segunda-feira, 30 de junho de 2014

Nacional-Socialismo e Ditadura Militar


Devido há décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo de os oponentes do Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Estado Nacional-Socialista. 

É alegado que tratou-se de uma ditadura simplesmente pela dissolução do parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que haviam entregado o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de capitalista inescrupuloso, levando o país à uma das maiores crises econômicas já vistas. O poder era dividido entre inúmeros políticos – em sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas, formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou personalidade. 

O Nacional-Socialismo substitui esse sistema de falsa democracia e aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante aceito pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.

Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra pra lutar por sua nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a pátria, melhorou as condições socioeconômicas violentamente, acabou com o desemprego em um curto período de tempo, criou novas instituições como a Frente de Trabalho e a Hitlerjugend para restaurar nobres valores, e assim construir uma nova sociedade.

A Verdadeira Democracia

“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder garantido por um termo de quatro anos iria estar preparado para consultar o povo dentro de sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933

Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais justa forma de governo conhecida. A idéia de que o simples voto irá garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que refletem seus interesses pessoais - sendo o voto individual – e que assim terão o controle de seu próprio destino. 

A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem os interesses da Comunidade - principalmente quando trata-se de uma sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia em seu verdadeiro sentido não é sobre votar em alguma eleição em um determinado período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e positiva. 

Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu Povo, um condutor das massas. À ele é concedida a confiança de que incorpora os sentimos e vontades reais da nação, e assim possui a total responsabilidade por suas ações e omissões. 

Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. À ele foi dada a confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum – não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída ou o Führer agiu contra a vontade da nação. Embora haja dezenas de filme sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o governo Nacional-Socialista, sabe-se que os traidores e opositores do Estado não consistiam em mais de 10% da população.

Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coerção, força ou intimidação, como observado por todos os presentes. A aprovação dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um número nunca antes visto na História.

Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha teve a oportunidade de decidir a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667, que representava 99.02%.

Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do Nacional-Socialismo tem um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas, empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores. 

Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro e mais recursos para propaganda eleitos por pessoas preocupadas apenas com si próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma democracia real, uma aprovação verdadeira pelo Povo. 

O Nacional-Socialismo é a verdadeira democracia por formar um Estado orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo. Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado Nacional-Socialista é formado pela confiança e vontade da nação. 

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