segunda-feira, 8 de maio de 2017

8 de Maio - o dia do aprisionamento dos povos livres


Hoje, dia 8 de maio, para todo o mundo comemora-se a "libertação" da Europa e a vitória do bloco aliado junto aos soviéticos sobre as Forças do Eixo.  Mas para as muitas mulheres alemãs ainda vivas que vivenciaram esse dia, por exemplo, não foi bem assim.

Para elas remonta-se o passado tenebroso daquele dia, onde foram​ estupradas, até mesmo tendo seus filhos e filhas mortos covardemente pelos Soviéticos. 

Crianças e mulheres violadas, permanentemente abaladas e até mesmo psicologicamente atingidas.

"Sem a presença de seus maridos ou filhos, se tornariam presa fácil para o inimigo".

Não só alemãs. Mas Italianas, japonesas e até francesas que eram um povo aliado, foram violentadas em grande número por hordas de americanos "libertadores" que reduziram a outrora poderosa Europa Ocidental a mera vassala de Washington e trouxeram toda essa desgraça que aí está.

Houve muitos casos até mesmo de britânicas estupradas por soldados afro-americanos, mas esse assunto foi abafado para não prejudicar o esforço de guerra.

LEMBRE-SE deste massacre não divulgado.


Artigo disponível em: História Geral


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domingo, 7 de maio de 2017

Presidente Bachar Al-Assad, mensagem à América Latina: “Não acreditem no Ocidente”

imagem da entrevista concedida a imprensa sul-americana



TeleSur: Obrigado por nos receber, Sr. Presidente.

Presidente Bachar al-Assad: Sejam bem-vindos à Síria, o senhor e o canal TeleSur.

TeleSur: Comecemos pelo mais recente. Rússia tem advertido que é possível que novos ataques químicos forjados estejam sendo preparados. Como a Síria preparou-se contra isso?

Presidente Bachar al-Assad: Para começar, os terroristas, durante anos e em mais de uma ocasião e em mais de uma região em absolutamente toda a Síria usaram substâncias químicas. Por isso mesmo, pedimos à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) que enviasse especialistas habilitados para investigar o que acontecia, mas cada vez que pedíamos os EUA impediam as investigações ou impediam que viessem as comissões de investigação. Semana passada, aconteceu novamente: quando exigimos que se fizessem investigações sobre o suposto uso de armas químicas em Jan Sheijun, EUA e aliados impediram que a resolução fosse aprovada na OPAQ.

Nós continuamos insistindo e tentando, com nossos aliados russos e iranianos, que aquela Organização envie uma equipe que investigue o que aconteceu. Porque se essa investigação não acontecer, os EUA repetirão outra vez e outra vez sempre a mesma farsa em torno do uso de armas químicas, (como “operação sob falsa bandeira”) em algum outro lugar da Síria, para acumular pretextos para intervir militarmente com o objetivo de apoiar o terroristas.

Isso, por um lado. Por outro lado, continuamos lutando contra os terroristas, porque o objetivo por trás do que dizem o ocidente e os EUA sobre armas químicas é conseguirem meios para dar apoio aos terroristas na Síria. Por causa disso, temos de continuar a combater os mesmos terroristas.

TeleSur: Segundo o Pentágono, seu governo ainda guarda armas químicas. A Síria conserva mesmo cerca de 1% dessas armas, apesar de se ter comprometido, há quatro anos, a entregá-las para serem destruídas?

Presidente Bachar al-Assad: Tanto o senhor como eu lembramos bem quando Colin Powell, em 2003, mostrou na ONU, diante de todo o mundo, um pequeno vidro no qual, segundo ele, estaria a ‘prova’ de que o presidente Saddam Hussein possuiria armas químicas, armas nucleares e outras. Quando as forças dos EUA já estavam dentro do Iraque, comprovou-se que os americanos mentiram.

Colin Powell reconheceu depois que a CIA o enganara com provas falsas. Mas não foi o primeiro caso, nem será o último. Quem queira ser político nos EUA tem de ser perfeito mentiroso e embusteiro. Mentir é uma característica dos políticos norte-americanos. Mentem todos os dias. Todos os dias dizem uma coisa e fazem outra. Por essa razão não se deve acreditar no que digam o Pentágono ou outros, porque só dizem o que sirva às políticas deles, não o que há na realidade nem os fatos em campo.

TeleSur: Com que finalidade a Síria interessa-se por comprar da Rússia sistemas antiaéreos de última geração?

