segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Os 25 pontos do programa do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães

Programa do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, aprovado em Munique, a 25 de fevereiro de 1920 - extraído com base na obra de Genésio de Almeida Moura, "O Nacional-Socialismo Alemão".

O Programa dos Trabalhadores foi temporário. Uma vez alcançados os objetivos do programa os chefes se recusarão a apresentar outros, só para o fim de possibilitar a continuação da existência do partido, por meio de um aumento artificial do descontentamento das massas.

1. Com base no direito de auto-determinação dos povos, exigimos a união de todos os alemães em uma Grã-Alemanha.

2. Exigimos a igualdade de direitos do povo alemão em face de outras nações, bem como a revogação dos tratados de Versalhes e Saint Germain.

3. Exigimos terra e solo (colônias) para alimentação do nosso povo e estabelecimento do nosso excedente populacional.

4. Só pode ser cidadão o que for irmão de raça (Volksgenosse - companheiro de povo). Só pode ser do nosso povo (Volksgenosse) quem tiver sangue alemão, sem consideração da religião. Nenhum judeu pode, assim, ser companheiro de povo (Volksgenosse).

5. Quem não for cidadão só deve viver como hóspede na Alemanha, e terá que estar sob legislação referente a estrangeiros.

6. O direito de determinar sobre a direção e as leis do Estado só pode caber ao cidadão. Daí exigirmos que cada cargo público, não importa a natureza, no Reich, nos estados ou nas localidades, só possa ser exercido por quem seja cidadão.

7. Exigimos que o Estado se comprometa a cuidar em primeiro lugar das possibilidades de ganho e de vida dos cidadãos. Se não for possível alimentar a totalidade da população do país, os pertencentes a outras nações (não-cidadãos) devem ser afastados do Reich.

8. Deve ser evitada qualquer outra imigração de não-alemães. Exigimos que todos os não-alemães, que imigraram para a Alemanha depois de 2 de agosto de 1914, sejam obrigados a deixar o Reich imediatamente.

9. Todos os cidadãos devem possuir os mesmos direitos e deveres.

10. O primeiro dever de cada cidadão é trabalhar, física ou intelectualmente. A atividade do indivíduo não se pode chocar com os interesses da comunhão, mas terá que operar-se dentro desse todo e para o bem geral. Por isso exigimos:

11. Abolição da renda sem trabalho e sem esforço.

ROMPIMENTO DA SERVIDÃO DOS JUROS



12. Considerando os imensos sacrifícios de bens e de sangue exigidos do povo por qualquer guerra, o enriquecimento pessoal à custa dela deve ser tido como um crime contra o povo. Exigimos, assim, o integral confisco de todos os lucros provenientes da guerra.

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas (até agora) consorciadas (trusts).

14. Exigimos a participação nos lucros das grandes empresas.

15. Exigimos uma generosa ampliação do programa de previdência social.

16. Exigimos a criação e a conservação de uma classe média sadia, a entrega imediata das grandes propriedades especulativas à administração comunal e o seu aluguel aos pequenos industriais, sob favoráveis condições; Deve ser dada prioridade aos pequenos comerciantes e industriais nos fornecimentos ao Reich, aos estados ou às localidades.

17. Exigimos uma reforma da legislação referente à propriedade rural, de modo que sirva aos interesses nacionais; a promulgação de uma lei sobre desapropriação sem compensação do solo necessário a fins de utilidade geral. Abolição dos juros sobre o solo e o impedimento de qualquer especulação fundiária.

OBS: Relativamente a esse ponto do programa, o Führer publicou, a 13 de abril de 1928, esta Declaração: "em face das mentirosas interpretações do ponto 17 do programa do NSDAP, por parte dos nossos adversários, faz-se necessário o seguinte esclarecimento: como o NSDAP se baseia no princípio da propriedade privada, decorre daí, automaticamente, que o item relativo à "desapropriação gratuita" só diz respeito a criação de possibilidades legais de desapropriar, se for necessário, terra adquirida ilegalmente ou que não é administrada sob  a perspectiva do bem do povo. Isso se dirige, assim, em primeiro lugar, contra as sociedades judaicas de especulação sobre imóveis."

18. Exigimos a perseguição implacável daqueles cujas atividades sejam prejudiciais ao interesse comum. Os abjetos criminosos que conspiram contra o bem-estar da Nação, os usurários, estelionatários, devem ser condenados à morte, sem distinção de religião ou raça.

19. Exigimos, por meio de um Direito Público Alemão, um sucedâneo para o Direito Romano, que serve à concepção materialista de mundo.

