Henry Ford e o Sionismo em 1920

Henry Ford (1863 - 1947)

Por S. E. Castan

A transcrição seguinte tem um valor também todo especial, tanto pela época a que se refere, fim da primeira guerra mundial, na Alemanha, como por se tratar do norte-americano Henry Ford, industrial, criador e fundador das indústrias automobilísticas Ford, autor do livro O Judeu Internacional, escrito em 1920, e traduzido e publicado pela Livraria do Globo, de Porto Alegre, além de ter sido editado em vários idiomas pelo mundo. Importante, também, por ter sido escrito 13 anos antes do surgimento do nazismo na Alemanha. Além de O Judeu Internacional, Ford escreveu Minha Vida e Minha Obra, e outros.

Foi ele quem, como industrial, criou nos Estados Unidos a linha para fabricação em série, o que veio baratear os produtos, não apenas os automóveis, como logo outros, tais como geladeiras e toda uma série de artigos que assim foram postos ao alcance de grande número de consumidores. "Após a publicação do livro os judeus ficaram profundamente indignados, porque o adversário era sério. E encetaram contra ele uma violenta campanha que durou vários anos e só terminou em 1927. Angustiado por graves embaraços financeiros, processado pelos judeus perante os tribunais norte-americanos, vítima de um grave acidente automobilístico que se diz muito misterioso, Ford escreveu às organizações judaicas uma carta em que desmentia tudo o que publicara contra os judeus. Estes, depois de o deixarem algum tempo na incerteza, aceitaram a retratação" (da pg. 5 do livro). Vejamos o que consta às pgs. 25 a 30:

1. "A humanidade, em constante progresso, trata abertamente de combater enfermidades sobre as quais antes achava necessário estender o manto da vergonha e do silêncio. A higiene política não progrediu ainda até esse ponto. A causa fundamental da enfermidade do corpo nacional alemão tem suas raízes na excessiva influência judaica. Se tal era já há muitos anos a convicção de algumas inteligências preclaras, é tempo de que também as massas, menos inteligentes, comecem a vê-lo. Certo é que toda a vida política alemã gira ao redor desta ideia, e já não é possível ocultar o fato por mais tempo. Segundo a opinião de todas as classes sociais, tanto a derrota alemã depois do armistício (1914/18) como a revolução e suas conseqüências, sob as quais sucumbe o povo, são obra da astúcia e de um plano premeditado dos judeus. (Note-se que Ford não separa sionistas e judeus, preferindo chamá-los todos judeus). Isso é asseverado com toda a precisão, aduzindo-se inumeráveis provas verdadeiras; e supõe-se que a seu tempo a História se encarregará de completar a documentação".

2. "Na Alemanha o judeu é considerado apenas como um hóspede que, abusando da tolerância, caiu num excesso com sua inclinação para o domínio". (Comparemos com o que o judeu Joseph Mendel declarou ao repórter Alexandre Konder, no capítulo "Viena, junho de 1986 e Berlim, 1940”).

3. "Efetivamente, não há no mundo maior contraste do que o existente entre a raça puramente germânica e a hebreia. Por isso não há, nem pode haver aliança entre ambos. O alemão vê no judeu apenas um hóspede. O judeu, em troca, indignado por não lhe concederem todas as prerrogativas do indígena, nutre injusto ódio contra o povo que o hospeda. Em outros países pode o judeu mesclar-se mais livremente com o indígena e aumentar seu predomínio com menos entraves, mas não assim na Alemanha. Por isso o judeu odeia o povo alemão, e precisamente por esta mesma razão os povos em que a influência judaica predominava em maior grau, demonstraram durante a deplorável primeira guerra mundial o ódio mais exacerbado contra a Alemanha. Judeus eram os que predominavam quase exclusivamente NO ENORME APARELHO INFORMATIVO MUNDIAL, com que se fabricou a 'opinião pública' no que toca à Alemanha. Os únicos gananciosos da Grande Guerra foram de fato os judeus".

4. "Dizê-lo, naturalmente, não basta, é necessário comprová-lo. Examinemos, pois, os fatos Que aconteceu, assim que a Alemanha passou do antigo ao novo regime? No gabinete dos SEIS, que usurpou o posto do governo imperial, predominava em absoluto a influência dos hebreus Haase e Landsberg. Haase dirigia os negócios exteriores, auxiliado pelo judeu Kautsky, um boêmio que em 1918 nem sequer possuía a cidadania alemã. O judeu Schiffer ocupou o Ministério da Fazenda, com o hebreu Bernstein como subsecretário. No Ministério do Interior mandava o judeu Preuss, auxiliado por seu amigo e compatriota Freund. O judeu Max Fritz Cohen, ex-correspondente em Copenhague do diário pan-judeu Frankfurter Zeitung, ascendeu a chefe
onipotente do Serviço Oficial de Informações".

