Pular para o conteúdo principal

Hamas proíbe aulas sobre o "Holocausto"

Lavagem cerebral Escola palestina sob tutela da ONU
O grupo radical islâmico Hamas negou a um grupo de ajuda da ONU esclarecer os alunos sobre o assassinato de milhões de judeus. O holocausto seria uma “mentira dos sionistas”.
Quem procurar se informar de forma isenta sobre este período da história, perceberá imediatamente que existem incontáveis contradições entre os relatos dos sobreviventes, os testemunhos dos “carrascos”, os documentos existentes, as instalações do suposto extermínio e a política praticada pelas autoridades alemãs. Aprofundando-se em seus estudos, o pesquisador verá que nunca houve qualquer plano para assassinar os judeus europeus, além de nenhuma instalação para execução dos detentos através de gás cianídrico. A única certeza que fica é que existe atualmente muita censura e criminalização do contraditório. O Hamas apenas protege suas crianças da poluição reinante, ao contrário das crianças gaúchas – NR.
No início do novo ano escolar eclodiu um conflito entre Israel e o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, no que concerne ao holocausto e a expulsão dos palestinos. As autoridades do Hamas, responsáveis pelo ensino público em Gaza, expressaram na segunda-feira seu “espanto”, que a morte de milhões de judeus durante o regime NS fosse ensinado aos alunos do campo de refugiados nas Nações Unidas. “Nós rejeitamos que nossos alunos sejam ensinados com tais pensamentos e cultura estrangeira, que contradizem a herança cultural palestina”, afirmou a nota.
No mesmo tempo, o jornal israelense Jerusalém Post reportou que o Ministério da Cultura israelense para abolir das salas de aula a palavra árabe “Nakba” aos árabes israelenses. Nakba é sinônimo de catástrofe e descreve a fuga e expulsão de centenas de milhares de árabes durante a guerra de independência, após a fundação de Israel há cerca de 60 anos. A fundação do Estado de Israel não poderia ser ensinada nas escolas como uma catástrofe, afirmou ao jornal uma porta-voz do Ministério. Embora o holocausto seja um evento histórico único (sic – NR), muitos palestinos e árabes falam de seu próprio holocausto, quando se referem a Nakba.
A estopim do debate sobre o holocausto na Faixa de Gaza foi uma carta de um movimento pró-Hamas ao grupo de ajuda da ONU para refugiados palestinos (UNRWA). O chamado comitê popular para refugiados palestinos escreveu:“Nós descobrimos que os livros escolares sobre Direitos Humanos, que é utilizado no oitavo ano, contém uma explicação sobre o holocausto judeu. Isso é feito de tal forma que o holocausto é confirmado e expressa-se uma simpatia para com os judeus”. É citado ainda na carta: “Nós não aceitamos que nossas crianças devam aprender uma mentira que foi inventada pelos sionistas”.
A Organização da ONU ensina cerca de 2.000 crianças palestinas na Faixa de Gaza. Um porta-voz da UNRWA disse que atualmente o holocausto não é um tópico dos seus materiais escolares. Se isso irá se alterar, permanece aberto.
Zeit Online, 31/08/2009.
O episódio gerou grandes protestos das organizações judaicas por todo o mundo. Não faltaram as já conhecidas lamentações e acusações de antissemitismo – NR.
Não apenas o “radical” Hamas, mas também o moderado Fatah
O ativista do Fatah, Salah al-Wadiyed, conclamou os líderes palestinos a “confrontar qualquer imposição estrangeira na educação das crianças palestinas e permanecer unidos contra ela”.
Ele disse que o ensino do holocausto nas escolas palestinas foi uma “armação sionista com o objetivo de promover uma lavagem cerebral em nossas crianças e tornar simpáticos seus assassinos. Eles estão tentando ocupar nossas mentes com este esquema”.
Al-Wadiyeh disse que os “palestinos conhecem, mais do que qualquer outro povo, a história de seus inimigos e suas mentiras e intermináveis reclamações improcedentes”.
Os palestinos são contrários ao ensino do suposto holocausto em suas escolas porque muitos acreditam que ele nunca tenha acontecido. Mas eles não precisam “acreditar”. Basta ler as Lições sobre o Holocausto para saber que o relato oficial é totalmente fraudulento, do começo ao fim. Apenas a maciça propaganda de guerra, aliada à preguiça mental reinante, consegue sustentar o mito ainda em pé, porém, já cambaleante – NR.
Fonte:

Comentários

  1. Só os cristãos frouxos e degenerados aceitam e mentira do tal de "holocau$to"!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Oque nossos leitores mais leem

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Por que os países árabes ricos não recebem os refugiados muçulmanos?

