim, ele jogou o jogo e nomeou Schacht, a 17 de março de 1933, novamente presidente do Reichsbank.

É óbvio que os diretores do Reichsbank, colocados ali pela Casa dos Rothschild, foram imediatamente destituídos. O Reichsbank tinha a função de por em prática imediatamente após a nomeação de Hitler como chanceler, o “Fim da Escravidão pelos juros bancários”. Não restou nada mais a Schacht do que observar passivamente a libertação da Alemanha. Os inimigos da Alemanha acreditavam, todavia, que poderiam forçar Hitler através de sanções econômicas, a restaurar a velha ordem monetária exploratória. Como outrora, Schacht deveria tornar-se novamente ativo.

Mas Adolf Hitler liquidou a influência do destrutivo sistema monetário do FED e da City na Alemanha, através de novos acordos comerciais baseados na troca de mercadorias. A importação de matérias-primas aumentou entre 1933 e 1937, de 1,4 bilhões de Reichsmark para 2 bilhões, enquanto a importação de produtos industrializados diminuiu de 500 para quase 400 milhões de Reichsmark. O comércio com a Escandinávia, sudoeste europeu e América Latina foi incentivado e realizado na base do escambo de produtos. Isso ameaçava a existência financeira e o poder internacional dos credores de Nova York e Londres.

Nesta época de hesitação do ocidente, que ainda apostava no retorno de Hjalmar Schacht no comando do poder financeiro na nova Alemanha, esta pode se armar e tornar uma guerra contra ela uma empreitada cheia de riscos e incertezas. Sob este escudo da genial política externa de Hitler, um povo alemão moribundo floresceu já ainda em 1933. As palavras do então primeiro-ministro britânico Lloyd George diante dos jornalistas que o aguardavam em Londres, na ocasião de seu retorno de uma viagem à Alemanha, permanecerão para sempre na memória. Após sua filha ter dito no microfone “Heil Hitler”, Lloyd George da mesma forma emendou convicto: “Sim, com certeza Heil Hitler. Eu digo isso porque ele é realmente um grande homem.” [7]

Hitler humilhou os invejosos das Altas Finanças à medida que colocou seu próprio homem de confiança, Hjalmar Schacht, em dezembro de 1938 em Londres, para negociar a emigração dos judeus, que também ficou conhecido como Plano Schacht-Rublee.

A 19 de janeiro de 1939, Schacht foi também destituído de sua missão oficial que deveria exercer secretamente para o FED e a City. Ele foi demitido como presidente do Reichsbank. Seis meses depois, a 15 de junho de 1939, o Reichstag votou a nova lei para os bancos – a Reichsbankgesetz. No diário oficial 1939 I pág. 1015, 1030 estava impresso que o Reichsbank teria que “se ocupar com a utilização dos meios monetários disponíveis na economia alemã de forma comunitária e pública”. “De forma comunitária”, ou seja, sem juros.

Dinastias financeiras sionistas representadas no controle da economia mundial

Com esta política iniciada em 1933 em prol do bem-estar do povo alemão, em grande parte forjada na forma da lei, foi tomada a decisão derradeira das Altas Finanças judaicas em Londres e Nova York, de desencadear uma nova guerra mundial para exterminar a Alemanha. A partir de então, todo o resto foi apenas provocação, isolamento, mentiras e violência, até a declaração de guerra britânica e francesa contra a Alemanha, a três de setembro de 1939.

A libertação da Alemanha das garras das finanças mundiais não podia servir de exemplo para o restante do mundo, o que só poderia ser evitado com uma monstruosa propaganda de guerra, como era do claro conhecimento dos poderosos em Nova York e Londres. Caso houvesse uma discussão mundial sobre esta ideia de ordenamento financeiro mundial, isso teria significado o fim da supremacia judaica do FED sobre o mundo todo.

Como o fim da política de juros e com a própria geração e uso da moeda nacional para uso próprio, sem fornecê-la primeiramente ao cartel dos Rothschild (chamado hoje de “mercado”) e então ter que emprestá-lo novamente contra elevadas taxas de juros, a Alemanha moribunda floresceu para um novo futuro promissor. E de um dia para outro.

Ao final de 1932, o produto interno bruto alemão apresentava uma retração de 7,5%. Adolf Hitler subiu ao poder em 30 de janeiro de 1933 e já em fevereiro de 1933, ele modificou a política monetária do Reichsbank, destituindo os membros estrangeiros do conselho do banco. Isso teve consequência imediata e já no final de 1933, o PIB subiu 6%.

