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Tema Racial - O Tema Tabu!


Por: Eduardo Arroyo

“As raças brancas da Europa e da América se acostumaram durante séculos a se considerarem um Herrenvolk (raça de senhores). O Século XX, o Século de Auschwitz, tem feito também realidade a primeira etapa de associação multirracial”


É sabido que na atualidade o tema racial - a questão da existência ou não de diferenças inatas entre as distintas raças que povoam o globo - se converteu em um tema tabu. Nenhuma outra questão desperta emoções tão acaloradas como a do tema racial. Tampouco nenhuma outra torna as pessoas tão irascíveis. Paradoxalmente este tipo de reação se dá de um modo mais marcante naqueles países onde se supõe uma maior liberdade e uma ausência de preconceitos. Nas mais modernas sociedades ocidentais você pode criticar aspectos ou opiniões que têm sido consideradas tradicionalmente como sagradas em nossa cultura, porém, se se atreve a criticar certa política governamental que permite a imigração massiva e incontrolada de não-europeus para a Europa, será imediatamente tachado de "racista". Tal como asseguram os meios de comunicação, os nacional-socialistas eram racistas segundo o mais puro estilo de Hollywood e sabemos o que estes levaram a cabo: o assassinato planificado de seis milhões de judeus. 

Aceitando como verdadeiros estes silogismos, nenhuma pessoa em são juízo deixaria de admiti-los como corretos e o mesmo aconteceria como a conclusão a que conduzem. Não obstante, o Revisionismo histórico os denuncia como falsos, uma vez que o "holocausto" judeu jamais existiu. A lenda dos seis milhões tem como missão principal, alimentar a mentira da perversidade intrínseca de toda política racista, ao mesmo tempo em que deforma e tergiversa a intencionalidade da mesma. No aspecto teórico, é complementada com a velha tese NUNCA DEMONSTRADA e comum a marxistas e liberais, sobre a igualdade inata de todos os homens e que tem dado à luz a todas as dogmáticas escolas ambientalistas. Na atualidade podemos dizer, sem nos enganarmos, que o problema demográfico é o mais grave de quantos tem ameaçado o Ocidente. Quando falamos em Ocidente, incluímos também os povos por detrás da Cortina de Ferro e todas aquelas nações de ultramar criadas pelos europeus ao longo do desenrolar da História. Se achamos que é o maior dos problemas é porque acreditamos que está em jogo até a própria sobrevivência física dos povos europeus. Os romanos diziam "primum vivere et postridie philosophare", "primeiro viver depois filosofar". É óbvio que se não existissem europeus, não haveria por que nos questionarmos a respeito da cultura ocidental.

O contrário seria pôr o carro diante dos bois. Este problema apresenta obviamente duas fontes. Por um lado a natalidade dos povos europeus e da Europa como um todo, é suicida. Consegue apenas manter constante o número de habitantes (Nota: o autor é espanhol). A população européia vem diminuindo e mesmo assim nossos governos querem nos fazer crer que isto é um símbolo de "desenvolvimento", por ser uma característica comum a todos os países "desenvolvidos", ou seja, europeus. Paralelamente não deixam de apoiar insensatas campanhas de "controle de natalidade" enquanto que em muitos países ocidentais a natalidade é tacitamente penalizada por uma preocupante política fiscal. Como se fosse pouco o hedonismo imperante entre a juventude européia, esta carreira insensata ao suicídio demográfico é incentivada oficial e violentamente pelo sistema. Hoje em dia já podemos falar em "países em vias de extinção" e que, ao contrário do que acontece com determinadas espécies animais, não foram declaradas "espécies protegidas" pelos estadistas.

Cena comum nos subúrbios europeus. E porque não do mundo?

Esta é a razão porque os governos atuais são claramente antipopulares. Se o objetivo de um governo é, mediante o bem-estar em todos os sentidos (não somente material), conservar um povo e assegurar-lhe o futuro, está claro que, dentro do contexto político atual, estamos diante de uma flagrante contradição, já que o futuro dos países ocidentais é o nada demográfico. Além do mais, nossos governos estão fomentando, com tolerância tácita, a imigração massiva e incontrolada de elementos não-europeus. Mais ainda, estão promovendo a "integração" e a mestiçagem mediante a anulação da consciência racial européia e a poda das raízes populares, que já é total em qualquer das grandes cidades da Europa atual. Além da taxa de imigração elevada, a taxa de natalidade destes imigrantes geralmente é o dobro da dos europeus.


