quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE III) "Testemunhos falsos e o lucro vitimista"


Herman Rosenblat e sua história fantasiosa

Era perfeito demais para ser verdade. Assim a rede de TV americana ABC levou ao ar uma reportagem de 5 minutos à qual Herman Rosenblat admitia que havia mentido sobre sua história. Rosenblat fora pressionado tanto pela crítica como pelo seus leitores a assumir a mentira após ser desmascarado por pesquisadores do Holocausto, que perceberam a enorme impossibilidade física daquilo que Rosenblat contava em sua história. Durante várias décadas vinha enganando o mundo com seu conto de fadas, na qual segundo ele, quando ainda era garoto, teria recebido maçãs de uma menina judia diariamente através das cercas de arame farpado do campo de concentração de Buchenwald. Anos mais tarde, "por sorte" ele haveria reencontrado a tal menina nos EUA e se casado com ela.

Curiosamente durante sua entrevista, o repórter alegava ser frequentemente interrompido por um homem, Harris Salomon, que planejava filmar, mesmo após admitida a mentira, um romance com a história do casal.
Como se já não bastassem as centenas de artigos e capas de jornais, aparições em programas de TV, inclusive da famosa Oprah Winfrey onde foi convidado não uma, mas duas vezes, privilégio que nenhum outro astro jamais obteve, tudo com intuito de mostrar ao mundo a sua cinematográfica e lucrativa história de amor. Felizmente, como sempre, a verdade prevaleceu.

Abaixo pode-se conferir a reportagem onde aparece apenas Herman Rosenblat sem a sua exposa, pois segundo Herman: "não queria que ela passasse pela mesma situação" de ter seu conto de fadas mentiroso exposto em rede nacional!


Elie Wiesel: Uma notável testemunha falsa!

Elie Wiesel passa por uma das mais célebres testemunhas do alegado Holocausto. É considerado a testemunha oficial do Holocausto, no entanto, na sua suposta autobiografia "Night", ele não faz nenhuma referência às câmaras de gás. Ele afirma, em vez disso, que presenciou Judeus a serem queimados vivos, uma história desmentida por todos os historiadores. Wiesel dá credibilidade às mais absurdas histórias de outras "testemunhas". Ele espalha fantásticas fábulas de 10,000 pessoas, por dia, a serem mandadas para a morte, em Buchenwald.

Quando Elie Wiesel e o seu pai, como prisioneiros de Auschwitz, tiveram possibilidade de escolher entre saírem com os seus "executores" Alemães, que retiravam, ou ficarem para trás no campo à espera dos "libertadores" Soviéticos, os dois decidiram partir com os seus captores Alemães.

É tempo, em nome da verdade e no respeito pelo genuíno sofrimento das vítimas da Segunda Guerra Mundial, que esses historiadores regressem aos métodos de prova da crítica histórica, e que as "testemunhas" do Holocausto sejam submetidas a rigorosos escrutínios, de preferência de inquestionável aceitação. ELIE WIESEL ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1986. Ele é normalmente aceito como uma testemunha do "Holocausto" Judeu e, mais especificamente, como uma testemunha do lendário extermínio Nazi pelas câmaras de gás. O diário Parisiense Le Monde enfatizou na altura que Wiesel foi galardoado com o Prêmio Nobel porque:

O impostor, Elie Wiesel, que viaja pelo mundo inteiro dando palestras sobre sua triste, porém lucrativa experiência.

Nestes últimos anos temos visto, em nome do chamado "revisionismo histórico", a criação de, especialmente em França, inúmeras questões, duvidando da existência das câmaras de gás Nazis e, talvez por detrás disso, do próprio genocídio dos Judeus.

Mas, e no que diz respeito a Elie Wiesel, uma testemunha das alegadas câmaras de gás? Mas com que direito é que ele se acha para que acreditemos naquela espécie de extermínio? Num livro autobiográfico que supostamente descreve as suas experiências em Auschwitz e Buchenwald, ele não menciona em parte alguma as câmaras de gás. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas... com fogo; atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados! Não mais que isso!

Aqui Wiesel, a falsa testemunha, tem pouca sorte. Forçado a escolher entre as muitas mentiras da propaganda de guerra Aliada, ele escolheu defender a mentira do fogo em vez das mentiras da água a ferver, gaseamento ou eletrocussão. Em 1956, quando publicou o seu testemunho em Yiddish, a mentira do fogo mantinha-se viva em alguns círculos. Esta mentira é a origem do termo Holocausto. Actualmente, não existe um só historiador que acredite que os Judeus eram queimados vivos. Os mitos da água a ferver e das eletrocussões também desapareceram. Apenas as do gás se mantêm.

