A crise acaba com o capitalismo?

Dr. Adriano Benayon 
Ninguém que tenha apreço pelo bem-comum suporta o capitalismo, sistema cuja característica é não estabelecer limite algum à concentração da economia por grupos privados.

Eliminá-lo não implica, porém, excluir a propriedade privada dos meios de produção. Esta pode existir em sistema não-capitalista, se não estiver cartelizando os mercados e não ocupar setores de grande porte, como a infra-estrutura e as indústrias de base, nem atividades estratégicas, como bancos, inteligência e defesa.

O que não é realista é falar em acabar com o domínio capitalista, que envolve seu corolário imperialista, sem desmontar as bases de seu poder. Para afastar ressurgimento daquele domínio, a sociedade, através do Estado, tem que manter a vontade de impedir a concentração do capital e dispor dos meios para isso.

Do contrário, não se extingue a opressão concentradora e saqueadora, nem o controle total do processo político pela oligarquia, como ocorre nas principais sedes imperais (anglo-americanas), nos satélites europeus e asiáticos, e em áreas de dominação colonial, entre as quais o Brasil.

A essa tirania global, a oligarquia dá nomes enganosos, como “nova ordem mundial”, “governança global”. Totalitária, fala em democracia, enquanto manipula e compra eleições, além de organizar golpes de Estado. Faz intervenções genocidas, dizendo defender direitos humanos.

O capitalismo tem menos virtudes do que lhe atribuem, inclusive Marx e seguidores. Como exponho em “Globalização versus Desenvolvimento”, o desenvolvimento econômico e tecnológico dos países que o alcançaram, se deveu à direção do Estado, a investimentos deste e à proteção a empresas privadas nacionais, formadoras da economia de mercado.

Esta não deve ser confundida com a superestrutura concentradora, i.e., o capitalismo. Este a explora e suga, até destruí-la, ao longo do processo de concentração, que acaba com o desenvolvimento, viável quando e onde a economia de mercado é combinada com a direção do Estado e empresas estatais nos setores em que a concorrência dificilmente pode estar presente.

Em suma, os que têm vontade e descortino para trabalhar pelo bem-comum, devem ter consciência que o problema reside na concentração econômica, e que esta tem de ser evitada. Se todos os meios de produção são estatizados também há concentração.

Esta, nas mãos do Estado, teve, entretanto, papel positivo, ao habilitar países grandes, populosos e dotados de recursos naturais, como a Rússia e a China, a liberar-se da espoliação pelo capital estrangeiro e a defender-se de agressões imperiais. Depois, desenvolveu indispensáveis capacidades nucelares e balísticas, e o equilíbrio no poder mundial estabelecido pela União Soviética viabilizou a independência de muitos países, entre os quais a Índia, a Argélia, e a própria China.

Que a União Soviética tenha sido desmembrada e que a China tenha mudado de curso, não altera o fato crucial de esta e a Rússia serem, hoje, as únicas potências em condições de dissuadir a oligarquia anglo-americana de novas guerras imperiais e genocidas.

A crise provocada pelo capitalismo (o que não é o mesmo que crise capitalista), é imensa e cada vez mais profunda, como ilustra o estoque de US$ 600 trilhões em derivativos, títulos, na maioria, podres. Além disso, gerou dívidas nacionais imensas, como a dos EUA, bem maior em proporção ao PIB, que a da Grécia após a recente redução da dívida desta.

A dívida somente dos EUA, Japão, Reino Unido e União Europeia soma US$ 45 trilhões. Os bancos centrais começam a livrar-se dos títulos do Tesouro dos EUA, e o dólar está desacreditado, por mais que a oligarquia manipule os mercados. Pior, a depressão segue, com crescente desemprego e perda de proteção social, trazendo miséria e sofrimentos indizíveis a centenas de milhões de pessoas.

Vários analistas estão escrevendo sobre a crise “do capitalismo”. Sobre esse ponto, as coisas precisam ficar claras. Muitos crêem que a crise possa, por si só, implicar o fim do capitalismo, com a ideia subjacente de que, quando a acumulação capitalista se torna extrema, abrem-se as portas para a revolução que o suprimirá.

Não se trata de consequência inexorável, mas só de oportunidade, não tão fácil de ser aproveitada, tanto mais que a oligarquia tirânica vale-se, de modo crescente, há mais de um século, de técnicas da psicologia aplicada e de fantásticos meios da tecnologia da (des)informação e da comunicação social, para perverter, desmoralizar e anular a maior parte da humanidade, arrasando, inclusive, culturas nacionais, através desses meios.