Não devemos esquecer que a situação é realmente desesperadora. A Europa está em situação de legítima defesa. Pois bem, quem quer que seja, que se atreva a denunciar a existência objetiva de um autêntico problema racial, com gravíssimas implicações biológicas e políticas, será rotulado de "racista", e este é o pior estigma que existe em nossa sociedade. Ademais, como todo mundo sabe, os nazistas, os "genocidas", eram racistas, logo existe um antecedente histórico comprovado, segundo os meios de comunicação, de que o "racismo" trouxe conseqüências funestas: o assassinato de seis milhões de judeus. O já mencionado Harwood, na sua anteriormente citada obra nos diz:

"Quando Enoch Powell, em um de seus primeiros discursos, chamou a atenção sobre o perigo que representa a imigração de pessoas de cor para a Grã-Bretanha, um eminente socialista evocou o espectro de Auschwitz e Dachau para fazê-lo calar-se. Desta maneira se desencoraja efetivamente toda discussão razoável sobre os problemas raciais e sobre os esforços que deveriam intentar-se para conservar a integridade racial";

Em linhas anteriores o mesmo autor sentencia de modo apocalíptico, porém não menos cheio de razão: 

"Vários países anglo-saxões e particularmente a Grã-Bretanha e os Estados Unidos se vêem hoje expostos ao perigo mais grave de toda a sua história, ao perigo que representam as raças estrangeiras que se encontram em seu seio. Se nada for feito na Grã-Bretanha, para deter a imigração e assimilação de asiáticos e africanos, haveremos de sofrer - além do derramamento de sangue provocado por um conflito racial - a destruição biológica do povo britânico tal como existe nesta terra desde a vinda dos saxões".

Evidentemente basta uma análise superficial da atual situação européia para nos darmos conta de que as palavras de Harwood podem ser extensivas a todo o Ocidente, incluída a Rússia branca onde está demonstrado que a natalidade suicida se complementa com um incremento da taxa de natalidade nas repúblicas asiáticas. 

Assim, fica bem claro que o objetivo último das fraudes que o Revisionismo histórico combate não são outros que os expostos mais acima. Por isso uma obra que, além de desbaratar com provas contundentes os embustes da propaganda, não denuncie do mesmo modo os objetivos ideológicos mais profundos desta propaganda, deve considerar-se como incompleta. A este respeito muitos autores revisionistas consideram o mito do "holocausto" corno uma fábula destinada a justificar a existência do estado de Israel, dando carta de legitimidade à declaração da ONU de 1948, ou possibilitando que a economia israelense se mantenha forte às custas das "reparações" que a Alemanha tem que pagar. Ainda que tudo isto seja correto, nunca se deve considerá-lo de outro modo do que um objetivo secundário. Nunca se repetirá suficientemente que o verdadeiro motivo para a manutenção do mito do "holocausto" é de índole ideológica e pretende, fundamentalmente, criar em todos os povos de estirpe ocidental um sentimento de culpa de tal envergadura e intensidade que os impeça de serem donos de seus próprios destinos.

Evidentemente resulta lógico que as leis repressivas mais duras contra o Revisionismo sejam exatamente as aplicadas na Alemanha. Na antiga Alemanha Oriental deu-se um autêntico isolamento informativo com respeito ao Ocidente, porém em ambos os casos o objetivo era o mesmo: desligar os povos da sua história, inculcando-lhes um sentimento de vergonha e repulsa pelo seu próprio passado. Trata-se de uma autêntica castração mental que impõe a repulsa instintiva a toda a forma de consciência nacional, em favor de tendências mundialistas e internacionalistas, que pouco a pouco vão ganhando terreno. E a destruição definitiva e irreversível da nacionalidade mediante a "integração" racial, ou mestiçagem. É o super estado mundial, a uniformidade total, o reino da quantidade, do homem-massa, do homem-formiga cinza, sem passado nem futuro, apto e pronto a consumir as idiotices que o sistema lhe ordena. É a escravatura do espírito pela matéria, levada a seus extremos mais degradantes e também a vergonha da própria origem e, por conseguinte, o repúdio a uma parte de si mesmo.