5. "Esta constelação teve no governo prussiano uma segunda parte. Os judeus Hirsch e Rosenfeld presidiram o gabinete, encarregando-se este do Ministério da Justiça, enquanto aquele ocupava a pasta do Interior. O hebreu Simon foi nomeado Secretário do Estado no Ministério da Fazenda. Foi nomeado diretor do Ensino o judeu russo Futran, em colaboração com o judeu Arndt. Ao posto de diretor do Departamento das Colônias ascendeu o hebreu Meyer Gerhard, ao passo que o judeu Kastenberg empregava sua atividade como diretor do Departamento de Letras e Artes. A secretaria da Alimentação foi posta nas mãos do judeu Wurm, que cooperava no Ministério do Fomento com os judeus Dr. Hirsch e Dr. Stadthagen. O hebreu Cohen foi o presidente do Conselho de Operários e Soldados, nova instituição em que desempenhavam altos cargos os judeus Stern, Herz, Loewenberg, Frankel, Israelowitz, Laubenheim, Seligsohn, Katzenstein, Lauffenberg, Heiman, Schlesinger, Merz e Weyf".

6. "O judeu Ernst foi nomeado chefe de polícia de Berlim, e no mesmo posto em Frankfurt-sobre-o-Meno apareceu o hebreu Sinzheimer e, em Essen, o judeu Lewy. Em Munique, o judeu Eisner nomeou a si próprio presidente do Estado da Bavária, designando seu ministro da Fazenda o judeu Jaffe. Indústria, Comércio e Tráfego na Bavária ficaram sob as ordens do judeu Brentano. Os judeus Talheimer e Heiman ocuparam cargos elevados nos ministérios de Würtenberg, enquanto o judeu Fulda governava em Essen".

7. "Judeus eram dois plenipotenciários alemães, ao mesmo tempo em que um terceiro não passava de conhecido instrumento incondicional do judaísmo, na conferência de paz (Versalhes). Além disso pululavam na delegação alemã judeus peritos, tais como Max Warburg, Dr.Von Strauss, Merton, Oscar Oppenheimer, Dr. Jaffe, Deutsch, Brentano, Perstein, Struck, Rathenau, Wassermann e Mendelssohn-Bartholdy".

8. "A proporção de judeus nas delegações de 'outros' governos nessa Conferência pode ser facilmente verificada, pela leitura das crônicas dos jornalistas não-judeus. Parece que esse fato só chamou a atenção destes, enquanto os correspondentes judeus preferiram calar-se, certamente por prudência".

9. "Nunca a influência judaica se manifestara na Alemanha tão acentuadamente como durante a guerra. Surgiu esta com a certeza audaz de um canhonaço, como se tudo houvesse sido feito já preparado de antemão. Os judeus alemães não foram patriotas alemães durante a guerra. Se bem que esse fato não seja, na opinião das nações inimigas da Alemanha, precisamente uma falta, ele permitiu, contudo, apreciar em seu justo valor os protestos clamorosos dos israelitas, de lealdade absoluta para com os países em que vivem casualmente. Escudados em razões que veremos mais adiante, afirmam sérios pensadores alemães que é de todo modo impossível que um judeu seja em algum momento um patriota".

10. "Segundo opinião geral, nenhum dos hebreus acima citados teria um dia alcançado aqueles postos, sem a revolução. E, por outro lado, a revolução não teria estalado sem que eles mesmos a houvessem preparado. Certamente, também, na Alemanha não faltaram deficiências, mas o próprio povo teria podido retificá-las, e com certeza o faria. Neste caso precisamente, as causas dessas deficiências que arruinaram a moral pública e impossibilitaram toda a reforma, achavam-se sob a influência judaica".

11. "Já durante o segundo ano da guerra, judeus alemães declaravam que a derrota alemã era indispensável para a libertação do proletariado. O socialista Stroebel disse: 'Declaro francamente que a plena vitória da Alemanha não seria favorável aos interesses da social-democracia!' Afirmava-se por toda a parte que a elevação do proletariado seria quase impossível na Alemanha vencedora. Estes breves exemplos, escolhidos entre muitíssimos que poderíamos aduzir, não têm por objeto tornar a examinar toda a questão da guerra; destinam-se unicamente a demonstrar que muitos judeus dos chamados alemães esqueceram seus deveres para com o país cuja cidadania ostentavam, unindo-se a todos os demais judeus inimigos, com o objetivo de
preparar a catástrofe da Alemanha. Esse objetivo, como mais adiante se verá, não foi nem de leve livrar a Alemanha do militarismo, mas aprofundar todo o povo alemão em um estado caótico, que lhes permitisse se apoderarem do poder, como realmente fizeram".

