Pular para o conteúdo principal

Ràmon Bau: Nacional-Socialismo em essência (entrevista)


Entrevista realizada em abril de 2010 com Ramón Bau. Este catalão oriundo de Barcelona é um dos expoentes europeus do moderno Nacional-Socialismo. Com apenas 16 anos foi cofundador e posteriormente secretário-geral do CEDADE, Círculo Espanhol dos Amigos da Europa. Por sua grande atividade editorial, o CEDADE tornou-se uma referência importante para o movimento nacional-socialista no mundo e esteve preste a organizar um encontro mundial em 1974, mas a empreitada foi abortado pela repressão do regime de Franco. Ramón Bau é um dos principais apoiadores do ativista espanhol Pedro Varela.

A entrevista...

Antonio Salas: Dom Ràmon, como segue o Nacional-Socialismo espanhol, desde os tempos em que você o conheceu até a atualidade?

Ramón Bau: O Nacional-Socialismo nos anos 60 e 80 tinha algumas facilidades com relação aos dias atuais, repletos de complicações. Não se odiava aos nacional-socialistas como agora, e nós tínhamos princípios éticos muito mais generalizados (o que não significava que não tenham existido miseráveis, mas, em linhas gerais, as pessoas boas estavam mais próximas do nosso estilo). Essas duas diferenças eram de maior importância, pois evitavam que fossemos palco de grandes atenções, o que é dizer, em ser marginais sociais. Assim mesmo, era uma vantagem a segurança de emprego. Na época franquista era fácil ter emprego e difícil perdê-lo, o que significava algo de bom para os jovens que desejavam se expor, pois o risco em ser despedido era muito menor. Frente a isso, contudo, também havia problemas muito graves: no franquismo, tudo estava proibido; podemos rir das leis anti-nacional-socialistas atuais, pois com Franco, cada vez que você publicava algo, tinha possibilidades de ir para a prisão. A censura era total e qualquer ato público era um convite para ir à delegacia. Vivíamos apreensivos, ou seja, podiam nos prender e proibir nossas publicações quando menos quisessem, sem direito a nada.

Sobre os meios técnicos: não havia internet na época, de modo que editar algo era caro e difícil; não havia meios informáticos baratos para editar e produzir textos, nem gráficas que se atrevessem a fazê-los. Não havia textos, de modo que a formação era de palavra, oral; quase não haviam livros nossos. Foi preciso começar do zero, traduzindo e editando materiais.

Em suma, não podemos dizer que era mais fácil, nem mais difícil; era distinto. Não há desculpas para não agir, frente a dificuldades na atualidade, pois elas sempre existiram.

Antonio Salas: Como você definiria o perfil de um verdadeiro nacional-socialista?

Ramón Bau: Sinto em dizer, mas o Nacional-Socialismo tem a fama que merece. As revistas de jovens nacional-socialistas estão cheias de violência, de desenhos agressivos, caveiras, armas, gangues, frases de ódio e neuroses de brigas. No CEDADE, nossas revistas falavam de coisas positivas. Íamos à montanha, ouvíamos concertos, líamos poesias e ouvíamos a Beethoven. O Nacional-Socialismo até alguns anos era algo daqueles que possuíam um estilo pacífico e romântico, jamais nos apresentamos com afãs de ódio e violência gratuita; era impensável essa ideia de sair com cara de ladrão de terceira e agredir a um negro ou a um homossexual isolado; o futebol jamais nos interessou enquanto meio de odiar a outras equipes e promover conflitos. O perfil de um nacional-socialista não é o de alguém especial – isto é importantíssimo. Ele é simplesmente um homem do povo, alguém que vive com o povo, sem seitas nem bandas urbanas. E sua ética é a de toda nossa raça de sempre, sendo honrado, responsável e decente. Nada mais. O que nosso estilo promove é o que o povo já não tem, devido á influência sionista. Não é nada de mais em ser uma boa pessoa. Pareceu-me supérflua a idéia em se criar manuais de ética nacional-socialista, mas serve como uma boa referência mais pura de um sentido comum, da ética que sempre existiu.