A mentira dos gaseamentos foi espalhada pelos Americanos. A mentira que os Judeus eram mortos por água a ferver ou com vapor (especialmente em Treblinka) foi espalhada pelos Polacos. A mentira das eletrocussões foi espalhada pelos Soviéticos.

A mentira do fogo tem origem indeterminada. Tem um sentido bastante antigo como propaganda de Guerra ou propaganda de ódio. Nas suas memórias, Night, que é uma versão inicial do seu testemunho em Yiddish, Wiesel relata que em Auschwitz existia uma fogueira para os adultos e outra para os bebés. Ele escreve:

Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um caminhão aproximou-se da cova e descarregou a sua carga - crianças pequenas. Bebês! Sim, eu vi com os meus próprios olhos... Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.) Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam "uma lenta agonia nas chamas". A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a "três passos" da cova, depois a "dois passos." "A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direção aos barracões."

Como testemunha excepcional que é, Wiesel assegura-nos que encontrou outras testemunhas excepcionais. Olhando para Babi Yar, um local na Ucrânia onde os Alemães executavam cidadãos Soviéticos, além dos Judeus, Wiesel escreve:

Mais tarde, aprendi com uma testemunha que, mês após mês, o chão nunca parava de tremer; e que, de tempos a tempos, "geyser" de sangue esguichavam de lá.

Estas palavras não foram um erro do seu autor num momento de delírio: primeiro, ele escreveu-as, depois numa série não especificada de vezes (mas pelo menos uma vez) teve que relê-las na verificação; finalmente, as suas palavras foram traduzidas em várias línguas, como tudo o que o seu autor escreve.

A personalidade de Wiesel ter sobrevivido foi, evidentemente, o resultado de um milagre. Ele diz que: Em Buchenwald eles enviavam 10,000 pessoas para a morte todos os dias. Eu estava sempre nas últimas centenas junto ao portão. Eles paravam. Porquê? Em 1954 uma estudante Francesa Germaine Tillion analisou a "mentira gratuita" que dizia respeito aos campos de concentração Alemães. Ela escreveu:

Aquelas pessoas [que mentiram gratuitamente] são, para dizer a verdade, muito mais numerosas do que as pessoas geralmente supõem, e um assunto como aquele, um campo de concentração mundial - bem concebido para estimular a imaginação sado-masoquista - oferece-lhes um excepcional campo de ação. Nós conhecemos muitas pessoas com a mentalidade afetada, metade impostora e metade louca, que exploraram uma imaginária deportação; nós conhecemos outros - deportados autênticos - cujas mentes doentes esforçaram-se ao máximo para ultrapassar as monstruosidades que eles viram ou que aquelas pessoas disseram que lhes aconteceu. Deve ter havido editores a imprimirem algumas dessas coisas imaginadas, e mais ou menos compilações oficiais para serem usadas, mas os editores e os compiladores são absolutamente indesculpáveis, pois a mais elementar pesquisa seria suficiente para revelar a impostura.

Tillion não teve a coragem de dar exemplos e nomes. Mas isso é normal. As pessoas concordam que existem câmaras de gás falsas que os turistas e peregrinos são encorajados a visitar, mas não nos dizem aonde. Elas concordam que existem falsas "testemunhas", mas geralmente só salientam o nome de Martin Gray, o bem conhecido impostor, ao pedido do qual Max Gallo, com todo o conhecimento do que estava a fazer, fabricou o "bestseller" For Those I Love. Diga-se de passagem, pois apesar de não ter sido incluída na “Lista de Schindler” e ter permanecido no campo de Plazóvia, daquele comandante carrasco do filme, reside em Porto Alegre, em amplo e confortável apartamento no aristocrático bairro Moinhos de Vento, a Sra. Herta SpierGrauber, "sobrevivente" hoje com 75 anos.

Ben Abraham: O mentiroso

Ben Abraham inúmeras vezes entrou em contradição sobre o tempo que permaneceu em Auschwitz e o método de funcionamento das alegadas câmaras de gás nazistas.

No começo da década de 90, na ocasião dos 100 anos de Adolf Hitler, a Rede Bandeirantes promoveu um debate sob a regência de Sílvia Popovic. Presentes estavam de um lado os Srs. Anésio Lara (Presidente da Ação Integralista Brasileira), Armando Zanine Jr. (Partido Nacional-Socialista Brasileiro) e Sérvulo Moreira Costa (Carecas), do outro lado os Srs. Rodolfo Konder (Anistia Internacional), Benno Milnitzki (Presidente do Congresso Judaico América-Latina), Arnaldo Contier (Historiador da USP) e Ben Abraham (sobrevivente de Auschwitz). 