Presidente Bachar al-Assad: Basicamente estamos em guerra com Israel. Desde que foi criado em 1948, Israel ataca os países árabes próximos. É normal portanto que tenhamos esses sistemas antimísseis. Os terroristas, como é óbvio, seguindo instruções de Israel, dos EUA, da Turquia, Qatar e Arábia Saudita, destruíram alguns desses sistemas e, portanto, é normal que negociemos com a Rússia para reforçar esses sistemas e poder fazer frente a qualquer ameaça aérea israelense ou enfrentar possíveis ameaças de mísseis dos EUA, muito prováveis agora, depois do recente ataque dos EUA contra o aeródromo de Shuayrat na Síria.

TeleSur: Que papel teve Israel na guerra que a Síria enfrenta? Já sabemos que continuaram os ataques nas últimas semanas contra posições do exército árabe sírio na Síria.

Presidente Bachar al-Assad: Israel desempenha seu papel de diferentes modos: primeiro, como agressão direta, sobretudo com aviação e artilharia ou mísseis lançados contra posições do exército sírio.

Por outro lado, Israel apoia os terroristas, de dois modos: primeiro, fornece armas; segundo, dá-lhes apoio logístico, ao permitir que organizem manobras atravessando regiões que Israel controla e garantindo-lhes ajuda médica em hospitais de Israel.

Não se trata aqui de especular. O que lhe digo são fatos comprovados, filmados, fotografados e divulgados na internet, que o senhor pode obter facilmente e que provam o apoio que Israel garante aos terroristas na Síria.

TeleSur: Como o senhor definiria a atual política exterior de Donald Trump no mundo e especialmente na Síria?

Presidente Bachar al-Assad: Não existem políticas de um ou de outro presidente dos EUA. O que há são políticas das instituições dos EUA que governam o sistema, a saber, a CIA, o Pentágono, as grandes corporações, as empresas que fabricam armas, as petroleiras e as grandes instituições financeiras, além de alguns lobbies que influem nas decisões dos EUA.

O presidente dos EUA apenas implementa essas políticas, e a prova está aí: quando Trump tentou tomar rumo diferente durante sua campanha eleitoral e já como presidente, nada pôde fazer. A ofensiva contra ele foi forte demais e, como vimos nas últimas semanas, ele já mudou completamente a linguagem e submeteu-se ao Estado Profundo. Por isso, tentar avaliar o presidente dos EUA no que tenha a ver com política exterior seria perda de tempo e meio irreal, porque se pode dizer qualquer coisa, mas ele só fará o que aquelas instituições e organizações ordenarem. Essa é a política que se mantém nos EUA há décadas e aí não há qualquer novidade.

TeleSur: Donald Trump tem agora outra frente aberta na Coreia do Norte. Isso poderia influir no modo como os EUA veem a Síria atualmente?

Presidente Bachar al-Assad: Não. Os EUA tentam sempre controlar todos os países do mundo sem exceção, não aceita aliados, sejam países desenvolvidos avançados de seu próprio bloco ocidental ou outros quaisquer. Todos os países teriam a obrigação de ser Estados satélites dos EUA. Por isso, o que acontece com a Síria, o que acontece com a Coreia do Norte, com Irã, com Rússia e possivelmente com a Venezuela agora, tem por objetivo restabelecer a hegemonia dos EUA sobre o mundo, porque os EUA creem que sua hegemonia estaria hoje ameaçada, e que isso ameaçaria os interesses das elites econômicas políticas nos EUA.

TeleSur: Está claro o papel de Rússia neste conflito, mas que papel teve a China, a outra grande potência internacional?

Presidente Bachar al-Assad: No que tenha a ver com Rússia e China, há grande cooperação em matéria de ação política, ou de postura política.

Há convergência nos pontos de vista e há cooperação no Conselho de Segurança da ONU. Como o senhor já sabe, os EUA tentaram várias vezes, junto com seus aliados, utilizar o Conselho de Segurança para legitimar o papel dos terroristas na Síria e para legitimar uma intervenção na Síria. A intervenção é ilegítima e constitui agressão. Por isso, China e Rússia estão unidas nessa questão, e o papel da China foi essencial, ao lado da Rússia, nessa questão.

Por outro lado, uma parte dos terroristas são de nacionalidade chinesa, chegados à Síria pela Turquia e representam ameaça aqui, para nós, sírios, mas também são ameaça para China, e os chineses estão conscientes de que o terrorismo em qualquer lugar do mundo desloca-se para outros lugares. Aqueles terroristas, sejam chineses ou de outras nacionalidades, podem deslocar-se para a China e atacar ali, como acaba de acontecer na Europa, na Rússia e como acontece na Síria. Mantemos atualmente cooperação com a China sobre assuntos de segurança.

