sexta-feira, 23 de maio de 2014

Nacional-Socialismo e Racismo

Tropas multirraciais da Waffen-SS, a chamada Freies Indien vistada por von Rommel

“Pense que as bases fundamentais de sua existência se devem aos seus antepassados”.
Walter Darré – La Política Racial Nacional-socialista

Os inimigos do Nacional-Socialismo fizeram de tudo para criar e nos vincular à uma imagem de ignorantes e preconceituosos. Criaram políticas de “ódio racial” em nossas próprias nações e a mentira de que somos “odiadores” como desculpa para nos calar. Utilizando-se desse pretexto, foram perseguidos, aprisionados e crucificados pelo Sistema, e nunca os foi dado o direito de resposta.

O que os inimigos do Nacional-Socialismo querem é que o grande público não saiba a verdade sobre suas idéias e compreenda a concepção de mundo. Na verdade, seus adversários tem pavor de que as pessoas compreendam a verdade sobre o Nacional-Socialismo e que nós lutamos por altos valores. Seu grande temor é que o Povo se rebele contra o poder do dinheiro, contra o governo e contra um sistema decadente.

Raça e as Leis Naturais

Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é a maneira da qual a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza. Deve-se preservar e cultivar nossa própria estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza. 

Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros - criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história.

Sangue e Solo

Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é um mito muito freqüentemente promovido atualmente por governos e sistemas que lucram com a criação de sociedades multiculturais. 

O Nacional-Socialismo acredita no princípio de Sangue e Solo. O Sangue é a herança cultural que devemos à nossos antepassados e que forma a Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem, criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um sentimento de identidade, nós nos sentimos um vínculo com estas pessoas. Esse sentimento é inegável e natural do Homem. Quando ele existe, as pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da civilização.

O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do mundo. Ele nada tem a ver com a idéia de Comunidade ou de preservação cultural, pois é regido por uma anti-cultura consumista e totalmente individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade pessoal, que se encontraria apenas com o acúmulo de capital e bens materiais. Não há nenhum valor supremo ou uma espiritualidade como no Nacional-Socialismo. 

Como já nascemos em um determinado ambiente e somos criados em determinada cultura raramente pensamos sobre a origem e o motivo da existência de comunidades, sociedades e nações, de onde vieram (o que vai além da História) e o que realmente une à nos todos. A Comunidade é a conseqüência natural e histórica da formação de qualquer povo que, com o tempo, através da união entre as pessoas, vai desenvolvendo naturalmente uma cultura, uma série de princípios, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas, conseqüentemente uma história em comum, o que cria uma identidade e um vínculo. Algo natural, que sempre existiu em todas as tribos e comunidades de todas as culturas desde a existência do Homem. Esse vínculo gera um dever e uma preocupação com as pessoas com quem convivemos, existe o objetivo de trabalhar para o bem comum para com quem nos importamos. O ponto principal desta questão é tentar compreender a essência da sociedade multicultural. Obviamente nenhuma comunidade (veja que não fala-se de sociedade) é multicultural desde o início, então qual seria o motivo pra essa aglomeração de pessoas de diferentes culturas, raças e princípios vivendo em um mesmo espaço? O que une à todos? Uma cultura? Uma identidade única? Qual seria a afinidade entre esses milhões de pessoas? A resposta é simples: dinheiro. A única coisa que mantém todos juntos é o sistema de produção-trabalho-consumo. Tratam-se de sociedades em que a essência é o materialismo e o lucro pessoal. Não há nenhum vínculo ou preocupação mútua. Assim como imigrantes são pessoas que abandonam a própria pátria para ir à outra se dar bem, ganhar dinheiro e gastar mais (“ter uma vida melhor”, como diriam os sociólogos). Alguém consegue imaginar um índio saindo de sua tribo e abandonando seu povo pra ir pra outra? Somente as sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais importante do que o Povo. A única razão da existência da sociedade multicultural é o comércio e o dinheiro, apenas isso. Assim sendo, qualquer pessoa – mesmo que diga-se anti-capitalista – que ataca o “racismo” - que seria uma reação natural pela defesa de seu espaço e cultura – e defende qualquer tipo de sociedade multirracial, e o multirracialismo em si, está defendendo uma sociedade sem nenhuma essência, história, cultura ou vínculo humano, mas apenas um sistema que utiliza-se das pessoas como produto para seus interesses puramente capitalistas. 

Não há nenhum motivo para a existência do multiculturalismo, apenas os capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A exploração só acontece em sociedades multiculturais, não em Comunidades orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É perfeitamente natural que cada raça tenha sua nação e território e que possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores.

Assim sendo, as sociedades atuais são sociedades multiculturais, e todas as sociedades multiculturais são fundamentalmente individualistas, materialistas e decadentes.

A ideia multirracial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a ideia de que os países e nações existem com o único propósito de que indivíduos devem viver em busca do dinheiro para sua auto-realização individual. É hora de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma ideia abstrata, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade.

Encarando a Realidade

A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multirraciais. Não é o instinto de auto-preservação que cria ódio e discórdia, mas graças ao multiculturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e anti-nacionais que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural.

A dura realidade é que sociedades multiculturais não funcionam. Enquanto houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes em um mesmo local, isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas de um modo diferente, haverá ódio, discriminação, preconceito e guerras. Está na Natureza do ser-humano identificar-se com seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção de mundo. Povos e culturas diferentes possuem visões diferentes. O ideal é que cada etnia tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis, cultivar seus costumes e cultura.

A palavra “racismo” pode ter muitas conotações diferentes. Alguns a utilizam como o ódio de uma raça a outra, outros que trata-se de preservação e culto à própria etnia e cultura. A questão é que o Nacional-Socialismo é uma doutrina de amor, de orgulho e de Honra. Se existem multiculturalistas legítimos, somos nós. Nós que acreditamos que todas as raças devem cultivar sua própria cultura e que a mistura destas, cria conflitos e as destrói. Não queremos a aniquilação ou inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da diversidade humana e de suas diferenças.

Um comentário:

O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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