segunda-feira, 27 de outubro de 2014

“Nossas mães, nossos pais” - Um filme sobre a verdade da guerra


O filme “Nossas mães, nossos pais” (do alemão: "Unsere Mütter, unsere Väter"), exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando clara a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos. O contexto do drama vivido na invasão da Europa na sua verdadeira face.

A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foi criticado a exposição que fez o filme as atrocidades cometidas pelas tropas da URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético, mas tão só depois de um estupro em massa as mulheres alemãs e de assassinatos sem razão.

Não é novidade alguma que o cinema e mídia ocidentais deturparem o quadro real da Segunda Guerra Mundial. E quando tentam mostrar a realidade dos fatos? Tendo a coragem de mostrar o outro lado da moeda existe uma passagem do filme em que os soldados soviéticos invadem um hospital alemão, matando os feridos e estuprando as enfermeiras, causando "especial indignação". Fatos esses comprovados e que estão na memória do povo alemão, agora quer queiram, quer não, exposto na obra. Segundo a Sociedade Russa de História Militar, esses personagens selvagens foram "copiados das obras de Joseph Goebbels" e concebidos para "disfarçar o fato de a Wehrmacht ter destruído a sangue frio a população civil da União Soviética". (sic!) 

Literatura da Segunda Guerra Mundial assim como sobre Holocausto é mesmo um vale-tudo - NR

Oque é traduzido pela mídia ocidental, principalmente a que noticiou sobre a obra, como o Gazeta Russa em especial, como "desculpar os crimes de guerra cometidos pelos nazistas na União Soviética durante a SGM", que ocorre atualmente na sociedade alemã pode também ser traduzido num despertar da alienação induzida a ela própria, uma fadiga de tanto se martirizar sem porque e acarretar, em nome de interesses alheios a culpabilidade total e absurda por uma guerra de proporções mundiais. 

O filme dá luz na figura  dos soldados alemães (personagens principais) o que seu governo defendia no campo de batalha. Os autores exploram o tema das saudades dos tempos calmos e felizes do pré-guerra. Coisa que a crítica amestrada viu como cinismo ao dizer que "como se não houvesse nenhum Hitler nem seu livro Minha Luta (Mein Kampf), que apregoava a eliminação dos 'sub-humanos'". Mas uma vez, sendo totalmente parciais como se esperava. Pois é do conhecimento de todos o espetacular salto que dera o país no governo Nacional-Socialista, até hoje inédito no mundo, assim como que a obra não foi escrita para incitar o ódio.

Alguns outros fatos pouco ou quase nada divulgados sobre a Segunda Guerra Mundial (chamados de "mitos" pela Gazeta Russa) também foram retratados no filme. Como a não disciplinaridade dos soldados soviéticos na Alemanha e o estupro cuja alcunha se deve em grande número a eles próprios. Os próprios autores do filme, divulgam o número de vítimas de abuso sexual por parte de soldados soviéticos que chega a dois milhões. No entanto, não só os abusos russo-soviéticos são retratados a questão dos poloneses e ucranianos e o crescente anti-germanismo da época por parte de seus governos que o propagava também.

No decorrer da crítica sobre a obra alemã, o Gazeta Russa, insisti que tais acontecimentos em relação aos soviéticos e a população civil alemã retratados corajosamente, são imitações da máquina de propaganda de Goebbels (Ministro da Propaganda no III Reich). Afirmam que:

"Tais estereótipos foram cunhados pela sua propaganda no início da guerra e apresentavam os soviéticos como selvagens que iriam estuprar todas as mulheres alemãs com idade entre 8 e 80 anos." - E de fato o fizeram! Só que tais dados de denuncia são mostrados nessa crítica como misturados ao que se dizia na Alemanha da época, e continua: 

"No pós-guerra, o tema da violência supostamente praticada pelos soldados soviéticos na Alemanha foi martelado em publicações de alguns autores ocidentais. Em seguida, vieram à tona as revelações de médicos dizendo que pelo menos dois milhões de mulheres alemãs teriam sido abusadas sexualmente por militares soviéticos." e para justificar a comprovação desse fato o autor afirma no final: "...Naquela época, a Guerra Fria já estava começando". 