TeleSur: Atualmente os meios de comunicação ocidentais e dos EUA, falam de terroristas moderados e de terroristas extremistas. Há mesmo alguma diferença desse tipo?

Presidente Bachar al-Assad: Para eles, terrorista moderado é o terrorista que mata, degola e assassina sem mostrar a bandeira da al-Qaeda e sem gritar "Alahu akbar". E terrorista extremista é quem mostra a bandeira ou, enquanto degola, grita “Alahu akbar", essa é a diferença. Para os EUA, qualquer um que sirva à sua agenda política contra qualquer outro país, mesmo que pratique as piores práticas de terrorismo é “opositor”, não terrorista; e “moderado”, não “extremista”, “combatente da liberdade”, não um criminoso que luta para destruir e sabotar.

TeleSur: Seis anos de guerra. Como está a Síria? Sabemos que o custo humano é incalculável?

Presidente Bachar al-Assad: O que mais dói em qualquer guerra são as perdas humanas, o sofrimento das famílias que perdem um pai, um filho, um marido, essas famílias foram afetadas para sempre. Nós sírios cultivamos laços familiares fortes e estreitos. Não há dor maior que a de perder um ente querido.

Quanto às demais perdas, claro está, as perdas econômicas são colossais, a infraestrutura erguida ao longo de 50 anos ou mais com mão de obra síria. Na Síria a infraestrutura não foi construída com mão de obra estrangeira, e temos as capacidades necessárias para reconstruí-la.

Igualmente, no plano econômico, o que temos é fruto do trabalho de sírios, porque há muito tempo não temos relações importantes no plano econômico com o ocidente.

Quando essa guerra chegar ao fim, tudo será reconstruído, não há problemas quanto a isso. Claro que exigirá tempo, mas não é impossível.

As perdas humanas, sim, são as perdas realmente dolorosas, essa a grande dor dos sírios hoje.

TeleSur: Dos 86 países da coalizão que ataca a Síria, alguns talvez participem da construção?

Presidente Bachar al-Assad: Não. Com certeza não. Em primeiro lugar, porque não querem que a Síria seja reconstruída. Mas não há dúvidas de que algumas empresas nos países que nos atacam, se virem que as coisas começam a andar, quero dizer, que a economia volta a andar e a reconstrução recomeça, como oportunistas que são, só interessados no dinheiro, estarão prontos a tentar vir à Síria para participar dos lucros da reconstrução, sem dúvida.

O povo sírio não aceitará. Nenhum país que tenha atacado o povo sírio e que tenha contribuído para devastar, destruir a Síria participará da reconstrução. Isso está decidido.

TeleSur: Como tem sido a vida ao longo desses 6 anos, nessa nação assediada?

Presidente Bachar al-Assad: Claro que a vida é dura. Todos os sírios formos afetados. Os terroristas destruíram a infraestrutura, em algumas áreas só há eletricidade durante 1 ou 2 horas e em outras absolutamente não há eletricidade. Há zonas sem eletricidade há dois, três anos, sem televisão, sem escolas para as crianças, sem clínicas nem hospitais, os doentes estão sem atendimento. Vivem na pré-história, por culpa dos terroristas. Há áreas sem água há anos, como aconteceu em Alepo… durante longos anos não houve água na cidade de Alepo. Em vários momentos beberam água sem purificação, cozinharam com água sem purificar. A vida foi tremendamente difícil.

TeleSur: Um dos alvos principais durante esses anos, foi o senhor, presidente Bachar al-Assad. Sentiu medo?

Presidente Bachar al-Assad: Quando se está em guerra, não se sente medo. Acho que é o que responderiam todos por aqui. Mas há a preocupação, com o destino da pátria. O que significaria a segurança pessoal, como cidadão, num país agredido e ameaçado. Ninguém estará jamais seguro enquanto persistir a ameaça contra a Síria.

Penso que o que sentimos de modo geral na Síria é preocupação pelo futuro da Síria mais que medo por nós mesmos. Os tiros e projéteis de morteiro caem em qualquer lugar, entram em qualquer casa. Nem por isso a vida parou na Síria. Há uma vontade de vida, muito mais forte que algum medo no sentido pessoal. Esse sentir, para mim, pessoalmente, como Presidente, advém do que o povo sente, não de mim mesmo. Não vivo isolado.

TeleSur: Os meios de comunicação ocidentais em todo o mundo distribuem muita propaganda contra o senhor. Será que estou sentado realmente diante daquele demônio que os jornais pintam?

Presidente Bachar al-Assad: Tem razão. Para o ocidente, o senhor está entrevistando o próprio demônio. É a propaganda ocidental atual.

