segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Nacionalismo, Nacional-Socialismo e doutrinas nacionais


Primeiramente há que deixar bem claro que somos Nacional Socialistas, não ‘nacional sociais’. O Fascismo pode ser um ‘nacionalismo-social’; o franquismo pode ser um ‘nacionalismo-social’; a extrema direita, de Piñar a Ynestrillas, pode ser (e é) um ‘nacionalismo-social’. Mas nós não somos fascistas, nem franquistas nem mesmo de ultra-direita. Compartilhamos com eles alguns valores essenciais, não vamos negar (como costumam fazer eles quando se referem a nós), mas nós não somos ‘nacionalistas-sociais’ senão nacional socialistas, fazendo se notar o matiz que nos diferencia: em nossa definição ‘nacional’ é adjetivo e ‘socialista’ é substantivo.

Nosso Socialismo se caracteriza por três coisas:

1- A proeminência absoluta dos direitos e interesses da comunidade sobre quaisquer outros direitos ou interesses particulares ou de classes.

2- A liquidação da usura, a exploração e a servidão do interesse do dinheiro.

3- A supressão da sociedade de classes, baseada no poder aquisitivo dos indivíduos e sua substituição por uma sociedade de castas baseadas no valor do serviço e trabalho.

Nosso Socialismo é por tudo isso totalitário, trabalhista e hierárquico.

Totalitário porque concebe tudo dentro da comunidade, nada fora da comunidade, nada contra a comunidade. Trabalhista porque seu fundamento é o trabalho e seu protagonista o trabalhador, e nunca o dinheiro, o berço ou o privilégio.

Hierárquico porque não admite de jeito nenhum a igualdade dos homens senão sua elevação em função de sua vontade de trabalho e sua eficácia de serviço à comunidade.
Nossa adjetivação ‘nacional’ se define também por três coisas.

1- A consciência racial, pela qual a raça é o fundamento de toda estrutura comunitária política.

2- A identidade étnica, sobre a qual se constrói a organização administrativa do Estado.

3- O patriotismo (leia-se nacionalismo, pois patriotismo é só pelo país/pátria, e não pela raça!), pelo qual se reconhece e se ama, como patrimônio sagrado, os valores identitários que caracterizam um povo. Nosso conceito nacional é, portanto racialista, identitário e patriótico (nacionalista).

Racialista porque reconhece e estima a existência e diversidade das raças humanas, declara-se com orgulho pertencente a uma raça determinada e considera negativa a mistura que implica seu desaparecimento.

Identitário porque reconhece, respeita, estima e defende a diversidade étnica dos povos de cada raça, com suas próprias regiões de afinco, suas línguas vernáculas, suas instituições tradicionais e seus símbolos históricos.

Patriótico (nacionalista) porque proclama como valor espiritual a herança cultural e material que recebeu de seus ancestrais e está disposto a lutar pela sua proteção, defesa e continuidade.

O nacionalismo é a doutrina ou filosofia política que defende como valores fundamentais o bem-estar, a preservação das características identitárias, a independência em todas as ordens e a glória e a lealdade à nação própria.

O nacionalismo parte de dois princípios com respeito à relação entre a nação e o estado.

— O princípio da soberania nacional: que sustentaria que a nação é a única base legítima para o estado;

— O princípio da nacionalidade: que sustentaria que cada nação deve formar seu próprio estado, e que as fronteiras do estado deveriam coincidir com as da nação.

O termo nacionalismo se aplica tanto a uma doutrina política como aos movimentos nacionalistas, as ações coletivas de movimentos sociais e políticos tendentes a conseguir as solicitações nacionalistas. Em ocasiões também se chama nacionalismo o sentimento de pertencer à nação própria (na verdade, nacional e nacionalismo vêm dos conceitos linguísticos muito antigos e muito remotos da Itália, na qual na sua LÍNGUA e na sua VIDA foi utilizada para a definição de "raça", e se reconhece no doutrinamento da Nova Ordem por assim dizer: nacional/nacionalismo: raça/racialismo), embora a maioria das vezes não é só um sentimento, mas que tem certo conteúdo doutrinal implícito.

3 comentários:

  1. é um bom tópico este. Nacional-Socialismo, de facto, não é ultra-direita nem sequer direita. é Terceira Via, Terceira Posição, Terceirista ou como lhe queiram chamar.
    tu és brasileiro, e o que mais vejo por aí é discussões entre brasileiros sobre se o NS era de esquerda ou de direita, com uns a dizerem uma coisa e outros a dizerem a outra, e nenhum deles acerta.
    obviamente os conservadores católicos e os capitalistas dizem que era de esquerda e os esquerdistas dizem que era de direita, mas todos falham.

    o NS combina características de esquerda com características de direita, é uma doutrina não-dogmática e não abstracta, junta-lhe ainda criatividade, eugenia e características próprias ou únicas, doutrina anti-democrática e anti-dogmática contra o dogma da 'esquerda' vs 'direita' e forma uma simbiose quase perfeita de Terceira Via.

    mas é bom termos a noção de que até o Fascismo tem elementos da Terceira Via, há até várias correntes dentro do Fascismo e é duvidoso caracterizá-lo como da extrema-direita, embora eu me incline e tenha tendência para considerá-lo de direita, porque o Fascismo é mais conservador que o NS e chega mesmo a ser reaccionário, sobretudo o Fascismo católico, embora também exista Fascismo não-católico, pagão, etc
    o Fascismo também não é tão Socialista como o NS, o Fascismo incorporou o sindicalismo que vem da 'esquerda' e absorveu este no chamado corporativismo que não existe no NS, mas o corporativismo finalizado, já me parece ter características de direita, porque os patrões continuam a ter o poder.
    não é que o Fascismo seja capitalista, mas parece-me que, na prática, hierarquiza demais as relações do trabalho.
    há também correntes monárquicas ligadas ao Fascismo e isso não acontece no NS.

    além disso, o NS parece-me mais criativo e 'humanista' que o Fascismo. (por favor, não se confunda 'humanismo' com 'humanitarismo'), enquanto o Fascismo é mais rigído e puramente estatal, logo isso coloca o Fascismo mais na direita que o NS.
    o NS respeita mais o indíviduo, enquanto o Fascismo é mais sufocante, o NS é mais etnicista e o Fascismo é mais patriótico, e não distingue, por vezes, estado de Nação.
    o Fascismo é um patriotismo excessivamente espiritualizado, logo pertence à direita mais pura, enquanto o NS é um Nacionalismo científico e biológico, embora não deixa também de ter a sua componente espiritual, e ao combinar as duas vertentes (biológica e espiritual), o NS torna-se uma Terceira Via inédita, completa e quase perfeita.

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  2. http://nationalvanguard.org/2014/12/the-essence-of-judaism/

    A essência do judeu.

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  3. "Nós queremos destruir a instituição do casamento."
    Diz a judia nascida na Rússia Masha Gessen, opositora de Putin e lésbica ativista da agenda gay.

    http://ohomossexualismo.blogspot.com.br/2014/10/12-citacoes-que-revelam-o-verdadeiro.html

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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