Como era de se esperar, o debate acerca do tema foi acirrado, com cada um dos participantes defendendo seus pontos de vista sob a mediação nada imparcial da apresentadora. Após algumas considerações de Anésio Lara, Ben Abraham, um dos maiores divulgadores do Holocausto no Brasil, também Presidente da Associação dos "sobreviventes" do nazismo, interferiu a apresentadora para contar, através de sua própria experiência, como funcionava a seleção para a morte e o funcionamento das câmaras de gás nazistas. Em tom de revolta, alegara que sua mãe havia sido escolhida a dedo por Mengele para que fosse levada a morte na câmara de gás. Contou que aos judeus eram entregues pedaços de sabão, dizendo-lhes que iriam tomar banho, e que ao entrarem na câmara de gás, soldados da SS já prontos, jogavam por uma abertura no teto, cápsulas do gás Zyklon-B. Certamente o público que assistia ao programa, na sua ingenuidade e tocados pela emoção de tal relato, jamais desconfiariam de um senhor com idade avançada e sotaque engraçado que dizia ter permanecido no campo de Auschwitz durante 5 anos e meio. Pois guardem bem o número. Posteriormente, Siegfried Ellwanger Castan, escritor gaúcho, estudioso do Holocausto, revisionista e dono da Editora Revisão, faria uma análise do vídeo e do relato de Ben Abraham. 

Em tal análise, Siegfried constatava que 1 ano após este programa, Ben havia ido a outro programa de tv, desta vez na TV Educativa de Porto Alegre, onde novamente relatava o funcionamento das câmaras de gás com a mesma convicção, porém tecnicamente diferente da qual já havia apresentado. Ao ser questionado pela apresentadora da TV Educativa, Ben alegava ter permanecido no campo não 5 anos e meio, mas sim 2 semanas e meia, o que certamente invalidaria qualquer testemunho jurídico, dada a enorme contradição. Mas não era só isso. Explicara novamente o funcionamento das câmaras de gás, afirmado desta vez, que o gás não era despejado pelo teto por um soldado SS através de cápsulas, mas que este saía em forma gasosa através dos enganosos chuveiros, tal como nos foi insinuado no filme de Steven Spielberg, "A lista de Schindler", que de fato não ousou mostrar o funcionamento de uma câmara de gás nazista. O motivo, muito simples. Não se pode mostrar ou provar o funcionamento de algo que jamais existiu.

O vídeo flagrante onde Ben aparece mentindo pode ser visto aqui:


Enric Batlle. O impostor que se dizia ex-prisioneiro de um campo de concentração

Essa é a história de Enric Marco Batlle, um espanhol da Catalunha que resolveu se passar por um ex-prisioneiro de um campo de concentração nazista para enganar milhares de pessoas.

Enric Batlle ficou conhecido como um sindicalista, que concentrava suas atividades no movimento educacional como líder das associações de pais, durante o período da Transição Espanhola. A vida pública de Enric começou de fato quando ele se tornou secretário-geral da Federação Catalã em 1977, quando ainda usava o nome Enrique Marco.

Um ano depois, ele ele foi nomeado Secretário-Geral da Confederação Nacional do Trabalho, encaminhando-se para o V Congresso em 1979.  Por diversos fatores envolvidos com fraudes, ele foi expulso da Confederação em 1980.

Embora já mentisse desde 1976 sobre uma suposta prisão nos campos de concentração na época nazista, foi apenas a partir do ano 2000 que Enric resolveu intensificar a mentira, quando ele se aproximou de associações de apoio às vítimas espanholas do Holocausto, tanto que chegou a ser presidente da maior organização desse segmento em Barcelona.  ele dizia que tinha sido exilado na França durante a Segunda Guerra Mundial e de lá deportado para o campo de concentração nazista de Flossenbürg (Baviera) para colaborar com a Resistência Francesa.

Enric Marco Batlle

Enric passou a dar uma série de palestras, principalmente nas escolas, sobre sua suposta experiência como sobrevivente do Holocausto.Batlle então passou a aparecer em vários programas de televisão, apresentando um suposto "testemunho" traumático sobre o seu envolvimento na Guerra Civil Espanhola, no exílio republicano, na resistência na França, na Segunda Guerra Mundial e nos campos de concentração.

ele ainda representava as vítimas espanholas desses campos em inúmeras comemorações, se tornando um símbolo e até uma forma de ídolo de muitas pessoas. No início de 2005, Enric fez um discurso emocionado e dramático no Parlamento Espanhol, durante uma homenagem às vítimas do Holocausto e os crimes contra a humanidade. O evento foi marcado por seu destaque nas comemorações da libertação do campo de concentração de Mauthausen-Gusen (na Áustria) com a presença do primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, e o chanceler da Áustria.