Essa publicidade ocidental sempre aparece quando algum país, algum governo ou algum governante não se submete aos interesses do ocidente, se não trabalha exclusivamente a favor dos interesses ocidentais e contra os interesses de seu próprio povo. Sempre foi assim. São as exigências ocidentais colonialistas que sempre se repetiram ao longo da história.

Dizem que quem resiste a eles é mau, que mata gente boa. Ora… Rússia, Irã, todos os países nossos amigos nos apoiam não porque um ou outro governante nos apoie, mas porque o povo daqueles países está mais perto da verdade que o ocidente. E os sírios também apoiam nosso governo. Como é possível que os sírios apoiem seu governo, se o governo os estivesse mantando?

É só mais uma versão contraditória que só sobrevive na propaganda do ocidente. Por isso já não perdemos tempo com essas versões ocidentais que sempre, ao longo da história estiveram cheias de mentiras. Nisso não há novidade alguma.

TeleSur: O que a Síria faria para pôr fim a essa guerra, se estamos às portas da 6ª rodada de conversações em Genebra?

Presidente Bachar al-Assad: Temos falado de dois eixos.

O primeiro eixo consiste em lutar contra o terrorismo. Isso não se discute e não temos opção no trato com terroristas que não seja lutar contra eles.

O outro eixo é a parte política, que consiste em dois pontos: primeiro, o diálogo com todas as forças políticas sobre o futuro da Síria; o segundo consiste nas reconciliações locais, no sentido de que negociamos com os terroristas em cada vila ou cidade, tratando as questões caso a caso.

O objetivo da reconciliação é que eles deponham as armas e recebam um indulto do Estado, para assim retomarem o curso normal de suas vidas. Este eixo, esse tipo de negociação está sendo feita já há 3 ou 4 anos, obteve bons resultados e prossegue atualmente.

São os temas que podemos trabalhar com o objetivo de resolver a crise na Síria.

TeleSur: Daqui de onde estão, nesse país em guerra, como os senhores veem a situação na América Latina, particularmente na Venezuela, onde começaram a aparecer ações muito semelhantes às que fizeram crescer e eclodir o conflito na Síria?

Presidente Bachar al-Assad: É esperável que haja semelhantes, dado que o plano é o mesmo, e o executor é o mesmo: os EUA dirigem a orquestra, todos os demais países ocidentais e o coro que os acompanham.

A América do Sul em general e Venezuela em particular, foram quintal de despejo dos EUA durante décadas, quintal de onde os países ocidentais e principalmente os EUA, arrancavam o que quisessem, o que seus interesses econômicos mandassem, com a ação das grandes empresas norte-americanas transnacionais em cada um dos seus países. E os golpes de estado sucederam-se durante os anos 1960 e 1970, fossem golpes militares ou políticos, todos visavam a consolidar o controle dos EUA sobre os interesses dos povos da América Latina.

Mas ao longo dos últimos 20 anos, a América Latina livrou-se desse jugo e alcançou a autodeterminação, seus governos afinal começaram a poder defender os interesses do próprio povo. E, isso, os EUA absolutamente não aceitam. Por isso, agora se aproveitam do que está acontecendo pelo mundo, desde a revolução cor-de-laranja na Ucrânia até o último golpe ocorrido nesse país há vários anos. Aproveitam-se do que ocorre nos países árabes, na Líbia, na Síria, no Iêmen e em outros países, com o propósito de aplicar as mesmas ‘técnicas’ nos países latino-americanos. Começaram pela Venezuela, com o objetivo de derrubar o governo nacional legal. Farão o mesmo aos demais países da América Latina.

TeleSur: Há quem pense, especialmente os cidadãos comuns em toda a América Latina, que um cenário similar ao que se vê hoje na Síria poderia repetir-se na América Latina. Qual sua opinião?

Presidente Bachar al-Assad: Não tenho dúvidas disso. Já lhe disse que se o plano é o mesmo e o executor é o mesmo, é normal que o cenário resultante nos demais países atacados não apenas se assemelhe: ele será idêntico. Claro que alguns detalhes locais sempre variarão.

No início, diziam que as manifestações na Síria seriam pacíficas, mas ao ver que não se repetiam, ou que se mantinham pacíficas, trataram de infiltrar bandidos nas manifestações, para disparar contra os dois lados, contra a polícia e também contra os manifestantes, especificamente para produzir mortos; e começaram a ‘informar’ que o governo matava o próprio povo. Esse cenário repete-se em todo o mundo.

