sábado, 19 de abril de 2014

George Washington, Benjamin Franklin, Estados Unidos e Judaísmo no século XVIII

Benjamin (esquerda) e George (direita)

Por: S.E. Castan

George Washington (1732 - 1799), foi general e político, o primeiro presidente dos EE.UU., reeleito para o segundo período e recusou o terceiro. Juntamente com Abraão Lincoln e Martin Luther King, é a figura que recebeu as maiores honrarias do povo norte-americano. Durante minha pesquisa no preparo deste livro descobri o pensamento desse estadista a respeito dos judeus residentes nos EE.UU., e transcrevo pela surpresa completa que o mesmo me causou e possivelmente causará aos leitores, pois foi expresso 125 anos antes do nascimento de Adolf Hitler:

"Eles — os judeus — lutam contra nós mais eficazmente que os exércitos inimigos. São cem vezes mais perigosos para a nossa liberdade e são o grande problema que temos. É de lamentar que todo o Estado, há tempo, não os tenha perseguido como a peste da sociedade e como os maiores inimigos da felicidade da América".

Seguindo o fio da meada, descobri outra surpreendente declaração, esta constante às pgs. 368/369 do livro História Secreta do Brasil, de autoria de Gustavo Barroso, Presidente da Academia Brasileira de Letras, Diretor do Museu Histórico Nacional, deputado federal de 1915 a 1918 e que tinha sido secretário da delegação brasileira na célebre "Conferência da Paz" de Versalhes, em 1919: "BENJAMIN FRANKLIN, Diretor Geral dos Correios, fez em 1776 a Declaração de Independência dos Estados Unidos e conseguiu, como ministro plenipotenciário em Paris, o reconhecimento da mesma pela Inglaterra. De 1784 a 1788, foi presidente do Congresso da Pensilvânia. CÉLEBRE POR SUA INVENÇÃO DO PÁRA-RAIOS, era maçom, conhecendo, portanto e de perto, forças secretas. SUA PROFECIA SOBRE O 'FUTURO JUDAICO DOS ESTADOS UNIDOS É NOTÁVEL!"

Benjamin Franklin, (1706 - 1790), um dos norte-americanos mais eminentes e cujo nome nunca se esquecerá, declarou por ocasião da promulgação da Constituição dos EE.UU., em 1787 (em vigor até hoje), perante toda a Assembléia:

"Em qualquer país onde os judeus procuram se estabelecer em maior quantidade, desrespeitam a moral ética e a honradez comercial; isolam-se, em vez de se assimilarem. Troçam da religião cristã e procuram trabalhar contra a mesma, não concordando com os respectivos costumes religiosos do país. Criam, nos diversos países onde residem, Estados independentes, e em todos os casos e partes, onde as autoridades procuram evitar isso, causam a ruína do respectivo país. Por exemplo: Espanha e Portugal'."

"Desde há 1.700 anos os judeus se queixam de terem sido expulsos da Palestina. Mas se hoje o mundo lhes desse outra vez a Palestina, achariam motivos para não voltarem para lá. Por quê? Porque todos os judeus são vampiros, e vampiros não vivem de vampiros. Eles não podem viver por si próprios. Eles exploram os povos cristãos e prejudicam todas as outras nações, com exceção de sua própria raça'."

"Se os senhores não os excluírem da Constituição dos Estados Unidos eles, dentro de 200 anos (seria no ano de 1987!) terão entrado em tão grande quantidade em nosso país que o DOMINARÃO E ENGOLIRÃO. Modificarão a nossa forma de governo, pela qual nós, americanos, demos nossas vidas e o
nosso sangue, e pela qual arriscamos nossa liberdade'." "Se os senhores não os excluírem, então nossos descendentes terão, dentro de 200 anos (seria em 1987) de trabalhar somente para os judeus, que, sentados em suas poltronas estofadas, contarão somente o dinheiro ganho por nós."

"Previno aos senhores! Se não excluírem os judeus por todos os tempos, seus filhos os condenarão em seus túmulos. Os judeus são asiáticos e nada mais, qualquer que seja o lugar onde tenham nascido."

"Costumes e usos judaicos não servem para a vida dos americanos, mesmo que o judeu viva dez gerações em nosso meio. Um leopardo não deixa os seus costumes. Os judeus são asiáticos e, podendo entrar aqui, constituem um perigo para o nosso país. Deviam ser excluídos constitucionalmente." 

A citação dos pensamentos desses dois ilustres norte-americanos não tem outra finalidade que a de dar ao leitor conhecimento de fatos praticamente não-divulgados, ter a oportunidade de pensar, refletir e também de pesquisar, para poder ter uma visão mais real do que acontece neste conturbado mundo. Mesmo discordando do discurso de Benjamin Franklin, temos de admitir que, de certa forma, foi um profeta.

Fonte:

CASTAN, S. E. "Holocausto judeu ou alemão? Nos bastidores da mentira do século". Pgs 58 - 59. Editora Revisão.

3 comentários:

  1. que o Senhor tenha misericórdia do autor desta matéria, não me causa rancor, apenas a certeza da cegueira e ignorância , que o Senhor te abençoe e te cure da cegueira espiritual, em nome de Jesus.

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    1. Hebreu maldito, se disfarçando de cristão para injetar veneno!!!

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  2. porque os judeus sao tao perigosos?

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