Assim, por mais desastrosos que sejam os efeitos da concentração econômica e do aviltamento das condições de vida dos povos, estes encontram hoje grandes dificuldades para liberar-se, não só devido à incorporação de tecnologia às armas da repressão e das agressões imperiais, mas também devido ao desgaste psicológico e cultural.

Os colapsos financeiros e econômicos criados pelo capitalismo têm sido terríveis para a humanidade, mas não para ele, já que a oligarquia se serve deles para aumentar ainda mais seu poder relativo.

Mais: a História, desde o Século XX, mostra que os casos em que o comando político escapou das mãos da oligarquia imperial, se deram em países onde não havia grande concentração capitalista, mas, sim, contextos de guerra e invasões sofridas por esses países. Parece também demonstrado não haver casos em que a estrutura econômica tenha sido substituída na vigência do regime político pré-existente.

Voltando à definição do capitalismo, o afastamento dele não implica que o Estado controle todos os meios de produção. Lênin, com a Nova Política Econômica, em 1921, procurou favorecer a economia de mercado, com empresas privadas, sem que o Estado perdesse seu poder político nem o comando da produção (economia).

Alguns julgam que a China encetou, após 1977, o caminho do capitalismo, de Estado, ou controlado por grupos privados, formados por quadros políticos. Como quer que seja, obteve notáveis progressos econômicos e tecnológicos, e surgiu como superpotência.

Conseguiu-o por não ter chegado à extrema concentração que caracteriza o capitalismo, inclusive mantendo os bancos sob controle estatal, e por ter assegurado que, apesar da abertura a investimentos diretos estrangeiros (IDEs), a economia não passasse ao comando das transnacionais.

Estabeleceu e fez cumprir regras estritas para absorver capital e tecnologia. Esse feito, sem precedentes, deveu-se ao sistema político com direção centralizada, a salvo de eleições manipuladas pelo dinheiro.

Os outros únicos países que haviam logrado incorporar significativamente tecnologia estrangeira em suas empresas foram Japão, Coréia do Sul e Taiwan, para o que desestimularam os IDEs e assim evitaram entrada expressiva deles em seus mercados, impondo, ao contrário, contratos de transferência de tecnologia.

A China conta com empresas nacionais de ponta em todos os setores, enquanto o Brasil quase já não tem marcas nacionais, pois entregou seus mercados às transnacionais, dando-lhes capital, e pagando por tecnologia jamais adquirida. Aqui prevalece o fetiche da falsa democracia, importada das potências imperiais, que promoveram os golpes de 1945, 1954 e 1964, com o apoio da mídia e da “União Democrática Nacional” – UDN, através de militares doutrinados com o “espectro do comunismo”.

Após esses golpes, foram instituídos subsídios e retirados óbices ao capital estrangeiro. JK ampliou esses favores. Sob o primeiro governo militar, Roberto Campos fez destroçar o grosso das empresas de capital nacional. Depois, novos subsídios à exportação em benefício das transnacionais (Delfim Netto).

Por meio de fraude em seu texto, a Constituição de 1988 favorece pagamentos da dívida pública inflada por juros e taxas. A seguir, mais crimes contra o País, com os desastrosos Collor (leis de desestatização e Lei Kandir) e FHC. Este fez a União gastar centenas de bilhões de reais para entregar, de graça, fabulosos patrimônios do Estado e das estatais ao capital estrangeiro. Nenhum desses fatores de destruição da economia foi removido por Lula nem pelo atual governo.

fonte: Inacreditavel

SOBRE O AUTOR:

Natural do Rio de Janiero, nascido em 27 de Julho de 1934. Formado pela  UFRJ - Faculdade Nacional de Direito e doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, diplomado no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, Itamaraty. Diplomata de carreira, postos na Holanda, Paraguai, Bulgária, Alemanha, Estados Unidos e México. Delegado do Brasil em reuniões multilaterais nas áreas econômica tecnológica. 

Mais recentemente era consultor legislativo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na área de economia assim como professor da Universidade de Brasília (Empresas Multinacionais; Sistema Financeiro Internacional; Estado e Desenvolvimento no Brasil). Também foi o autor de Globalização versus Desenvolvimento, 2ª ed. Editora Escrituras, São Paulo.

Faleceu em 11 de Maio de 2016, em Brasília. Adriano Benayon era um anti-imperialista. Defendia uma política desenvolvimentista e a total soberania nacional do Brasil perante o poder dos grandes grupos econômicos, empresariais e financeiros, e das potências imperialistas, principalmente os Estados Unidos. Alertava para a total entrega do petróleo brasileiro a partir dos processos golpistas constituídos na Operação Lava Jato, mas também implementada durante os governos petistas.

