quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Os soldados judeus de Hitler

"Com suástica no peito e sangue judeu nas veias, milhares de soldados das Forças Armadas alemãs foram às frentes de combate em defesa do regime nazista" - Bryan Mark Rigg.

O Soldado judeu, Werner Goldberg (foto ao lado), que era loiro e de olhos azuis, chegou a ter sua fotografia publicada em um jornal alemão, à qual aparecia escrito: “O soldado alemão ideal”.

A grande diferença por trás destes homens de origem judaica que aceitaram combater pelos nazistas, é que eles sabiam o que combatiam e jamais aceitaram fazer parte da trama sionista internacional.

Quando viajava pela Alemanha logo após ter iniciado seu curso de História na Universidade de Yale, Bryan Mark Rigg descobriu, por acaso, que sua mãe protestante tinha raízes judias. Na conversa informal com um ex-combatente das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial, Rigg ouviu a biografia de um descendente de judeu, que lutou em defesa do regime nazista.

O tema, que não mais abandonou o estudante de História, foi retomado em 1996, quando Rigg terminou sua graduação com uma tese dedicada à saga dos soldados do Wehrmacht (Exército alemão), que tinham ascendência judia. Em seguida, o historiador dedicou ao tema sua dissertação de doutorado na Universidade de Cambridge, de onde pesquisou histórias semelhantes à do velho conhecido de sua mãe.





Sem saber ao certo se os destinos que analisava eram esporádicos ou um fenômeno que atingia um número representativo de pessoas, Rigg falou com testemunhas e ex-combatentes na Alemanha, Áustria e em toda a Europa Meridional. O trabalho resultou em mais de 400 entrevistas com ex-combatentes alemães de origem judia, entre eles o ex-chanceler federal alemão Helmut Schmidt e o político e jornalista Egon Bahr.

Os encontros, documentados em vídeo por Rigg, foram o ponto de partida do trabalho, que se baseia em grande parte na "história oral" relatada pelos ex-soldados. Quatro questões básicas conduziram o autor: qual alcance teve a teoria de raças nazista dentro do Exército, da Marinha e da Aeronáutica durante a Segunda Guerra?



O Soldado judeu Anton Mayer. Sua aparência nada germânica não o impediu de ingressar nas fileiras do Exército Alemão.

Como as Forças Armadas lidavam com a presença dos judeus ou dos considerados "mestiços" (Mischlinge) de judeus e não judeus durante a Guerra? Segundo as respostas registradas por Rigg, alguns dos judeus que fizeram parte do Exército Alemão, cujas famílias seguiam tradições militares e nacionalistas, optaram pela defesa da Alemanha.

A estimativa que resulta da tese de Rigg é de que pelo menos cem mil combatentes da Wehrmacht teriam antepassados judeus, sendo que a maioria destes seria "assimilada" e batizada segundo costumes cristãos. Entre os envolvidos estariam não apenas soldados, mas oficiais e generais, alguns até mesmo condecorados com medalhas de reconhecimento pelos "nazistas".


À esquerda o judeu Erhard Milch, que foi condecorado com a Ritterkreuz graças a sua campanha aérea na Noruega em 1940. Ao lado encontra-se o lendário herói da aviação alemã durante a Primeira Guerra Mundial, o Barão ou General Wolfram von Richthofen.


Os comentários sobre o volume Os Soldados Judeus de Hitler delegam ao autor o mérito de ter iluminado um capítulo ainda praticamente ignorado da história da Alemanha nazista, mas também há críticas veementes devido ao fato da contradição em relação ao que supostamente ocorria nos campos de concentração, suscitando ao público ainda mais dúvidas acerca do chamado holocausto.




Quando assistimos na televisão o quanto intolerante era o regime de Adolf Hitler, parece-nos uma piada de mal gosto ver alguém levantar a hipótese de poder ter havido dentro do próprio Exército Alemão, pessoas que eram vistas como uma ameaça, e que, aparentemente, tinham apenas um destino, o forno crematório. A grande diferença por trás destes homens de origem judaica que aceitaram combater pelos nazistas, é que eles sabiam o que combatiam e jamais aceitaram fazer parte da trama sionista internacional. Cabe a esta nova geração de jovens, através da leitura, a tarefa de esclarecer os dogmas que estão a quase 70 anos intocados por uma mídia manipulada, afinal, a história é escrita pelos vencedores.


Emil Maurice

Emil Maurice (Westermoor, 19 de janeiro de 1897) foi um dos primeiros membros do Partido Nazi. Maurice era um fabricante de relógios, e manteve uma forte ligação pessoal com Adolf Hitler, com uma amizade que datava desde pelo menos 1919. 

Ao final de 1919 ingressou no então Partido dos Trabalhadores Alemães (DAP-Deutsche Arbeiterpartei), posteriormente no seu sucessor, o Partido Nacional-Socialista do Trabalhador Alemão (NSDAP–Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) . Em 1919 foi acionado por Anton Drexler (um dos fundadores do DAP) para o combate e a eliminação da "República Soviética da Baviera" (Münchener Räterepublik), e em 1921 participou dos combates contra as ações terroristas polonesas que visavam a anexação da Alta Silésia à Polônia. (Kampf um Oberschlesien).



Participou também da formação da SA e foi membro da segurança pessoal Stoßtrupp Adolf Hitler. Foi registrado como membro no. 2 da SS,e alçou-se até a posição de SS-Oberführer.

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