E se repetirá também na Venezuela. Por isso o povo venezuelano deve manter-se bem consciente de que há grande diferença entre fazer oposição a um governo e lutar contra os próprios interesses nacionais do país. Estar contra um governo e estar contra a Pátria são coisas muito diferentes.

Isso, por um lado. Por outro lado, nenhum país estrangeiro pode zelar pelos interesses da Venezuela, mais ou melhor que o povo da Venezuela. Não acreditem no Ocidente. O Ocidente não se interessa por direitos humanos nem pelos interesses dos países. O Ocidente só cuida dos interesses de uma parte da elite governante em outros países. Essa elite governante não é só política, inclui as empresas e seus interesses econômicos.

TeleSur: Falamos da América Latina, Venezuela e da Revolução Bolivariana da qual o senhor foi aliado empenhado. Que recordações o senhor guarda do falecido presidente Hugo Chávez?

Presidente Bachar al-Assad: O Presidente Chávez foi um nome importante para todo o mundo. Sempre que falo sobre América Latina recordo imediatamente o presidente Chávez e também o falecido líder revolucionário Fidel Castro, líder da Revolução Cubana, duas importantes figuras que mudaram o rosto da América Latina.

Conheci, claro, pessoalmente o presidente Chávez, nos reunimos mais de uma vez, tive uma relação pessoal com o presidente Chávez, que nos visitou na Síria, e também o visitei na Venezuela. O presidente Chávez nos visitou duas vezes, eu só pude visitá-lo uma vez.

O presidente Chávez é desses que, quando o vemos pessoalmente já se sabe que é filho do povo, um homem que vive o sofrimento do povo que ele representa. Sempre que falava fazia referência ao povo da Venezuela. Em reuniões de chefes de Estado com funcionários de outros países, o seu primeiro pensamento era o que fazer para construir interesses comuns que viessem a beneficiar os venezuelanos. Um verdadeiro líder, homem de forte carisma e infinitamente sincero.

TeleSur: Chávez foi satanizado, e parece que agora chegou a vez do presidente Nicolás Maduro.

Presidente Bachar al-Assad: É normal, porque o presidente Maduro segue a mesma linha de autonomia nacional; como o presidente Maduro, prossegue na mesma linha nacional e de independência da Venezuela, e trabalhando para os cidadãos de seu país, é normal que seja agora o principal alvo dos EUA. É óbvio e ninguém deve se preocupar com isso.

TeleSur: Como o senhor, presidente Bachar al-Assad, vê o final desta guerra?

Presidente Bachar al-Assad: Se fosse possível superar a questão da interferência estrangeira na Síria, o problema se simplificaria muito. A maioria dos sírios estão cansados da guerra, desejam una solução e desejam voltar a viver com segurança e estabilidade. Há um diálogo entre nós, os sírios, há encontros, as pessoas se reúnem e convivem, quero dizer, não há qualquer barreira real que divida os sírios.

O problema é que cada vez que damos um passo rumo à solução e ao restabelecimento da estabilidade, as gangues terroristas recebem mais dinheiro e mais armas, com o objetivo de retomar a violência e inviabilizar qualquer solução. Por isso se pode dizer que a solução começa por suspender qualquer apoio enviado do exterior aos terroristas. É o primeiro passo.

Por nosso lado, na Síria, a via para restaurar a segurança será a reconciliação entre todos os sírios e indulto para o que aconteceu no passado, durante a guerra. O senhor pode ter certeza de que, quando isso for feito e o processo se completar, a Síria será muito mais forte que a Síria de antes da guerra.

TeleSur: O senhor está disposto a se reconciliar com os que se levantaram em armas contra o povo sírio?

Presidente Bachar al-Assad: Claro que sim. Já aconteceu em várias regiões do país. Das pessoas que já receberam indulto, alguns se incorporaram ao Exército Sírio, alguns caíram como mártires, outros voltaram à cidade onde viviam, em áreas que nós já controlamos. Para nós não há problema algum: a reconciliação é essencial para pôr fim a qualquer guerra. A Síria também caminha nessa direção.

TeleSur: Senhor Presidente, para encerrarmos nossa entrevista, tem alguma mensagem para a América Latina e o mundo?

Presidente Bachar al-Assad: Preservem a independência de seus países.

Nessa parte árabe do mundo, já celebramos a independência de mais de um país. Mas em alguns do países dessa região, a independência significou apenas a retirada de forças de ocupação. A verdadeira independência só acontece quando os povos adquirem o poder de decidir nacionalmente.