12. "A imprensa alemã, timidamente a princípio, depois 'em toda a luz', fazia suas essas tendências dos porta-vozes judeus. O Berliner Tageblatt e o Münchener Neueste Nachrichten foram, durante a guerra, órgãos oficiosos ou semi-oficiosos do governo alemão. O primeiro desses jornais defende os interesses judaicos na Alemanha e o segundo se mostra completa-mente sujeito à influência do judaísmo organizado. Genuinamente judaico é também o Frankfurter Zeitung, do qual dependem inúmeras folhas de maior ou menor importância. Todos esses jornais não são mais que edições alemãs da imprensa mundial judaica anti-alemã, todos com a mesma tendência, absolutamente. Essa íntima colaboração da imprensa de todas as nações, que se chama IMPRENSA UNIVERSAL, devia ser examinada muito escrupulosamente desse ponto de vista, para demonstrar à humanidade inteira esses segredos — como, e para que fim oculto se prepara diariamente a formação da opinião pública". (!!!)

13. "No momento em que estalou a guerra, passaram todos os víveres e petrechos de guerra às mãos judaicas e desde esse momento começou a aparecer tal falta de probidade, que minou a confiança dos combatentes. Do mesmo modo que os demais povos, soube também o alemão que toda a guerra significa sacrifício e sofrimentos, e mostrou-se desde o primeiro dia disposto a suportá-los. Agora, porém, compreenderam os alemães que estavam explorados por uma horda de judeus, que haviam preparado tudo para tirar enormes proveitos da miséria geral do povo teutônico. Onde quer que se pudesse especular com as necessidades do povo, ou que se apresentasse ocasião de obter lucros intermediários, seja em bancos, sociedades de guerra, empréstimos públicos, ou em ministérios que formulavam os gigantescos pedidos de petrechos bélicos, lá apareciam os judeus. Artigos de consumo geral, que havia em abundância, desapareceram de repente, para tornar a aparecer mais tarde, oferecidos com fabuloso aumento de preço. As sociedades de guerra foram domínios judaicos. Quem tinha dinheiro pôde comprar tudo, até os cartões de distribuição e racionamento, com os quais o governo se esforçou, em trabalho sobre-humano, para repartir os víveres equitativamente entre toda a população. Os judeus triplicavam os preços dos artigos que adquiriam à sombra da distribuição oficial, canalizando assim para seus bolsos abundante inundação de ouro. Por causa desses sortimentos ocultos, de que dispunham os judeus, falharam os cálculos e censos do governo. Inquietou-se a moral pública diante desse fenômeno. Instauraram-se demandas, iniciaram-se os processos, mas quando chegava a hora de dar a sentença, tanto os juízes como os acusadores sendo judeus, terminava tudo por uma desistência quase geral. Se, porém, o acusado era alemão, empunhavam multas que deveriam ter sido também pagas pelos outros".

14. "Estudando o país por este ponto de vista, esquadrinhando a Alemanha por todos os cantos, escutando a voz e a opinião populares, ouviremos sempre e de todos os lados que esse abuso de poder, durante a guerra, ficou gravado na alma alemã como se fora impresso com ferro candente".

15. "E preciso, pois, tanto na América como na Rússia, diferenciar claramente entre os métodos dos judeus ricos e os dos pobres; ocupam-se, uns, de subjugar os governos, e os outros de ganhar as massas populares, porém ambos tendem a um mesmo e idêntico fim". (Refere-se à dominação
mundial).

16. "A interpretação geral dos alemães e russos pode ser francamente reduzida a estes termos: É o judaísmo a potência mais bem organizada do mundo, com métodos mais rígidos ainda que os do Império Britânico. Forma um Estado, cujos súditos lhe obedecem incondicionalmente, onde quer que vivam, sejam pobres ou ricos, e esse Estado, existente dentro dos demais Estados, chama-se na Alemanha 'Pan-Judeia - AH Judah'. Os meios de dominação desse Estado pan-judaico são o capitalismo e a imprensa, isto é, dinheiro e difusão ou propaganda".

17. "Entre todos os Estados do mundo o único que exerce realmente um domínio universal é a Pan-Judeia; todos os demais podem e querem exercer somente um domínio nacional".

18. "O principal propulsor do pan-judaísmo é seu domínio da imprensa. As produções técnicas, científicas e literárias do judaísmo moderno são exclusivamente de índole jornalística e têm por base a admirável faculdade do judeu de assimilar as idéias alheias. Capital e jornalismo se reúnem no produto 'IMPRENSA, que constitui o verdadeiro instrumento dominador do judeu". "Não existe mais o gigantesco Império Britânico, que desabou após a segunda guerra mundial, nem a Pan-Judeia na Alemanha, pois existe Israel, apesar dos problemas com os palestinos e árabes em geral, e o Conselho Mundial Judaico, em. Nova York, cidade onde reside praticamente o dobro de habitantes judeus existentes em Israel".Este capítulo tem também um valor especial por se tratar da opinião de uma pessoa mundialmente conhecida, ser cidadão de um país que combateu a Alemanha por duas vezes, e também demonstrar quem já manobrava a cabeça
dos povos até 1920, época do livro.

Fonte:

- FORD, Henry. O Judeu Internacional. pgs 25 a 30. 1920, Livraria do Globo, Porto Alegre.

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