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Nacional-Socialismo em essência

Ramón Bau

Entrevista realizada em abril de 2010 com Ramón Bau. Este catalão oriundo de Barcelona é um dos expoentes europeus do moderno Nacional-Socialismo. Com apenas 16 anos foi cofundador e posteriormente secretário-geral do CEDADE, Círculo Espanhol dos Amigos da Europa. Por sua grande atividade editorial, o CEDADE tornou-se uma referência importante para o movimento nacional-socialista no mundo e esteve preste a organizar um encontro mundial em 1974, mas a empreitada foi abortado pela repressão do regime de Franco. Ramón Bau é um dos principais apoiadores do ativista espanhol Pedro Varela.


Entrevista



Antonio Salas: Dom Ramón, como segue o Nacional-Socialismo espanhol, desde os tempos em que você o conheceu até a atualidade?

Ramón Bau: O Nacional-Socialismo nos anos 60 e 80 tinha algumas facilidades com relação aos dias atuais, repletos de complicações. Não se odiava aos nacional-socialistas como agora, e nós tínhamos princípios éticos muito mais generalizados (o que não significava que não tenham existido miseráveis, mas, em linhas gerais, as pessoas boas estavam mais próximas do nosso estilo). Essas duas diferenças eram de maior importância, pois evitavam que fossemos palco de grandes atenções, o que é dizer, em ser marginais sociais. Assim mesmo, era uma vantagem a segurança de emprego. Na época franquista era fácil ter emprego e difícil perdê-lo, o que significava algo de bom para os jovens que desejavam se expor, pois o risco em ser despedido era muito menor. Frente a isso, contudo, também havia problemas muito graves: no franquismo, tudo estava proibido; podemos rir das leis anti-nacional-socialistas atuais, pois com Franco, cada vez que você publicava algo, tinha possibilidades de ir para a prisão. A censura era total e qualquer ato público era um convite para ir à delegacia. Vivíamos apreensivos, ou seja, podiam nos prender e proibir nossas publicações quando menos quisessem, sem direito a nada.

Sobre os meios técnicos: não havia internet na época, de modo que editar algo era caro e difícil; não havia meios informáticos baratos para editar e produzir textos, nem gráficas que se atrevessem a fazê-los. Não havia textos, de modo que a formação era de palavra, oral; quase não haviam livros nossos. Foi preciso começar do zero, traduzindo e editando materiais.

Em suma, não podemos dizer que era mais fácil, nem mais difícil; era distinto. Não há desculpas para não agir, frente a dificuldades na atualidade, pois elas sempre existiram.

Antonio Salas: Como você definiria o perfil de um verdadeiro nacional-socialista?

Ramón Bau: Sinto em dizer, mas o Nacional-Socialismo tem a fama que merece. As revistas de jovens nacional-socialistas estão cheias de violência, de desenhos agressivos, caveiras, armas, gangues, frases de ódio e neuroses de brigas. No CEDADE, nossas revistas falavam de coisas positivas. Íamos à montanha, ouvíamos concertos, líamos poesias e ouvíamos a Beethoven. O Nacional-Socialismo até alguns anos era algo daqueles que possuíam um estilo pacífico e romântico, jamais nos apresentamos com afãs de ódio e violência gratuita; era impensável essa idéia de sair com cara de ladrão de terceira e agredir a um negro ou a um homossexual isolado; o futebol jamais nos interessou enquanto meio de odiar a outras equipes e promover conflitos. O perfil de um nacional-socialista não é o de alguém especial – isto é importantíssimo. Ele é simplesmente um homem do povo, alguém que vive com o povo, sem seitas nem bandas urbanas. E sua ética é a de toda nossa raça de sempre, sendo honrado, responsável e decente. Nada mais. O que nosso estilo promove é o que o povo já não tem, devido á influência sionista. Não é nada de mais em ser uma boa pessoa. Pareceu-me supérflua a idéia em se criar manuais de ética nacional-socialista, mas serve como uma boa referência mais pura de um sentido comum, da ética que sempre existiu.

Antonio Salas: Quais foram as causas da dissolução do CEDADE? É possível continuá-la através do CEI?