Ele escrevia para diversos veículos de comunicação brasileiros e mantinha uma coluna no Diário Liberdade, chamada “Brasil de Pé”. 

Site oficial: Blog do Adriano Benayon

Sua obra prima

Livro de autoria de Adriano Benayon
abenayon@brturbo.com.br

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Defamation (Difamação) - Documentário completo legendado - PT

Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) que escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de "A indústria do holocausto", Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de "A indústria do antissemitismo".

Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa "indústria". A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos grupos oriundos das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta. Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis.

O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.

Para assistir  na íntegra click aqui 

(link seguro e testado)



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Os sete maiores doadores sionistas da campanha de Hillay Clinton


Tradução: Tannhauser

Advinha quem são os sete maiores indivíduos doadores que tem dado um milhão de dólares ou mais para a campanha de Hillary Clinton? Eles são todos racistas judeus! Então compreenda isto claramente. Os principais ricaços atrás da favorita para tornar-se o próximo Presidente dos Estados Unidos são todos judeus. E, eles não são apenas judeus, mas judeus muito ativos em organizações que desavergonhadamente lutam por interesses judeus. Judeu são somente 2% da América, ainda eles dominam o controle do dinheiro para ambos democratas e republicanos. Esta é certamente a ilustração perfeita da palavra: Oligarquia.

Todos eles têm sido ardentes apoiadores das organizações judaicas ativistas e do supremacista Estado de Israel assim como sendo apoiadores da “agenda judaica” nações de população europeia e através do mundo.

Cada um destes sete sórdidos ardentemente apoiam a abertura das fronteiras para nossas nações as quais irão destruir nossa herança europeia, enquanto ao mesmo tempo são devotados para “um Estado judaico de Israel devotado para o domínio e preservação do povo judaico.” Aqui está a lista, cortesia do site insidegov.com, os quais são na maioria nomes conhecidos. Lembre que Sheldon Adelson é apenas um dos mais conhecidos dos judeus bilionários financiando os Republicanos. Lembrem, o que paga o flautista dá o tom, e o tom soa como a Hava Nagila {uma canção folclórica judaica cujo título significa Alegremo-nos}.

Conforme o judaico New York Times, líder especialista, o judeu David Brooks orgulha-se de haver uma “tomada judaica” da América.

Isto é bastante óbvio quando a maioria da mídia – celebrou que uma líder política na América é uma prostituta sionista que tem se vendido ela mesma para judeus racistas. Aqueles que ainda alimentam a ilusão que os republicanos são algo diferentes, devem também compreender que os republicanos prostituem-se eles mesmos ao poder judaico do mesmo jeito que Hillary, com a possível exceção de Donald Trump. Ele (Trump) disse aos doadores judeus: “Vocês não irão me apoiar por causa que eu não irei pegar o dinheiro de vocês, vocês não podem me controlar com seu dinheiro e vocês não irão apoiar alguém que vocês não podem controlar.”

1° Steven Spileberg – 
Contribuição: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee)[1] para: Priorities USA Action[2]
Ocupação: Co-fundador  da Dreamworks Animation

2° Jeffrey Katzenberg
Contribuição: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee) para: Priorities USA Action
Ocupação: CEO, Dreamworks Animation

3° Herbert M. Sandler
Contribuição: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee) para: Priorities USA Action
Ocupação: aposentado. Peça principal em fraude financeira de 2008

4° Haim Saban – Magnata da Mídia
Contribuição: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee) para: Priorities USA Action
Ocupação: CEO, Saban Entertainment.

O magnata da mídia Haim Saban e Hillary Clinton:  "(...) sua grande preocupação é proteger Israel."

5° Cheryl Saban – Esposa de Haim Saban
Contribuição: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee) para: Priorities USA Action
Ocupação: sem emprego.

6° Donald Sussman – Magnata da mídia e financeiro
Contribução: $1,000,000
Doação da PAC (political action committee) para: Priorities USA Action
Ocupação: Conselheiro de investimentos, Paloma Partners Management

7 ° Contribuidor máximo – George Soros
Doação da PAC (political action committee) para: American Bridge 21st Century, Priorities USA Action
Ocupação: CEO, Soros Fund Management

Exceto Trump, os politicos republicanos também vendem-se eles próprios para os poderosos donos judeus! O contribuidor número um das campanhas republicanas d e qualquer das partes:

1° Sheldon Gary Adelson


Sheldon Adelson está pronto para comprar a presidência!

Este racista judeu, cidadão israelense, "chauvinista israelense", gangster de cassino – O maior contribuidor republicano: Não existe nenhum privilégio branco na América. Existe somente massivo privilégio judaico! A real elite da América não é mais branca. É judaica. 