Antonio Salas: Quais foram as causas da dissolução do CEDADE? É possível continuá-la através do CEI?

Ramón Bau: Os jovens nacional-socialistas atuais poderiam ter uma organização como o CEDADE, se assim o desejassem. O CEDADE foi fundado com meninos de 16 anos, não com adultos nem nada disso. O que falta é vontade e sacrifício. Assim, pois, a primeira coisa que se deve ter em mente consiste em perder o mito e compreender que é possível chegar até muitos, se se atua com capacidade e vontade. CEI é uma tentativa de criar uma organização nacional-socialista legal, mas ainda está longe de chegar a ser um grupo suficientemente sólido, ainda que seja o melhor dentro do Nacional-Socialismo nos dias atuais. O que tiver de ser, será.

Recentemente a Corte Máxima do Judiciário espanhol reconheceu a legitimidade da expressão pública dos movimentos nacional-socialistas naquele país. Isso certamente foi possível pelo trabalho, já há anos, de esclarecimento vindo de homens como Pedro Varela e o militante cá entrevistado, dentre outros que construíram um modelo de ativismo muito diferente do propagado por certas subculturas delinquentes… – NT

O CEDADE se dissolveu quando não teve um grupo dirigente realmente preparado e disposto. O que se necessita é de um grupo de jovens que sejam realmente capazes de dar tudo, estar dispostos a dedicar sua vida a manter o Nacional Socialismo – assim teremos um novo CEDADE.

O CEI deve ainda conseguir que seu núcleo central se consolide e crie uma comunidade de camaradas capazes de atuar com constância, durante muitos anos. Não é fácil, mas atos simples como preparar pacotes todos os sábados, ou escrever 80 cartas em um domingo, e seguir atuando assim, dias e dias, pode ser um problema quando não encontramos um grupo de camaradas dispostos a fazê-lo. E enquanto isso não chegar, não teremos uma organização forte o suficiente.

Antonio Salas: Você considera os skins, o futebol e a música Oi! Como formas de se aproximar do Nacional-Socialismo, ou os vê como meios improdutivos?

Ramón Bau: Para mim, são absolutamente improdutivos, ainda que em alguns casos camaradas tenham tomado contato com o ideal através do tema skinhead, que logo o deixam e partem para a militância correta nacional-socialista. O fenômeno skinhead foi uma enorme desgraça para o Nacional-Socialismo. Isto fere a alguns poucos camaradas skins, que são pessoas boas. No entanto, estamos falando de um movimento skinhead em geral, como ente global; foi uma desgraça tremenda. Primeiramente, arrancou o caráter popular do Nacional-Socialismo, lançando-o à marginalidade, como próprio da pessoa que se separa da comunidade e forma tribos ou seitas externas a ela; segundo, adotou estilos de música, formas e comportamentos próprios do sistema, como ritmos não-tradicionais, tatuagens e violência, bebidas e futebol, além de vestes agressivas. Perdeu-se a imagem do Nacional-Socialismo enquanto elemento do povo para ser membro de uma banda. E se induziu a crer que os símbolos e as frases pertencem ao Nacional Socialismo por si só, distanciando-se do sentido socialista e popular. Agora se é “nazi” por trazer uma suástica que pela forma de ser, concepção esta completamente divergente da skinhead. A brutalidade substituiu ao romantismo e ao impecável cavalheirismo de um Degrelle, e de todos os nacional-socialistas verdadeiros que conheci nos anos 30. Pessoas que eram educadas, sérias, cavalheiras, dignas, jamais grosseiras, agressivas e bêbadas. Kuhfuss era um trabalhador da SA que esteve junto à fundação do CEDADE. Trabalhador, exilado, pobre, das SA e que jamais reconheceu os skins como camaradas. E ainda dizem que os skins são a SA de hoje em dia, pois pouco conhecem do espírito popular que tinha o NS.

Antonio Salas: Até que ponto considera importante a sobreposição da formação cultural do Nacional-Socialismo sobre a humana?