Ramón Bau: Os jovens nacional-socialistas atuais poderiam ter uma organização como o CEDADE, se assim o desejassem. O CEDADE foi fundado com meninos de 16 anos, não com adultos nem nada disso. O que falta é vontade e sacrifício. Assim, pois, a primeira coisa que se deve ter em mente consiste em perder o mito e compreender que é possível chegar até muitos, se se atua com capacidade e vontade. CEI é uma tentativa de criar uma organização nacional-socialista legal, mas ainda está longe de chegar a ser um grupo suficientemente sólido, ainda que seja o melhor dentro do Nacional-Socialismo nos dias atuais. O que tiver de ser, será.

Recentemente a Corte Máxima do Judiciário espanhol reconheceu a legitimidade da expressão pública dos movimentos nacional-socialistas naquele país. Isso certamente foi possível pelo trabalho, já há anos, de esclarecimento vindo de homens como Pedro Varela e o militante cá entrevistado, dentre outros que construíram um modelo de ativismo muito diferente do propagado por certas subculturas delinquentes… – NR

O CEDADE se dissolveu quando não teve um grupo dirigente realmente preparado e disposto. O que se necessita é de um grupo de jovens que sejam realmente capazes de dar tudo, estar dispostos a dedicar sua vida a manter o Nacional Socialismo – assim teremos um novo CEDADE.

O CEI deve ainda conseguir que seu núcleo central se consolide e crie uma comunidade de camaradas capazes de atuar com constância, durante muitos anos. Não é fácil, mas atos simples como preparar pacotes todos os sábados, ou escrever 80 cartas em um domingo, e seguir atuando assim, dias e dias, pode ser um problema quando não encontramos um grupo de camaradas dispostos a fazê-lo. E enquanto isso não chegar, não teremos uma organização forte o suficiente.

Antonio Salas: Você considera os skins, o futebol e a música Oi! Como formas de se aproximar do Nacional-Socialismo, ou os vê como meios improdutivos?

Ramón Bau: Para mim, são absolutamente improdutivos, ainda que em alguns casos camaradas tenham tomado contato com o ideal através do tema skinhead, que logo o deixam e partem para a militância correta nacional-socialista. O fenômeno skinhead foi uma enorme desgraça para o Nacional-Socialismo. Isto fere a alguns poucos camaradas skins, que são pessoas boas. No entanto, estamos falando de um movimento skinhead em geral, como ente global; foi uma desgraça tremenda. Primeiramente, arrancou o caráter popular do Nacional-Socialismo, lançando-o à marginalidade, como próprio da pessoa que se separa da comunidade e forma tribos ou seitas externas a ela; segundo, adotou estilos de música, formas e comportamentos próprios do sistema, como ritmos não-tradicionais, tatuagens e violência, bebidas e futebol, além de vestes agressivas. Perdeu-se a imagem do Nacional-Socialismo enquanto elemento do povo para ser membro de uma banda. E se induziu a crer que os símbolos e as frases pertencem ao Nacional Socialismo por si só, distanciando-se do sentido socialista e popular. Agora se é “nazi” por trazer uma suástica que pela forma de ser, concepção esta completamente divergente da skinhead. A brutalidade substituiu ao romantismo e ao impecável cavalheirismo de um Degrelle, e de todos os nacional-socialistas verdadeiros que conheci nos anos 30. Pessoas que eram educadas, sérias, cavalheiras, dignas, jamais grosseiras, agressivas e bêbadas. Kuhfuss era um trabalhador da SA que esteve junto à fundação do CEDADE. Trabalhador, exilado, pobre, das SA e que jamais reconheceu os skins como camaradas. E ainda dizem que os skins são a SA de hoje em dia, pois pouco conhecem do espírito popular que tinha o NS.

Antonio Salas: Até que ponto considera importante a sobreposição da formação cultural do Nacional-Socialismo sobre a humana?