É irrisório. Se de fato, o bloco capitalista permitiu a propagação desses fatos para atingir o moral soviético ou não, isso não apaga os fatos ocorridos na Alemanha e que ficaram gravados naquela geração que hoje no fim da vida ainda é capaz de relatar a atrocidade.

De fato, a guerra na parte Oriental da Europa não trouxe benefícios a ninguém, mas, querer justificar uma atrocidade com ataques dos inimigos ao seu território numa situação de guerra? Uma atrocidade por outra não apaga nem justifica nenhuma das duas, como tenta fazer, a crítica do Gazeta Russa, falando sobre a situação de guerra que se promoveu no oeste russo com a invasão alemã e o esforço de guerra soviético que só venceu quando as forças germânicas tiveram que se dividir em duas frentes para repelir sozinha o inimigo formado por dezenas de exércitos nacionais numa situação de guerra total. Onde fica o mérito russo num quadro geral? 

Será mesmo possível os alemães reverem seu papel na Segunda Guerra Mundial? Pergunta a critica... Tomara que sim! Esse é o primeiro passo para a consciência e luta contra o verdadeiro inimigo dos povos. A Alemanha é o único país do mundo que comemora sua própria derrota em guerra, paga "dízimos" bilionários as supostas milhares de descendentes de outras supostas milhares de vítimas de um holocausto que não pode ser nunca comprovado nem questionado, a única pátria que não possui um tratado de paz, nem autonomia soberana de fato a uma relevante política externa e de fato nacional. 

A crítica, em seu único paragrafo continua: "[...] Por que os alemães precisam disso? Atualmente, a Alemanha é um dos países líderes da União Europeia. Para manter essa condição, a Alemanha deseja possuir uma boa reputação, inclusive histórica – como, por exemplo, melhorar a imagem do soldado alemão. Os alemães têm, certamente, dificuldades em aceitar a verdade histórica. Se a União Soviética não tivesse derrotado Hitler, hoje não haveria a Alemanha nem a Europa em sua atual forma." - Será mesmo que se trata disso? Limpar seu nome com o inimigo amestrador? Se não se vê isso com bons olhos por quase 100% da mídia ocidental nem se vê por ai uma política de nacionalização identitária desse país promovida por algum "aliado" poderoso. 

E sim, que bom que os alemães tenha mais dificuldade em aceitar e as "verdades" dos outros e com certeza, a Europa e o mundo teriam algo bem melhor a apresentar do que a Europa e a política externa mundial que ai se encontra hoje caso Hitler e o Nacional-Socialismo tivessem ganho a Guerra, ou pelo menos bem melhor que se a URSS houvesse se sobressaído na tal "Guerra Fria".

Não é intenção de nós brasileiros falarmos em nome do povo alemão, mas esse é um exemplo a ser seguido por todos os povos, conhecer-se, preservar-se, aprender a admirar-se. O verdadeiro inimigo dos povos, o Sionismo e o Establishment tem a Alemanha como um eterno inimigo que deve ser controlado e vigiado. Não á pacto de paz, não a desocupação lá, muito menos liberdade de opinião...como em tantos cantos do mundo. Mas o exemplo de um, deve ser acolhido e repetido por todos. Um levante primeiramente de ideia e auto-conhecimento. Como dizia o oráculo em Delfos: "Conheci-te a ti mesmo."


6 comentários:

  1. Ja perdi a paciencia com esse ramo nosratico - se for depender dele pra algo a nostratia esta acwbada e engolida por sub goyins e sub nostraticos foda se kk

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  2. Ontem na tv a cabo um filme da "dtsney" para alienar menores e o casal principal e um judeu askenazita com cara sefardi a outra askenazita com cara askenazita se nota mais o cabelo e um pouco do angulo da iris etc (uma das)

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  3. To doido pra assistir. Pelos trechos que vi, é fenomenal!

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  4. Muito bom. Esse filme mostra bem os "nobres" soldados libertadores (estupradores) do exercito vermelho.