A política econômica e monetária de Hitler acarretou já em 1937, apesar das sanções econômicas aplicadas contra o Reich, em crescimento superior a 10%. Mas o mais importante foi que, dentro deste cenário de crescimento de 10%, a inflação sob a política monetária de Hitler foi igual a ZERO; e não havia desemprego. Mesmo durante a guerra não houve inflação, nenhum déficit orçamentário, mas havia crescimento. [8] Por isso mesmo Hitler não deixou nenhuma dívida para seu povo após a guerra mundial encenada pelos democratas, o que até mesmo foi reconhecido pelo atual ministro da fazenda, Wolfgang Schäuble: “A última vez quando o país esteve completamente livre de dívidas foi em 1948, após a guerra e a ditadura.” [9] E ele nem ficou vermelho de vergonha por essas palavras.

Adolf Hitler conseguiu esta proeza somente pelo fato dele ter tornado a Alemanha soberana, deixando a decisão máxima sobre o desempenho produtivo e da política monetária nas mãos do povo e não sob a ditadura dos especuladores de Wall Street.

E hoje temos condições ainda piores do que na triste época da República de Weimar, sob o ditado assassino de Versalhes. As dores nós iremos sentir em breve. O redator-chefe da revista Wirtschafts Woche, Stefan Baron, já havia alertado há 22 anos:

“O Tratado de Maastricht ameaça a Alemanha com um fardo comparável apenas às reparações de guerra estabelecidas no Tratado de Versalhes, após a Primeira Guerra. Porém, Versalhes foi um ditado, já Maastricht foi acordado pelo governo Kohl por livre e espontânea vontade.” [10]

Hoje, onde o BCE é chefiado pelo ex-diretor do Goldman Sachs, Mario Draghi, o qual gerencia a impressão do Euro e onde ele deve ser aplicado, foram criadas aos alemães todas as condições para eclosão de um colapso análogo àquele de 1923 e 1929.

A República alemã não é soberana para conduzir seu próprio destino; não tem que se meter com política econômica. E isso ainda é comemorado pelas marionetes do sistema monetário internacional, principalmente pelo ministro da fazenda alemão, Wolfgang Schäuble.

O chefe do BCE, Draghi segue hoje a diretriz do Goldman Sachs para que haja uma grande inflação na Alemanha, levando o crescimento na zona do Euro do atual 0% para o patamar de 1%. Segundo Draghi: “Temos que ter uma inflação a qualquer custo. Somente inflação significa crescimento”. [11] Sob Hitler houve crescimento de 10% e zero de inflação. Não parece soar como mais um escárnio a lá Versalhes, quando o ministro da fazenda da República Federal da Alemanha (RFA) declarou a 5 de setembro de 2012, no telejornal Heute da emissora ZDF: “Mas eu estou plenamente convencido que o Conselho do BCE sabe que o mandato do BCE está concentrado primariamente em assegurar a estabilidade dos preços.”

Nós sabemos que as Altas Finanças mundiais ganham muito mais nas guerras e situações inflacionárias, por isso é coerente esta política monetária do Lobby através de seu instrumento BCE. Sendo assim, o ministro da fazenda da RFA prometeu avançar com o multilicador de dívidas dos Rothschild na ocasião da Conferência Monetária de Washington em 2013, seguindo a diretriz para aumento constante do endividamento futuro das nações. Schäuble foi perguntado quando a Alemanha pagará suas dívidas. Sua resposta: “Espero que nunca!” [12]

A fórmula para o bem-estar dos povos seria tão fácil, se os políticos e demais governantes dos países apenas servissem ao povo e não às Altas Finanças. O saque das pessoas por parte das finanças mundiais através da utilização de seu mortal sistema financeiro e monetário deve ser impedido. Os países devem se tornar novamente soberanos na questão de emissão de seu próprio dinheiro. Gottfried Feder esclarece isso em sua obra “Manifesto para rompimento da escravidão pelos juros bancários”.

“Todo capital equivale ao trabalho realizado. O grande capital em si é improdutivo, pois o dinheiro em si é apenas algo improdutivo. Do espírito, do trabalho e das matérias-primas existentes ou angariadas são criados valores, produtos são fabricados, através do trabalho e somente através do trabalho.”

Esta regra básica para o florescimento da existência humana foi seguida por Adolf Hitler, e assim ele pode fazer de um povo destruído pelas Altas Finanças, novamente “uma nação feliz”.

