Adolf Hitler Líder do Sacrifício Pessoal



Por Michael Storm

O Nacional Socialismo, como todo movimento revolucionário, é alimentado pelo sacrifício pessoal. Nosso movimento não só é único pelo que fez nosso líder, que deu um exemplo de sacrifício pessoal durante a luta pelo poder, mas que o fez ao longo de toda sua vida.

Quando Hitler era só um jovem, assinou para ceder sua pensão de órfão à sua irmã mais jovem, Paula, e então teve que se virar sozinho para sobreviver em um mundo hostil, onde seu pão diário tinha que ser amargamente ganhado. Este exemplo que prendeu por si desde cedo de pôr as necessidades dos outros antes que as suas foi constante em sua vida. 


Adolf Hitler, quando jovem, em Braunau

Durante a Primeira Guerra Mundial, Hitler compartilhou de todas as desgraças e angustias com os dos soldados comuns. Seu regimento foi brutalmente aniquilado na frente. Quando sua força diminuiu, cada homem foi impelido a fazer mais, a dar mais de si. Nenhum homem fez jamais mais do que Hitler. Constantemente, se ofereceu para deveres extras, cumpriu as missões mais arriscadas, e escapou por pouco da morte dúzias de vezes. Era como se, exclusivamente por sua pura vontade, pudesse trazer a vitória para a Alemanha. Quando era tempo para ele, de aproveitar de um bem e merecido descanso ou de sua licença, se negava e, em troca, o dava à um homem casado para que pudesse passar um tempo em casa com sua família. 

Depois da punhalada pelas costas e da humilhante derrota da Alemanha, Hitler jurou se dedicar o resto de sua vida para fazer a Alemanha grande e acabar com o diabólico Tratado de Versalhes. Durante estes anos de luta, conheceu inclusive privações ainda maiores das que tinha passado em sua juventude.


Hitler durante a primeira guerra mundial

Seu vestuário pessoal estava tão gasto que um membro do Partido teve que doar um terno para que o Líder pudesse se entrevistar com os grandes magnatas da indústria. Não só teve que viver humildemente para que cada marco pudesse ser usado na luta, mas que também teve que abandonar seu sonho de se converter alguma vez (ou assim o pensava naquele tempo) em artista ou arquiteto. 

Os ganhos materiais não eram os únicos sacrifícios que o Partido exigiu de seu líder. Hitler lamentou com freqüência que não pudesse desfrutar do lar e do seio de sua própria família, já que não poderia se casar já que estava casado com toda a Alemanha. Pior ainda, soube que nunca poderia conhecer a alegria da paternidade, porque seria injusto para com seus filhos, isto é, a tarefa de seguir seus passos seria muito grande para eles. 

Quando a guerra foi imposta à Alemanha, o Líder teve que abandonar seu sonho de reconstruir suas cidades. Pôs, então, seu uniforme e negou a se retirar até conseguir a vitória. Trabalhou sempre contra o relógio tendo mais e mais sempre do que fazer. Seu escritório principal, a “Guarida do Lobo” (A Cova do Lobo) em Rastenburg, estava enterrada em um bosque pantanoso que era muito quente no verão e muito fria no inverno. Seu pessoal o considerava (A Cova do Lobo...) como um destino deprimente e não paravam até que eram transferidos para Paris ou para Berlim, deixando para trás o Líder se esforçando pela Alemanha sem entretenimento, luzes brilhantes ou o doce fruto da vitória. 

No bunker do Líder na primavera de 1945, Hitler roubaria para si uns minutos das conferências militares para admirar os modelos das magníficas cidades Nacional Socialistas que sonhou construir depois da guerra sabendo muito bem que nunca mais seriam construídas durante sua vida.

Quando os projéteis soviéticos começaram a cair na cidade, disse ao General das Waffen SS, Leon Degrelle, que se ele houvesse tido um filho, querido que fosse como ele, assim dessa forma Degrelle devia preservar sua vida da mesma forma que o Coronel Hans-Ulrich Rudel, para que juntos inspirassem a futura juventude alemã com seu heroísmo. O Líder disse que faria o último sacrifício pela Alemanha e não fugiria, mas que combateria o inimigo até o amargo final e depois privaria os capitalistas e os bolcheviques de seu prazer judaico de não só levá-lo a julgamento, mas também de mutilar, destroçar e estraçalhar seu corpo, e assim lutou até que os “untermenschen” (homens de baixa estirpe) estiveram a só uns metros e depois marchou para Valhalla.


Uma das ultimas aparições do Füher no Bunker, condecorando combatentes da Hitlerjugend

Adolf Hitler era um homem que sacrificou a si mesmo, toda sua vida, por seu povo. A grande virtude é uma característica intrínseca do Nacional-Socialismo, isto é, o sacrifício do ser individual para o bem da maioria. Isto é por que um só Nacional-Socialista vale tanto como cem Democratas ou Republicanos. Isto é o que nos faz tão fortes e tão temidos.

Quando era um jovem membro do partido, eu trabalhava 48 horas por semana em uma fábrica local, doava todo meu salário ao Partido, limpava o Quartel General, fazia os trabalhos burocráticos (papelada, propaganda, organização de eventos, etc) do partido, recolhia assinaturas para petições, preparava refeições, dava entrevistas para a televisão, e de vez em quando tinha um pouco de diversão em uma batalha de rua com a “skoría” (do grego ao português: vis) da terra. Muitos dos “bons” Nacional-Socialistas eram difíceis de se encontrar quando chegava o momento de trabalhar voluntariamente para o partido ou doar algum dinheiro. De forma pouco surpreendente, todos foram “cortados” do movimento não com ameaças de morte ou bombas, mas por sua própria falta de convicções no Nacional-Socialismo. Queriam se divertir e obter glória à custa dos sacrifícios dos outros camaradas. Estes “sem-vergonhas” rapidamente deixavam o Partido, e cada vez que o faziam, nos tornavam (nós e o Partido) mais fortes.


Hitler e as SA (braço paramilitar do NSDAP) em marcha, 1931

Comparado aos sacrifícios de nosso Líder, meu dinheiro, meu suor e meu sangue é uma vil oferenda. No entanto, nosso movimento está hoje cheio de camaradas cujos sacrifícios lhes fazem heróis: verdadeiros Nacional-Socialistas como Reinhard Sonntag que deu sua vida há apenas alguns anos, e Gottfried Küssel que esteve sete anos e meio na prisão, assim como muitos, muitos mais, que, por razões de segurança, não se podem citar, mas sem eles tu não teria esta publicação em tuas mãos e não estaria lendo este artigo.

Nós, Nacional-Socialistas, julgamos um homem ou uma mulher só por uma prova de força, e esta é quanto se sacrificam pela vitória. Quão inteligente são (ou pensam que são), quão ricos são, que bons lutadores dizem ser, ou quanta cerveja podem consumir, tudo isto não significa nada... Só têm valor quanto uma pessoa dá de si mesmo!

Cada um de nós (tu e inclusive eu) deve perguntar para si mesmo esta questão chave!

Heil Hitler!

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