Porque eles não querem que eles residam permanentes...
Os trabalhadores estrangeiros são muito produtivos para o trabalho, melhorando a economia do país e vão para casa quando seus contratos estão chegando ao fim.
Os residentes estrangeiros, no entanto, tendem a trazer sua própria bagagem cultural e política com eles. Esses países já estão lutando para lidar com a modernização e reformas políticas/sociais, de modo que eles não precisam da "porcaria de ninguém" empilhada sobre si.
os "Idiotas do leste" estão muito felizes em ajudar...mesmo os trabalhadores estrangeiros podendo ser um fardo, como foi mostrado durante a Guerra do Golfo em 1991.
Trabalhadores palestinos e iemenitas foram expulsos de vários desses estados, porque seus governos saíram em apoio ao Iraque, ao contrário da política de seus governos, que era de acolhimento.
Com os trabalhadores estrangeiros, você pode simplesmente cancelar seus vistos e enviá-los para casa. Se você tem pessoas aceitas como imigra…

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

A Conquista Moura da Península Ibérica: Mouros escravizaram portugueses por 741 anos - onde estão minhas reparações?

A grande "dívida" que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o Google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.
O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.
Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio …

Os judeus a Revolução Comunista russa e o assassinato do Czar

Acima, Tatiana e Olga; Sentados: Maria, Alexandra, Nicolau e Anastácia. E no chão, Alexei
Por Mark Weber
Na noite de 16-17 de julho de 1918, uma esquadra da polícia secreta Bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, o Czar Nicolau II, junto com sua esposa, a Czarina Alexandra, seu filho mais velho de 14 anos, o Czaverch Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram abatidos numa salva de balas num pequeno espaço de um cômodo da casa em Ekaterinoburgo, uma cidade na região dos Montes Urais, onde eles estavam mantidos como prisioneiros. A complementação da execução das filhas foi feita com baionetas. Para prevenir o culto ao Czar morto, os corpos foram descartados para o campo aberto e apressadamente enterrados em um túmulo secreto.
Avaliando o sinistro legado do comunismo soviético
As autoridades Bolcheviques inicialmente relataram que o imperador Romanov tinha sido baleado após a descoberta de um plano para liberar ele. Por algum tempo as mortes da Imperatriz e das crianças foram…

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje
Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.
A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.
E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 
Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe pa…

O calvário das viúvas da ocupação

Após a liberação dos territórios ocupados pelos alemães dos países europeus, milhares de mulheres que tinham relacionamentos com soldados alemães foram expostas a execuções humilhantes e brutais nas mãos de seus próprios concidadãos. Era a "Épuration Légale" ("purga legal"), a onda de julgamentos oficiais que se seguiu à liberação da França e da queda do Regime de Vichy. Estes julgamentos foram realizados em grande parte entre 1944 e 1949, com ações legais que perduraram por décadas depois.
Ao contrário dos Julgamentos de Nuremberg, a "Épuration Légale" foi conduzida como um assunto interno francês. Aproximadamente 300.000 casos foram investigados, alcançando os mais altos níveis do governo colaboracionista de Vichy. Mais da metade foram encerrados sem acusação. De 1944 a 1951, os tribunais oficiais na França condenaram 6.763 pessoas à morte por traição e outros crimes. Apenas 791 execuções foram efetivamente realizadas. No entanto, 49.723 pessoas foram …

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

A verdade sobre Olga Benário e Prestes

Olga Gutmann Ben-Ario (1908 - 1942)
Por: Luiz Gonçalves Alonso Ferreira (1)

Na alvorada de março de 1934, vindo de Buenos Aires portando passaporte americano, desembarcara no Rio de Janeiro um sujeito de nome Harry Berger. Preso pela polícia carioca no natal de 1935, logo revelou-se a identidade secreta do viajante. Chamava- se, o misterioso elemento, Arthur Ernst Ewert, judeu alemão, fichado em seu país de origem, no qual era ex- deputado, como espião. Constava também processo por "alta traição".
Berger era o agente do Komintern, especialista em golpes subversivos, enviado para o Brasil com a missão de dirigir intelectualmente o plano traçado em Moscou, que objetivava a instauração de uma ditadura de tipo stalinista no País, por meio de levante armado. Sob ordens de Berger, lá estava Luiz Carlos Prestes, homem escolhido para encabeçar um "governo popular nacional revolucionário", segundo relatório do próprio Berger para o Komintern.
Prestes angariou simpatia no meio c…

“Nossas mães, nossos pais” - Um filme sobre a verdade da guerra

O filme “Nossas mães, nossos pais” (do alemão: "Unsere Mütter, unsere Väter"), exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando clara a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos. O contexto do drama vivido na invasão da Europa na sua verdadeira face.
A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foi criticado a exposição que fez o filme as atrocidades cometidas pelas tropas da URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético, mas tão só depois de um …