Em alguns desses eventos com sobreviventes espanhóis da Alemanha Nazista, estava o historiador Benito Bermejo, que acompanhava esses acontecimentos como uma forma de pesquisa. Benito percebeu que elas mal sabiam do histórico de Enric, além do pouco que ele contava. Benito então fez um relatório de denúncia em que afirmou que a história de Enric era extremamente inconsistente e mostrou que ele também nunca tinha sido um exilado era verdade que Enric tinha estado na Alemanha nazista, mas como um trabalhador voluntário no serviço da indústria de guerra alemã (o que era possível por um acordo entre os países de agosto de 1941 para fornecer força de trabalho espanhola à Alemanha), mas nunca havia sido preso por sua "ajuda à resistência antinazista na França", como ele dizia.

Na verdade, ele era um trabalhador contratado da empresa Deutsche Werke Werft de Kiel e, nesta cidade, em 1943, foi acusado de distribuir propaganda orientação comunista a seus compatriotas. Por isso, a Gestapo (a polícia secreta nazista) o prendeu nesse ano (e não em 1941 como ele havia dito) mas depois de apenas três semanas de prisão comum, ele foi devolvido à Espanha, onde passou a trabalhar pelo resto da guerra.


Sobreviventes do holocausto recebem meio bilhão de Euros

Sobreviventes do holocausto em todo o mundo podem contar com mais dezenas de milhares de Euro como indenização da Alemanha. Segundo informação da Jewish Claims Conference sediada em Nova York, mais de 16.000 pessoas irão se beneficiar destas novas regras.

Mais uma extorsão ação da Indústria do Holocausto

New York – Eles sofreram horrores durante o período NS: mais de 16.000 sobreviventes do holocausto podem contar aparentemente com indenizações por parte da Alemanha. Isso foi anunciado pela Jewish Claims Conference (JCC) na tarde da segunda-feira (horário local) em Nova York. A Conference negociou com o governo federal alemão o pagamento de outros 485 milhões de Euro. Na média, após 66 anos do fim da guerra, cada beneficiado receberá algo em torno de 30.000 Euros.

Famosa foto do garoto do gueto de Varsóvia, o qual, aliás,
sobreviveu à guerra

O pagamento tornou-se possível porque Berlim consentiu num afrouxamento das condições. Até então, uma vítima precisava provar que ao fugir dos nazistas, ela teve que se esconder pelo menos 18 meses em um gueto ou ter vivido sob identidade falsa.

Agora este período mínimo foi reduzido para 12 meses e, como consequência, irão aproveitar disto mais de 8.000 sobreviventes do holocausto. Ainda mais alguns milhares de pessoas serão beneficiadas com outras modificações das condições, o que resulta finalmente que mais de 16.000 pessoas, que até então não tinham sido indenizadas, poderão ainda contar com uma soma em dinheiro.

Dentre eles estão os irmãos Otto Herman (81) e Erzsebet Benedek (78), que foram obrigados a se instalar no gueto de Budapeste em 1944. Eles sobreviveram à guerra, perderam grande parte de sua família. Agora eles vivem no Brooklin – e dizem que os pagamentos irão beneficiá-los, mas nunca poderão reparar suas terríveis lembranças.

A indenização de vítimas NS é o objetivo da Claims Conference, fundada em 1951. A organização judaica negocia com a República Federal da Alemanha os pagamentos para sobreviventes do holocausto, mas também ficou famosa por alguns escândalos. Uma quadrilha desviou o dinheiro das indenizações anos a fio, falsificando formulários destinados às supostas vítimas NS. Dentre os 17 estelionatários estavam seis funcionários da JCC e ao todo, a quadrilha desviou 42,5 milhões de dólares.

O que o artigo não aborda são as razões que levaram o governo vassalo da atual república alemã a reduzir as condições para recebimento de indenizações por parte de supostas vítimas. Qual “argumento” teria sido empregado pela JCC? Não podemos deixar de imaginar que o argumento teria sido talvez a chantagem com mais uma campanha difamatória que lembraria aquele “tenebroso capítulo” do passado alemão – NR.

3 comentários:

  1. que psicopata do caralho esse contador de estórias..

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  2. Um vagabundo ordinário esse Rosenblat, aliás, todos esses picaretas mentem e acham que as pessoas são idiotas para acreditar nessas mentiras perversas do "povo eleito"!

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  3. Esse Elie Wiesel não é o cara que não tem a tatuagem no antebraço? Ele já foi desmentido por outro "sobrevivente do holocau$to", um tal de Miklos Grüner. Agora, eu não sei porque esse Elie Wiesel não é chamado para se explicar. E o pior de tudo, há pessoas que defendem esses mentirosos.

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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