Para essa parte do mundo, a América Latina foi modelo de independência, quer dizer, o ocupante partiu, no caso de haver ocupação por tropas estrangeiras, mas ao mesmo tempo os países recuperaram o poder nacional para decidir, a abertura e a democracia. A América Latina deu ao mundo um modelo importante. Conservem esse modelo, defendam-no, porque muitos países que aspiram ao desenvolvimento, sobretudo os países do Terceiro Mundo, devem seguir o modelo já aplicado na América Latina.

[Fim da Transcrição]

Damasco, 28/4/2017, entrevista, vídeo (23″), à rede Telesur, Venezuela

Traduzido por vila Vudu


Artigo referente há: Atualidade & Interesse

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Palestras ou propinas? Um negócio milionário


Lula em palestra na Euro câmara (foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula)

O presidente Obama foi criticado por ter aceito receber 400 mil dólares de um banco de investimentos a título de propina serviços prestados. O pagamento de quantias inacreditáveis por uma ou meia dúzia de palestras é uma forma recorrente de acerto de contas pelos favores realizados durante o mandato presidencial. Uma constante democrática…

Incoerências?

Muitos artigos dos grandes veículos de comunicação mostram sua indignação por esta atitude de Obama. Os meros repórteres não compreendem o grosseiro jogo de cena feito pelos políticos. Estes são apenas marionetes do poder financeiro. Os vultuosos pagamentos são apenas mais um dominó na gigantesca rede de propina do setor bancário usurário, que atua em todas as esferas do poder, também no judiciário.



Depois de ter chamado os especuladores de “um bando de gatos gordos da Wall Street” ou ter dito ainda em 2009 que a crise foi “causada em parte pelas ações completamente irresponsáveis de Wall Street”, tudo não passou de um pequeno teatrinho para iludir mais uma vez a massa idiotizada.

Em 1804, Schiller escreveu com suas últimas forças uma grande obra e trouxe ao mundo um verso, um verso imortal sobre as decisões parlamentares e democráticas:

“O que é Maioria? Maioria é a falta de sentido,

Razoabilidade foi encontrada sempre em poucos…
Deve-se pesar os votos e não contá-los;
O Estado deve sucumbir, cedo ou tarde,
onde a Maioria vence e a ignorância decide.”

Ações recorrentes

Qualquer busca simples na internet já irá nos revelar altos pagamentos a ex-presidentes por apenas uma palestra. Em 2015, Hillary Clinton recebeu 200 mil dólares do Goldman Sachs para 3 palestras. Seu marido, Bill Clinton, ganhou em 2011 mais de 13 milhões de dólares em palestras, superando o faturamento do ano anterior em 25%!!

Já nosso querido ex-presidente Luis Inácio afirmou que ganhava 200 mil dólares por palestra. Nada mais justo para ouvir um poço inacreditável de sabedoria e detentor de mais de 27 títulos “doutor honoris causa”. Em depoimento ao MPF, Alexandrino Alencar afirmou que: 

“A Odebrecht criou as palestras de Lula como uma remuneração de propina”. 

...Alguém duvida?

Uma só podridão

Todos esses corruptos lacaios estão aí, no poder, há décadas. A grande mídia é totalmente conivente, pois o sistema financeiro assim exige.

A população tem seu rude instinto dominado por técnicas altamente sofisticadas de manipulação. O trabalho de esclarecimento nunca foi tão importante, uma luta desproporcional, David contra Golias.

E nada como mais um dia de luta para revigorar a alma e continuar denunciando as mentiras de Sião.

O Socialismo alemão de 1933 - 1945

Descrição das conquistas sociais durante os poucos anos do regime nacional-socialista. Afinal de contas, os assuntos em torno desta época não se resumem somente ao suposto Holocausto Judeu.

O verdadeiro Socialismo

Quais foram as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminação do desemprego?

Em primeiro lugar ele eliminou a luta de classes, deu ao termo "Socialismo" um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por ações.

E por isso mesmo ele é combatido até hoje. Tentam confundir as pessoas em torno da questão racial, desviando as atenções deste evento único na história, onde um grande povo procurou eliminar dois parasitas: a luta de classes e a escravidão dos juros – NT.

A 2 de maio de 1933, o N.S.B.O (Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation = Organização nacional-socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Frente de Trabalho Alemã ocupa o lugar dos sindicatos, uma grande frente unida de todas as forças produtivas alemãs, a primeira e maior organização do mundo, onde empregador e empregado foram incorporados numa unidade trabalhista comunitária.

Independente do posicionamento político individual, o símbolo da suástica em apologia ao Nacional-Socialismo é proibido/censurado pela legislação brasileira, numa verdadeira afronta à liberdade de expressão (LEI Nº 9.459, DE 13 DE MAIO DE 1997). Aqueles que alegam a suposta morte de milhões pelo governo de Hitler, se silenciam diante do símbolo comunista da foice e do martelo, cujos influenciados governos comprovadamente trouxeram a morte a mais de 100 milhões de seres humanos. A política hipócrita de “dois pesos, duas medidas” tornou-se, infelizmente, o norte de nossos tempos – NT.