Ramón Bau: Na verdade, não editei muitos textos relacionados com cultura, senão de ideologia, política, arte e revisionismo. Não estabeleço diferenças entre o político da atualidade e questões estéticas, ideológicas ou culturais. O Nacional-Socialismo é global, é uma cosmovisão que tem em si todas essas facetas. Precisamente, o erro atual é que os camaradas se centram muito nas SS, no racialismo ou nas histerias politiqueiras, e se esquecem da base socialista e vivencial, do comunitário, da arte, da forma de ser. Ou seja, é pior que suas aflições sejam as do sistema que seu pensamento pertencer a ele. Se você bebe, dança, faz farras e orienta a sua vida como qualquer pessoa integrada no sistema, de que serve o fato de pensar politicamente enquanto nacional-socialista? Um dos erros do mundo skinhead é assumir a música e o estilo de ócio do sistema, cobrindo-os com pensamentos e símbolos nacional-socialistas.

Antonio Salas: Existe algum partido político espanhol ou europeu, que mereça apoio e votos nossos?

Ramón Bau: Todos os grupos ou partidos que combatem o sistema de valores atuais, ou seja, o capitalismo e o mercado, e que não estejam ligados a atividades ou pessoas corruptas, em suma, que tenham uma ética mínima, merecem nosso apoio. Sempre forneci apoio absoluto à luta do MSR, PNR e DN. E agora, eu também estaria disposto a apoiar a AUN (uma vez que estudei seus temas e atuações extra-políticas). Não importa que as idéias não sejam as nossas, pois o que apoiamos é a luta contra a estrutura do sistema capitalista. Eu nunca me tornaria membro de um partido que não assuma idéias nacional-socialistas, pois uma coisa é combater contra algo e outra é estar ligado e a favor de algo não-nacional-socialista. Outra questão importante é a valorização da luta eleitoral. Hoje, na Europa, é possível conseguir certos êxitos eleitorais à base de uma direita conservadora, xenófoba e crítica com relação a alguns temas, mas que em modo algum é anti-sistema, revolucionária, socialista. Neste sentido, esses partidos são úteis como barreira contra o pensamento único, absoluto, imposto pelo sistema, mas pouco pode-se esperar deles. Todos acabam integrados nas normas democrático-capitalistas.

Antonio Salas: Nós nos financiamos com adesivos, pôsteres, CD’s, fanzines, postais. Há outros meios possíveis de se fazê-lo?

Ramón Bau: O financiamento na maioria dos grupos não existe. Não podemos atribuir como um financiamento o fato de se conseguir 50 mil pesetas (aprox. 301 euros) ao mês (se chegam), para fazer quatro fanzines e alguns tantos de adesivos mal editados. Este é apenas um exemplo do desastre em que estão os grupos nacional-socialistas, com exceção de alguns poucos.

Há duas formas em se financiar realmente um grupo atuante: mediante camaradas dedicados a fazê-lo de forma importante, ou através de negócios organizados por camaradas predispostos a isso. O CEDADE montou ambos os sistemas, sendo que o primeiro não é maior nem menor que o segundo. É muito importante dispor de um camarada com capacidade econômica pessoal elevada, por seu trabalho ou fortuna, estando absolutamente integrado no núcleo de militantes dispostos a tudo. Um advogado, um arquiteto ou um pequeno empresário, que tenham certo êxito profissional, podem fornecer enormes quantias ao ano, se desejam o triunfo da verdade, e se quer se sacrificar pela luta. Um empregado, dono de uma posição privilegiada, pode fornecer muito dinheiro a quem se propõe à seguir na batalha. O difícil é encontrar pessoas que mantenham ajuda constante. No entanto, é de se estudar a possibilidade de montar negócios legais e estáveis que girem em torno do ideal. Pode ser a melhor solução. A Livraria Europa nasce como exemplo de discussão no CEDADE. Hoje em dia, uma página como censura da Democracia vende muito. Montar um negócio com a ajuda do movimento é uma boa solução, embora corra o risco de que o dono acabe convertendo o negócio em seu e não do movimento.

