quarta-feira, 30 de julho de 2014

Hamas proíbe aulas sobre o "Holocausto"

Lavagem cerebral Escola palestina sob tutela da ONU
O grupo radical islâmico Hamas negou a um grupo de ajuda da ONU esclarecer os alunos sobre o assassinato de milhões de judeus. O holocausto seria uma “mentira dos sionistas”.
Quem procurar se informar de forma isenta sobre este período da história, perceberá imediatamente que existem incontáveis contradições entre os relatos dos sobreviventes, os testemunhos dos “carrascos”, os documentos existentes, as instalações do suposto extermínio e a política praticada pelas autoridades alemãs. Aprofundando-se em seus estudos, o pesquisador verá que nunca houve qualquer plano para assassinar os judeus europeus, além de nenhuma instalação para execução dos detentos através de gás cianídrico. A única certeza que fica é que existe atualmente muita censura e criminalização do contraditório. O Hamas apenas protege suas crianças da poluição reinante, ao contrário das crianças gaúchas – NR.
No início do novo ano escolar eclodiu um conflito entre Israel e o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, no que concerne ao holocausto e a expulsão dos palestinos. As autoridades do Hamas, responsáveis pelo ensino público em Gaza, expressaram na segunda-feira seu “espanto”, que a morte de milhões de judeus durante o regime NS fosse ensinado aos alunos do campo de refugiados nas Nações Unidas. “Nós rejeitamos que nossos alunos sejam ensinados com tais pensamentos e cultura estrangeira, que contradizem a herança cultural palestina”, afirmou a nota.
No mesmo tempo, o jornal israelense Jerusalém Post reportou que o Ministério da Cultura israelense para abolir das salas de aula a palavra árabe “Nakba” aos árabes israelenses. Nakba é sinônimo de catástrofe e descreve a fuga e expulsão de centenas de milhares de árabes durante a guerra de independência, após a fundação de Israel há cerca de 60 anos. A fundação do Estado de Israel não poderia ser ensinada nas escolas como uma catástrofe, afirmou ao jornal uma porta-voz do Ministério. Embora o holocausto seja um evento histórico único (sic – NR), muitos palestinos e árabes falam de seu próprio holocausto, quando se referem a Nakba.
A estopim do debate sobre o holocausto na Faixa de Gaza foi uma carta de um movimento pró-Hamas ao grupo de ajuda da ONU para refugiados palestinos (UNRWA). O chamado comitê popular para refugiados palestinos escreveu:“Nós descobrimos que os livros escolares sobre Direitos Humanos, que é utilizado no oitavo ano, contém uma explicação sobre o holocausto judeu. Isso é feito de tal forma que o holocausto é confirmado e expressa-se uma simpatia para com os judeus”. É citado ainda na carta: “Nós não aceitamos que nossas crianças devam aprender uma mentira que foi inventada pelos sionistas”.
A Organização da ONU ensina cerca de 2.000 crianças palestinas na Faixa de Gaza. Um porta-voz da UNRWA disse que atualmente o holocausto não é um tópico dos seus materiais escolares. Se isso irá se alterar, permanece aberto.
Zeit Online, 31/08/2009.
O episódio gerou grandes protestos das organizações judaicas por todo o mundo. Não faltaram as já conhecidas lamentações e acusações de antissemitismo – NR.
Não apenas o “radical” Hamas, mas também o moderado Fatah
O ativista do Fatah, Salah al-Wadiyed, conclamou os líderes palestinos a “confrontar qualquer imposição estrangeira na educação das crianças palestinas e permanecer unidos contra ela”.
Ele disse que o ensino do holocausto nas escolas palestinas foi uma “armação sionista com o objetivo de promover uma lavagem cerebral em nossas crianças e tornar simpáticos seus assassinos. Eles estão tentando ocupar nossas mentes com este esquema”.
Al-Wadiyeh disse que os “palestinos conhecem, mais do que qualquer outro povo, a história de seus inimigos e suas mentiras e intermináveis reclamações improcedentes”.
Os palestinos são contrários ao ensino do suposto holocausto em suas escolas porque muitos acreditam que ele nunca tenha acontecido. Mas eles não precisam “acreditar”. Basta ler as Lições sobre o Holocausto para saber que o relato oficial é totalmente fraudulento, do começo ao fim. Apenas a maciça propaganda de guerra, aliada à preguiça mental reinante, consegue sustentar o mito ainda em pé, porém, já cambaleante – NR.
Fonte:

Um comentário:

  1. Só os cristãos frouxos e degenerados aceitam e mentira do tal de "holocau$to"!

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