(esquerda) Bandeira da Frente Alemã para o Trabalho (Deutsche Arbeitsfront, DAF) Presidida por Robert Ley, chegou a ter 25 milhões de afiliados e foi de grande influência na máquina estatal. (direita) Robert Ley (1890 - 1945) doutor em química pela universidade de Jena e Bonn e ex-piloto na primeira guerra, em 1933 foi chefe da Frente de Trabalho Alemã (Deutsche Arbeitsfront)

Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentação do trabalho nacional, a base para criação de uma política social nacional-socialista, sem contrapartida em qualquer lugar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (soziale Ehre e Gemeinnutz) foram fixadas por meio de lei. Ela se baseava nos três pilares nacional-socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.

A lei tinha sete subdivisões, onde as cinco mais importantes são:

– Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
– Representante trabalhista do Reich
– Regulamentação trabalhista e tarifária
– Justiça da honra social
– Proteção contra demissão

Com a promulgação destas diretrizes, o trabalhador alemão daquela época conquistou:

1. Justiça

Anteriormente, as relações trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associações do trabalho.

Com a lei, acima das livres decisões do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.

2. Eliminação da exploração

Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploração maldosa da força produtiva e condições insalubres, eram combatidas através do longo caminho da ação judicial particular, que não estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemães.

Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich agem como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posição sobre os empregados ou viola a honra destes, se coloca sob as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua função na empresa. Uma vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolvição de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.

3. fim da pressão sobre o salário

Obrigações e benefícios não são mais negociados agora no contrato de trabalho entre associações de classe em luta e conformados segundo a relação de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgão estatal a remuneração justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteção do empregado, ele estipula condições mínimas trabalhistas para regulamentação das condições de trabalho, que não podem ser ignoradas. Peritos juramentados são convocados. Um diretor que não cumpre as condições mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneração paga e o mínimo estipulado. Uma renúncia à remuneração mínima, por princípio, não tem efeito.

4. Pagamento do salário em caso de incapacidade

Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.

Com a nova lei, a continuação do pagamento continuava na maioria dos casos. Em cerca de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.

5. Proteção contra demissões

Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissão. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, uma semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relações trabalhistas, prazo de demissão de três meses.

6. dentro do possível, supressão da demissão em massa

O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissão. Dentro deste prazo, as demissões só poderão ocorrer com a permissão do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem uma ampla proteção diante de fechamentos.

7. proteções extras para os trabalhadores alemães

Anteriormente existia a exploração desmedida e o despotismo nas regras para remuneração. Após a lei, fixação da remuneração através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam uma justa remuneração do trabalhador nacional.

8. Regulamentação das férias

Anteriormente: férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relação trabalhista as férias são consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.

9. Gratificações de Natal, ajuda de férias e outros

Antes: comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.

Independente do posicionamento político individual, o símbolo da suástica em apologia ao Nacional-Socialismo é proibido/censurado pela legislação brasileira, numa verdadeira afronta à liberdade de expressão (LEI Nº 9.459, DE 13 DE MAIO DE 1997). Aqueles que alegam a suposta morte de milhões pelo governo de Hitler, se silenciam diante do símbolo comunista da foice e do martelo, cujos influenciados governos comprovadamente trouxeram a morte a mais de 100 milhões de seres humanos. A política hipócrita de “dois pesos, duas medidas” tornou-se, infelizmente, o norte de nossos tempos – NT.


Fonte: Inacreditável

Nota

Texto adaptado do artigo original com modificações apenas na introdução de imagens para enriquecer o texto. Grifos de notas adaptadas para o formato do site apenas, permanecendo original do autor original. 

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Horst Mahler está foragido a procura de asilo político


O ativista político e filósofo Horst Mahler não se apresentou ontem à justiça alemã para cumprir o restante de sua pena por declarar, entre outras questões judaicas, que o suposto “holocausto judeu” é a maior mentira da história da humanidade.

No dia 9 de abril, dez dias antes da data de sua reapresentação à justiça, Horst Mahler proferiu uma palestra para um grupo de nacionalistas, onde ele apresentou os motivos que levaram os promotores a solicitarem sua reapresentação.