Antonio Salas: Qual é a sua opinião sobre a conversão de vários camaradas ao Islã, depois do 11 de Setembro?

Ramón Bau: Aqui há quatro temas distintos. Primeiro, é preciso recordar e honrar os combatentes islâmicos nas Waffen SS, e o apoio dado à luta nacional-socialista é-nos um dever e uma honra em se abordar. O revisionismo histórico para lembrar estes fatos é magnífico. Segundo, o islamismo como movimento social, religioso e político nos países de área racial e cultura islâmica, é um aliado nosso na luta contra o sionismo e o sistema materialista de mercado. Nesse sentido, nosso apoio é completo. Terceiro, o terrorismo não é um meio adequado de luta e não devemos de modo algum apoiar massacres ou atentados gratuitos contra inocentes. Uma coisa é a luta violenta e armada contra a brutalidade genocida de Israel e outra é o terrorismo como meio indiscriminado de combate do islamismo contra tudo. Quarto, o Islã na Europa como religião é um estorvo e uma moléstia que não somente não apoio, mas que desprezo. Não gosto da teocracia e o Islã é estranho à nossa cultura racial, pois se opõe à nossa visão de mundo ariana.

Antonio Salas: O que você acha do paganismo de Miguel Serrano? Pode o seu paganismo ser improdutivo para a credibilidade nacional-socialista?

Ramón Bau: Nesta pergunta também há três temas mesclados. Um, o paganismo, que na verdade é uma atitude espiritual diante do mundo, não uma religião como se entende o cristianismo. Eu me sinto pagão, não anticristão. O paganismo é uma forma de se entender a relação homem-natureza, e não é, portanto, em si uma crença concreta em deuses ou em estranhas cerimônias ou histerias anticristãs. Dois, Miguel Serrano, de quem me honro em ter conhecido há alguns anos, é uma pessoa extraordinária, um exemplo de guerreiro e de pessoa, independente de seus livros ou teorias esotéricas. Se lemos suas memórias, veremos que sua vida é um exemplo a seguir. Seu comportamento sempre foi um exemplo em tudo o que tratou a respeito. E seu compromisso com a luta nacional-socialista é total e constante. Três, o esoterismo e as teorias esotéricas ligadas ao Nacional-Socialismo são um tema que não me interessa muito. Conheço o tema, mas é preciso entender que o Nacional-Socialismo não se baseia em esoterismo, mas em uma vivência comunitária, socialista, humana, estética, ética e artística. O esoterismo é uma posição de crença respeitável, mas não é nem fundamental nem de crença obrigatória, nem sequer é politicamente aproveitável. Por isso creio que não se deve inserir o esoterismo nem os textos de Dom Miguel como parte de um combate político, senão de uma formação pessoal. Não há nada mais negativo para mim que mesclar em uma revista de luta nacional-socialista política, temas esotéricos ou pagãos, ou confessionais de qualquer religião, como se fossem parte de nossa ideologia social e comunitária.

Antonio Salas: Como você vê o Nacional-Socialismo no século XXI, que já começou?

Ramón Bau: O Nacional-Socialismo, tanto na Espanha como no mundo todo, está em uma etapa de mera sobrevivência. É preciso saber se ele será capaz de sobreviver às condições de repressões das mais diversas, às quais ele estará suscetível. Sobreviver, contudo, não significa permanecer com grupos e símbolos, mas sua essência; sobreviver é acreditar que seus seguidores saibam manter seu estilo, seu sentido profundo, sua metafísica. Do contrário, será somente o refúgio de doentes mentais, paranoicos e violentos congênitos, que usarão nossos símbolos, muito embora sejam ocos de todo sentido comunitário. Sem dúvida alguma, neste século deverá tomar maiores proporções o problema imigratório e racial; as tensões e os problemas, neste sentido, serão gravíssimos, e o poder financeiro será a cada dia mais brutal. O que pode passar nessas condições a meio ou longo prazo é imprescindível. Por isso, o Nacional- Socialismo deve sobreviver e manter sua presença revolucionária e radicalmente oposta aos planejamentos ideológicos democrático-progressistas, como alternativa aos erros do sistema. Assim sendo, resistir. Não pretendemos grandes realizações a curto prazo, senão manter a existência, a essência e o estilo.