Tomemos o exemplo da Casa dos Rothschild, que em 1800 não possuía qualquer quantia relevante de dinheiro. Porém, em pouco tempo, sem qualquer atividade produtiva, seu capital ultrapassava em diversas vezes aquele das indústrias de transformação. Citando mais uma vez o livro de Gottfried Feder:

“O patrimônio da Casa dos Rothschild, a mais antiga plutocracia internacional, é estimada hoje (1919) em 40 bilhões. É sabido que o velho Amschel Mayer Rothschild não tinha qualquer capital expressivo por volta de 1800, mas que através do empréstimo dos milhões que o conde Wilhelm I, de Hessen, lhe havia confiado a custódia, ele obteve a pedra fundamental da imensa fortuna de sua Casa.”

O que nós vivenciamos hoje – as pessoas são saqueadas pelo BCE – é apenas a continuação daquilo que começou há mais de 300 anos na Inglaterra. Depois que Cromwell recebeu os judeus na Inglaterra 400 anos depois de sua expulsão, iniciou-se a era do atual sistema monetário.

No capítulo sobre os proprietários das quotas do Bank of England (1694-1797) em seu livro sobre a história do banco, Sir John Clapham percebeu o grande número de nomes portugueses e espanhóis dos judeus sefarditas, e que apareciam na lista dos quotistas dos anos anteriores do Banco Central inglês. Ele constatou que estes nomes do ano 1701 perfaziam 90 por cento dos 107 membros fundadores do Bank of England. Entre eles se encontravam dois da Costa, um Fonseca, um Henriquez, um Mendes, um Nuñes, um Rodrigues, um Salvador, um Teixeira de Mattos, um Solomon de Medina. Clapham traçou um paralelo com o Bank of Amsterdam, cuja fundação apontava a presença de 25 judeus entre os proprietários. M. Hyamson escreve em sua obra The Sephardim of England, que um certo Jacob Henriquez, na ocasião de uma petição logo após a coroação do rei George III, lembrou dos serviços de seu pai na fundação do Bank of England.

Com a criação de uma instituição privada como Banco Central do Império Britânico, literalmente os conspiradores do dinheiro tiveram diante de si abertos os portões do mundo. Tudo o que eles tiveram que fazer para cobrar tributos de metade do globo, foi um aporte irrisório no capital social inicial do Bank of England. Poucos anos após a fundação do Banco Central britânico privado, o papel-moeda foi inserido. Os proprietários do Banco Central podiam imprimir papel e emprestá-lo a juros (tributos) ao Estado, às instituições e ao setor privado. Os impostos aumentaram por este motivo em todos os setores drasticamente, pois doravante para cada quantidade de papel emitido, tinha-se que pagar os tributos. Ninguém questionava por que o Estado não imprimia ele mesmo o papel e com isso poupava o povo dos juros incomensuráveis.

Resumindo: com a autonomia sobre a própria criação do dinheiro, Hitler conseguiu o bem-estar e o crescimento sem aumento dos preços, sem inflação. Hoje em dia, as Altas Finanças mundiais, com autonomia sobre nosso dinheiro, geram apenas pobreza e inflação. Quem não quer enxergar isso, logo terá que senti-lo na própria pele.

E para que este assustador sistema financeiro mundial do FED permaneça intocável, nós somos bombardeados com a maior mentira da história da humanidade, evitando assim que estudemos a política econômica de Adolf Hitler. O professor da Faculdade de Economia da Universidade do Missouri-Kansas City, Michael Hudosn, esclareceu com palavras claras, que Wall Street é responsável pela mentira histórica que recai sobre a Alemanha. Segundo Hudson:

“Eles não podem ensinar história na Alemanha como ela realmente aconteceu… Toda a teoria política de endividamento foi desenvolvida por Wall Street. De repente deram aos alemães uma história falsa. Olhem nos livros alemães e lá vão encontrar propaganda dos bancos, mês após mês, ano após ano.” [13]

E o renomado historiador russo e ex-embaixador soviético na RFA, Valentin Falin, respondeu a 16 de setembro de 2014, em um debate promovido pelo canal da televisão estatal russa, se ele estava insatisfeito com a historiografia oficial que é ensinada nas escolas e universidades na Rússia:

“Em princípio eu não estou satisfeito com a historiografia oficial, tanto do século XX como a do XIX. […] A historiografia cumpre plenamente seu papel somente quando ela se baseia em fatos, apenas em fatos e sobre todos os fatos. Ou seja, nós temos que considerar todo o cenário. Nós devemos observar exatamente quando começou de fato a 2ª Guerra Mundial e se ela foi na realidade uma continuação da 1ª Guerra Mundial.”


Fonte: Inacreditavel

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