A campanha da Polônia em 1939


há exatos 75 anos, tinha inciou a campanha da Wermacht alemã (defesa das forças armadas alemãs e conjunto) a ação sobre a polônia para defender as fronteiras e cidadãos alemães dentro dos territórios poloneses anexados a este país as custas do Reich no infame tratado de versalhes em 1918:

A campanha da Polônia foi um ato de autodefesa contra as inúmeras agressões cometidas pela Polônia, a qual se sentiu fortalecida através da declaração de garantia britânica de 31 de março de 1939, e intensificou suas ações assassinas contra os alemães e outras minorias estabelecidos na Polônia, estendendo-as finalmente sobre o território do Reich.

Até 1939, cerca de 8.000 alemães foram assassinados pelos poloneses, dentre eles inúmeros sacerdotes católicos e evangélicos, mulheres e crianças. Famílias inteiras passavam as noites em florestas devido à constante ameaça de morte. No meio de agosto de 1939, mais de 70.000 refugiados já tinham sido registrados no Reich alemão.

Vejamos o relato de um vigia do regimento 57 de artilharia, originário de Königsberg (Prússia), deslocado no meio de agosto de 1939 para a ameaçada fronteira da Prússia ocidental:

Nós ficamos de prontidão em Garnsee, distrito de Neidenburg. Minha bateria estava posicionada em um milharal. Já há algumas semanas o trabalho nesta área era mortalmente arriscado. Esquadrões assassinos da cavalaria provenientes da Polônia avançavam até uma distância de 7 km adentro do território do Reich alemão. Estes ataques já haviam começados desde julho de 1939.

Até onde a vista alcança, podia-se ver ao final do dia fogo e fumaça. As casas e os vilarejos em chamas foram um ato de provocação da cavalaria polonesa. Aqueles moradores das casas que tentavam escapar de seus lares em chamas eram mortos. Os homens alemães não foram apenas atingidos pelo sabre ou fuzilados, mas também laçados e arrastados em direção à fronteira polonesa.

Para impedir este ato de barbárie, minha bateria recebeu a ordem a 23 de agosto de 1939 para formar um comando de caça. Como vigia-mestre, eu recebi o comando e as respectivas ordens.

No primeiro dia de ação, nossa tropa motorizada chegou meia hora atrasada. Um esquadrão sanguinário polonês cavalgava procurando refúgio em direção à fronteira polonesa. Os rastros eram cruéis. No caminho pelo campo e no próprio campo encontramos os corpos de camponeses alemães. Estes foram dilacerados pelo sabre ou fuzilados. Os ataques destas unidades da cavalaria polonesa aconteciam toda noite naqueles dias de agosto.

Os vilarejos da Prússia Ocidental tiveram uma difícil provação naquelas semanas. As incursões polonesas alternavam constantemente seus pontos de ataques. Os pedidos de ajuda destes vilarejos ao longo da fronteira aconteciam todas as noites, devido aos incêndios e fuzilamentos da cavalaria polonesa. Amigos e conhecidos eram velados diariamente nestes vilarejos fronteiriços. O medo era permanente, o terror era repugnante. Desta população fronteiriça surgia a pergunta, até quando eles estariam sujeitos à ação deste bando de assassinos. Quase 100 alemães foram mortos nesta área.

A 30 de agosto de 1939 acontecia a mobilização geral da Polônia. Um dia depois, o cônsul geral alemão em Cracóvia, August Schillinger, foi assassinado juntamente com sua secretária. A 1º de setembro de 1939, Adolf Hitler pronunciou às 10:10 em seu discurso no Reichstag, transmitido pelo rádio:

“A Polônia atirou hoje à noite pela primeira vez dentro de nosso território e com soldados regulares. Desde as 5:45 atiramos de volta! E a partir de agora bombas serão revidadas com bombas!”



Depois da guerra afirmou-se que membros da SD e SS, disfarçados de poloneses, haviam atacado na noite de 31 de agosto de 1939 a emissora de Gleiwitz, para proporcionar a Hitler o pretexto que ele precisava para atacar a Polônia. Este infeliz episódio baseia-se no relato do SS-Sturmbannführer, Alfred Naujock, que apareceu sob a guarda dos norte-americanos após sua deserção em 1944.

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