20. Para possibilitar a cada alemão aplicado o alcance de uma educação mais elevada e, conseqüentemente, a ascensão profissional, o Estado cuidará de reestruturar totalmente o Sistema de ensino popular. Os programas de todos os estabelecimentos educativos deverão adaptar-se às exigências da vida prática. A compreensão da idéia de Estado deve ser alcançada pela escola, logo com o começo do uso da razão (educação cívica). Exigimos, por conta do Estado, a educação de filhos de pais pobres, notavelmente dotados, sem consideração de classe social ou profissão.

21. O Estado cuidará do amparo à Saúde Pública pela proteção da mãe e da criança, pela proibição do trabalho de menores, pela promoção do fortalecimento físico, por via da fixação legal da obrigatoriedade  da ginástica e do esporte, pelo máximo apoio concedido a todas as associações que se preocuparem com a educação física da mocidade.

22. Exigimos a abolição da tropa mercenária e a formação de um exército popular.

23. Exigimos a luta legal contra a mentira política consciente, bem como contra a sua propagação pela imprensa. Para possibilitar a criação de uma imprensa alemã, exigimos:

a) que todos os diretores e colaboradores de jornais publicados em língua alemã sejam "companheiros de povo" (Volksgenossen);

b) que jornais não-alemães precisem, para aparecer, de consentimento expresso do Estado. Esses jornais não poderão ser impressos em língua alemã.

c) que toda participação financeira em jornais ou sua influência por parte de não-alemães seja proibida por lei, e exigimos, como pena a transgressões nesse sentido, o fechamento da empresa jornalística, bem como a expulsão imediata, para fora do Reich, dos não-alemães que dela participem.

Deverão ser proibidos os jornais que atentarem contra o bem geral. Exigimos a luta legal contra uma tendência artística e literária, que exerce influência desagregadora sobre a nossa vida de povo, e o fechamento de instituições que estiverem em desacordo com as exigências supra.

24. Exigimos a liberdade de todas as confissões religiosas no Estado, enquanto não constituírem um perigo para a sua estabilidade, ou não atentarem contra os sentimentos éticos e morais da raça germânica.

O Partido como tal adota o ponto de vista de um cristianismo positivo, sem se prender confessionalmente a nenhuma igreja determinada. Ele combate o espírito judaico-materialista, dentro e fora de nós,  e está convencido que a volta permanente à saúde do nosso povo só será possível de dentro para fora, sobre esta base:

O BEM GERAL PRECEDENDO O BEM INDIVIDUAL

25. Para consecução de tudo isso exigimos: a criação de um forte poder central do Reich. Absoluta autoridade do parlamento político central, sobre todo o Reich e as suas organizações em geral.

A criação de câmaras de estados (états) e profissões (Stände-und Berufskammern) para execução, nos vários estados da União, das leis gerais fundamentais (Rahmengesetze, leis emoldurantes) promulgadas pelo Reich.

Os chefes do Partido prometem, se for preciso com sacrifício da própria vida, pugnar, sem consideração de espécie alguma, pelos pontos acima expostos.

OBS: A Assembléia geral do partido declarou, em 22 de maio de 1926, que "este programa é imutável", o que não significa que não se possa lhe tocar numa vírgula. O importante, no aviso de Feder, é não se tocar nas suas idéias centrais e nas suas bases.

Um comentário:

  1. Sei que não é o tópico pra isso, mas mesmo assim envio e sugiro que add e frequente os 2 links abaixo, são muito bons:

    "Governo israelense promove estupro de advogado especializado na causa palestino."
    Fonte: http://electronicintifada.net/blogs/rania-khalek/israeli-government-promotes-rape-advocate-expert-palestinians (este link já foi tentado derrubar por hacker judeus)

    Nos EUA estão tentando aprovar uma leia que considere crime de antissemitismo ou racismo qualquer crítica ou denúncia que se faça contra Israel. Trocando em miúdos, se você sabe de um crime, de um assassinato por exemplo, feito por um judeu ou pelo governo de Israel, e você fizer a denúncia, você será preso por racismo.

    Veja aqui:
    http://falastinews.com/2014/11/09/jewish-criminal-protection-bill-stop-it-in-the-senate-now/

    http://falastinews.com/2014/11/09/h-res-707-repeals-the-1st-amendment/

    Repasse, não páre as informações em você. Não temos este direito. A verdade não nos pertence, ela pertence à Humanidade.

    Um grande abraço, companheiro.

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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