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'Negar holocausto é repeti-lo', diz Dilma sobre vítimas do "nazismo"


A cerimônia homenageou dois brasileiros que ajudaram judeus a fugir.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (30), durante discurso na cerimônia do Dia Internacional em Memória de Vítimas do Holocausto, que "negar o holocausto é repeti-lo". “Devemos sempre lembrar que o holocausto também se repete quando é negado ele mesmo, quando é relativizado ou quando se tenta suavizar sua narrativa”, disse.

Além da presidente Dilma, vários ministros e líderes políticos participaram da cerimônia em memória às vítimas do holocausto, evento organizado pela Confederação Israelita do Brasil (Conib). A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas a fim de transformar o resgate histórico do massacre nazista em luta pelos direitos humanos.

A cerimônia deste ano homenageou dois brasileiros que, segundo informou a Conib, salvou centenas de judeus ao emitir vistos para o Brasil, contrariando, na época, ordens do governo Getúlio Vargas. São eles o embaixador brasileiro na França, Souza Dantas, e a funcionária do consulado em Hamburgo, Aracy Guimarães Rosa.

O embaixador Rafael Eldad afirmou que o holocausto foi o “maior crime da história da humanidade” e defendeu o “estado forte de Israel”. “O estado forte de Israel é a melhor garantia de que atrocidades como esta não voltem a acontecer”, disse durante discurso.

“O holocausto deve sempre nos lembrar o que um regime extremo, baseado no ódio ao próximo, pode causar”, afirmou Eldad.

A Conib representa a comunidade judaica brasileira e tem 120 mil integrantes. A cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é realizada pela entidade todos os anos e relembra que o regime nazista, segundo a Conib, massacrou, além de seis milhões de judeus, outros grupos e minorias como ciganos.

Ditadura militar

Dilma comparou a celebração à memória das vítimas do regime nazista à instalação da Comissão da Verdade, em maio do ano passado.

"Sabemos que a verdade e a memória são uma arma contra a repetição da barbárie, por isso muito me orgulho de ter sido no meu governo que nós criamos a Comissão da Verdade", afirmou. -Mas verdade de quem? - NR.

A presidente afirmou que o Brasil tem uma “terrível mancha na história”, que foram os 300 anos de escravidão de negros, mas destacou que atualmente várias etnias convivem no país.

“Felizmente, para nós o Brasil se transformou num país democrático. No nosso país vivem pessoas originárias de diferentes culturas, etnias. Somos formados por imigrantes, temos várias origens. E aqui convivem em harmonia todos os povos, mesmo aqueles que de forma recente, como judeus e árabes, vivem relações atritadas em outras partes do mundo”, afirmou Dilma.

“O mau é banal porque é praticado por seres humanos, como todos nós, banais. E aí, qual e a saída? A democracia continua sendo o melhor instrumento que a humanidade dispõe para evitar a repetição”, completou a presidente.


Reportagem de 30/01/2013

Fonte:


Mas uma vez essa prática dos governos ocidentais só demonstra a tamanha importância que existe entre os governantes ocidentais em obedecer aos dogmas de Sião. Prestar condolências as vítimas de um suposto genocídio não comprovado. E isso não é uma exclusividade de governantes de países vassalos como o Brasil, mas de todas as potências ocidentais. Na reportagem, os líderes israelitas no Brasil também prestam condolências as vítimas da tragédia de Santa Maria de uma forma bem habitual, sempre sobrepujando o Holocausto como tragédia-mor por cima do sofrimento de povos alheios. Que verdade está por trás de tantas reverencias a um suposto genocídio de um povo em particular se as taxas de homicídio no Brasil contam um "holocausto" por dia? - NR

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Comentários

  1. O comunismo tendo sido criado pelos narigudos deformados e imundos só podia ser defendido por uma judia imunda.

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  2. Cada vez mais eu sinto um ódio incontrolável pelo judaísmo! Ô racinha chata e vitimista.

    ResponderExcluir
  3. Negar os únicos comprovados, portanto, verdadeiros Holocaustos https://www.youtube.com/watch?v=QkNyC12CC-s o dos alemães e japoneses foram e são seguramente um cheque em branco para que outros como o iraquiano, líbio e agora sírio... sucedessem ... até que a terceira guerra mundial escravize os sobreviventes.

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