Ramón Bau: Na verdade, não editei muitos textos relacionados com cultura, senão de ideologia, política, arte e revisionismo. Não estabeleço diferenças entre o político da atualidade e questões estéticas, ideológicas ou culturais. O Nacional-Socialismo é global, é uma cosmovisão que tem em si todas essas facetas. Precisamente, o erro atual é que os camaradas se centram muito nas SS, no racialismo ou nas histerias politiqueiras, e se esquecem da base socialista e vivencial, do comunitário, da arte, da forma de ser. Ou seja, é pior que suas aflições sejam as do sistema que seu pensamento pertencer a ele. Se você bebe, dança, faz farras e orienta a sua vida como qualquer pessoa integrada no sistema, de que serve o fato de pensar politicamente enquanto nacional-socialista? Um dos erros do mundo skinhead é assumir a música e o estilo de ócio do sistema, cobrindo-os com pensamentos e símbolos nacional-socialistas.

Antonio Salas: Existe algum partido político espanhol ou europeu, que mereça apoio e votos nossos?

Ramón Bau: Todos os grupos ou partidos que combatem o sistema de valores atuais, ou seja, o capitalismo e o mercado, e que não estejam ligados a atividades ou pessoas corruptas, em suma, que tenham uma ética mínima, merecem nosso apoio. Sempre forneci apoio absoluto à luta do MSR, PNR e DN. E agora, eu também estaria disposto a apoiar a AUN (uma vez que estudei seus temas e atuações extra-políticas). Não importa que as idéias não sejam as nossas, pois o que apoiamos é a luta contra a estrutura do sistema capitalista. Eu nunca me tornaria membro de um partido que não assuma idéias nacional-socialistas, pois uma coisa é combater contra algo e outra é estar ligado e a favor de algo não-nacional-socialista. Outra questão importante é a valorização da luta eleitoral. Hoje, na Europa, é possível conseguir certos êxitos eleitorais à base de uma direita conservadora, xenófoba e crítica com relação a alguns temas, mas que em modo algum é anti-sistema, revolucionária, socialista. Neste sentido, esses partidos são úteis como barreira contra o pensamento único, absoluto, imposto pelo sistema, mas pouco pode-se esperar deles. Todos acabam integrados nas normas democrático-capitalistas.

Antonio Salas: Nós nos financiamos com adesivos, pôsteres, CD’s, fanzines, postais. Há outros meios possíveis de se fazê-lo?

Ramón Bau: O financiamento na maioria dos grupos não existe. Não podemos atribuir como um financiamento o fato de se conseguir 50 mil pesetas (aprox. 301 euros) ao mês (se chegam), para fazer quatro fanzines e alguns tantos de adesivos mal editados. Este é apenas um exemplo do desastre em que estão os grupos nacional-socialistas, com exceção de alguns poucos.

Há duas formas em se financiar realmente um grupo atuante: mediante camaradas dedicados a fazê-lo de forma importante, ou através de negócios organizados por camaradas predispostos a isso. O CEDADE montou ambos os sistemas, sendo que o primeiro não é maior nem menor que o segundo. É muito importante dispor de um camarada com capacidade econômica pessoal elevada, por seu trabalho ou fortuna, estando absolutamente integrado no núcleo de militantes dispostos a tudo. Um advogado, um arquiteto ou um pequeno empresário, que tenham certo êxito profissional, podem fornecer enormes quantias ao ano, se desejam o triunfo da verdade, e se quer se sacrificar pela luta. Um empregado, dono de uma posição privilegiada, pode fornecer muito dinheiro a quem se propõe à seguir na batalha. O difícil é encontrar pessoas que mantenham ajuda constante. No entanto, é de se estudar a possibilidade de montar negócios legais e estáveis que girem em torno do ideal. Pode ser a melhor solução. A Livraria Europa nasce como exemplo de discussão no CEDADE. Hoje em dia, uma página como censura da Democracia vende muito. Montar um negócio com a ajuda do movimento é uma boa solução, embora corra o risco de que o dono acabe convertendo o negócio em seu e não do movimento.

Antonio Salas: Qual é a sua opinião sobre a conversão de vários camaradas ao Islã, depois do 11 de Setembro?