Faltando três anos e meio para concluir sua CONDENAÇÃO POLÍTICA (pena inicial de 10 anos e 2 meses em regime fechado) sob a torpe acusação de “incitamento popular” contra minorias, no caso os judeus, o sistema quer tirar do octogenário alemão novamente sua liberdade, impedindo-o de atuar politicamente durante o que resta ainda de sua intensa jornada neste planeta. O motivo alegado para seu imediato reencarceramento foi seu discurso em uma conferência realizada em Ludwigshafen, a 9 de janeiro de 2017. Pela reação do aparato judicial, o conteúdo desta palestra de Horst Mahler deve ter atingido novamente o sistema nervoso central do inimigo do povo alemão. Isso mostra claramente a hipocrisia atual que impera na Alemanha, onde o debate é evitado através do código penal.

Liberdade condicional recusada

Para aqueles que não acompanharam o caso, sua condenação inicial previa uma pena de 10 anos e dois meses em regime fechado. Após cumprir dois terços da pena, ele recorreu com sucesso na segunda instância para obter a liberdade condicional. No parecer do juiz, recusar a liberdade condicional seria uma violação dos direitos humanos. Ele também assinalou na sentença que considerava questionável a tal lei de negação do holocausto, e que o tamanho da pena (10 anos e dois meses) foi totalmente desproporcional, sendo até maior quando comparado em alguns casos de assassinato e estupro. A decisão do juiz foi revogada pela instância superior, e sua decisão definitiva ainda não foi proferida.

O que motivou a soltura de Mahler em agosto de 2015 foi a gravidade de sua saúde, pois contraiu uma infecção generalizada durante o tratamento da diabete. Seu quadro clínico apresentou 21 diagnósticos incluindo insuficiência cardíaca e renal, e culminou na amputação abaixo do joelho de sua perna esquerda. Deve-se deixar claro que isso não representou uma liberdade condicional, mas sim representou uma “soltura” provisória por motivos graves de saúde (“deixaram morrer em casa”) e a qualquer momento ele poderia retornar à prisão.

Incitamento Popular ou Liberdade de Expressão?

Segundo Mahler, a justiça vem prolongando a tomada de decisão em relação ao cumprimento de dois terços da pena e consequentemente seu direito à liberdade condicional, através de troca de juízes e solicitação de laudos psiquiátricos. Segundo ele, a justiça não quer emitir parecer definitivo, pois deverá escolher entre o “Incitamento Popular” e a “Liberdade de Expressão”.

O maior “crime” de Mahler é sua crítica ao judaísmo, sintetizada em sua obra escrita na prisão: O Fim da Peregrinação (Das Ende der Wanderschaft). Na obra ele critica as leis judaicas, principalmente aquelas descritas no Pentateuco do Velho Testamento, no Talmud e no Schulchan Aruch. Segundo ele, estas leis mostram uma absoluta hostilidade dos judeus perante o resto da humanidade. Estes textos procuram levar os judeus a acreditarem que eles têm a missão divina de exterminar toda a humanidade. Cita o profeta Isaías:

"Porque a indignação do Senhor está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas; ele determinou a sua destruição, entregou-as à matança. 
E os seus mortos serão arrojados, e dos seus cadáveres subirá o mau cheiro; e com o seu sangue os montes se derreterão." Isaías 34,2-3 

Mahler destaca que essa é a missão divina (dos judeus) e aqui não há margem para dúvidas, não pode ser estampado de pseudociência, tudo estaria muito claro nos textos sagrados dos judeus. Não poderiam alegar fraude ou muito menos negá-los.

Cita ainda outras passagens do Talmud, onde crianças não-judias de três anos e um dia de idade já poderiam ser molestadas sexualmente. Ou seja, poderiam ser muito bem crianças cristãs!

O vídeo com estas e outras declarações de Horst Mahler pode ser visto aqui.


Pedido de asilo político

No dia de seu esperado retorno à prisão para cumprir o terço restante da pena (19/04/2017), Mahler publicou um segundo vídeo onde explica o porquê de recusar voltar voluntariamente ao cárcere.

No vídeo, Mahler acusa a justiça de tentar envenená-lo durante o tratamento de sua diabete. Como consequência do tratamento das feridas abertas com vaselina salicilada, ele teve infecção generalizada e foi transferido em julho de 2015 para a UTI de um hospital externo, onde resultou no seguinte diagnóstico: “doença terminal”. Mesmo diante deste quadro, ele foi levado novamente para a prisão e lá teve sua perna esquerda amputada.

Ao final do vídeo, Mahler declara que enquanto os mentirosos e as mentiras que envolvem seu caso não forem afastados, ele se recusará a se entregar à justiça. Como seu processo se trata de um processo político, sem base legal, ele tentará se asilar em algum estado soberano disposto a recebê-lo.



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