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  5. abominável homem das neves9 de junho de 2016 21:47

    Quando li a sinopse aqui descrita do filme e a opinião expressa pela diplomacia russa pensei: "puxa, um filme com um ponto de vista diferente!", logo fiz questão de baixar os capítulos e assistir as 4h30min dos mesmo.
    Todavia quando terminei de assistir tive a sensação de que esse filme não atira muito longe dos filmes hollywoodianos ou mesmo do filme "a queda" e explicarei por que:
    pensei estar prestes a assistir um filme retratando a ofensiva russa e, como descrito no texto as atrocidades pelos russos cometidas, porém menos de 10% do filme faz tal retrato, a sua grande maioria mostra o de sempre: primeiramente os alemães estão atacando e os russos defendendo, alemães maus fazendo civis andarem na frente em campos minados, judeus sendo mortos pelos alemães sem motivo, judeus sendo mandados a campos de concentração, etc.; depois quando as coisas esquentam e os russos contra atacam esses demonstram clemencia a grande maioria do tempo (vide cena do pântano em que eles oferecem rendição, um alemão se rende e nada acontece), a ÚNICA cena que mostra os russos como "maus" é a cena que eles chegam no hospital de campo alemão. E como sempre retratado nos filmes conforme as coisas ficam piores para os alemães eles ficam "loucos" e começam a se matar entre si, as mulheres alemãs começam a dormir com qualquer um e o führer ordena que as tropas comecem a incendiar as casas dos civis locais com os mesmos dentro, etc.

    Em resumo, se a russia, polônia, seja quem for se sentiu ofendido o mesmo foi em vão, já que ao meu ver esse filme mostra a mesma coisa que tantos outros porém com tropas alemãs como protagonistas. Quem tiver interesse de assistir que o faça, porém devo dizer que depois de 4h30min o filme ficou muito aquém das minhas expectativas.

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  6. A CAUSA, https://endzog.files.wordpress.com/2012/12/flowers-for-the-boys.gif A LUTA é a mesma iniciada a 20 séculos atrás, também vivenciada na REVOLUÇÃO FRANCESA, no GENOCIDIO PARAGUAIO em 1870, na REVOLUÇÃO RUSSA 1918, em CRÍSTEROS ocorrido entre 1926 e 1929 https://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/06/cristeros-outro-crime-judaico-maconico.html e no GENOCÍDIO ALEMÃO e JAPONÊS em 1945

    "For Greater Glory" (vide https://www.youtube.com/watch?v=-H_gXSgrMYs ), um raro filme francamente pró-católico com excelente qualidade de produção. Foi um sucesso no México, mas teve uma recepção silenciada nos EUA.

    Lucas 06:44 ensina-nos a ler OS FATOS até de olhos fechados

    http://img.picturequotes.com/2/3/2941/truth-is-still-truth-even-if-no-one-believes-it-a-lie-is-still-a-lie-even-if-everyone-believes-it-quote-1.jpg

    https://lh5.googleusercontent.com/–E4PSXmmoCk/U1UrhPLDLNI/AAAAAAACqz8/HrfuCETIL9MCL53tBop3SVWFNKF-L8L4ACL0B/w506-h253-no/BkLZCopCcAA9cM_.jpg

    https://www.youtube.com/watch?v=Pisntoyxj2I ENTREVISTA A LA SRA URSULA HAVERBECK, REVISIONISTA ALEMANA DE 86 AÑOS

    https://www.youtube.com/watch?v=mg6BF6dVJQQ La verdad sobre Elie Wiesel

    https://www.youtube.com/watch?v=F72PQV5j0rA El JUDÍO quería esta GUERRA – Robert Ley, Adolf Hitler

    https://drive.google.com/file/d/0BzbRXPpHfCJDR3FicjRvU3ltUjg/view “abyssus abyssum invocat “ = deep calls unto deep; Hell calls hell (One mistep leads to another) Hell calls hell (One wrong doing causes another)

    https://verbotenesarchiv.files.wordpress.com/2015/04/sex-grooming-uk-1.jpg Sublata causa, tollitur effectus when the cause is removed, the effect ceases


    “Je weiter sich eine Gesellschaft von der Wahrheit entfernt, desto mehr wird sie jene hassen, die sie aussprechen.” George Orwell “QUANTO MAIS SE DISTANCIA DA VERDADE, MAIS SE ODEIA AQUELES QUE A DIZEM”

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