sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Seguidores do Partido Nacional-Socialista (Casos Individuais)


Um pequeno comerciante

Me mudei à Shoenbeck, onde o desemprego me forçou a me inscrever no subsídio de desemprego. Minha mulher e eu nos aderimos para subsistir com esta miserável esmola até 1927. Desse momento até 1929, ganhei a vida como vendedor ambulante. Se se considerar que, por um lado, as medidas do governo vermelho, em especial a inflação e os impostos, me privaram de todos meus meios de subsistência, e que, por outro lado, nós, soldados de primeira linha, estávamos sendo governados por uma facção de exploradores e camaradas trapaceiros, dispostos a inclinar-se diante de qualquer meio para obter os salários famélicos de nosso sofrimento, resulta claro por que uma parte de nós aplaudiu as atividades dos grupos patrióticos, em particular as do movimento de Hitler.

Um médico

Ouvi falar pela primeira vez do Partido Nacional Socialista em 1928. Me interessou e assisti a uma assembléia. Ali um tal doutor Ley fez uma excelente análise da responsabilidade governamental diante da crise da Alemanha ao mesmo tempo que enfatizava os objetivos e propósitos do Nacional Socialismo. As idéias do conferencista estavam tão próximas dos meus próprios sentimentos que, na realidade, parecia estar expressando meus pensamentos e desejos. Estava entusiasmado, e decidi me afiliar sem demora ao partido.

Um ferroviário

Enquanto era trabalhador ferroviário, tive uma magnífica oportunidade de observar a confusão existente, em especial, entre os trabalhadores. Quando estive no exército, vi que os melhores soldados procediam da classe trabalhadora; agora tenho que observar como estes trabalhadores estão sendo alienados da mãe pátria. Por que a Alemanha tem que destroçar a si mesma? Me estremeço ao pensar nas garras do bolchevismo na Alemanha. O slogan "Trabalhadores do mundo, uni-vos!" carece de sentido para mim. No entanto, ao mesmo tempo, o Nacional Socialismo, com sua promessa de uma comunidade de sangue que impedirá toda luta de classes, me atrai profundamente.

Um fazendeiro

Na Semana Santa de 1926 deixei o Gymnasium (escola secundária na Alemanha) e voltei para casa, à fazenda. Aqui a Dama Necessidade era nossa convidada. Escassez de fundos necessários perdidos emprestados a taxas e juros de usurários. Se os empréstimos não pudessem ser devolvido à eles no dia estipulado eram somados às dívidas, pelo qual estas cresciam excessivamente em pouco tempo... O judeu era sempre o prestamista cortesmente sorridente, arrecadador diabolicamente sarcástico. Assim foram as coisas até 1931... Em Março de 1931, depois de uma breve peleia com meu pai, deixei minha casa e me lancei ao mundo... Até esse momento havia sido um Nacional Socialista do ponto de vista do fazendeiro, o que me ofereceu uma excelente oportunidade para examinar o problema dos agricultores. Estudando-lo, à mim ficou uma coisa clara: primeiro, antes de poder acabar com a luta de classes, deveriam desaparecer os preconceitos de classe daqueles que estão em uma posição mais alta... O Nacional Socialismo havia se convertido em minha mais profunda crença.

MOTIVOS PARA SE AFILIAR

Ceia de natal da S.A, década de 30

O fato é que Hitler olha cada um de seus homens nos olhos. À medida que desfilam as SA, seu olhar passeia de um soldado à outro. Nós, os Nacional Socialistas da velha guarda, não nos afiliamos às SA por razões de interesse. Nossos sentimentos nos guiaram até Hitler. Havia um fluxo muito poderoso em nossos corações, algo que dizia: "Hitler, és nosso homem. Falas como um soldado da frente e como um homem; conheces o trabalho duro, tu mesmo foste trabalhador. Jazeste no barro, como nós (não como um peixe gordo, mas como soldado desconhecido). Destes todo teu ser, todo teu cálido coração, ao povo alemão, mais pelo bem comum da Alemanha que por teu benefício ou interesse pessoal. Porque teu sentimento mais profundo não te deixaria fazer outra coisa." Rara vez nosso povo foi grande e esteve unido, mas uma vez fortemente unificado, foi inconquistável. Este é o segredo da nossa idéia e sobre ela repousa o poder do Nacional Socialismo: a unidade é o objetivo do nosso líder que quer tornar forte o povo para que seja novamente poderoso.

Como resultado das aulas de História e de minha própria experiência durante e depois da guerra, me converti em Nacionalista. Por outro lado, o sofrimento e as privações de uma grande parte do nosso povo me tornou socialista.

Em 1925 o Exército de Ocupação suprimiu a proibição contra o Partido Nacional Socialista em minha cidade natal. Assisti as suas primeiras assembléias, e descobri que o partido compartilhava os mesmos objetivos e propósitos que eu buscava. Me uni ao movimento e fui, desde então, um de seus membros mais ativos.

Depois do assassinato de Ratheneau iniciei uma pesquisa sobre a questão judaica. Li muito e me resultou cada vez mais evidente de que o marxismo internacional e o problema judaico estavam fortemente unidos. Reconheci nisso a causa da decadência política, moral e cultural da minha pátria, e me convenci de que o programa Nacional Socialista não só estava plenamente justificado, mas que também era absolutamente necessário para o renascer da Alemanha.

Fiquei fortemente impressionado pela primeira assembléia ao qual assisti. Me acelerou a pulsação ao ouvir falar da mãe pátria, da sua unidade e da sua necessidade de um líder supremo. Senti que pertencia àquele povo.


Fonte:

- Site oficial PNSB 

Um comentário:

O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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