David Brooks e os judaico The New York Times até se gabam deste fato, enquanto eles e a mídia sionista constantemente mentem sobre “privilégio branco.” 

Se brancos são a elite e privilegiados por que iriam os europeus brancos que representam 70% dos mais ranqueados estudantes na América – ser agora somente 20% dos estudantes na Ivy League, a maior fonte da elite americana, enquanto os judeus que são apenas 2 por cento são mais que 25 por cento da Ivy League. 

Cerca de 70 por cento da população permitido ser somente 20 por cento das universidades líderes na América – não é verdadeira diversidade. Isso é nada menos que massiva discriminação racial contra o povo branco.


As pessoas brancas melhores qualificadas são massivamente discriminadas no governo, na educação e nos negócios.

As pessoas brancas e os valores brancos são odiados, ridicularizados e ultrajados pela mídia dominada por judeus. Ela celebra mesmo a violência negra contra as pessoas brancas. Aqui está um filme dos irmãos Weinstein, filme o qual o heróis negro diz, “Mate pessoas brancas e receba por isso. Por que não gostar?

Pessoas brancas como um grupo, uma raça, são acusados de constantemente danificar e mesmo fisicamente atacar o povo negro. Mas, a verdade é que os brancos são as esmagadoras vítimas da violência inter-racial, não os perpetradores dela.

Somente nos últimos 10 anos: mínimo de 3,000,000 de vítimas brancas da violência negra

A verdade é que os brancos não estão massivamente matando ou machucando os negros ou outras raças. A brutal violência dos negros contra os brancos são 27 vezes mais frequentes que a violência branca contra os negros. Nos últimos 10 anos tem havido um mínimo de TRÊS MILHÕES de vítimas brancas da violência negra. E a mídia judaica mentirosa odiosamente nos diz que os brancos estão atacando e matando os negros quando os brancos são a esmagadoramente as vítimas da brutalidade negra (fonte: Justice Dept. Nat. Crime Survey 2010). Isto enquanto a mídia dominada por judeus está embrulhada com histórias sem fim de alegadamente tiros da polícia indevidos em um pequeno número de violentos criminosos negros. Pelo qual as pessoas brancas são coletivamente indicadas como uma raça. Isto enquanto centenas de milhares de crianças, mulheres e homens brancos completamente inocentes são violentamente atacados, assassinados, ou estuprados a cada ano.

Em 2010 somente, 37,500 mulheres e garotas brancas foram estupradas ou atacadas sexualmente por homens negros.

De acordo para a pesquisa de crimes compilada pelo Departamento de Justiça, nos últimos 40 anos um mínimo de mais de um milhão de mulheres brancas têm sido estupradas ou sexualmente atacadas por homens negros! E a mídia faz um grande barulho sobre “segurança olhando nas compras quando é negro” ou negros sendo parados para controle rodoviário com frequência. Claro, como iríamos nós sermos tão racistas enquanto pensar nas garotas brancas sendo estupradas ou sexualmente atacadas é tão terrível como sobre negros sendo vigiados demais enquanto fazem compras.

A mídia e política judaica está orquestrando o genocídio branco (a proposital destruição da uma vez população branca de 90% sendo reduzida a uma ultrajada e crescentemente violentamente roubada, atacada, estuprada e assassinada em breve a ser uma minoria indefesa.

Alguns brancos dizem que a mídia americana e os estabelecimentos governamentais não são racistas! Na verdade, eles estão mortalmente errados. A mídia e estabelecimentos políticos é realmente racista. Ela é racista contra o povo branco.

Enquanto as pessoas brancas são vítimas de ódio racial e profanadas pela mídia judaica, discriminação racial em trabalhos e promoções, bolsas de estudo e admissão em faculdades. Mas nós estamos acordando e...Nós não estamos indo receber isto mais!  (Ron Unz, Myth of American Meritocracy)

(Toda pesquisa citada está documentada plena e academicamente pelo Dr. David Duke em DavidDuke.com e também é verificável no website do Departamento de Justiça: The National Crime survey. Similares estimativas estão disponíveis em outros anos que 2010).


Fonte: Davidduke.com

Notas

[1] Nota do tradutor: Nos Estados Unidos uma  political action committee (PAC) é um tipo de organização que reúne contribuições de campanhas de membros e doadores.

[2] Nota do tradutor: A Priorities USA Action é uma PAC que apoia a eleição de candidatos democráticos. Fonte: http://prioritiesusaaction.org/about/

SOBRE O AUTOR

Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a auto determinação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.   

Fonte: Nazismo - verdades e mentiras

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