Ramón Bau: Aqui há quatro temas distintos. Primeiro, é preciso recordar e honrar os combatentes islâmicos nas Waffen SS, e o apoio dado à luta nacional-socialista é-nos um dever e uma honra em se abordar. O revisionismo histórico para lembrar estes fatos é magnífico. Segundo, o islamismo como movimento social, religioso e político nos países de área racial e cultura islâmica, é um aliado nosso na luta contra o sionismo e o sistema materialista de mercado. Nesse sentido, nosso apoio é completo. Terceiro, o terrorismo não é um meio adequado de luta e não devemos de modo algum apoiar massacres ou atentados gratuitos contra inocentes. Uma coisa é a luta violenta e armada contra a brutalidade genocida de Israel e outra é o terrorismo como meio indiscriminado de combate do islamismo contra tudo. Quarto, o Islã na Europa como religião é um estorvo e uma moléstia que não somente não apoio, mas que desprezo. Não gosto da teocracia e o Islã é estranho à nossa cultura racial, pois se opõe à nossa visão de mundo ariana.

Antonio Salas: O que você acha do paganismo de Miguel Serrano? Pode o seu paganismo ser improdutivo para a credibilidade nacional-socialista?

Ramón Bau: Nesta pergunta também há três temas mesclados. Um, o paganismo, que na verdade é uma atitude espiritual diante do mundo, não uma religião como se entende o cristianismo. Eu me sinto pagão, não anticristão. O paganismo é uma forma de se entender a relação homem-natureza, e não é, portanto, em si uma crença concreta em deuses ou em estranhas cerimônias ou histerias anticristãs. Dois, Miguel Serrano, de quem me honro em ter conhecido há alguns anos, é uma pessoa extraordinária, um exemplo de guerreiro e de pessoa, independente de seus livros ou teorias esotéricas. Se lemos suas memórias, veremos que sua vida é um exemplo a seguir. Seu comportamento sempre foi um exemplo em tudo o que tratou a respeito. E seu compromisso com a luta nacional-socialista é total e constante. Três, o esoterismo e as teorias esotéricas ligadas ao Nacional-Socialismo são um tema que não me interessa muito. Conheço o tema, mas é preciso entender que o Nacional-Socialismo não se baseia em esoterismo, mas em uma vivência comunitária, socialista, humana, estética, ética e artística. O esoterismo é uma posição de crença respeitável, mas não é nem fundamental nem de crença obrigatória, nem sequer é politicamente aproveitável. Por isso creio que não se deve inserir o esoterismo nem os textos de Dom Miguel como parte de um combate político, senão de uma formação pessoal. Não há nada mais negativo para mim que mesclar em uma revista de luta nacional-socialista política, temas esotéricos ou pagãos, ou confessionais de qualquer religião, como se fossem parte de nossa ideologia social e comunitária.

Antonio Salas: Como você vê o Nacional-Socialismo no século XXI, que já começou?

Ramón Bau: O Nacional-Socialismo, tanto na Espanha como no mundo todo, está em uma etapa de mera sobrevivência. É preciso saber se ele será capaz de sobreviver às condições de repressões das mais diversas, às quais ele estará suscetível. Sobreviver, contudo, não significa permanecer com grupos e símbolos, mas sua essência; sobreviver é acreditar que seus seguidores saibam manter seu estilo, seu sentido profundo, sua metafísica. Do contrário, será somente o refúgio de doentes mentais, paranoicos e violentos congênitos, que usarão nossos símbolos, muito embora sejam ocos de todo sentido comunitário. Sem dúvida alguma, neste século deverá tomar maiores proporções o problema imigratório e racial; as tensões e os problemas, neste sentido, serão gravíssimos, e o poder financeiro será a cada dia mais brutal. O que pode passar nessas condições a meio ou longo prazo é imprescindível. Por isso, o Nacional- Socialismo deve sobreviver e manter sua presença revolucionária e radicalmente oposta aos planejamentos ideológicos democrático-progressistas, como alternativa aos erros do sistema. Assim sendo, resistir. Não pretendemos grandes realizações a curto prazo, senão manter a existência, a essência e o estilo.

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