Isto para o povo, evidentemente. Para uma pequena elite, significa o domínio do globo e o desfrute do poder total. É o poder pelo poder: a paixão mais mortífera de todas.

Desta maneira, a política mundial sionista, que é a principal instigadora dos problemas demográficos da Europa, é também parte interessada em manter o absurdo status no Oriente Médio, autêntico barril de pólvora sempre a ponto de explodir. De outro modo não se explica a política norte-americana de apoio incondicional ao Estado de Israel, com milhares de milhões de dólares, tanto em dinheiro como em armas, que os Estados Unidos presenteiam anualmente àquela nação. Os meios de comunicação internacionais, em uma de suas características manobras de desinformação organizada, têm conseguido que as pessoas assimilem o apoio do judaísmo americano à sua autêntica pátria, Israel, aos verdadeiros interesses nacionais dos Estados Unidos, quando isto é exatamente o contrário. Não é de estranhar que os comunistas de todo o mundo creiam que atacando ao estado de Israel, atacam também a política norte-americana no Oriente Médio, atitude que se enquadra à mil maravilhas à sua típica fobia anti-americana. Neste sentido também têm conseguido enganar os árabes, principais prejudicados no eterno conflito árabe-israelense, fazendo com isso, que a política norte-americana lhes seja tão ingrata.


Evidentemente, aqueles que têm denunciado as maquinações do sionismo internacional, tanto no que se refere a sua guerra total contra o Ocidente, quanto ao descarado apoio dos judeus norte-americanos a Israel, têm sido estigmatizados com a variante mais funesta do "racismo": a do "anti-semitismo". Este termo tem se empregado indiscriminadamente para denegrir aos que expõem e desmascaram a funesta política sionista. Temos de concluir, portanto, que a manutenção do mito dos seis milhões interessa ao judaísmo internacional na mesma medida em que o subtrai de toda crítica.

Pelo anteriormente visto, deve-se ter bem claro que sempre é o fundamento ideológico o que prima em todo este assunto. Os pagamentos de "reparações" a Israel, o subjugamento do povo alemão, assim como outros fatores circunstanciais devem entender-se sempre com conseqüências lógicas de uma verdade essencial. Esta não é outra que a existência de um clima mental tendente à aniquilação das defesas nacionais dos povos, para favorecer os planos sionistas de conquista e hegemonia mundial. Trata-se, em definitivo, de suprimir o direito à nacionalidade a todos os povos da terra para afirmar a própria nacionalidade, a judia, ou, se se preferir, estamos diante de um nacionalismo negativo. Assim, a luta pela manutenção do mito dos seis milhões se leva a cabo em meio de uma repressão crescente e brutal, uma vez que os interesses em jogo são demasiadamente grandes. A história dessa repressão é também a história do Revisionismo do pós-guerra. 

Comentários

  1. Eles retiraram até o vídeo do Youtube, mas eu peguei no Vimeo! Nada mais me convence, é um plano imundo e se a Europa não acordar ontem, vai ser um povo extinto!

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  2. Vou mandar a real. Mulher branca que tem filho com negro não merece respeito nenhum. Trata-se de uma messalina promíscua e imunda. E homem branco que tem filho com negra é uma vergonha para a raça e principalmente para a família. Eu deserdava uma filha minha se ela se casasse com um negro.

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  3. Negros adoram se vitimizar e atribuir seu fracasso ao "branco fascista". Nada disso. Eles são fracassados pois são desonestos, invejosos, mau-caráter e desprovidos de inteligência. Fisicamente eu não tenho dúvidas de que sejam superiores. Agora mentalmente, serão sempre inferiores.

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  4. Hoje em dia um branco dizer que é contra a miscigenação racial faz você ser mal visto as vezes até por alguns familiares mais liberais que o passam a enxergar como um "Monstro". Enquanto os judeus podem ter o direito de preservarem sua raça(imunda diga-se de passagem). Vai um branco dizer isso. Só faltam te linchar.

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  5. A gente percebe que a miscigenação racial aqui no Brasil é incentivada com força total pela mídia, que todos sabemos é dominada por muitos judeus nas redações de telejornais. Infelizmente o Brasil é um país miscigenado. E aqui quem rema contra a maré é visto como "nazista" ou como um "monstro desumano". É, o judaísmo manda e desmanda no mundo. Depois tem esquerdista que acusa a direita de ser "paranóica" e de "enxergar marxismo em tudo".

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