Fonte: Inacreditavel

Comentários

O mais lido da semana

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

América Latina, o último bastião ocidental? Porque o islã não cresce aqui

Segundo um estudo feito pelo Pew Research Center (Centro de Pesquisas Pew - PRC) (1), intitulado; "O Futuro das Religiões do Mundo", divulgado em abril desse ano, prevendo a projeção para o futuro das religiões, indicou que o número de adeptos do islã irá ultrapassar, caso assim continue, o número de cristãos até o fim desse século (entre 2050 - 2100, tornando-se a religião com o maior número absoluto de fiéis do planeta. E, seguindo a contra corrente mundial, a única região do mundo em que isso não vai acontecer é a da América Latina, pois o aumento do número de seguidores do Corão não acompanha o ritmo registrado em outras partes do mundo. Oque, por conseguinte, aponta essa parte da América como a única região onde a taxa de crescimento da população estimada para 2050 supera com folga o aumento de muçulmanos.
O islã, como se pode deduzir no parágrafo acima, é de fato a religião que mais cresce no mundo. O levantamento prevê que, entre 2010 e 2050, enquanto a média de cresci…

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Matt Parott: A capital de israel é Washington D.C.

Por Matt Parott
A capital de uma nação é o seu lugar de poder incontestável, a base de onde ele dirige sua política militar e doméstica, seu centro de gravidade e seus cofres econômicos. Trump se inverteu em mais uma promessa de campanha, declarando que a embaixada dos Estados Unidos em Israel precisa se mudar de Tel Aviv, o centro neuronal real de Israel, para Jerusalém, como parte de um esforço para roubar mais território dos árabes. Em sua campanha, Trump prometeu ser um corretor honesto, para alavancar suas habilidades de negociação de classe mundial para tentar negociar a paz no Oriente Médio. Sem desculpas, ele está quebrando essa promessa.
O homem que escreveu "The Art of the Deal" não conseguiu concessões de Israel. Ele envolveu esta declaração sem nenhum acordo global de qualquer tipo que possa ser interpretado como uma tentativa de tentar chegar a um resultado justo. Trump está intimidando os palestinos em nome dos judeus, mesmo que a comunidade judaica americana per…

A investigação que revelou "exércitos" de perfis falsos usados para influenciar eleições e a política no Brasil

Todos os seres humanos pensantes ao uns poucos anos atrás só sabiam de monitoramento em escala mundial através de filmes de ação e espionagem geralmente hollywoodianos. Essas mesmas pessoas ficaram bestificadas, outras em negação e muitas nem se quer suspeitam da gravidade dos fatos, quando Eduard Snowden desertou do próprio país e revelou ao mundo que a NSA investigava a tudo e a todos através de todos os meios de comunicação existentes. Também tivemos o mesmo tipo de reação, quando Julian Assange através do intrépido "Wikilliks" revelou os esquemas de chantagem, sabotagem e falcatruas contra os povos da terra cometidos pelo governo estadunidense através de anos, incluindo suas figurinhas mais proeminentes como o "satã de saias" sra. Hillary Clinton. 
Depois de tudo isso não é difícil, porém não menos grave, que em nosso país geopoliticamente estratégico enquanto nação dominada não tivesse seus próprios meios de sabotagem interna parecidos, onde um grande exemplo s…

6 anos sem Kadhafi: o "fenômeno" cuja morte arruinou Líbia

Faz hoje cinco anos desde que o líder líbio foi morto a sangue frio perante câmeras de celulares e com o consentimento dos países que participaram da campanha anti-líbia de 2011. 
NT: matéria de 28/11/2016
O coronel Muammar Kadhafi liderou o país por 42 anos. A guerra civil que se iniciou no momento de sua morte continua há já cinco anos. Todas as tentativas de criar órgãos de governação fracassaram, a economia está arruinada. A crise foi substituída pelo caos, que ameaça toda a região, e isso se tornou no resultado da tentativa das potências ocidentais para alterar a organização política dos países africanos.
A Sputnik Árabe falou com o jornalista favorito do líder líbio, Abdel Baset bin Hamel. A experiência líbia, que continuou por 42 anos sob o governo de Muammar Kadhafi, permanecerá como parte incomparável da história do país. O país passou de forma regular por reformas, porque de vez em quando surgiam problemas na educação, saúde ou infraestrutura. Entretanto, a razão da crise de hoj…

Benjamin Freedman, um judeu expondo a judiaria organizada pelo mundo

Benjamin Harrison Freedman [Friedman] foi uma das pessoas mais intrigantes e surpreendentes do século XX. Nascido em 1890, foi um empresário judeu bem-sucedido de Nova Iorque e chegou a ser o principal proprietário da Woodbury Soap Company. Rompeu com a Judiaria organizada após a vitória judaico-comunista de 1945 e gastou o resto de sua vida e grande parte da sua considerável fortuna, avaliada em cerca de 2,5 milhões de dólares, expondo a tirania judaica que envolveu os Estados Unidos.
Mr. Freedman sabia do que falava, porque tinha sido um insider [membro de um grupo com acesso a informação confidencial] nos mais altos níveis de organizações e maquinações judaicas que tinham por objectivo obter poder sobre a nossa nação [EUA]. Mr. Freedman privou de perto com Bernard Baruch, Samuel Untermyer, Woodrow Wilson, Franklin Roosevelt, Joseph Kennedy, John F. Kennedy e muitos dos homens mais poderosos dos nossos tempos.
Este discurso no Willard Hotel, em Washington DC, foi proferido perante uma…

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

Nimrod de Rosario, Sabedoria Hiperbórea e Geopolítica

Luis Felipe Moyano (1946-1996), mais conhecido como Nimrod de Rosario, foi um escritor argentino que estudou profunda e extensivamente a comparatividade de religiões, a espiritualidade e a mitologia ao longo da história; e deu desenvolvimento a uma Cosmologia gnóstica conhecida como Sabedoria Hiperborea. Ele é o autor de "El Misterio de Belicena Villca" (O Mistério de Belicena Villca), um romance místico-histórico, e dos dois volumes do tratado "Fundamentos de la Sabiduría Hiperbórea" (Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea), um estudo complexo, incluindo muitos detalhes científicos, lidando muitas vezes com a Física e as correlações de tempo-espaço.
Ele também foi o fundador da sociedade esotéricasecreta OCTRA (Orden de Caballeros Tirodal de la República Argentina -  Ordem Tirodal dos Cavaleiros da República Argentina, sendo "Tirodal" uma contração dos nomes das duas runas "Tyr" e " Odal "), e se correspondia com o conhecido escritor chil…

Uma homenagem à Hitler e...ao "Holocausto?" A verdade por trás da Industria do "Shoa"

Por Alain Soral "Cena sórdida ocorreu no jogo de futebol entre Omdurman Al-Hilal e Al Merreikh (2-0), no Sudão, fim de semana passado. Os ultras do Al-Hilal puseram um cartaz muito grande onde poderíamos ver a representação gigante do rosto de Adolf Hitler com, ao lado, uma bandeira onde foi escrita a palavra "Holocausto". [...] A polícia local não teria se interposto na plataforma onde essas bandeiras foi implantada para não causar tumultos. A televisão que retransmitia a partida teve o cuidado de não transmitir as imagens dessas mensagens odiosas." - sport24.lefigaro.fr
Os fãs sudaneses do Al-Hilal estão provocando. Mas eles não são idiotas: eles entenderam uma coisa fundamental.
Ao forçar a "Shoah" (como é chamado o "holocausto", pelos judeus em sua cultura) nas cabeças de todos os habitantes da terra, a mídia ocidental produziu um consumidor mutante que alimenta dessa pressão ao jogar com os "códigos nazis".
Cartazes no jogo entre entr…